Tons do Brasil

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By Shirley Espíndola TBMusic
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Tons do Brasil episodes

  • Léo Trujillo músico e professor de Sound Healing pioneiro no uso da variabilidade da frequência cardíaca no campo do sound healing no Tons do Brasil com apresentação de Shirley Espíndola #63

    (@leotrujillo_soundhealer)

    Pioneiro no uso da variabilidade da frequência cardíaca no campo do sound healing.

    Professor de Sound Healing na pós-graduação internacional em Medicina Integrativa do Instituto Ricardo Trajano, condutor de imersões e músico desde seus 13 anos. Estuda frequências sonoras com aprofundamento científico e tecnológico.

    Seu projeto Moléculas Sonoras foi desenhado para pacientes em processo de reestruturação celular e tem como princípio, modular o sistema nervoso autônomo possibilitando uma melhora na recuperação dos tratamentos.


    Curso Híbrido de Terapia do Som

    TERCEIRA EDIÇÃO • SP

    De 7 à 9 de Julho


    A Ciência das Moléculas Sonoras é um curso de Sound Healing no formato híbrido (online + Retiro Sonoro) que ensina como utilizar o som para restabelecer o estado natural saudável do ser humano.


    Por Leo Trujillo, @leotrujillo_soundhealer pioneiro no uso da variabilidade da frequência cardíaca no campo do sound healing.


    E participação especial da Tita Espindola, @titaespindola  especialista em Terapia Quântica do Som para análise vibracional da voz e o Método Arimany de ativação da voz direto dos Estados Unidos.


    MÓDULO ONLINE - 22/jun – 26/jun – 29/jun – 03/jul de 2023

    Neste curso você aprenderá como o som atua nas células, quais são os embasamentos científicos desta medicina, as tecnologias disponíveis que potencializam o impacto, e como criar o seu próprio atendimento de maneira que os resultados possam ser mensuráveis e de grande impacto na saúde.


    MÓDULO PRESENCIAL - 7 à 9 de Julho de 2023

    Neste Retiro Sonoro você terá a oportunidade de vivenciar a mudança do seu estado vibracional em um final de semana através da Frequências Sonoras e aprenderá a aplicar cinco pilares essenciais no universo vibracional:


    PARA QUEM É ESTE CURSO

    - Profissionais da saúde ou terapeutas que estão em busca de um prática não invasiva, que seja consistente, comprovada e mensurável.

    - Pessoas que buscam expandir sua consciência em relação aos impactos da música e do som no ser humano.

    - Pessoas que desejam conhecer uma nova forma efetiva de elevar seu estado vibracional.


    Estrada do Rio Manso, 455

    Monteiro Lobato - São Paulo


    Inscrições através do site ou what’s app Léo Trujillo:  11 97612-5703


    https://moleculassonoras.com.br


    Tita Espíndola

    @titaespindola

    Cantora e Sound Healer, TiTa representa a 3ª geração de cantoras em sua família. Com formação em música popular brasileira e jazz, após anos cantando e gravando profissionalmente no Brasil, desde 2019 vem explorando pesquisas e conhecimentos sobre diferentes modalidades de terapia do som para se dedicar a criação de jornadas musicais que facilitam o bem-estar, usando o poder da voz, violão, tambores, taças tibetanas e de cristal, entre outros instrumentos.

    Morando há 4 anos em Miami, nos EUA, TiTa é certificada em Sound Healing (Cura através do Som) e Musicoterapia pelo Hawaii Community College, e também completou diversos treinamentos como Terapia Quântica do Som para análise vibracional da voz e o Método Arimany de ativação da voz, para citar alguns; e agora está buscando uma certificação como facilitadora de Mindfulness / Meditação para os tempos modernos.

    Em suas recentes gravações e vivências presenciais, TiTa busca trazer experiências meditativas e conscientes combinadas com música, tocando diferentes instrumentos, entoando escalas ancestrais, cantando mantras, canções indígenas e músicas devocionais que falam diretamente ao coração, com intenção de proporcionar ao público uma jornada não apenas musical mas de conexão, conscientização e transformação.


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    57 min
  • Patrícia Ahmaral lança regravação de Go Back com participação de Zeca Baleiro e antecipa o álbum "A Coisa Mais Linda Que Existe" - Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto no Tons do Brasil I Shirley E.

    Patrícia Ahmaral lança regravação de Go Back com participação de Zeca Baleiro e antecipa o álbum "A Coisa Mais Linda Que Existe" - Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto no Tons do Brasil com apresentação de Shirley Espíndola #62


    Patrícia Ahmaral lança regravação de “Go back”, com participação de Zeca Baleiro.

     

    Single chega 14 de abril nas plataformas e antecipa o álbum “A Coisa Mais Linda Que Existe - Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto - vol.2”, segunda parte do projeto em que a cantora reúne parcerias musicais do poeta, letrista e multiartista piauiense, em tributo inédito.

     

    A cantora mineira Patrícia Ahmaral, que desde o final de 2022 vem divulgando seu tributo ao poeta piauiense Torquato Neto (1944-1972), em projeto dedicado às parcerias musicais do autor, lança no próximo dia 14 de abril (0h), nas plataformas digitais de áudio, single com regravação de “Go Back”, a conhecida parceria póstuma do Titã Sérgio Britto, com Torquato, multiartista, personagem emblemático na história da cultura nacional e marco como letrista, na canção popular brasileira moderna.

     

    O single antecipa o lançamento do álbum “A Coisa Mais Linda Que Existe - Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto - vol.2”, que será divulgado completo em final de maio, em data ainda a definir. Será a  segunda parte de um álbum duplo, em que Patrícia gravou obras musicais de Torquato, em composições com Gilberto Gil, Edu Lobo, Caetano Veloso, Jards Macalé, Chico César, Nonato Buzar, Carlos Pinto, entre outros nomes.


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    55 min
  • Rita Lee no boletim Radioamador programa radiofônico (1986) por Rita Lee na 89 FM por Marcelo Abud e Renata Iacovino cantora e compositora em reprise com a banda Oxidade em tributo à Rita Lee #61


     Rita Lee como Lita Ree, nos estúdios da 89 FM, em meados dos anos 80

     

    Rita Livre: Lita Ree, a disc-jóquei desvairada

    Para quem não se lembra ou não teve a oportunidade de ouvir, Rita se aventurou brilhantemente roteirizando e apresentando um programa radiofônico semanal no dial paulistano, de nome "Radioamador" (1986), todos os sábados, às 18h, com uma hora de duração, na 89FM.

    Nele, a cantora assumia a identidade de "Lita Ree, a disc-jóquei desvairada" que entrevistava e apresentava interpretando diversos personagens (na verdade, brincava muito com a voz, cantando e falando de maneiras caricatas e inusitadas).

    E "disc-jóquei desvairada", por quê? Por ela ter total liberdade de misturar cantores e bandas de gêneros musicais diversos e de diferentes períodos, indo de Ângela Maria a Ratos do Porão ou de Sepultura a Nelson Gonçalves, por exemplo.

    Era um verdadeiro "caldeirão" de possibilidades. Nas 35 edições que foram ao ar o público ouviu bandas e artistas de sucesso de outras gerações que já não tocavam mais tanto no rádio, como as próprias bandas que Rita Lee fez parte: Mutantes, Tutti-Frutti e outros artistas como Secos e Molhados, Carmem Miranda, Elza Soares, Maria Bethânia, Supla com sua banda Tokyo e muito mais. Isso tudo, além de tocar o que estava sendo lançado no cenário paulista do rock nacional, ao abrir espaço para quem ainda não tinha nenhum disco gravado, ou tocado no rádio.

    Mas Rita Lee não estava sozinha. Em todas as edições do programa, contava com a companhia do marido Roberto de Carvalho e do dramaturgo Antônio Bivar.

    É possível conferir registros históricos do programa "Radioamador" na plataforma do YouTube, numa gravação levada ao ar na extinta Rede Manchete, em que Rita conta que tocava esses artistas que não tinham a ver com o estilo da rádio, em função da atitude que esses artistas tiveram em suas jornadas.

    Outro registro é possível ser ouvido no canal oficial da cantora Virginie, da saudosa banda Metrô, também no YouTube, com as locuções e vinhetas, da edição de número 2 da série "Radioamador". Vale a pena ouvir!...

     

    Premiada em diversas artes

    Ao longo de sua carreira, Rita Lee foi merecidamente premiada, e aqui cito a conquista de três troféus do Prêmio APCA, concedido pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, como; “Melhor Show” pela turnê “Rita Lee em Bossa’n Roll”, na categoria Música Popular (1991); “Grande Prêmio da Crítica” por sua carreira musical, na categoria Música Popular (2016); e “Melhor Biografia/Autobiografia/Memória” por seu primeiro livro autobiográfico “Rita Lee: Uma autobiografia”, na categoria Literatura (2016).

    Sem dúvida uma grande artista! Enaltecida no registro do amigo Caetano Veloso em sua canção "Sampa", em que remete ser Rita Lee a mais completa tradução de São Paulo, essa maravilhosa paulistana que já deixa saudades. Boa jornada, Rita!

    Rita se aventurou brilhantemente roteirizando e apresentando um programa radiofônico semanal no dial paulistano, de nome "Radioamador" (1986), todos os sábados, às 18h, com uma hora de duração, na 89FM.


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    54 min
  • 10 canções de Cartola na lista do vestibular da Unicamp 2023/2024 no podcast de Marcelo Abud no Tons do Brasil com apresentação de Shirley Espíndola #60

    Entre as novidades na lista da Unicamp 2024 está uma seleção de 10 canções de Cartola: “Alvorada”, “As rosas não falam”, “Cordas de aço”, “Disfarça e chora”, “O inverno do meu tempo”, “O mundo é um moinho”, “Que é feito de você?”, “Sala de recepção”, “Silêncio em cipreste” e “Sim”. Algumas dessas canções são conhecidas do público jovem em função de terem sido regravadas por nomes consagrados e outros da atual geração da Música Popular Brasileira.

    Segundo o professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP) Walter Garcia da Silveira Junior, antes de se tornar conhecido por suas músicas, Cartola enfrentou problemas por sua condição social, como não ter conseguido um emprego que garantisse sua estabilidade. Isto fez com que muitos estudiosos vinculassem a poesia do sambista a uma tradição oral. No entanto, Garcia ressalta que o artista teve oportunidade de estudar em uma boa escola nos primeiros anos de sua formação.

    “O avô dele tinha sido levado da cidade de Campos para o Palácio do Catete, por Nilo Peçanha, então senador, depois presidente do país em 1909. E, posteriormente, a família dele vai morar em Laranjeiras. Então, durante essa época, esse período inicial da formaçãodo Cartola, ele frequenta uma excelente escola primária, que vai ser responsável depois pelo Cartola ter um gosto pela poesia romântica. Não a poesia da literatura oral, mas a poesia escrita”, esclarece.

    Três capítulos

    Para este episódio do Livro Aberto, o professor dividiu as 10 canções escolhidas pelo vestibular da Unicamp em três capítulos: “O Morro”, que inclui as músicas “Sala de Recepção”, em que Cartola canta o amor pela escola de samba que ajudou a criar, a Mangueira , e“Alvorada”; “O Tempo”, que envolve as canções “O que é feito de você?”, “Silêncio de um Cipestre”, “O Inverno do meu Tempo” e “O Mundo é um Moinho”. Esta última utiliza a metáfora de um moinho que tritura sonhos, para alertar a juventude sobre o que o autor aprendeu ao longo da vida. Em outro capítulo, “Lirismo Amoroso”, estão “Sim”, “Cordas de Aço”, “Disfarça e Chora” e aquela que, talvez, seja a composição mais conhecida de Cartola: “As Rosas não falam”.

    “Num primeiro momento o sujeito está sofrendo pelo afastamento da pessoa que ele ama – ‘não queres voltar para mim’. E aí ele se queixa. Pra quem ele se queixa? Ele se queixa às rosas. Ou seja, existe aí uma figura de linguagem que é a personificação. As rosas deixam de ser simplesmente flores e passam a ser interlocutoras, personagens que vão ouvir a queixa do sujeito da canção”, comenta. Para Garcia, o estudo e a escuta cuidadosa da obra de Cartola são essenciais para que os estudantes percebem a força poética da música brasileira.


    #radiodifusorajundiai #entrevista #locucao #musicabrasileira #programaderadio #programadeentrevista #programamusical

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    58 min
  • ‘Um chamado para o bem viver’: Kaê Guajajara lança “Zahytata” Ritmos inéditos marcam o segundo álbum da cantora indígena no Tons do Brasil com Shirley Espíndola e Marcelo Abud. #59

    ‘Um chamado para o bem viver’: Kaê Guajajara lança “Zahytata”

    Ritmos inéditos marcam o segundo álbum da cantora indígena


    Após o premiado “Kwarahy Tazyr”, primeiro disco completo de Kaê Guajajara lançado em 2021, o novo álbum Zahytata, que significa Estrela do zeeg’ete, idioma do povo Guajajara, chegará em todas as plataformas digitais no dia 21 abril de 2023, traçando novas narrativas e vivências de Kaê, incluindo em suas composições temas como a visibilidade dos povos originários, autoestima, não monogamia e bem viver, com influências de ritmos ancestrais indígenas e ritmos marginalizados, que estão conquistando o mundo.

    “O álbum Zahytata é um chamado para o despertar, que nos leva além da sobrevivência, seja ela indígena ou não, um convite para pulsar e viver no aqui e agora, isso através de músicas com ritmos dançantes, que falam sobre a ancestralidade e futuro, olhando para as mudanças que começam no presente.”

    Com 13 faixas, o disco Zahytata é cantado em zeeg’ete, português, espanhol, inglês e conta com produção musical de Patrickzaun e composições de Kaê Guajajara, sendo lançado pelo selo AZURUHU, dedicado ao desenvolvimento de artistas indígenas, fundado pela artista. Zahytata será distribuído pela ONErpm.

    Faixas

    A Terra Tudo Dá A sobrevivência no mundo contemporâneo

    Kae Hu Celebração à ancestralidade como elo para a mudanças no presente

    Guerreira Homenagem à casa de Ballroom Onija

    Debaixo D’Agua Crítica à monogamia

    Nadar no Fogo Reflorestar maneiras de amar – não monogamia

    Ma’e nerer Bem viver

    Corpos Celestes Autoestima para mover transformações

    Mais Forte Fortalecimento indígena mesmo com as violências desde a invasão do Brasil Hipnotizado Hiper sexualização dos corpos indígenas

     

    Raízes Gigantes Homenagem às pessoas invisibilizadas, indígenas e não indígenas Supernova Superando as consequências da colonização

    Zawaruhu Coragem e chamado para o bem viver

    Zahytata Exaltação das existências que vibram para um futuro melhor e mais justo

    O conceito da capa do álbum Zahytata foi baseado no ritual do povo Guajajara, Festa da Menina Moça, que marca a passagem para a vida adulta das adolescentes indígenas, estando com olhos cobertos durante o ritual.

    “Me sinto em um momento musical diferente quando apresento o álbum Zahytata. Hoje com mais vivências e referências, Zahytata é um amadurecimento que desejo compartilhar.”

    Engajadora da Música Popular Originária (MPO) e nascida em Mirinzal, no Estado do Maranhão, Kaê Guajajara, 29 anos, se mudou para o complexo de favelas da Maré (RJ) ainda criança buscando por sobrevivência, uma vez que sua família estava em zona de conflito com madeireiros, habitando uma terra indígena não demarcada.

    Kaê vê na música uma forma de resistir e difundir o conhecimento sobre os povos originários, aldeados ou não, mantendo elementos ancestrais e combinando linguagens contemporâneas.

    Zahytata – Ficha Técnica

    Mixado e masterizado: Patrickzaun Capa e contracapa: Vitor Mor Figurino: Use Agemo

    Acessórios: Guajajartes

    Stylist: Rawley

    Produção: Azuruhu Tipografia: Wanessa Ribeiro

    #tonsdobrasil #programatonsdobrasil #kaeguajajara #shirleyespindola

    1 hr 2 min
  • Vanu Rodrigues cantora, compositora, pesquisadora do cancioneiro brasileiro apresenta seu segundo álbum “Festelar”no Tons do Brasil com apresentação de Shirley Espíndola. #58

      Vanu Rodrigues

      Cantora, compositora e pesquisadora do cancioneiro brosileiro e da circulação da música brasileira no estrangeiro, a baiana Vanu Rodrigues, radicada em São Paulo há mais de trinta anos, tem como marcas importantes de seu trabalho musical uma voz personalistico, alem de expressiva presença de palco, acrescentando charme, graça e carisma a suas apresentações. Fez parte do Coral da USP, sob regência do Maestro Alberto Cunha e inlegrou a Orquestra Experimental do SESC Consolação, coordenada por Ricardo Zohyo, baixista alinhado à concepção musical de Hermeto Pascoal. Com esse grupo, apresentou-se no próprio SESC e em espaços diferenciados. O foco de seu trabalho é a música para dançar, como o samba, o forro, o samba rock, ritmos latinos, e a bossa nova. Integrou o Grupo de Choro no SESC Consolação, com o quel fez shows com participação de Fernanda Porto.


      Lançou seu primeiro EP. Baú de Quimeras, em 2012. Em Julho de 2016 teve sua estreia nos palcos de Paris, com o grupo A Roda do Cavaco no Esludio L'Ermilage Participou de shows em defesa da nomeação do forró como patrimônio cultural no Vale do Anhangabaú, apresentou projeto de música, classificado no Cultura Ensina (Edital do Estado de São Paulo, circulando por cidades do Estado de SP), participou do Forró na Garos, com banca. Integra Coletivos de Forró como SP Forró, o Forró das Minas e o Espalha de Graça - Os dois últimos com o intuito de gerar oportunidades profissionais e renca para mulheres no âmbito da arte. Em 2022 apresentou-se em festivais em Barueri, Mogi dos Cruzes e parlicipou de um projelo para circular por UEs, totalizando 15 shows, onde apresentou a música negra das Américas. Já esteve em programa de TV no Canal do SBT e atualmente dedica-se à divulgação do lançamento de seu segundo álbum, Festelar.




        1 hr 3 min
      • Zé Guilherme cantor e compositor lança single Clandestino composição de Chico César no Tons do Brasil com apresentação de Shirley Espíndola #56

        Cearense de Juazeiro do Norte, Zé Guilherme lançou o primeiro CD, Recipiente (Lua Discos), em 2000, com produção musical e arranjos de Swami Jr., apresentado no Teatro Crowne Plaza, Sesc’s Ipiranga, Vila Mariana e Pompeia (Prata da Casa), Centro Cultural São Paulo e outros. Em 2002, sua interpretação para Mosquito Elétrico, de Carlos Careqa, foi incluída na coletânea Brazil Lounge: New Electro-ambient Rhythms from Brazil, lançada pela gravadora portuguesa Música Alternativa. Em 2003, ele participou do disco homônimo do mineiro Cezinha Oliveira (faixa “Seca”). No ano seguinte, estreou o show Canto Geral, com canções de Recipiente e músicas inéditas de compositores contemporâneos. Lançou, em 2006, o segundo CD, Tempo ao Tempo, com produção e arranjos de Serginho R., direção artística do próprio Zé Guilherme, que assina também a coprodução junto com Marcelo Quintanilha. Em 2007, cantou no CD ao vivo Com os Dentes - Poesias Musicadas, de Reynaldo Bessa. Em 2015, lançou o seu disco Abre a Janela – Zé Guilherme Canta Orlando Silva, releitura da obra do cantor Orlando Silva, em comemoração ao centenário de nascimento do Cantor das Multidões, que faria 100 anos em 2015. O CD Alumia veio em 2018, mostrando também seu lado autoral, no qual assina a maioria das canções. A faixa “Alumia” foi lançada em formatos singles: o primeiro, antes do CD, e o segundo, um remix com produção de Waldo Squash. Em 2021, lançou as faixas autorais Meu Querer e Ao Vento (com letra de Edson Penha) que, junto a outras canções próprias, foram compilados em ZÉ, seu primeiro EP, que chegou às plataformas em novembro do mesmo ano.

         

        Zé Guilherme lança single Clandestino, 
        música de Chico César, gravada há 23 anos

         

        Música gravada no início do ano 2000, Clandestino é o nome do single que o cantor e compositor Zé Guilherme lança nas plataformas de música, no dia 10 de março de 2023. A faixa, com arranjo e produção de Swami Jr., tem distribuição da Tratore.

         

        Clandestino é uma composição de Chico César, gravada por Zé Guilherme durante produção de seu primeiro CD (Recipiente), mas que ficou fora do repertório. Segundo o artista, esta faixa inaugura sua produção musical do ano. “Pretendo lançar outro single nos próximos meses. Estas duas primeiras canções estarão no setlist de meu próximo EP, junto a outras quatro músicas inéditas”, afirma.

         

        Após 23 anos de seu registro, a canção (gravada pelo autor em seu primeiro disco, Aos Vivos, de 1995) foi mixada e masterizada recentemente para o lançamento. Clandestino é um reggae com arranjo cheio de suingue, bem ao estilo ‘pop nordestino brasileiro’ do intérprete, com participação do percussionista Ari Colares, do saxofonista Giuliano Pereira, do baterista Guilherme Kastrup, do baixista Marcelo Mainieri e do violonista Webster santos.

        Letra | Clandestino (Chico César)

         

        O riso do menino que nem nasce e chora

        Apavora como a xota da órfã anã

        Maior que o plenário da ONU

        E a lágrima do grão-mestre da ku-klux-klan

        Klaxon, vá, vá, vá

        Vá filosofia vã

        Qual o clã deste menino clandestino, qual o clã?

        O clã deste menino clandestino, qual o clã?

        Qual o clã deste menino clandestino, qual o clã?

        O clã deste menino clandestino

        Klaxon, vá, vá, vá

        Vá filosofia vã

         

        Sobre a composição, o autor já comentou: “o clã desse menino clandestino, questionado na canção, na minha cabeça, é a humanidade, a humanidade que nos falta”. E o termo ‘Klaxon’ no refrão é uma referência que ele faz à revista modernista, que circulou logo após a Semana de Arte Moderna de 2022.

         

        FICHA TÉCNICA | Clandestino – Composição: Chico César. Intérprete: Zé Guilherme. Arranjo e produção musical: Swami Jr.. Gravação (2000): Estúdio Zabumba / André Magalhães, Marco Nogueira e José Henrique Mano Penna. Mixagem (2023): Cezinha Oliveira. Masterização: Mario Gil - Estúdio Dançapé. Arte/capa: Fernando Velázquez. Músicos: Ari Colares (percussão, Giuliano Pereira (sax alto), Guilherme Kastrup (bateria e percussão), Marcelo Mainieri (baixo) e Webster Santos (violão de aço).

         

        59 min
      • Carlos Careqa lança "Somos todos estrangeiros" seu 20˚ álbum no programa Tons do Brasil com apresentação de Shirley Espíndola #55

        Carlos Careqa lança ‘Somos todos estrangeiros’

        O cantor e compositor lança seu 20˚ álbum, com a participação especial de 

        Laura Catarina, Rita Benneditto e Simone Spoladore

        Trinta anos separam o lançamento do primeiro disco de Carlos Careqa, “Os homens são todos iguais” (1993), de seu vigésimo álbum, “Somos todos estrangeiros”, que chega dia 17 de fevereiro de 2023 nas plataformas digitais. Com produção de Marcio Nigro, o álbum sai pelo selo do próprio artista, Barbearia Espiritual Discos, com distribuição da Tratore. 

        “Nunca pensei que pudesse fazer tanto. Mas sempre tive vontade de fazer muito! Uma vida toda dedicada à canção. À música, a musa das musas”, reflete Careqa, que tem mais uma boa notícia para os fãs e colecionadores. “Somos todos estrangeiros” também chega em CD, com encarte e projeto gráfico do fotógrafo Edson Kumasaka.

        A inspiração para o álbum veio da frase “Todos somos estrangeiros, em quase todos os lugares”, escrita pelo Dr. Umes Arunagirinathan, que migrou do Sri Lanka para a Alemanha aos 13 anos. “O álbum começou a ser pensado em  2018. De lá pra cá fui repensando as canções. Sei que sou um estrangeiro em São Paulo. Aliás, sempre fui um estrangeiro! Nasci em Santa Catarina, migrei aos 4 anos para Curitiba, aos 15 fui para Ponta Grossa (PR), aos 22  para Nova Iorque, aos 29  para Berlim e finalmente me assentei em São Paulo, terra de tantos estrangeiros. É sobre isso que o disco fala”, revela o compositor. “Humanos migram. Humanos constroem e destroem cidades. O estrangeiro convida a ver coisas que aquele que habita não vê. O disco fala um pouco sobre Vincent Van Gogh, Rei Salomão, Sansão, Taoismo, Umbanda, Nordeste, Etarismo e, principalmente, do meu próprio êxodo”, completa Careqa. 

        “Somos todos estrangeiros” foi produzido, mixado e masterizado por Marcio Nigro, que já havia produzido outros trabalhos do artista, e contou com a participação das cantoras Rita Benneditto e Laura Catarina, e da atriz Simone Spoladore. “Convidei Rita Benneditto, minha amiga de tantos anos, que conheci em São Paulo”, relembra Careqa. Ele e a cantora são amigos desde o início de carreira, quando Rita gravou uma parceria de Careqa com Raul Cruz, “Cortei o dedo”, em seu primeiro disco (“Rita Ribeiro”, 1997). “Também convidei para cantar comigo uma nova amiga, Laura Catarina, filha do amigo Vander Lee, a quem tanto admirava. E a Simone Spoladore, que conheci ainda em Curitiba, recita o poema ‘16 anos’ na canção de mesmo nome”, conta o artista. Entre outros trabalhos juntos, Careqa e Simone também atuaram no filme “Canção de Baal” (2007), com roteiro e direção de Helena Ignez.

        No período da pandemia, Careqa lançou outros três álbuns: “Primeiros Anos” (2020), “Bossa Ahead” (2021) e “60 Minisongs” (2022), antes de voltar a trabalhar na produção de “Somos todos estrangeiros”. A criatividade e a necessidade de se reinventar também levaram o artista a colaborações virtuais com Eron Guarnieri, Swami Jr., Mário Manga e Thadeu Romano.

        Sobre Carlos Careqa

        Nascido no distrito de Guatá em Lauro Muller (SC), Carlos Careqa estudou música e teatro no Paraná, radicando-se em São Paulo nos anos 1990. Trabalhou em trilhas sonoras para teatro e atuou em peças e filmes de cinema. Atua no mercado publicitário desde 1986, com mais de 80 samples comerciais. Na discografia estão mais de 16 álbuns lançados, dentre eles o primeiro de sua carreira, Os homens são todos iguais (1993), Tudo que respira quer comer (2009), Ladeira da Memória (2012) e os mais recentes: Primeiros Anos (2020), Bossa Ahead (2021), 60 Minisongs (2022) e Somos todos estrangeiros (2023) - todos produzidos de forma independente, sem nenhum recurso fiscal!


        1 hr 2 min
      • Ná Ozzetti cantora e compositora e Zécarlos Ribeiro músico e compositor ambos ex-integrantes do grupo Rumo apresentam o EP Ná canta Zécarlos no Tons do Brasil com apresentação de Shirley Espíndola #54

        ‘Ná Ozzetti canta Zécarlos Ribeiro’

        Eles começaram a carreira juntos no grupo Rumo e agora se reúnem no primeiro projeto solo de Zécarlos

        Há tempos Zécarlos Ribeiro vem burilando a ideia de um trabalho solo. Em dezembro, o artista abriu seu baú de inéditas com o lançamento de “Roupas no Varal”, single que anunciou o EP “Ná Ozzetti canta Zécarlos Ribeiro”, que chega no dia 10 de fevereiro nas plataformas digitais.

        Zécarlos Ribeiro e Ná Ozzetti começaram a carreira juntos no grupo Rumo, um dos principais nomes da Vanguarda Paulista nos anos 1980. Principal compositor do Rumo junto com Luiz Tatit, Zécarlos é autor de clássicos como “Ladeira da Memória”, “Falta Alguma Coisa”, “Bem Alto”, “Jackson Jovem”, “Quero Passear” e continua produzindo. “Tem músicas que venho gravando para registro, mas sempre vou mostrando pro pessoal do Rumo. E desde o início, quando ouviu, Ná gostou de 'Roupas no Varal’, então separei pra ela cantar”, relembra o compositor. “Achei de um lirismo, tão imagético e imediatamente fiquei com vontade de cantar ‘Roupas no Varal’. Contei pro Zé, mas ainda não sabia de seus planos de lançar as canções. Quando ele me contou sobre o projeto, me entusiasmei e me ofereci para cantar essa primeira leva”, revela Ná. Daí em diante, as conversas caminharam até o registro do EP “Ná Ozzetti canta Zécarlos Ribeiro”. “As gravações ficaram lindas. Estou muito feliz com o resultado. Foi um presente!”

        “A primeira canção que gravei no Rumo é do Zécarlos. Se chama ‘Cansaço’ e o canto era totalmente entoado, não tinha uma melodia óbvia. Foi uma descoberta fundamental para abrir a minha escuta e a forma de entender uma canção”, lembra Ná. “As canções do Zé que eu cantei no Rumo vinham com a matriz do canto falado. E com o tempo ele foi descobrindo uma maneira muito particular de compor. A canção tem um caminho inesperado. Eu gosto muito dessa singularidade e gosto muito de cantá-las”, conta Ná.

        “Ná Ozzetti canta Zécarlos Ribeiro” reúne duas composições solo de Zécarlos, duas parcerias com Geraldo Leite - outro companheiro do Rumo, e uma com Danilo Penteado, responsável pela produção, direção musical e arranjos do EP. A gravação, mixagem e masterização são do Jonas Tatit. A capa é de Gal Oppido, mais um integrante do Rumo que abraça o trabalho solo do companheiro.



        59 min

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