Tons do Brasil

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By Shirley Espíndola TBMusic
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Tons do Brasil episodes

  • Adolar Marin cantor, compositor e instrumentista no Tons do Brasil com Shirley Espíndola #33

    Adolar Marin cantor, compositor e instrumentista no Tons do Brasil com Shirley Espíndola #29

    Paulistano do Ipiranga, Adolar Marin é compositor, cantor e instrumentista. Descobriu-se para a música desde que dedilhou as seis cordas do violão pela primeira vez, aos oito anos. A partir daí, completou todo o ciclo da infância e juventude acompanhado por violões, guitarras, cantorias entre amigos, microfones, pedais etc. Aos 18 anos, caiu na noite musical do Brasil e de lá nunca mais saiu. Tocou de tudo: samba, rock, MPB, baião, carnaval... Com a chegada da literatura e da poesia em sua vida, escreveu as primeiras letras. E as primeiras canções. Em 1998, gravou o primeiro CD, Qualquer Estação. Com boa recepção de público e algumas boas críticas em jornais de nomes como Zuza Homem de Mello e Mauro Dias, naturalmente, os shows começaram a acontecer pelos SESC’s, teatros, festivais, as matérias pelos jornais e revistas e as canções nas rádios espalhadas pelo país. Viajando pelo Brasil, cantou e gravou ao lado de nomes como Ivan Lins, Fátima Guedes, Sizão Machado, Virgínia Rosa, Cristóvão Bastos, Dominguinhos, entre outros. O segundo CD, Atemporal, foi lançado em 2006. É desse disco as premiadas canções “Por Pouco”, “Baião de Um”, “Flor Deserta”, “A Minha Casa” e “Meu Choro, Seu Riso”, esta última vencedora do Prêmio Sesc de Música Tom Jobim, em 2013. Também em 2013, lançou o show/cd Epílogo, que, entre outras coisas, foi destaque no programa Cesta de Música da Rádio CBN, na TV Record News e na Rádio Nacional de Brasília, que realizou um especial sobre sua carreira. As canções tiveram boa execução, com destaque para Beleza, na programação da rádio USP FM. Em 2014, se apresentou ao lado da OSSA (Orquestra Sinfônica de Santo André), conduzida pelo Maestro Abel Rocha, cantando seu repertório próprio. No mesmo ano, recebeu o convite e compôs o tema dos 40 anos do grandioso Festival de MPB de Ilha Solteira. Em 2015, fez a direção musical do espetáculo Homenagem a Madan, cuja primeira apresentação se deu no Auditório do Itaú Cultural, com grande elenco.

    Artista bastante conhecido e ativo da cena musical independente, Adolar criou e roteirizou em 2015 o programa Na Minha Casa para receber amigos da música de todo o país. Com 24 edições online (Youtube e Facebook, além de sites e rádios virtuais) entrevistou e tocou com grandes nomes como Kléber Albuquerque, Carlos Navas, Filó Machado, Conrado Pera e Zeca Baleiro, este último recebido no programa especial comemorativo de um ano. Em 2019, pelo selo Sete Sóis, lançou nas plataformas digitais o quarto álbum de carreira, Outros Caminhos, todo composto de parcerias com o poeta Flávvio Alves. A canção que abre o CD, Compostelana teve destaque: no FEMUCIC-Maringá, uma das maiores mostras de música do Brasil e foi gravada pela cantora Patrícia Nabeiro, em seu primeiro CD, Entre Nós. O show deste novo trabalho já passou por São Paulo, no Estrella Galicia Estação Rio Verde e Curitiba, no Teatro do Paiol. Em 2020, o CD ganhou versão física e já integra as playlists de algumas rádios. Com o advento da pandemia, Adolar realizou shows e lives onlines por todo o ano e em vários eventos interessantes, como o sarau Chama Poética, o festival Ziriguidum em Casa, o Homestage Festival e o Festival de Inverno de Paranapiacaba, este último já em 2021.

    1 hr 2 min
  • Tarsilinha: animação traz universo de obras de Tarsila do Amaral e movimento antropofágico com trilha sonora de Zéca Baleiro por Marcelo Abud para o I.C. no Tons do Brasil com Shirley Espíndola #32

    Tarsilinha: animação traz universo de obras de Tarsila do Amaral e movimento antropofágico com trilha sonora de Zéca Baleiro por Marcelo Abud para o I.C. no Tons do Brasil com Shirley Espíndola #32

    Para celebrar os 100 anos da Semana de Arte Moderna, a animação Tarsilinha vai levar às telas de cinema o fantástico universo das obras de um dos mais importantes nomes da primeira fase do movimento: Tarsila do Amaral. A animação, que estreia em 17 de março, pode ser usada pelos professores para despertar interesse pelo tema e apresentar a arte da pintora.

    “O conceito do filme foi criar um mundo mais complexo como se você tivesse entrado naquele universo que estava na cabeça da Tarsila no momento que ela criou aquelas obras. Então você pode ver que todas as obras dialogam muito. Tem, por exemplo, pedras, árvores, plantas, folhas, cores. Toda obra é um universo”, explica a codiretora do filme Celia Catunda.

    Mergulho no Abaporu

    Na animação, Tarsilinha e seus amigos mergulham nas profundezas do Abaporu para recuperar as memórias de sua mãe e de muitas outras pessoas. A obra, que se tornou um símbolo do Movimento Antropofágico, representa a ideia de devorar as diferentes culturas para produzir algo genuinamente brasileiro.

    “Quando ela entra dentro do Abaporu aparentemente ameaçador, é como entrar na memória, é um caos. É um museu desorganizado. Ele engoliu tudo e ali está tudo! E a memória da mãe, provavelmente, está lá também. E aí eu acho que nós temos um personagem bem brasileiro, que não é bem do folclore, é dela, mas é quase folclore já, né? O Abaporu está em capa de caderno escolar”, analisa um dos roteiristas do filme, Fernando Salem.

    O áudio ainda traz Zeca Baleiro revelando detalhes da música-tema do filme, criada juntamente com Zezinho Mutarelli e interpretada pelo próprio Zeca juntamente com Ná Ozzetti.


    1 hr 3 min
  • Leandro Bertolo, violonista e compositor no Tons do Brasil da Difusora com Shirley Espíndola #31

    Leandro Bertolo

    Compositor, intérprete e violonista.

    Trabalha com MPB genuína, embora tramite em vários gêneros musicais.

    Nos anos 1980, o músico da noite percorreu duas ou três dezenas de casas noturnas de Porto Alegre que contemplam a história cultural e boemia da cidade. Integrou a banda Conexão, viajando pelo estado, apresentando-se em bailes e casas noturnas.

    Montou o grupo Estação Hits, cujo tema eram os sucessos da música pop de todos os tempos nas emissoras de rádio. Com direção musical do maestro, pianista e arranjador Luís Henrique New e as parcerias dos irmãos Amauri e Sérgio Copetti e o guitarrista, Tom Martins a banda atuou nas boas casas e foi atração do Porto Alegre em Cena.

    Integrou o Projeto Coisas do Brasil, numa proposta de homenagear os grandes compositores da música popular brasileira, ao lado do baixista Nuno Prestes, do guitarrista Alex Vieira e do baterista Rafa Marques.

    O álbum ”Clareza” marca a estreia profissional de Bertolo no cenário da MPB com elegante apresentação do escritor e jornalista Juremir Machado da Silva. “Clareza de ideias e sentimentos para materializar um trabalho autoral”, ressalta o artista. Os shows tiveram participações importantes e excelente público. O disco foi destaque no ano de 2016 e a aceitação da crítica foi unânime: “Recebeu 4 indicações para o Prêmio Açorianos de Música 2017: Melhor Intérprete e Compositor para Leandro Bertolo; Melhor Compositor para Elias Barboza; Disco do Ano. Intérprete de canções populares dos grandes nomes da música brasileira, busca sua própria escritura como cantor e compositor. O trabalho reflete a relação do músico com a diversidade de gêneros musicais que tem exercitado ao longo de sua trajetória.

    A Flor do Som é o título do novo álbum de Leandro Bertolo. Tem a produção refinada de Luís Henrique New e ficha técnica com qualificado elenco de músicos, técnicos de gravação, mixagem e masterização. A apresentação é do renomado Arnaldo de Souteiro. Radicado nos EUA é jornalista, produtor musical de mais de 1000 discos, diretor de shows, roteirista, correspondente de várias revistas importantes de música como keyboard e billboard e membro votante do Grammy-Naras.

    Os dois álbuns estão disponíveis em todas as plataformas digitais. Leandro Bertolo fez shows para o musical Évora, sarau do solar, café Fonfon e atua em programas e entrevistas em várias mídias.

    É diretor musical do Sarau na Corte, projeto gerenciado pelo Centro de Memórias da Justiça Eleitoral, contemplando datas, eventos e personalidades históricas do contexto eleitoral, com participação de músicos locais, debatedores e palestrantes da literatura e do jornalismo.

    Por solicitação do então Presidente do TRE/RS, Des. Carlos Ciny Marchionatti, em 2017 Bertolo compôs o hino da Justiça Eleitoral gaúcha, gravado pelo Coral “De vez em Canto” e renomados músicos gaúchos, sob a batuta do maestro Luís André Silva, com arranjo do maestro Luís Henrique New.

    1 hr 2 min
  • Eduardo Gudin, violonista, compositor e arranjador no Tons do Brasil com Shirley Espíndola #30

    Disco novo no no ar! ♥️

    ↓ Ouça já em todas as plataformas digitais!

    https://tratore.ffm.to/valsaschorosecancoes

    YouTube

    https://youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_lWCWxv6_FSC_oEo1atbhHaA0asEj7eEpY


    _Valsas, choros e canções_

    Eduardo Gudin: voz, violão e arranjos

    Léla Simões: voz, violino e viola

    Naila Gallotta: voz e piano

    Participações: Renato Braz, Ronen Altman, Fernando Goldenberg

    Produção: Realejo Produções Artísticas Projeto Gráfico: Joana Gudin

    Fotografia: Luis Villaça

    Figurino: Mariana Marczyk

    Distribuidora: Tratore

    Assessoria de comunicação: Tatiana Librelato

    Gravado e mixado no Estúdio 185 - Apodi, São Paulo, por Beto Mendonça Masterizado por Mário Gil.

    Em breve disponível também no formato fisico, que traz um belo texto de hugo sukman na abertura do encarte

    Este disco foi realizado com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governdo do Estado de São Paulo, por meio do Programa de Ação Cultural - ProAc 2020.

    #lancamento #disco #musicadobrasil #violão #piano #viola #violino #gaita #plataformasdigitais

    1 hr 4 min
  • Walter Pinheiro flautista, saxofonista e compositor no Tons do Brasil com Shirley Espíndola #28

    Flautista, saxofonista e compositor Walter Pinheiro lança CD ‘2 por 3’

    Álbum, premiado pelo ProAC/2020, marca os 25 anos de carreira do músico paulistano, e apresenta repertório instrumental próprio com linguagens e formações distintas 

    O flautista, saxofonista, arranjador e compositor paulistano Walter Pinheiro está lançando seu terceiro CD 2 por 3 (www.tratore.com.br). São músicas de sua autoria, em linguagens e formações distintas, que fazem uma síntese desses 25 anos de carreira. Walter diz que o título do álbum quer dar uma idéia do conteúdo: "O 2 faz alusão à contraposição de linguagens e sonoridades que uso. Por exemplo, música de rua versus a de salão; formações pequenas versus as grandes formações. O 3 é uma referência à multiplicidade de projetos que venho articulando nesses anos, como a minha banda Gafieira do Pinheiro ou a 'brass band' WPBrass, que une jazz-rock a frevo". 

    Tudo quer revelar a ampla riqueza sonora talhada por Walter, em flertes com gêneros distintos que essa contemporaneidade nos possibilita, unindo choro, samba-jazz, baião, jazz waltz, funk, ijexá e frevo. Estilos que se entrelaçam na habilidade do músico em estruturar texturas, sempre buscando coerência. As músicas têm nomes como Samba Jaizzsch e Arruda e a Gafieira. Títulos que definem a sonoridade praticada.

    Juntos, no álbum, alguns dos melhores músicos da cena paulistana como Anderson Quevedo (saxofone);  Natan Oliveira e Marco Stoppa, Rubinho Antunes (trompete); Allan Abbadia e Paulinho Malheiros (trombone); Eliezer Tristão (tuba); Muari Vieira (guitarra); Zé Barbeiro (violão de 7); Robertinho Carvalho (baixo); Everton Barba (bateria); e Beto Angerosa, Alfredo Castro e Marcos Magaldi (percussão). A capa do CD traz algumas aquarelas feitas pelo próprio Walter, que retratam instrumentos de sopro. O projeto gráfico é do músico e artista visual Marcelo Castilha, que também toca acordeon na faixa Jaticuba deu no pé.

    Walter é formado em flauta pela Universidade Estadual Paulista (UNESP/1997) e tem especialização na Berklee School of Music (Boston/EUA/2002). Lançou o duplo primeiro/segundo CD, Som na Brasa - Regional Brasileiro, em 2010. Naquele trabalho já desenvolvia essa musicalidade que bebe de fontes diversas. Os disco teve respostas positivas da crítica especializada. A Folha de S. Paulo o definiu como “instrumental brasileiro contemporâneo”; enquanto O Tempo (Belo Horizonte/MG) o qualificou como "um trabalho de fôlego, feito com requinte de ourives”, e o Jornal do Brasil escreveu, "atesta o fôlego do nosso som instrumental".  

    Filho de uma professora de piano, Walter Pinheiro sempre teve a música presente em sua vida. Seu primeiro instrumento foi o violino, trocado pela flauta doce, seguindo para a flauta transversal e um pouco mais tarde acrescentou o saxofone. Como músico atuou ao lado de Raul de Souza, Claudete Soares, Naylor Proveta Azevedo, Leo Gandelman, Laércio de Freitas, Nenê, Yaniel Matos, Rogério Botter Maio, Vanessa Falabella. Foi flautista da Jazz Sinfônica de Diadema (SP) (2011/2013). Com a qual participou do Festival de Jazz de Montreux (Suíça/2011) e tocou com Hermeto Paschoal (2011).

    Entre os projetos atuais, em S. Paulo, é integrante da Orquestra de Frevo Capibaribe e da Freedom Big Band. Com esta, se apresentou no Festival Internacional Jazz a La Calle/2019 (Mercedes/Uruguai). Sua banda Gafieira do Pinheiro atua relembrando a sonoridade dos grupos de baile dos anos 1940/50. Desde 2008, participa da cena do choro paulista, tendo tocado no Festival Chorando Sem Parar (2015). 

    Paralela a atividade artística, Walter desenvolveu trabalho didático, entre 2003 e 2014, no Espaço Musical Eszterháza. Foi regente/instrutor do Projeto Sinfônico Eszterháza, com crianças de creches do bairro do Morumbi (S. Paulo/SP), mantido pelas Obras Sociais do Mosteiro São Geraldo.


    1 hr 4 min
  • Ju Kosso, cantora, compositora e vocal coach no Tons do Brasil com Shirley Espíndola #26

    Juliana kosso ;

    Atualmente é vocalista feminina da banda das Velhas Virgens (em turnê de comemoração de 35 anos de banda, com indicação ao Grammy latino de melhor disco de rock em 2021.)

    Compositora

    Cantora profissional desde 1990

    Vocal coaching desde 2001

    CURSOS DE VOZ:

    Foi aperfeiçoando seus conhecimentos vocais com grandes professores de canto

    Estudou lírico com Nancy Miranda (SP) em 1997.

    Técnica de Rhythm and blues com Robson Nascimento, da Just Singing (SP) em 2000.

    Cursou canto contemporâneo voltado ao rock e drives vocais dentro da fisiologia e ciência da voz, com o professor Ariel Coelho.

    TRABALHOS ARTÍSTICOS:

    1990/1995 A Patotinha ( grupo infanto juvenil)

    Na adolescência trabalhou com o grupo infantil “ A PATOTINHA”, onde finalizou um trabalho pela

    gravadora RGE (1994/1995), apresentando-se em inúmeras tvs e rádios do País.

    1997/2002 BANDA COYOTE

    Juliana foi vocalista principal e idealizadora da banda COYOTE

    Trabalho autoral, gravou 3 cds em estúdio com composições próprias.

    PROJETOS COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL

    Backing vocal e participação especial com vários artistas em estúdio de gravação, rádios e Jingles.

    2007 - PROJETOS/COVERS HOMENAGEM À CÁSSIA ELLER

    Tributo à cantora do rock brasileiro dos anos 90 ; passando por inúmeras vertentes do samba ao rock que Cássia misturava com ritmos brasileiros.

    BANDA ESTRANHOS NO PARAÍSO

    Idealizador : Alexandre “Cavalo” Dias.

    Gravado e mixado em São Paulo, disco autoral, com abordagens mais doces, com letras sobre o cotidiano confuso; produção musical por Paulo Anhaia.

    2013 até hoje - PROJETO SOLO JULIANA KOSSO

    Covers internacionais interpretando anos 80 até clássicos de rock como Ac/Dc, Beatles, Queen, Janis Joplin,Led Zeppelin, 4 non Blondies e etc

    Vem se apresentando em inúmeras casas conceituadas por toda a região!

    1 hr 5 min
  • Marco Scarassatti artista sonoro, improvisador e compositor no Tons do brasil com Shirley Espíndola.

    Marco Scarassatti artista sonoro, improvisador e compositor no Tons do brasil com Shirley Espíndola #25

    Marco Scarassatti (Campinas, 1971)

    Artista sonoro, improvisador e compositor, desenvolve pesquisa e construção de esculturas e instalações sonoras, além de gravações de campo; professor e pesquisador da Faculdade de Educação da UFMG e autor do livro Walter Smetak, o alquimista dos sons (editora Perspectiva / SESC, 2008).

    Álbuns lançados: Novelo Elétrico (Creative Sources Recordings, 2014), Rios Enclausuros (Seminal Records, 2015), RUMOR (CSR, 2015), Amoa hi (CSR, 2016), Casa Acústica, fragmentos de uma improvisação diária (CSR, 2017) ), Novelo Elétrico 6 (Antena, 2017), Hackearragacocho (QTV, 2018) e Psychogeography pela gravadora Nottwo do álbum Antonio Panda Gianfratti, Marco Scarassatti, Otomo Yoshihide e Paulo Hartmann (Nottwo, 2019), Sound Builders (Sesc 2019) e Cuatro Cronicas acerca de la ciudad y la ancestralidade (Buh records, 2019), Crônicas Sonoras de Cabo Verde (La Petite Chambre / Autogenenis, 2019), Aglomerado dos seres verticais (PMC, 2019), Ocelot (Homeless Low-fi, 2020), Ela (Rata Sorda Rec, 2020), Mojubá Exu (sirr-ecords, 2020), Caraguatá / Moxotó (fitas tsss, 2020), Disputa e Guerra no Terreiro de Roça de Casa de Avó, com Marina Cyrino, Matthias Koole e Henrique Iwao (Oem Records, 2020), Rua Herval (Homeless Low Fi, 2021), Zero Out, com Abdul Moimeme (Oem Records, 2021).

    Em 2013 realizou a instalação sonora RIO, em parceria com o artista plástico Fernando Ancil - exposição Escavar o Futuro, Belo Horizonte.

    Foi artista comissionado pela rádio Kunstradio de Viena, para compor a obra Memória do Fogo, em 2015 e também artista comissionado para criar uma instalação sonora para a fachada do teatro Hellerau (Orixás Sonoros, 2016), durante o Festival Tonlagen, 2016.

    Participou do Festival MaerzMusik (2017), em Berlim, como consultor curatorial e tocou Sound Plastics de Walter Smetak, durante o festival, na DAAD Art Gallery de Berlim, ao lado de Tomomo Adachi, Mazen Kerbaj, Tuzé de Abreu, Silvia Occugne e Chico Mello.

    No final de 2016 foi artista residente no Chile, à convite do CEMLA e programa Ibermúsica, tendo composto, em 2017, a canção 4 Crônicas sobre a cidade e ancestralidade: Belo Horizonte, San Pedro de Atacama, Valparaíso ”.

    Em 2017 participou na Documenta 14 (kassel-radio documenta), com as obras Rios enclausuros e Magnum Chaos.

    Participou da mostra coletiva O Círculo, na Galeria Milan, em São Paulo, em 2018, com as obras Esù e Oyá.

    Em agosto de 2019, participou da residência e exposição coletiva Instrumentes, em Coaty-Salvador, Bahia, com a obra Iyabá.

    Ele é o autor, junto com Julia Gerlach, dos textos presentes no livro / catálogo Inventions of Smetak-The Interfused Kingdoms of the Inventor, Sound Artist and Musician Walter Smetak (1913-84)

    Participou do projeto Poética Musicada de Walter Smetak, compondo a canção Contínuo, a partir do poema homônimo de Walter Smetak.

    Idealizou e co-dirigiu, com Luiz Pretti, o Filme-Partitura Anestesia (2021), inspirado na composição gráfica homônima de Walter Smetak, com estreia marcada para 05/08/2021, no festival Memórias na Música, da Akademie Der Kunst, em Berlim.

    Artista convidado e comissionado pelo Festival CULTUREESCAPES 2021 Amazonia, a criar a instalação MataBio, durante os meses de agosto à outubro. A instalação foi exposta no Theatre Chur e no Museu Tinguely, em Basel.

    Dirigiu e compôs a música para o espetáculo Noite dos Xamãs, durante o Festival CULTUREESCAPES AMAZONIA 2021, performando ao lado de Ibã Huni Kuin e Livio Tragtenberg, durante os meses de agosto a outubro de 2021, na Suíça.

    Tocou ao lado de Mbé na 34°Bienal de São Paulo 2021, na obra "deposição", de Daniel de Paula, Marissa Lee Benedict e David Rueter.



    1 hr 1 min
  • 40 anos sem Elis Regina: confira análise da música ‘Querelas do Brasil’ ‘Canção trata de questões que nunca estiveram tão presentes’, afirma produtor e filho da artista. #24

    De Marcelo Abud para Instituto Claro.

    Em 19 de janeiro, completam-se 40 anos da morte de uma das maiores cantoras do Brasil: Elis Regina. Intérprete de clássicos, ela emprestou a voz a várias canções que retratavam o Brasil de seu tempo e que permanecem atuais. É o caso de ‘Querelas do Brasil’, composta em 1978 por Aldir Blanc e Mauricio Tapajos Gomes, e lançada por Elis no álbum “Transversal do Tempo”. A música aponta as contradições culturais e sociais de um país diante da aproximação da reabertura política.

    “Uma querela é uma desavença em consequência de ideias contrárias, de conflitos, de discussões. Continua tendo esse contraste no Brasil, a gente é esse caldeirão de possibilidades e de combinações incríveis e únicas no mundo e, ao mesmo tempo, está encalacrado”, avalia o produtor musical e filho mais velho de Elis com o músico Ronaldo Bôscoli, João Marcello Bôscoli .

    Na composição, Elis dá voz a mazelas vividas em um país que convivia com a propaganda ufanista do período da ditadura militar. “É uma das músicas de uma fase da carreira em que ela estava bastante engajada em questões político-sociais e também em passar uma mensagem sobre as lutas por democracia, por justiça social, por afirmação de uma identidade brasileira”, ressalta o doutor em história social pela Universidade de São Paulo (USP) Marcos Napolitano.

    Aquarelas e querelas

    Bôscoli destaca, ainda, que “Querelas do Brasil” faz alusão a “Aquarela do Brasil”, canção de Ary Barroso composta em 1939, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. “ ‘Aquarela do Brasil’ está mostrando um quadro de um Brasil perfeito, de valorização do nosso samba, da nossa gente. ‘Querelas do Brasil’ é um outro mapa, que não aborda somente esse aspecto ufanista, mas também traz esse tom de crítica social”, atesta a doutora em história social pela USP Rafaela Lunardi, que defendeu tese sobre a história da Música Popular Brasileira no período da abertura política e é autora do livro “Em busca do Falso Brilhante”, sobre Elis Regina.

    9 min

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Programa Tons do Brasil 19 Anos em nova temporada edição 2024 com o melhor da música brasileira, com apresentação de Shirley Espíndola na rádio🎙Difusora AM 810.