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Hello darkness, my old friend
I've come to talk with you again
Because a vision softly creeping
Left its seeds while I was sleeping
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silenceIn restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone
'Neath the halo of a street lamp
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silenceAnd in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more
People talking without speaking
People hearing without listening
People writing songs that voices never share
No one dared
Disturb the sound of silence"Fools" said I, "You do not know
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you"
But my words like silent raindrops fell
And echoed in the wells of silenceAnd the people bowed and prayed
To the neon god they made
And the sign flashed out its warning
In the words that it was formingAnd the sign said, "The words of the prophets
Are written on the subway walls
And tenement halls
And whispered in the sounds of silence"Traduzir para português
Sou fim de Abril sem rosto num
Oh!... E se me
Oh!... E se me
Oh!... E se me
E foi em Maio que te escrevi jardins nas mãos.
E foi em Maio, que te escrevi borboletas nas costas; e
Havia um anjo caído com asas negras que semeava cólera
Havia cabeças de serpentes espetadas em paus no vale
Havia mães que gritavam ao pé dos caixões dos seus
Havia milhares de soldados com seus corpos apodrecidos
Se você me esquecer
Eu quero que você saiba uma coisa
Você sabe como é isso
Se eu olhar para para a lua cristalina
No ramo vermelho do outono chegando
Se eu tocar perto do fogo
A cinza impalpável
ou o corpo enrugado do ramo
Tudo me leva a você
Como se tudo oque existe
Aromas, luzes, metais
Fossem pequenos barcos que navegam
em direção aquelas ilhas que esperam por mim
Bem agora, se pouco a pouco você deixar de me amar
Eu devo parar de te amar pouco a pouco
Se de repente você me esquecer
Não olhe para mim...
Cais
Velho quadro da manhã. Paisagem do adeus que
Recordo-me dos dias tristes, na minha
Palmo a palmo, o sol rompia as nuvens.
Memórias da vasta manhã lenta. Os deuses
Na espuma da pequena manhã cintilante, na
As palavras perdem-se no cais de farrapos,
No mar despido encontrei a doçura de poemas
Cada vez me convenço mais que a vida não se
O SILÊNCIO DOS PÁSSAROS
Nas alvoradas serenas, quando o horizonte
E foi em Maio que te escrevi um poema nos lábios.
E foi em Maio, que te escrevi folhas verdes de árvores
Havia sempre um primeiro silêncio quando te via.
Havia sempre um segundo silêncio quando te olhava.
Havia sempre um terceiro silêncio quando te abraçava.
Ficção
Crónicas
O SILÊNCIO DOS PÁSSAROS
Nas alvoradas serenas, quando o horizonte
Nas
Cada
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