Marco Scarassatti artista sonoro, improvisador e compositor no Tons do brasil com Shirley Espíndola #25
Marco Scarassatti (Campinas, 1971)
Artista sonoro, improvisador e compositor, desenvolve pesquisa e construção de esculturas e instalações sonoras, além de gravações de campo; professor e pesquisador da Faculdade de Educação da UFMG e autor do livro Walter Smetak, o alquimista dos sons (editora Perspectiva / SESC, 2008).
Álbuns lançados: Novelo Elétrico (Creative Sources Recordings, 2014), Rios Enclausuros (Seminal Records, 2015), RUMOR (CSR, 2015), Amoa hi (CSR, 2016), Casa Acústica, fragmentos de uma improvisação diária (CSR, 2017) ), Novelo Elétrico 6 (Antena, 2017), Hackearragacocho (QTV, 2018) e Psychogeography pela gravadora Nottwo do álbum Antonio Panda Gianfratti, Marco Scarassatti, Otomo Yoshihide e Paulo Hartmann (Nottwo, 2019), Sound Builders (Sesc 2019) e Cuatro Cronicas acerca de la ciudad y la ancestralidade (Buh records, 2019), Crônicas Sonoras de Cabo Verde (La Petite Chambre / Autogenenis, 2019), Aglomerado dos seres verticais (PMC, 2019), Ocelot (Homeless Low-fi, 2020), Ela (Rata Sorda Rec, 2020), Mojubá Exu (sirr-ecords, 2020), Caraguatá / Moxotó (fitas tsss, 2020), Disputa e Guerra no Terreiro de Roça de Casa de Avó, com Marina Cyrino, Matthias Koole e Henrique Iwao (Oem Records, 2020), Rua Herval (Homeless Low Fi, 2021), Zero Out, com Abdul Moimeme (Oem Records, 2021).
Em 2013 realizou a instalação sonora RIO, em parceria com o artista plástico Fernando Ancil - exposição Escavar o Futuro, Belo Horizonte.
Foi artista comissionado pela rádio Kunstradio de Viena, para compor a obra Memória do Fogo, em 2015 e também artista comissionado para criar uma instalação sonora para a fachada do teatro Hellerau (Orixás Sonoros, 2016), durante o Festival Tonlagen, 2016.
Participou do Festival MaerzMusik (2017), em Berlim, como consultor curatorial e tocou Sound Plastics de Walter Smetak, durante o festival, na DAAD Art Gallery de Berlim, ao lado de Tomomo Adachi, Mazen Kerbaj, Tuzé de Abreu, Silvia Occugne e Chico Mello.
No final de 2016 foi artista residente no Chile, à convite do CEMLA e programa Ibermúsica, tendo composto, em 2017, a canção 4 Crônicas sobre a cidade e ancestralidade: Belo Horizonte, San Pedro de Atacama, Valparaíso ”.
Em 2017 participou na Documenta 14 (kassel-radio documenta), com as obras Rios enclausuros e Magnum Chaos.
Participou da mostra coletiva O Círculo, na Galeria Milan, em São Paulo, em 2018, com as obras Esù e Oyá.
Em agosto de 2019, participou da residência e exposição coletiva Instrumentes, em Coaty-Salvador, Bahia, com a obra Iyabá.
Ele é o autor, junto com Julia Gerlach, dos textos presentes no livro / catálogo Inventions of Smetak-The Interfused Kingdoms of the Inventor, Sound Artist and Musician Walter Smetak (1913-84)
Participou do projeto Poética Musicada de Walter Smetak, compondo a canção Contínuo, a partir do poema homônimo de Walter Smetak.
Idealizou e co-dirigiu, com Luiz Pretti, o Filme-Partitura Anestesia (2021), inspirado na composição gráfica homônima de Walter Smetak, com estreia marcada para 05/08/2021, no festival Memórias na Música, da Akademie Der Kunst, em Berlim.
Artista convidado e comissionado pelo Festival CULTUREESCAPES 2021 Amazonia, a criar a instalação MataBio, durante os meses de agosto à outubro. A instalação foi exposta no Theatre Chur e no Museu Tinguely, em Basel.
Dirigiu e compôs a música para o espetáculo Noite dos Xamãs, durante o Festival CULTUREESCAPES AMAZONIA 2021, performando ao lado de Ibã Huni Kuin e Livio Tragtenberg, durante os meses de agosto a outubro de 2021, na Suíça.
Tocou ao lado de Mbé na 34°Bienal de São Paulo 2021, na obra "deposição", de Daniel de Paula, Marissa Lee Benedict e David Rueter.