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Maria Cristina Ozzetti, conhecida como Ná Ozzetti, nasceu em São Paulo no dia 12 de dezembro de 1958.
A prática musical se iniciou em casa em companhia de seus irmãos. Estudou piano na infância, começou a cantar na adolescência e, já adulta, formou-se em artes plásticas.
Em 1979 iniciou sua carreira musical com o grupo Rumo, com o qual fez muitos shows e gravou 6 LPs.
Lançou o primeiro álbum solo em 1988, intitulado NÁ OZZETTI, pelo qual recebeu o Prêmio Sharp de revelação feminina na categoria MPB. No segundo disco, NÁ, lançado em 1994, passou a apresentar suas composições. Com este disco conquistou o Prêmio Sharp do ano nas categorias de “melhor disco” e “melhor arranjador” (Dante Ozzetti) no segmento pop-rock.
Em 1996 lançou o CD LOVE LEE RITA, em homenagem à conterrânea Rita Lee. Em 1999 lançou o CD ESTOPIM, com canções inéditas e parcerias com Luiz Tatit, Dante Ozzetti, Itamar Assumpção e Zé Miguel Wisnik.
Em 2000 recebeu o prêmio de “melhor intérprete” no Festival da Música Brasileira promovido pela Rede Globo de Televisão, interpretando a canção “Show”, de Fábio Tagliaferri e Luiz Tatit. Como premiação, lançou o disco SHOW, com repertório de clássicos das décadas de 1940/50.
Em 2005 lançou, com o pianista e compositor André Mehmari o CD PIANO E VOZ e em 2006 o DVD homônimo, incluindo CD com gravações inéditas do DUO de Piano e Voz.
Em 2009 lança o álbum BALANGANDÃS, que traz canções de Assis Valente, Synval Silva, Ary Barroso, Dorival Caymmi e Braguinha, eternizadas na voz de Carmem Miranda. Por este trabalho, Ná e a banda formada por Dante Ozzetti, Mário Manga, Sérgio Reze e Zé Alexandre Carvalho conquistaram o primeiro lugar da categoria de “melhor disco popular” no 5º Prêmio Bravo! Prime de Cultura.
Com a mesma banda gravou os discos MEU QUINTAL (2011) e EMBALAR (2013).
EMBALAR recebeu o Prêmio Governador do Estado de SP.
Ao longo de sua carreira participou de projetos com outros artistas, entre eles Zé Miguel Wisnik, Luiz Tatit, Suzana Salles, Itamar Assumpção, Zélia Duncan, Mônica Salmaso, Ivan Vilela, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Romulo Fróes, Kristoff Silva.
Em 2015 participou de dois diferentes projetos com ícones da música popular contemporânea brasileira, tendo lançado os discos "NÁ e ZÉ" com Zé Miguel Wisnik, e "THIAGO FRANÇA" com o grupo Passo Torto.
Em 2019, para celebrar 40 anos de carreira, Ná estreou o espetáculo “Ná 40 anos de palcos” dirigido pela atriz e diretora Carla Candiotto, com cenário de Marco Lima e iluminação de Wagner Freire.
No mesmo ano o grupo Rumo lançou mais um disco de canções inéditas "UNIVERSO"com a participação de Ná.
Analu Sampaio é uma Baianinha "arretada" que desde muito pequena se permitiu mergulhar nas ondas da música. Apaixonada por Bossa Nova e MPB também se permite surfar por outros estilos mostrando a sua versatilidade porém respeitando a música de qualidade.
Aos 3 anos cantou pela primeira vez em público e aos 5 anos teve a honra de cantar com “Palavra Cantada” começando com o pé direito sua apresentação em um palco.
Ainda aos 5 anos teve a oportunidade de se apresentar na televisão levando com maestria o rótulo de “Mini Elis Regina” cantando canções consagradas pela diva da MPB e conquistando grande parte do público brasileiro. Sua ótima desenvoltura nos palcos rendeu a Analu Sampaio ótimas parcerias musicais. Nossa pequena dividiu o palco com vários artistas da MPB, dentre eles, Roupa Nova, Ivete Sangalo, Toquinho, Sandra de Sá, Baby do Brasil, Tiago Iorc, Sidney Magal, Jorge Vercilo, Daniel, Caçulinha, Palavra Cantada e O Teatro Mágico. Além disso, Analu dividiu canções com Ivan Lins, Rosa Maria Passos, Roberto Menescal, Leila Pinheiro e Flávio Venturini.
Analu Sampaio é uma garota de 13 anos, muito musical que apresenta uma pré disposição incrível para a música. Além de cantar, Analu Sampaio compõe e toca vários instrumentos. O ótimo gosto musical da Analu tem influenciado muito positivamente outros jovens e crianças da sua geração. Ela recebe diariamente o carinho dos fãs dizendo que passaram a escutar MPB/Bossa Nova depois que a conheceu.
Recentemente participou do reality show The Voice Kids 2020 na Rede Globo interpretando clássicos da música brasileira como "Madalena", "Garota de Ipanema", "Upa Neguinho" e "Vou deitar e rolar", chegando à fase semifinal e sendo a candidata mais votada pelo público.
Apesar de muito ter nadado, o mar é infinito para esta onda forte. De personalidade marcante e cabelos coloridos, Analu ainda vai dar muito o que falar.
Conheça um pouco mais em:
Instagram: https://www.instagram.com/analusampaiooficial/
Léla Simões - Voz, Viola e Violino
Léla Simões ( 18/03/1980, Campinas , SP ) é cantora, violista e violinista.
Iniciou seus estudos musicais no piano, ainda na primeira infância sob a orientação de seu pai, Paulo Simões ( Violista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo ). É formada pela Escola Municipal de Música de São Paulo como violinista (1999), tendo como principais professores Uwe Kleber e Aída Machado. Durante a sua formação participou em duas edições do Festival de Inverno de Campos do Jordão ( 1995, 1996 ) e foi violinista da Orquestra da Escola Municipal ( SP ) e da Orquestra APAMAGIS.
Entre 2000 e 2009 dedicou-se ao estudo do teatro. Trabalhou em diversos espetáculos, tanto na área técnica ( luz e som ) quanto na atuação e adaptação de texto.
No ano de 2009 inicia sua carreira como cantora no quarteto Seresta Paulista entre outros conjuntos de música popular brasileira. Em 2017 começa a trabalhar com o violonista, compositor e arranjador Eduardo Gudin.Com ele gravou o álbum Eduardo Gudin e Léla Simões (2019, Selo Sesc ) com a participação de Toquinho, Renato Bráz, Jorge Elder e Edu Ribeiro e o álbum Choros, Valsas e Canções de Eduardo Gudin com Léla Simões e Naila Gallotta ( Proac 2020 ) a ser lançado. Participou do programa Senhor Brasil ( TV Cultura ), do programa Supertônica, apresentado por Arrigo Barnabé ( Rádio Cultura), entre outros, e é aluna do curso Alquimia da Canção ( centro de formação e pesquisa do SESC).
Desenvolve também um trabalho de direção musical, curadoria e apresentação do projeto Léla Simões e Convidados, transmitido pelo canal de youtube do Bar do Alemão - Av Antártica, tradicional casa musical da cidade; e participa como cantora, instrumentista e arranjadora do trio Gol'DeoSim, onde realiza pesquisa e execução de repertório.
Ana Person @anaperson.compositora
Tem produzido vinheta e trilhas musicais para o Projeto 16 anos Cia Mariza Basso Formas Animadas. Participará do encerramento do Projeto Sarau Viva Nordeste 2ª Edição.
Links
https://www.instagram.com/anaperson.compositora/
https://www.facebook.com/anaperson.compositora
https://www.youtube.com/AnaPerson
https://cartadaterra.arteambiental.com.br/
https://souagua.arteambiental.com.br/
Ana Person é compositora, cantora, arranjadora e violonista com dois CDs autorais lançados.
Participou de Festivais e conquistou premiações na área de Teatro, Poesia e Música. Realiza shows, performances, oficinas e vivências em SESCs, SESI’s, na área institucional e particular para públicos diversos.
É diretora artística junto à Cena Cultural Produções, onde desenvolve pesquisas musicais, produções variadas, realiza e coordena Projetos na área infantil e adulto.
Produziu os espetáculos: “Sou Água”, “Samba na bola - o futebol na canção
brasileira”, realiza a Oficina Musical Carta da Terra – para crianças.
É integrante da Cia. Paralatimbum com espetáculo “Mãe, por que será?” sendo responsável pela concepção e direção musical e desde 2016 atua no grupo Viajantes de Contação de histórias.
Na pandemia lançou o Presente Emoção - homenagens musicais ao vivo online.
Tem participado de lives como convidada especial.
Participou do Festival Internacional Carta da Terra 20 anos.
Do Festival Internacional Carta da Terra para crianças.
Foi premiada no Edital Arte em toda parte/Funarte
Léla Simões - Voz, Viola e Violino
Léla Simões ( 18/03/1980, Campinas , SP ) é cantora, violista e violinista.
Iniciou seus estudos musicais no piano, ainda na primeira infância sob a orientação de seu pai, Paulo Simões ( Violista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo ). É formada pela Escola Municipal de Música de São Paulo como violinista (1999), tendo como principais professores Uwe Kleber e Aída Machado. Durante a sua formação participou em duas edições do Festival de Inverno de Campos do Jordão ( 1995, 1996 ) e foi violinista da Orquestra da Escola Municipal ( SP ) e da Orquestra APAMAGIS.
Entre 2000 e 2009 dedicou-se ao estudo do teatro. Trabalhou em diversos espetáculos, tanto na área técnica ( luz e som ) quanto na atuação e adaptação de texto.
No ano de 2009 inicia sua carreira como cantora no quarteto Seresta Paulista entre outros conjuntos de música popular brasileira. Em 2017 começa a trabalhar com o violonista, compositor e arranjador Eduardo Gudin.Com ele gravou o álbum Eduardo Gudin e Léla Simões (2019, Selo Sesc ) com a participação de Toquinho, Renato Bráz, Jorge Elder e Edu Ribeiro e o álbum Choros, Valsas e Canções de Eduardo Gudin com Léla Simões e Naila Gallotta ( Proac 2020 ) a ser lançado. Participou do programa Senhor Brasil ( TV Cultura ), do programa Supertônica, apresentado por Arrigo Barnabé ( Rádio Cultura), entre outros, e é aluna do curso Alquimia da Canção ( centro de formação e pesquisa do SESC).
Desenvolve também um trabalho de direção musical, curadoria e apresentação do projeto Léla Simões e Convidados, transmitido pelo canal de youtube do Bar do Alemão - Av Antártica, tradicional casa musical da cidade; e participa como cantora, instrumentista e arranjadora do trio Gol'DeoSim, onde realiza pesquisa e execução de repertório.
Marcelo Abud @abudmarcelo
Mestre em Comunicação pela UNIP. Possui graduação em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Casper Líbero (1993). Pós-graduado em Formação de Professores para o Ensino Superior (UNIP). Atualmente é professor nas áreas de criação e produção em áudio da FAAP e, desde 2012, realiza os podcasts de cidadania e educação do Instituto Claro (projeto de Responsabilidade Social vencedor do Prêmio Marketing Best Sustentabilidade 2016) . Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Criação e Produção para áudio e vídeo. Atuou como professor convidado no SENAC e no Colégio Pueri Domus em workshops sobre blog e podcast. É responsável pelo quadro "#HOJEPO", nos canais digitais do Guia dos Curiosos. Desde 1990 é também redator/roteirista de rádio e TV; locutor profissional e podcaster. Entre as principais experiências em rádio estão a Gazeta, a Vanguarda FM de Sorocaba e o Sistema Shopping de Comunicação. Como roteirista de vídeo, participou de dezenas de projetos veiculados em emissoras como TV Cultura, Futura e Bandeirantes. Em 2016, passa a integrar o corpo de críticos de rádio da APCA. É pesquisador do MusiMid - Centro de Estudos em Música e Mídia. Idealizador e criador do blog Peças Raras: https://pecasraras.blogspot.com
São Paulo, 1 de setembro de 2021 – Neste mês, comemora-se 100 anos do nascimento de Paulo Freire, patrono da educação brasileira e considerado um dos mais importantes pensadores mundiais para este tema. Para celebrar a memória deste incentivador da alfabetização no País, o Instituto Claro lança uma série especial, com acesso gratuito, formada por conteúdo digital multimídia de referência para docentes e público em geral.
Entre os materiais que serão disponibilizados no site do Instituto Claro, estão: um podcast sobre cidadania, com participação do Frei Betto; dois podcasts relacionados à educação, sendo uma entrevista com Paulo Roberto Padilha, sobre os tempos de fake news, e um audiodrama com texto de Fernando Silveira e trilha sonora original de Reynaldo Bessa, abordando pensamentos de Freire em prol da educação; um vídeo sobre o livro Pedagogia da Esperança; uma reportagem a respeito da permeabilidade do pensamento freiriano; planos de aula abordando os temas ‘Alfabetização inspirada em Paulo Freire’ e ‘Paulo Freire e a histórica da educação popular no Brasil’ e uma linha do tempo contemplando a cronologia da vida e obras de Paulo Freire.
Para ter acesso ao conteúdo exclusivo, basta visitar o site: https://www.institutoclaro.org.br/educacao/para-aprender/estudos/paulo-freire-100-anos/ .
Luccas Martins Percussionista, produtor musical e compositor
Multi-instrumentista e produtor musical cursou Percussão Popular na Escola de Música do Estado de São Paulo, “EMESP Tom Jobim” (2005- 2010) sob a orientação de músicos renomados como Guello, Ari Colares e Lilian Carmona. O currículo traz apresentações ao lado de grandes nomes da canção da MPB como Sérgio Reis e, de expoentes da tradicional música instrumental brasileira, como o violonista Zé Barbeiro e o baixista Rogério Botter Maio. Também já se apresentou ao lado da cantora e percussionista italiana, Alessandra Belloni, que foi eleita a melhor percussionista do mundo.
Cursou Licenciatura Plena em Música na Faculdade de Artes Alcântara Machado, "FAAM" (2008-2012). Desde 2009, ministra aulas de percussão e atua como músico profissional em shows e gravações. Enquanto produtor musical trabalhou em projetos com Toninho Carrasqueira, Toinho Melodia, Arleno Farias, entre outros.
Em 2017, seu trabalho autoral "Serelepe", voltado à música nordestina, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira na categoria “Melhor Grupo de Música Regional”.
A experimentação e originalidade são marcas registradas do artista. Seja enquanto percussionista, pesquisando e montando seus setups de percussão com instrumentos específicos como o handpan e o berimbau; como compositor fazendo arranjos para formações que vão desde orquestra sinfônica a quarteto com formações de música alternativa do grupo Luccas Martins Trupe com acordeon, trompete, vibrafone e percuteria; ou como produtor musical, utilizando técnicas de gravação e mixagem inusitadas que dão uma estética autêntica a qualquer projeto.
Samothrace é o mais novo single de Luccas Martins. A música retrata o encantamento do compositor ao se deparar com a escultura Vitória
de Samotrácia no Museu do Louvre e foi gravada ao vivo numa praça em Paris.
Este é o segundo single deste trabalho do artista multi-instrumentista que segue o sucesso de Ibiza Y Sonidos, lançado em Março de 2021, com
faixas de handpan e pandeiro gravadas em Ibiza, na Espanha. Mirlo já ultrapassa 56.000 plays nas plataformas digitais de música e teve uma
excelente recepção no exterior como Estados Unidos, Alemanha e França. As músicas fazem parte de seu novo EP que será lançado ainda este
ano.
LUCCAS MARTINS - MINI BIO - https://www.luccasmartins.com.br/
Atualmente radicado em Vitória/ES, o multi-instrumentista, compositor e produtor musical de Louveira/SP, cursou Percussão Popular na EMESP Tom Jobim. A experimentação e originalidade são suas marcas registradas, seja enquanto percussionista, pesquisando e montando seus setups de percussão com instrumentos específicos como o handpan e o berimbau; como compositor fazendo arranjos para formações que vão desde orquestra sinfônica a seu quarteto Luccas Martins Trupe com acordeon, trompete, vibrafone e percuteria; ou como produtor musical, utilizando técnicas de gravação e mixagem inusitadas que dão uma estética autêntica aos projetos. Em 2017, seu trabalho autoral "Serelepe", voltado à música nordestina, no qual Luccas assina a produção musical, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira na categoria “Melhor Grupo de Música Regional”. Em outubro de 2019, o disco "Forró Por Aí..." figurou entre os discos de World Music mais tocados nas rádios da Europa.
OUÇA SAMOTHRACE NAS PLATAFORMAS DE STREAMING
https://song.link/i/1577573936
REDES SOCIAIS
YouTube: https://bit.ly/YTcanalLuccasMartins
Instagram: https://www.instagram.com/luccasmartinsmusic/
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Cláudia de Queiroz: Iniciou seus estudos de música na Escola de Música de Jundiaí, com a profa. Josette S.M.Feres. É bacharel em Regência pela UNICAMP e Pós-graduada em Regência Coral pela Alpha Cursos / IES FACEC. Vem participando de diversos cursos de aperfeiçoamento nas áreas de canto coral e orquestra, coro cênico com Reynaldo Puebla, e reeducação do movimento com Ivaldo Bertazzo. É regente titular da Cia. Canto Vivo, do Coral Divino em Canto e do Coral Azul e Branco – Clube Jundiaiense, todos da cidade de Jundiaí (SP).
A CIA.CANTO VIVO, coral de Jundiaí(SP) fundado em 1986, teve inicialmente como regente, o maestro Marco Antonio A. Cunha, e a partir de 1992, passou a ser dirigida por Cláudia de Queiroz. Em 1994, a Cia. estreou o musical “Os Miseráveis”, apresentado, durante dois anos, em várias cidades do Estado de São Paulo. Entre 2004 e 2007 promoveu a série “Coral ao Quadrado” (que foi retomada em 2014), com o objetivo de intercâmbio com corais de Jundiaí e cidades vizinhas. Em 2006, estreou o musical “O Clube da Gula”, inspirado em obra de Luis Fernando Veríssimo, cuja temporada se encerrou no auditório da UNIFESP (São Paulo), em 2007. Em 2010, 2011 e 2014 participou da Virada Cultural Paulista. A Cia. venceu o Mapa Cultural Paulista (Região Campinas) nas edições 2000, 2009 e 2013. Em 2011, em comemoração aos 25 anos do grupo, lançou seu primeiro CD e estreou a remontagem do musical “Os Miseráveis”.
Por conta da pandemia, o último ensaio presencial do coral aconteceu em março do ano passado, quando os ensaios passaram a ser virtuais. E, ao invés de realizar concertos ao vivo, a Cia.Canto Vivo começou a gravar vídeos, os chamados coros virtuais.
Para arrecadar fundos para conseguir manter o seu trabalho nesse ano tão especial, a Cia. Canto Vivo conta com a ajuda de todos aqueles que acreditam na importância da cultura. E, para quem quiser apoiar, tem duas opções:
1) Contribuir com a nova campanha de financiamento coletivo lançada pelo grupo (é a famosa vaquinha, só que virtual!). Nesse caso, os apoiadores concorrem a prêmios especiais! Basta acessar o link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/cia-canto-vivo-35-anos-um-outro-cantar
2) Ou fazer uma doação pelo PIX! Usando chave (03614924000176) ou o QR code em anexo.
Costume Blue
Um baterista rock-heavy, um baixista funk-soul, um tecladista da canção brasileira, um vocalista de estirpe de cantador nordestino: Costume Blue. Qual o lugar de uma grupo formado por integrantes de trajetórias e personalidades artísticas tão diferentes no atual cenário da música brasileira?
A resposta é um raro senso de coesão em uma das bandas brasileiras cuja sonoridade não denuncia fraturas, discrepâncias ou “colagens ecléticas”. Costume Blue é pós-rock, é pós-blues, é pós-MPB. E ao mesmo tempo é figurino sonoro sem pregas, amarraduras. Nada de colcha de retalhos.
Mas não se pense que a banda carece de identidade. E uma pista de tal identidade está no próprio nome do grupo. Afinal, blue (azul) indica o tônus de melancolia que reside nas belas melodias que a banda constrói. Já costume significa hábito, prática frequente, modo de pensar ou agir. E também indica o traje, masculino ou feminino, composto de calça, paletó e colete. Ao mesmo tempo, remete a customizar. Assim, o ouvinte encontra na sonoridade do grupo o esmero melódico (blue) – de fundo melancólico até nas composições mais “animadinhas” – inscrito em um figurino (costume) no qual gêneros distintos convivem de modo natural e fluente a ponto de não se mostrar o alinhavo da costura. Alfaiataria musical sem máquina de costura e sem rotulagem.
Se no início da trajetória do grupo o blues era um eixo em torno do qual outros gêneros se coligavam, como se pode perceber em seu álbum de estreia, homônimo, de 2016, a banda evoluiu, no álbum Ausência de 2019, para uma alfaiataria de cancioneiro-blues-baião-rock-balada-aboio-repente.
Em 2020 a pandemia interrompeu a temporada de shows da banda, embora dois clipes tenham sido lançados, do contagiante blues-baião Fogo e do “rock de estrada” Contanto que Eu Vá. Ao mesmo tempo, o grupo iniciou a gravação do seu próximo álbum, previsto para 2021.
Reynaldo Bessa é músico, poeta, escritor e professor. Já lançou sete CD’s.
O trabalho de estreia foi “Outros Sóis” (1994). Em 1996, lançou “O Beco das Frutas” (Selo – Alpha Music); em 2000, lançou o elogiado “Angico” (relançado em 2004 pelo selo Devil discos); e em 2007, veio com “O Som da Cabeça do Elefante” (Selo – Devil Discos). Estes dois últimos selecionados para importantes prêmios de música. Em 2008 lançou seu quinto trabalho, “Com os Dentes”. Diferentemente dos anteriores, em seu primeiro registro ao vivo, Bessa dá voz e ritmo a poemas de autores clássicos como Alphonsus de Guimarães (Hão de Chorar por Ela os Cinamomos”) e contemporâneos como Fabrício Carpinejar (Cartas de Amor) passando por Drummond, Leminski, Bukowski, Alice Ruiz e outros nomes das letras.
Bessa tem parcerias com grandes nomes da Música brasileira. Entre elas, a música “Por Amor”, dele e Zé Rodrix, foi gravada pelo grupo IRA! no acústico MTV do grupo. Depois, em carreira solo, Nasi, (vocalista do grupo Ira!) regravou “Por amor” agora dividindo a voz com Vanessa Krongold. (Cd e DVD). Bessa teve também sua música “Devastador” gravada pela cantora Rita Ribeiro. Em 2008 o artista viajou pela Europa onde tocou em diversos países, como: Portugal, Itália, França, Alemanha, Suíça, Inglaterra, Holanda. Em 2009 tocou em Cochabamba e Sucre, e La Paz, na Bolívia.
O artista já tocou ao lado de grandes nomes da MPB, como Chico César, Zeca Baleiro, Walter Franco, Sá e Guarabyra, Zé Geraldo, entre outros. Participou de diversos festivais de música pelo Brasil onde foi premiado diversas vezes. No início de 2009 o artista também lançou seu primeiro livro de poemas (Outros Barulhos - Poemas) Prêmio Jabuti 2009 (Poesia) O livro traz a orelha do poeta Fabrício Carpinejar. Em 2011 lançou seu livro de contos “Algarobas Urbanas” (Finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2010), pela editora Patuá. E em 2012, lançou mais um de poesia: “Não tenho pena do poema” (Rubra Cartoneira Editorial - Londrina-PR). Além disso, o escritor-músico ministra oficinas de criação literária (mais de 200 só em São Paulo) em diversas bibliotecas públicas de São Paulo e outras cidades. O artista lançou em 22 de junho de 2013 o seu quarto livro de poemas: “Cisco no olho da memória” (Terracota Editora/Selo Musa Rara) – 2013 (Prêmio Internacional da UBE – RJ – União Brasileira dos Escritores - 2014). Em 2014 lançou seu romance de estreia: Na última lona (Editora Penalux). O autor já foi júri de grandes prêmios literários, entre eles o Prêmio Portugal Telecom de Literatura, Jabuti, OffFlip, entre outros. Também foi/é jurado de diversos festivais de música pelo interior do país. Também escreve para sites, blogues, jornais sobre literatura, música e poesia, e tem contos, crônicas, poemas publicados em revistas, jornais, suplementos literários pelo Brasil e exterior. Em 2018, lançou seu terceiro livro de poemas Do pássaro voando ao contrário, pela editora Penalux. Já em setembro de 2020, o autor lançou seu segundo livro de contos “A noite além de escura”, também pela editora Penalux.Atualmente, o artista está em campanha de divulgação do seu sétimo disco – O futuro que me alcance – nas plataformas digitais.
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