
Sign up to save your podcasts
Or


Poesia
Luís Roxo, nasceu em Coimbra, Portugal. Desde muito cedo se revelou ter um talento para a escrita, pintura e música. Considera que a arte é a sua forma de estar e respirar, evocando que todos somos pequenas partículas com alma, que pertence ao corpo do Criador, por isso busca a trilogia da alma e da criação, através da palavra que nasceu antes do Universo, da paisagem pictórica e do som, notas uma a uma que compõem a sinfonia da vida. Aqui ficam fragmentos por onde Luís Roxo pisa suavemente em silêncio o espaço, o tempo e o interminável infinito do universo e da alma.
Guardo-te em mim como um segredo precioso, um
Nas alvoradas serenas, quando o horizonte
Oh!... E se me pintares nas mãos perfuradas o
Oh!... E se me
Oh!... E se me
Oh!... E se me
E foi em Maio que te escrevi um poema nos lábios.
E foi em Maio, que te escrevi folhas verdes de árvores
Havia sempre um primeiro silêncio quando te via.
Havia sempre um segundo silêncio quando te olhava.
Havia sempre um terceiro silêncio quando te abraçava.
Sempre ouvi dizer que as flores são a alma do mundo.
Cais
Velho quadro da manhã. Paisagem do adeus que
Recordo-me dos dias tristes, na minha
Palmo a palmo, o sol rompia as nuvens.
Memórias da vasta manhã lenta. Os deuses
Na espuma da pequena manhã cintilante, na
As palavras perdem-se no cais de farrapos,
No mar despido encontrei a doçura de poemas
Cada vez me convenço mais que a vida não se
Sou fim de Abril sem rosto num
Oh!... E se me
Oh!... E se me
Oh!... E se me
No jardim das nossas palavras, as emoções
As palavras que trocamos são como borboletas,
Há momentos em que as palavras são chuvas
Cada conversa é um passeio por trilhas
Guardo-te em mim como um segredo precioso, um
As tuas palavras tornaram-se notas de uma
Guardo-te em mim como um abraço que não se
E assim, a tua essência vive em mim, como um
From the publisher's feed