The Luis Triangle Project-Luis Roxo

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The Luis Triangle Project-Luis Roxo episodes

  • O silêncio das árvores - AVULSAS IMPRESSÕES por Ângelo Rodrigues

    AVULSAS IMPRESSÕES

    por Ângelo Rodrigues

    Sardoal,

    29 de agosto de 2023

     «No seu corpo

    plácido, descobrimos nossa alma infinita,

    E aprendemos a

    cuidar das árvores, nossa antiga inspiração.»

     

    Luís Roxo

     

     

    «Para lá do

    Tempo. Para lá do Espaço. Para lá do Amor. A fusão das Almas é a construção
    infinita do ultra-Amor. O que é isto? Ajuda-me a descobrir.»

    Ângelo
    Rodrigues, DO PRINCÍPIO E DO FIM, Edições Colibri, 2022

     

    4 min
  • O Siêncio das árvores - Prefácio -Inaldo Tenório DE Moura Cavalcanti

    Inaldo Tenório DE Moura Cavalcanti
    Recife – Brasil
    UMA FLORESTA DE ARTE Recheado de música, prosa e poesia, O Silêncio das Árvores é um canto que encanta com suas metáforas e imagens de rara beleza na poesia dos caminhos, entre árvores, movimentos, que tornam tudo uma arte com harmonia, melodia, ritmo que, nesse Silêncio são pautas/movimentos:
    A RAIZ, onde “cada folha é uma palavra de seda, cada ramo é uma linha de poesia, cada galho uma jornada cantada...”, traz uma poética tão rica quanto um riacho que entrança a floresta, e ninhos de pássaros. É a primeira poesia a dá brilho às árvores;
    A ÁGUA, “murmúrios suaves, um cântico sereno que embala o mundo” é a música que nos faz desaguar em uma beleza única, que nos une em frescor e correnteza. Um cântico aos ouvidos da alma;
    O FOGO, que “sussurra contos ancestrais”, fazendo a memória se desvanecer em cinzas, pelas chamas, suscita a reabertura. A vida sempre nova, renovada. Uma carícia: renascimento; O AR, que “nos sussurros das folhas, nas asas dos pássaros, se revela”, uma pausa na canção, é a poesia sem necessidade de palavras ou visibilidade: a própria canção;
    O ÉTER, “sinfonia silenciosa do infinito”, essência na construção da vida; o ritmo a correr no espaço das árvores, entre elas. Orquestra que se impõe no quinto movimento, allegro a florescer no âmago do leitor/ouvinte andante da floresta;
    O OLHO, “centelha que intui”, correnteza em notas, folhas a balançar, “se ergue como uma flor rara, desabrochando no jardim do conhecimento”, harmoniza a linha melódica da canção: abre o caminho. Vê o invisível. É a sensibilidade aguda do autor;
    O ESPÍRITO, “chama que anima cada fibra do ser”, o último movimento da bela sinfonia.
    O SILÊNCIO DAS ÁRVORES, poema-canção, alma cantada em versos. Um canto sublime. Ao mesmo tempo que transcende o tempo, O Silêncio encanta o tempo: fábula, poesia, sinfonia... arte aberta em leque a coração e mente. A beleza está como margem e estrada à nossa paisagem/passagem, leitor/ouvinte; correnteza em que mergulhamos a remar pela leveza das linhas, dos versos, das pautas que enchem de maravilhas em seus movimentos. Luis Roxo: uma floresta de arte pintada, cantada, declamada em prosa e verso... em O Silêncio das Árvores.
    Inaldo Tenório de Moura Cavalcanti poeta/escritor pernambucano

    3 min
  • O Silêncio das Árvores - Luis Roxo - FERNANDO ANTÔNIO FONSECA

    JÁ Á VENDA

    O SILÊNCIO DAS

    ÁRVORES

    LIVRO E SINFONIA

    EM SETE MOVIMENTOS

    DE: LUÍS ROXO

    EDITORA UICLAP

    LIVRO FÍSICO

    https://loja.uiclap.com/titulo/ua39014/

     

    FERNANDO ANTÔNIO FONSECA

    Belo Horizonte – Brasil

     

            O poeta e multiartista Luís Roxo, nesta

    sua mais recente obra - “O Silêncio Das Árvores”- se impõe como detentor de um
    inegável dom poético/espiritual.

             Decompondo o mundo em seus elementos

    constitutivos (Água, Fogo, Ar, Éter + Raiz, Olho e Espírito), o autor constrói
    árvores metafísicas, erigindo-as sobre os alicerces de cada um desses temas
    fundamentais, de forma romântica e universalista.

              Luís Roxo, afirma na apresentação do

    seu e-book: “Ouvi dizer que as almas das árvores eram os abraços de Deus”. Oh
    glorioso Deus, que abraça sua criação em sua essência original, fruto de um
    amor pleno e incondicional.

              Reunindo diversos recursos de mídia

    (texto, música, imagem e vídeo), o autor aglutina em um só aparato, ferramentas
    sensoriais que denotam à obra uma expressividade contundente, proporcionando ao
    leitor (expectador e ouvinte), uma experiência mística e transcendental única.

              O silêncio das árvores é como o nosso

    silêncio, pois as árvores também meditam...

     

     Fernando Antônio Fonseca

     Poeta/ Escritor (2023)

    2 min
  • O Silêncio dos Pássaros

    O SILÊNCIO DOS PÁSSAROS

    Nas alvoradas serenas, quando o horizonte

    se pinta de tons dourados, os pássaros alçam voo em danças silenciosas. Suas
    asas recortam o céu, mas o que ecoa é o sussurro da brisa, o murmúrio das
    folhas. O silêncio dos pássaros fala à alma, revela segredos ancestrais que as
    palavras não podem tocar. Eles são os guardiões dos mistérios, os arautos do
    entendimento além da linguagem. Observá-los é mergulhar na quietude da
    natureza, onde a sabedoria se tece sem barulhos. No silêncio dos pássaros,
    encontramos a música suave da existência, um enigma desvendado somente pelo
    coração atento.

    Copyright "©" by Luís Roxo 

    Todos os direitos reservados.

    Proibida a reprodução, no todo ou em parte,

    através de quaisquer meios.

    Os direitos morais do autor foram

    assegurados.

    Autor: Luís Roxo.

    9 min
  • Fernando Pessoa

    Todas as cartas de amor são
    Ridículas.
    Não seriam cartas de amor se não fossem
    Ridículas.

    Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
    Como as outras,
    Ridículas.

    As cartas de amor, se há amor,
    Têm de ser
    Ridículas.

    Mas, afinal,
    Só as criaturas que nunca escreveram
    Cartas de amor
    É que são
    Ridículas.

    Quem me dera no tempo em que escrevia
    Sem dar por isso
    Cartas de amor
    Ridículas.

    A verdade é que hoje
    As minhas memórias
    Dessas cartas de amor
    É que são
    Ridículas.

    (Todas as palavras esdrúxulas,
    Como os sentimentos esdrúxulos,
    São naturalmente
    Ridículas).

    Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)

    2 min

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