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Margareth Reali, cantora, compositora e produtora artística conhecida por sua trajetória como intérprete de grandes compositores do Clube da Esquina, acaba de anunciar seu mais novo single "Bodas" com apresentação de Shirley Espíndola #53
A cantora, compositora e produtora artística Margareth Reali, conhecida por sua trajetória como intérprete de grandes compositores do "Clube da Esquina", acaba de anunciar seu mais novo single : a releitura da canção "Bodas", de Chico Amaral , autor de alguns dos maiores sucessos do Skank, como “Garota Nacional” e “Pacato Cidadão” , em parceria com Samuel Rosa.
A faixa foi gravada no Studio71, em Belo Horizonte, sob a produção e arranjo do pianista Christiano Caldas , além de contar com a participação dos músicos Lincoln Cheib, na bateria, Eneias Xavier, no baixo e a participação especial do guitarrista e produtor Torcuato Mariano.
Margareth despontou como intérprete em 1996, após ser descoberta pelo saudoso diretor e produtor musical Fernando Faro. Antes disso, já atuava com música desde os 14 anos e, após estudar canto lírico, chegou a participar de óperas e concertos eruditos.
Seu primeiro encontro com a MPB foi através do CD "Onde o céu azul é mais azul" (1998), que contou com arranjos de grandes músicos como Cristóvão Bastos, Amilson Godoy, Sérgio Dias (Mutantes) e Natan Marques. Em 1999, estrelou o programa Ensaio, da TV Cultura, onde foi apresentada como "uma das vozes mais bonitas do Brasil".
De 2002 a 2008, realizou turnês pelo país com o show "Portal de Minas". Paralelamente, atuou em outros projetos especiais, entre eles o especial "90 anos de Vinicius", onde teve a honra de dividir o palco com Toquinho. Também passou um período na Europa, apresentando-se em Paris e na Holanda. Em 2007, lançou o segundo álbum "Um trem para o sonho - As canções de Nivaldo Ornelas” e em seguida assinou os projetos "Divas" e "Vintage", nos quais performou
canções dos anos 50 e 60 .
A partir de 2010, passou a se dedicar totalmente ao universo da produção e tornou-se reconhecida por investir , em 2012, na volta aos palcos do grupo Som Imaginário, do maestro Wagner Tiso, além de promover artistas como Eumir Deodato e Romero Lubambo.
Sua paixão pelo canto a fez voltar aos estúdios em 2020, com o convite de Torcuato Mariano para interpretar o single "I Say a Little Prayer", uma versão bossa-nova do sucesso de Aretha Franklin.
A partir de 2022, a cantora deu ênfase a carreira de intérprete, dedicando-se ao lançamento dos singles que estarão no EP Margareth Reali , que transita entre a MPBeoPop .
As canções que já foram lançadas são "Sentinela", de Milton Nascimento e Fernando Brant e a faixa bônus autoral "Lua de Sangue".
Com Christiano Caldas, Linconl Cheib, Beto Lopes e Tattá Spalla estreou em dezembro passado, o show "Sentinela do Futuro", uma homenagem a Milton Nascimento e os outros compositores mineiros .
Para conhecer mais a cantora e ouvir as canções já lançadas , acesse o site :www.margarethreali.com
#margarethreali #shirleyespindola #tons do brasil #programatonsdobrasil
Téo Cordeiro percussionista, produtor cultura e idealizador do Bloco Flor de Lis no Tons do Brasil com Shirley Espíndola #52
Ao longo de toda a pandemia o Flor de Lis 🌺 pode mergulhar na obra de Djavan e construir muitos diálogos e parcerias a partir de eventos como a Virada Djavanica, que passeia pelos quatro cantos do país e mundo conhecendo cantores a cantoras estudiosas e intérpretes da obra do mestre. Destes encontros nasce a vontade de homenagear o mestre, agora em fonograma e contemplando toda essa diversidade de cores e sotaques que tem nosso país. Assim foi pensado a gravação de Açaí, clássico do Disco Luz, mas imortalizado um ano antes na voz de Gal, com arranjos do Alagoano Rodrigo Avelino e arranjo de vozes da Paulista Renata Sampaio. Assim como Sina, primeiro single do Flor de Lis, Acai também tem a participação dos grandes mestres da Sururu de Capote, Teo Lima e Marquinhos Rodrigues e também a participação de músicos que tocam com Djavan atualmente como Marcelo Mariano, Marcelo Martins e Marcos Suzano. Solando no violão Carlos Alfeu.
No decorrer da música o público vai se deleitando com estes timbres singulares encaixados com primazia por Renata Sampaio e uma pitada de elementos eletrônicos na canção. Pela ordem, então , o público ouvira As vozes de
- Rodolfo de Neguinho (SP)
- Rodrigo Avelino (AL)
- Dul Azevedo (CE)
- Kalebe (RJ)
- Wilma (AL)
- Arthur Doca (SP)
- Fernanda Guimarães (AL)
- Kalebe (RJ)
- Júnior Batista (MG)
A produção musical é De Fernando Gambini e Teo Cordeiro
Sina talvez esteja entre aqueles fonogramas mais executados da obra de djavan ao lado de Açaí e Oceano. Apresentada ao grande público no álbum Luz que completou 40 anos no ano passado, tem a marca de um Djavan moderno e atentado as tendências no mundo naquele momento e tem ao mesmo tempo a assinatura de uma das mais importantes bandas brasileiras da época, a Sururu de Capote. E pela relação com a Sururu que se construiu na pandemia é que surgiu a ideia desta regravação que conta com dois dos seus integrantes, Teo Lima e Marquinhos Rodrigues.
Um ijexá adicionado de elementos percussivos do carnaval de samba enredo e que nos surpreende com uma virada no refrão que faz de fato o público dançar. Nesta versão se vê também a ponte que o Bloco Flor de Lis, produtor do fonograma, estabelece com os músicos da terra natal de Djavan, alagoas, contando com as vozes de Fernanda Guimarães e Wilma Araújo, que nos encantam também no momento instrumental da música, e o baixo de Fernando Nunes, músico da saudosa Cássia Eler. Marcelo Mariano e Marcos Suzano, que atualmente acompanham Djavan também estão na gravação. O paulistano Arthur Doca completa o time de músicos junto aos integrantes do bloco Carioca que fornece aquele tempero carnavalesco à canção. No dia do aniversário de Djavan está é o primeiro single lançado pelo Flor de Lis, que está em estúdio produzindo o seu disco com previsão de lançamento no próximo ano.
RHANNA
Cantora, compositora e produtora cultural e audiovisual.
Bacharel em Administração de Empresas, cursou Música e Negócios pela Puc Rio e Gestão da Inovação e Economia Criativa pela Universidade Federal do Paraná.
Atua na área artística profissionalmente como produtora fonográfica, musical, audiovisual, cantora e compositora desde 2017, sob o nome artístico Rhanna, tendo realizado seus projetos em parceria de Arnaldo Saccomani, Sami Bordokan e gravado canções de Bozzo Barretti (Ex. Capital Inicial) e Leandro de Lima (entre outros).
Produziu para a cultura do município de Jundiaí o registro audiovisual "Vertentes da Mpb - Os Árabes na música Brasileira" para acervo do patrimônio histórico resultantes de sua pesquisa sobre as origens da música brasileira.
Realizou a abertura do evento “Influências das Diferentes Culturas do Mundo Árabe no Brasil” para o mês do patrimônio histórico e cultural de Jundiaí.
Produção de aulas no eixo de formação para músicos, direcionando caminhos para a profissionalização e empreendedorismo, contempladas em Edital para o Governo de São Paulo (Proac) para a plataforma #culturaemcasa e para o município da Jundiaí.
Realização da Oficina para confecção de instrumento Árabe Snuj, com material reciclável, abrangendo panorama histórico e ensinando o básico do ritmo Árabe Baladi realizado para a prefeitura de Jundiaí via edital.
Em 2022 realizou o Show musical "Encanto" no Museu Histórico e Cultural de Jundiaí em parceria com o músico Tom Nando.
Oficina "Gentileza gera Gentileza" para a programação de férias da prefeitura de Jundiaí de 2023, voltada para o público infantil.
Também para o público infantil, possui o show musical "Rhanna na cidade das Crianças" com realização na Fábrica das Infâncias Japy, para a programação de férias de Janeiro 2023.
Possui o projeto “Elas Encanto”, que visa apresentar o protagonismo da mulher na música, trazendo musicistas convidadas onde são performadas músicas de compositoras mulheres e/ou que reverenciei a mulher. Se apresentou com este projeto da 38° Festa da Uva e Expo Vinhos de Jundiaí.
Artista selecionada para a programação musical de 2023 do Museu da Língua Portuguesa.
#rhanna #shirleyespindola #programatonsdobrasil #tonsdobrasil
SOLANO RIBEIRO E A NOVA MÚSICA DO BRASIL
Solano Ribeiro foi idealizador e realizador dos grandes festivais da MPB. Aliás, a sigla MPB surgiu no primeiro festival de TV, na Excelsior, em 1965. Este capítulo da história está muito bem contemplado no livro “Prepare seu coração”, lançado por ele em 2003. A partir de 2006, essa vocação para REVELAR A NOVA MÚSICA ganha espaço na rádio Cultura Brasil, a tradicional Cultura AM de São Paulo, 1200 KHz.
Neste episódio, Solano conta que a ideia nasce a partir do Festival Cultura, em 2005. Em seguida, recebe convite para levar a proposta para o rádio. Para manter o espírito que marca os festivais de música, criou o Troféu Catavento, reconhecendo no final do ano os artistas que deram novos ares à MPB naquele período. O programa SOLANO RIBEIRO E A NOVA MÚSICA DO BRASIL pode ser ouvido pela Rádio Cultura Brasil, AM 1200 de São Paulo, aos sábados, às 8h; com reprise na segunda, às 5 da tarde; Na Cultura FM – 103,3 MHz, a atração é exibida no domingo, às 11 da noite. Mas você também pode acompanhar todas as edições do programa no site da Rádio Cultura Brasil. Basta colocar na busca “Rádio Cultura Brasil Solano Ribeiro”. Não tenha dúvida de que você vai se surpreender com a qualidade das canções que têm sido produzidas atualmente em nosso País.
SOLANO RIBEIRO E A NOVA MÚSICA DO BRASIL
O Tons do Brasil recebe Marcelo Abud (@abudmarcelo) mestre em comunicação que entrevista o produtor cultural e crítico musical Solano Ribeiro (@solanoribeiro1) para falar da “Nova Música do Brasil”. A apresentação do Tons do Brasil é de @shirleyespindola .
#marceloabud
#solanoribeiro
#shirleyespindola
#programatonsdobrasil
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#radiodifusora
Erasmo Dibell lança ‘Sarará Vol.2’ Álbum tem a participação de Rita Benneditto e Fagner, artistas importantes em seu início de carreira. #49
Erasmo Dibell é um dos artistas mais populares e um dos grandes compositores maranhenses surgidos a partir da primeira metade dos anos 90.
“Sarará” traz uma amostra de seu trabalho, com novas canções e releituras de sua obra.
O Vol.2 reúne cinco gravações inéditas e três já lançadas como single, que anteciparam o álbum.
Rita Benneditto e Erasmo Dibell dividem os vocais na brejeira “Beijo na Boca”, que tem também a adesão do maestro Zé Américo Bastos no arranjo.
Em seu início de carreira, no álbum “Pérolas Aos Povos” (1999), Rita deu voz a um dos maiores sucessos do conterrâneo, o reggae “Filhos da Precisão”, e colaborou para o alcance nacional da música.
Fagner também é figura importante para Erasmo, que relembra de um momento especial para o início de sua carreira: “Sempre conto em meus shows que Fagner foi imprescindível na minha opção de me tornar músico. Foi fundamental ouvi-lo interpretando ‘Noturno’, de Caio e Graco Silvio. Aquilo me impactou fortemente e, por conta disso, acabei optando por esse ofício. Agora, tempos depois, estou aqui tendo a felicidade de ter uma música de minha autoria gravada com a colaboração dessa figura que, para mim, é de uma importância que não consigo mensurar nesse processo artístico. Estou muito feliz com tudo o que vem acontecendo em torno desse lançamento”. Por sua vez, Fagner também ficou encantado com as composições de Erasmo. Apresentados por Zeca Baleiro, parceiro e amigo dos dois, Erasmo e Fagner também se aproximaram. Em breve, devemos ter outras novidades, os três já compuseram duas canções em parceria: "E ela não me deixou só" e "Besta Fera".
Parceiros e amigos de longa data, Zeca Baleiro e Erasmo Dibell se reencontraram em maio de 2019, por ocasião da gravação do documentário musical "Maranhão - Ventos que Sopram", de Neto Borges. Do reencontro nasceu uma nova canção, "São Nunca", que faz parte do Vol.1, e a parceria para o lançamento do álbum “Sarará” pelo selo de Baleiro, Saravá Discos.
A arte do projeto é um dos últimos trabalhos com assinatura do artista plástico Elifas Andreato, o mago das capas de disco no Brasil, falecido em março de 2022.
+ sobre Erasmo Dibell
Natural de Carolina/MA, o violonista, intérprete e compositor já foi gravado por vários artistas, entre eles Alcione, Gilmelândia, Maurício Mattar, Patrícia Costa, Rita Benneditto e Papete, que produziu seu primeiro disco solo, em 1993.
A diversidade de ritmos, o lirismo de sua poesia, o seu peculiar suingue ao violão, além do carisma pessoal e performance são os diferenciais que credenciam Erasmo Dibell a buscar espaço e reconhecimento na multifacetada música que se produz nos dias de hoje.
A universalidade presente no trabalho de Bergamini não exclui a brasilidade. Suas raízes culturais estão em São Paulo e no solo fértil da tradição da música brasileira - representada no disco pelo uso criativo de alguns ritmos e instrumentos peculiares (pandeirões de bumba meu boi do Maranhão, bombo leguero gaúcho, alfaias de maracatu) e nas interpretações mais livres inspiradas, quase que como reverência, na música instrumental brasileira de Egberto Gismonti, Naná Vasconcelos e Hermeto Pascoal. Nandri cria um espaço comum entre ocidente e oriente, entre a música instrumental ocidental, sobretudo o jazz e a música brasileira, e algumas das chamadas “músicas do mundo”, com destaque para a indiana, a africana e a árabe. Timbres “exóticos”, harmonias modais, ragas indianas, escalas árabes (maqams), paisagens sonoras brasileiras, instrumentos tradicionais de diversas culturas, diferentes atmosferas e improvisações garantem uma sonoridade peculiar ao trabalho.
Fabio Bergamini é um músico que sempre buscou novas sonoridades, instrumentos não convencionais, manifestações musicais e novas expressões artísticas, sendo esse álbum resultado dessa inquietude criativa e da busca incansável por novas conexões sonoras. Como acadêmico, além de seu mestrado em performance pela Unicamp (Campinas/SP), cujo objeto de estudo foi a “música universal de Hermeto Pascoal”, Bergamini estudou etnomusicologia na Universidade Nova de Lisboa (PT), quando seu interesse pelas músicas do mundo se expandiu. Esteve em Moçambique e África do Sul por três meses, tocando e pesquisando. Ficou por um semestre na Índia, lecionando e estudando música carnática. Estudou com John Bergamo, na Califórnia (USA), em curso de World Percussion. Escreveu o livro didático de bateria do Projeto Guri (SP/SP). Desenvolve pesquisa sobre as músicas tradicionais de cada região brasileira, que resultou em um curso para mais de três mil professores da rede municipal de São Paulo (Mapa Musical do Brasil), além da vivência internacional como músico tocando com o grupo Madredeus. E Nandri traduz essa busca pelas idiossincrasias das manifestações musicais ao redor do mundo, feito de forma livre, espontânea e criativa, sem a intenção explícita de representar determinado grupo ou manifestação.
“Nandri quer dizer ‘obrigado’ na língua Tamil (sul da Índia), e esse é um álbum feito em agradecimento aos tantos caminhos a que a música pode nos levar e que nos faz mergulhar tanto internamente, na busca de nossa essência, como no mundo exterior, dando-nos a oportunidade de conhecer lugares, culturas e pessoas incríveis ao longo da jornada”, comenta o artista. “Esse álbum é uma celebração à música sem fronteiras, à diversidade musical encontrada na cidade de São Paulo e nos possíveis encontros e intersecções onde a música pode ser essa linguagem universal dos sons. É o resultado do que vivi até então, do tanto que estudei, desenvolvi e de como vejo, expresso e entendo o mundo”, finaliza Fabio Bergamini.
Fredy Fevereiro, Violonista e Cantor, Jundiaiense, trabalha profissionalmente desde 1997.
Em 2000 gravou o disco Desde que o Samba é Samba, uma releitura da música brasileira.
Depois voltou à Europa e gravou um disco Tributo a Ary Barroso no coração do Brasil, passando por diversos países da Europa se apresentando em Festivais, na Espanha, França e Suíça etc.
O repertório é variado dentro da nossa Música Popular Brasileira MPB. Releitura de compositores como Ary Barroso, Noel Rosa, Cartola, Paulinho da Viola, Djavan, Chico Buarque, Caetano Veloso, entre outros.
#fredyfevereiro #shirleyespindola #programatonsdobrasil #tonsdobrasil #podcast
Renata Iacovino escritora, poetisa, compositora e cantora no Tons do Brasil com Shirley Espíndola. Sete livros de poesias editados, três CDs para público infantil e quatro para público adulto.
Natural de Jundiai/SP, nascida em 16/03/68, é escritora, poetisa, compositora e cantora. Sete livros de poesias editados, três CDs para público infantil e quatro para público adulto. Atuou como Primeira Secretaria em duas gestões (4 anos) na Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiai. É autora do hino oficial da Academia Jundiaiense de Letras. Atua profissionalmente como cantora e violonista desde 1995, tendo se apresentado em São Paulo: em projetos da Prefeitura de SP; shoppings, praças, Livraria Saraiva, FNAC, espaços culturais, Sindicato dos Bancários, Associação Atlética Banco do Brasil, bares, restaurantes, eventos particulares, escolas, inaugurações na Rodoviária Tietê, casas de cultura, teatros, bibliotecas, anexo da Sala São Paulo, Praça Benedito Calixto (Projeto "O Autor na Praça") e inúmeros outros locais; em Jundiai, em projetos da Prefeitura, Virada Cultural, bares, restaurantes, supermercados, shoppings, bibliotecas, museus, praças, Senac, Sesc, entidades assistenciais, teatros, eventos particulares, escolas, dentre outros. Alguns municípios que já percorreu com seus shows: Sesc-Piracicaba, Andradas-MG, São Caetano do Sul, Itatiba, Itupeva, Santana de Parnaíba, Atibaia, Itu, etc. Fez aulas de técnica vocal durante dez anos com a cantora Eliete Negreiros. Foi aluna, também, de Tato Fischer. Faz apresentações solo (voz e violão), em duo, trio e com banda. Participou de festivais, ministrou aulas de violão particulares e aos internos da FEBEM-SP, no Tatuapé, quando lá trabalhou. Artista vinculada a produtora Cacimba Discos de São Paulo. Possui várias formações: solo, duos, trios, bandas. E também tributos a Rita Lee e Tom Jobim.
O Tons do Brasil homenageia Erasmo Carlos com programação especial.
Roqueiro e romântico, Erasmo Carlos também teve influências da bossa nova, soul e cultura hippie.
Foram mais de 60 anos de carreira e contribuição para a arte e cultura do país. Um dos pioneiros do rock nacional, nos anos 60 fez parceria com o cantor e compositor Roberto Carlos, compondo várias músicas juntos, que gravavam em seus discos em carreira solo. Seu álbum …Amor É Isso foi eleito o décimo melhor disco brasileiro de 2018 e um dos 25 melhores álbuns brasileiros do primeiro semestre de 2018 pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Em dezembro de 2019, lançou o EP Quem foi que disse que eu não faço samba…, dedicado a canções de samba e rock compostas ao longo de sua carreira.
Em 2020, assinou contrato com a Netflix, como ator protagonista no longa Modo Avião, juntamente com Larissa Manoela. Em fevereiro de 2021 lançou o álbum O futuro pertence à… Jovem Guarda com oito canções dos anos 60.
O Tons do Brasil dedicou à grande estrela da música brasileira um especial em tributo à brilhante trajetória ao longo de sua vida. Gal Maria da Graça Penna Burgos Costa, conhecida como Gal Costa, foi uma cantora, compositora e multi-instrumentista. Foi eleita como a sétima maior voz da música brasileira pela revista Rolling Stone Brasil em 2012. O Tons tem apresentação de Shirley Espíndola (@shirleyespindola. oficial)
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