The Walking Tech

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  • #27 – Não confunda alhos com bugalhos: Segurança da Informação X LGPD | Entrevistado: Ismael Júnior
    A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) já está em vigor no Brasil, e mais do que isso, em breve estará sendo aplicada na prática, com as devidas advertências e multas. Por isso, ela vem se tornando um interesse de muitas pessoas, e algumas até chegam a achar que LGPD é a mesma coisa que Segurança da Informação.



    Para acabar de vez com essa confusão, o The Walking Tech conversou com Ismael Júnior, especialista em Segurança da Informação, Perícia Computacional e Sócio Diretor da Wiser Tecnologia.



    Logo de início, o entrevistado oferece um panorama sobre o nível de maturidade da Segurança da Informação nas organizações. Segundo Ismael, algumas organizações já são bastante preocupadas com Segurança de Informação, aproveitando a questão de compliance.




    https://www.youtube.com/watch?v=AFIeZ5-FH-A&t=25s




    Por outro lado, algumas empresas ainda nem iniciaram essa jornada – e até por isso, fazem confusão entre o que é Segurança da Informação e LGPD. Mais do que isso, frequentemente ouvimos falar de alguma empresa que foi invadida ou recebeu algum ataque grave.



    Ismael também falou sobre qual é o maior desafio em relação à implementar uma política de Segurança da Informação. Por não entenderem o que é a Segurança da Informação, muitas pessoas acham que uma política do tipo é simplesmente restringir acessos – algo que está longe de ser verdade.



    Ainda segundo Ismael, é fundamental compreender qual é a cultura da organização, para que uma política de Segurança da Informação tenha sucesso. Além disso, é preciso compreender a dinâmica de cada setor da empresa e qual o ativo que é preciso cuidar, para que assim seja implementada uma política de qualidade.



    De qualquer forma, para Ismael, a mudança de cultura causada pela Segurança da Informação, para que as pessoas sigam os novos processos, também é um desafio considerável nesse contexto. O caminho, nesse caso, é a busca contínua para compreender os limites da empresa, conversando com os setores e seus líderes.



    A partir daí, Ismael aborda a conexão entre Segurança da Informação e a LGPD. “As pessoas falam muito de proteção e privacidade de dados. Mas antes disso, você tem a Segurança da Informação. Para você chegar na privacidade, você precisa chegar na Segurança”, diz Ismael.




    https://www.youtube.com/watch?v=Xcdw3onnrGc&t=4s




    Ele também lista algumas diferenças entre a LGPD e o GDPR – Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia. Enquanto que a LGPD é um pouco mais permissiva para o tratamento de dados sensíveis, o GDPR proíbe esse tipo de ação.



    Ismael também esclarece que a LGPD não se sobressai sobre outras leis de privacidade e proteção de dados que já existem. “A LGPD não é soberana em relação a outras leis que já existem, como o Marco Civil e a Lei de Acesso à Informação. Na realidade, ela veio para contribuir às demais”.



    Dito isso, foi discutido outro tópico importante sobre a LGPD, em relação à sua credibilidade. Ele explica o porquê dela ainda não ser tão seguida pelas pessoas.




    https://www.youtube.com/watch?v=EaRQrmXMzrc&t=3s




     “O que temos da LGPD agora é apenas teoria. Então, ninguém ainda sentiu na pele o peso da lei”, diz Ismael, que complementa, ao dizer que ainda não vimos nenhuma multa ou punição mais pesada em relação ao vazamento de dados – mesmo que a LGPD seja de 2018. Para Ismael, essa aplicação será mais rigorosa a partir do ano que vem.



    Ainda sobre a questão dos dados, Ismael também abordou o perceptível aumento do número de casos de vazamento no país. Para ele, isso está longe de ser apenas uma impressão.
    56 min
  • #26 – Levei uma surra do Kanban! E agora?
    O Kanban é um dos queridinhos de quem mexe com projetos, já que ele proporciona uma boa visibilidade do trabalho, exibindo o que tem para fazer, o que está sendo feito e o que já foi entregue. Por outro lado, muita gente comete erros na hora da implementação, e acaba apanhando desse sistema.



    Na pílula #26 do The Walking Tech, Adriano Martins conta 10 erros típicos em relação ao Kanban, e como fazer para evitá-los, fazendo com que o Kanban realmente ajude naquele projeto que parece emperrado!
    9 min
  • #25 – Quer oferecer produtos com boa usabilidade? Chama o Tech Writer!
    Produtos tecnológicos cada vez mais passam pela necessidade de serem explicados de forma clara para um usuário final que nem sempre possui conhecimento técnico. E para essa missão, as empresas do setor têm recorrido aos chamados Tech Writers.  Mas quem são eles?



    Em mais uma pílula do TWT, você vai entender como o Tech Writer tem sido fundamental para as organizações de tecnologia que buscam oferecer produtos de fácil uso, além de compreender como essa pode ser uma ótima oportunidade de carreira para criadores de conteúdo.
    5 min
  • #24 – Como você está lidando com o Gerenciamento de Serviços de TI nessa pandemia? | Entrevistado: Janilton Luz
    Desde 2020, a pandemia trouxe várias transformações na forma em que vivemos, e sob o ponto de vista da tecnologia, isso não foi diferente. Todos os setores de TI foram afetados, incluindo o Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM), que teve que se adaptar de forma ainda mais rápida à transformação digital. No episódio #24 do TWT, Janilton Luz conta como a M. Dias Branco, empresa na qual ele é Gerente de Operações e Governança de TI, superou os desafios dessa situação.



    Logo de cara, Janilton conta quais foram as mudanças em relação aos equipamentos e novas ferramentas que precisaram ser adquiridas.




    https://www.youtube.com/watch?v=bMBdg3U_csY




    "Tivemos uma transição nessa pandemia que nos levou a ter que utilizar ferramentas que não utilizávamos antes, a exemplo do Teams", afirma Janilton.



    Ele conta que foram quase 600 notebooks que precisaram ser trocados por questões de contratos vencidos ou obsoletos. O que é um grande desafio  para uma empresa que possui filiais de Manaus (AM) até Bento Gonçalves (RS).



    Com isso, Janilton revela a grande necessidade que houve de integrar as equipes virtuais por meio de ferramentas e transformação digital. E, junto com a adaptação a esse novo normal, a importância mais do que necessária de estabelecer políticas para esse ambiente de trabalho remoto.




    https://www.youtube.com/watch?v=qvKo3sO748A




    Outro ponto de destaque na entrevista é quando Janilton relata que houve uma reestruturação para que somente a Central de Serviços continuasse trabalhando presencialmente e oferecendo todo o suporte necessário para as equipes remotas.



    “Houve um determinado momento em que a gente se preocupou em documentar um plano de contingência do retorno dessas pessoas para o home office, com todo o passo-a-passo, com tudo o que eles precisavam fazer para exercer as suas atividades em suas residências”, explica ele.



    E reforça que, inevitavelmente, um dos grandes desafios para o GSTI na pandemia foi controlar a Segurança da Informação. 




    https://www.youtube.com/watch?v=qCstM0hPTYU&t=3s




    E nesse bate-papo descontraído, mas revelador, Janilton afirma que mais do que nunca é necessário reforçar e respeitar as políticas de Segurança da Informação.



    Diz ele: “Não é simplesmente mandar as pessoas para casa e dizer que estão trabalhando. A gente precisa manter a segurança e manter a qualidade”. E aproveita para contar algumas práticas adotadas na empresa para reforçar essa segurança.



    Entre essas práticas, alguns destaques são a possibilidade do colaborador levar a máquina corporativa para casa, seja um desktop ou um notebook. Além disso, o fator duplo de autenticação e o acesso a um ambiente seguro também foram grandes preocupações nesse sentido.



    Mas, processos e ferramentas não são suficientes, e então ele explica como a preocupação com as pessoas também tem uma função fundamental na transformação digital.




    https://www.youtube.com/watch?v=BJbURLZ53kc




    Nesse trecho da conversa, Janilton Luz cita algumas iniciativas e eventos que participou desde março do ano passado em conjunto à universidade corporativa, explicando como a virada digital e a empatia para com as pessoas andam lado a lado.



    Por fim, ele fala como a transformação digital, por mais que tenha um grande olhar para as novas tecnologias, não pode deixar de ser útil para as pessoas.



    “Eu sou profissional da área de Tecnologia há 25 anos, mas não posso esquecer que eu presto um serviço que, por mais tecnológico que seja,
    53 min
  • #23 – Liderança feminina na TI e a escassez de talentos | Entrevistada: Claudia Marquesani
    É indiscutível que a nossa vida tomou altas proporções sobre a dependência da tecnologia e de como ela está sendo construída do ângulo profissional. Um universo que é tomado pela presença masculina, mesmo tendo um público feminino fiel e adepto às inúmeras tendências digitais. E para explicar essa escassez de participação das mulheres no mercado de trabalho, o The Walking Tech apresenta Claudia Marquesani, Superintendente de Tecnologia da Informação e IT Head.



    Não diferente de muitos brasileiros, a carreira de Marquesani se iniciou com simplicidade, muita luta e discernimento para lidar com o preconceito, além de bons incentivos por parte da família.



    Agora, sobre outro início, o das profissões de informática em si, sabemos que muitas delas historicamente eram mais comuns para mulheres, o que mudou com o passar dos anos.



    Em relação a essa grande questão, Marquesani diz: "Os primeiros computadores vieram de uma safra mais de escritório. As mulheres datilografavam, depois elas vieram para a programação e algumas migraram da matemática. Então, tem todo esse histórico de que antigamente as programadoras eram em sua maioria as meninas".



    Porém, existem diversos fatores para o ingresso na profissão.




    https://youtu.be/gEkdTeSYzvM




    Já sobre os motivos de querer continuar na área da TI, as adversidades foram ainda maiores. Enfrentar o peso da sociedade foi um dos grandes desafios a serem vencidos. Além disso, a influência de um grande amigo serviu como fator decisivo para não desistir e encarar as adversidades da profissão.



    Por sua vez, ao ser questionada com relação à maneira como nossa sociedade pensa e define o que é ser mulher e o que é ser homem, sobre tudo isso se relacionar de forma direta com o desenvolvimento das habilidades e competências, Marquesani é sucinta: "A influência existe pelos vieses inconscientes. E por mais que as pessoas falam que isso não existe, isso existe sim!".




    https://youtu.be/VhfqSr9KjBc




    Embora todo esse contexto, Marquesani acredita que essa masculinização tenha mudado. Pois, as formas de como as crianças estão sendo criadas e educadas nos últimos tempos tem evoluído para melhor.



    Continuando no tema masculinização, temos um processo da informática que traz a figura do geek antissocial, desenvolvido na década de 60, a partir da instituição de programas formais da disciplina, de revistas e sociedades profissionais e programas de certificação.



    E sobre esse conjunto de ideias, podemos pensar se isso de fato tem a ver com as habilidades intelectuais de origem biológica, ou de puro corporativismo. Mas, para Marquesani, são vários fatores. Ou seja, existe a questão da sociedade, aptidões e até mesmo gêneros determinísticos, que influenciam de modo geral e por consequência na escolha da carreira.



    E a mensagem que fica para quem deseja entrar afinco na carreira, é a educação.




    https://www.youtube.com/watch?v=bgbQ7K9Flms




    Contudo, Marquesani ainda ressalta o melhor caminho para incluir a mulher na área de TI.



    "As mulheres precisam fazer mentoria. Quem chegou lá, precisa ajudar quem está no caminho". E completa: "As mulheres precisam se emponderar de sua carreira! Ou quer, ou não quer! Não pode colocar responsabilidade nos outros, a situação não vai mudar agora. Precisamos tomar consciência".



    Com relação aos homens, segundo Marquesani, o cenário também precisa mudar, precisa haver uma ajuda. Não precisa nivelar tudo o que a sociedade nos ensinou até agora, mas precisamos tentar fazer aos poucos.



    Sobre as empresas,
    54 min
  • #22 – O Product Manager é o fim do PO? | Entrevistado: Diego Rosales
    A necessidade em criar e entregar bons produtos, digitais ou não, fez com que o Product Manager se tornasse uma função cada vez mais essencial dentro de uma organização. Mas qual a função do PM? Existe alguma diferença entre o PM e o PO? Neste episódio do The Walking Tech, Diego Rosales, Transformation Lead, vai contar tudo o que sabe.



    E de início, Rosales explica a diferença entre um PM e o PO, apontando fatores relevantes entre os dois.




    https://www.youtube.com/watch?v=c4HHJThAYI8




    Além disso, categoriza o fato de não haver chances em dizer que um PM é o CEO do produto.



    Ainda sobre o assunto, esclarece algumas dúvidas corriqueiras, como por exemplo, a partir de que uma empresa possui um PM, o PO deixa de existir? Ou ele continua existindo? E se ele existir, com o que ele pode contribuir?



    Ou seja, o PO não deixa de existir! Apesar de um PM ser uma pessoa horizontal e fundamental para os processos.



    Contudo, como nós sabemos, existem profissionais generalistas ou profissionais T-Shaped,



    “Hoje, dentro de um ambiente de que o Product Manager está trabalhando, desenvolvendo software, se ele não souber Scrum, Metodologias Ágeis e tiver uma verticalidade nisso, ele vai ser um atraso dentro do time”, afirma Rosales.



    Pois, da mesma forma que olharmos um “T-Shaped” de alguém técnico, ele também precisa ter conhecimento de Scrum, uma vez que, essa metodologia acaba fazendo parte da sua rotina.



    Por outro lado, sobre a afirmação de Marty Cagan, fundador do Silicon Valley Product Group e autor do best-seller Inspired, de que ele gostaria de eliminar os Product Owners do mundo e que deveria haver apenas Product Manager que também são Product Owners, Rosales deixou sua opinião: “Leia o Inspired! Mas não acredite em tudo”.



    Apesar do contexto controverso de Cagan, muitas pessoas não o entenderam. Ele simplesmente estava querendo dizer que o PO deve evoluir. Caso contrário, vai ficar administrando backlog à vida inteira. Porém, a extinção do PO é uma realidade.



    Aliás, Rosales explica como é ser um PM que está começando a carreira.




    https://www.youtube.com/watch?v=lljYz9DoRFE




    E cita Cagan para deixar uma boa dica sobre ferramentas e metodologias: “Se apaixone pelo problema e não pela solução”. E completa: “Eu não consigo ver alguém trabalhando em sistema produtivo, recorrente e cíclico sem ter conhecimento em metodologia ágil”. Além disso, ele elogia a abordagem do Design Thinking.Já para ser um PM, Rosales ressalva a importância do profissional possuir um senso de negócio apurado, ser curioso, saber conectar pontos com facilidade, gerar suas próprias demandas e ser bastante autônomo.



    Mas, quais são os grandes desafios de um PM?




    https://www.youtube.com/watch?v=uYwgU7auWxM




    Aliás, Rosales comenta sobre as ideias de stakeholders durante uma sprint e como lidar com essas situações.



    Entretanto, ele ainda disse sobre a transformação digital e como foi, a princípio, ter oportunidade de trabalhar com isso. Ou seja, ganhando mais modéstia e podendo trabalhar sabendo que é possível errar mais do que acertar. Além de, saber dizer “não” quando necessário.



    Enfim, para as pessoas que querem migrar de área, Rosales diz: “Venham! Existe uma maré cheia de tecnologia e não tem peixe para ocupar essa onda".




    https://www.youtube.com/watch?v=ryBkGTW49TM




    E finaliza dizendo que o PM precisa saber usar o poder da empatia. Se você entender como as pessoas sentem dores e possuir uma solu...
    46 min
  • #21 – Homenagem ao Mandic
    O dia 6 de maio de 2021 amanheceu mais triste. Infelizmente, perdemos uma pessoa maravilhosa, considerado um dos pais da Internet no Brasil e responsável direto pelo nosso crescimento, evolução e ascensão no mundo virtual. Estamos falando de Aleksandar Mandic, um mestre do ciberespaço.



    E além da amizade calorosa, também enaltecemos a nossa imensa gratidão por tudo o que este gênio fez por nós. Portanto, neste episódio do The Walking Tech, nós dedicamos a ele e você poderá conhecer um pouco mais sobre a sua história e importância de quem há tempos, já era considerado um verdadeiro mito para a humanidade.
    8 min
  • #20 – Resolvendo Problemas com o Método A3
    Lidar com problemas complexos em relação ao que é oferecido para os clientes não é apenas um desafio, mas uma tarefa diária. Afinal, frequentemente temos que nos deparar com alguma questão que atrapalha a entrega de um serviço. Nesse sentido, adotar métodos que contribuem na resolução desses problemas é sempre importante!



    Em mais um episódio do TWT, Luiz Gimenez apresenta o Método A3, uma abordagem que auxilia na visualização de problemas, na identificação da causa raiz, e que ajuda a alcançar uma solução nesses casos.



    Clique no botão ao lado para fazer o download do template do Método A3: Baixar
    8 min
  • #19 – Benditas NFTs: o que são?
    O que é um NFT (Non-Fungible Token)? Essa é uma pergunta que certamente milhares de pessoas têm feito, já que esse é um termo cada vez mais comum no mercado digital. É só pensar que empreendedores do nível de Elon Musk e marcas do calibre da Gucci têm voltado suas atenções para os NFTs. Além disso, o interesse em torno desse “token não fungível” tem crescido.



    Em mais uma pílula semanal do The Walking Tech, Adriano Martins desvenda os mistérios que rondam os NFTs, e traz exemplos reais (e divertidos) de sua aplicação no mundo da tecnologia.
    9 min
  • #18 – A Inteligência Artificial vai substituir o Gerente de Projetos? | Entrevistado: Ricardo Vargas
    A Transformação Digital é inevitável. Tecnologias como a Inteligência Artificial, Machine Learning e Internet das Coisas estão revolucionando todas as áreas profissionais. E no caso do gerenciamento de projetos, isso não é diferente. Então, qual será o papel do gerente de projetos? É o que vamos descobrir neste episódio do The Walking Tech, com um dos maiores especialistas do mundo no assunto, Ricardo Vargas.



    Sabemos que a IA de hoje está muito avançada e a tecnologia atual pode, sim, gerenciar projetos. Porém, é muito mais complicado realizar esse processo do que simplesmente perguntar para uma IA esperando uma resposta adequada.



    Desse modo, Vargas é sucinto: “A profissão do gerente de projetos está mudando muito, porque esse tipo de tecnologia (IA) está tomando e vai tomar, com precisão, uma parte do escopo do trabalho daquele gerente de projetos que ainda está pensando que gerenciar projetos é atualizar cronograma”.



    Pois, como imaginamos, esse suposto gerente de projetos está em risco, devido à atualização dessa tecnologia avassaladora. Em contrapartida, gerenciar projetos se tornou muito maior do que isso.




    https://www.youtube.com/watch?v=jo7gUuQyxbA




    Ainda sobre a evolução da tecnologia, Vargas ressalta um dos pontos mais importantes para ele, que é a substituição de boa parte do trabalho do gerente de projetos pela Inteligência Artificial. Todavia, existe uma parcela muito grande das responsabilidades deste profissional, que é muito mais difícil de ser substituída.



    Existe uma facilidade da tecnologia em fazer coisas repetitivas e analisar grande quantidade de dados. Por isso, Vargas afirma: “Não existe Inteligência Artificial sem dados! Ou seja, a Inteligência Artificial é burra, apesar do nome. Porque se você tiver um dado ruim ou errado, esse é o grande desafio do projeto”.



    Aliás, abre-se aqui, um questionamento sobre se existe alguma área que o Machine Learning não irá conseguir aprender e nos ajudar.



    Uma vez que, no atual momento, diferente de há alguns anos, ter uma ideia clara sobre esse argumento se tornou uma dúvida maior. Pois, para Vargas, esse fator é bem mais difícil na parte criativa, humana e solução de problemas complexos (com muita volatilidade).



    E com o surgimento do Covid-19 em 2020, a tecnologia foi desafiada ainda mais. Atualmente, segundo Vargas, não existe uma fórmula de uma empresa sobreviver sem investimento maciço. “A tecnologia, antes, era um apoio ao negócio. Hoje, a tecnologia é o negócio”.




    https://www.youtube.com/watch?v=eGhFE-IdA2E




    Conquanto, mais um relevante tema aparece, a importância do Big Data para gerenciamento de projetos. E quando questionado, Vargas é claro: “Hoje, com o avanço tecnológico, existe uma capacidade infinitamente maior de computadores mais baratos, mais acessíveis etc. de manipular uma enorme quantidade de informação”.



    Isto é, fato que nos leva a deduzir que inúmeras profissões ou parte de seus processos serão facilmente substituídas pela IA.



    Mas algo que chama mais atenção, se dá pelo fato do risco que um empreendedor sofre quando precisa de dados para obter sucesso e ao mesmo tempo evitar questões críticas, mantendo sua operação transparente sem ferir as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).



    Assim sendo, buscar dados fora, disponíveis na Internet ou em outros lugares, realmente se trata de um risco? Vargas é categórico sobre isso: “A primeira opção é você buscar esse dado pronto em algum lugar e a segunda é, você pode construir rapidamente esse dado”.



    Pois, vale a pena lembrar que, toda vez ao acessar um site de uma empresa,
    52 min

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