“Os militares passaram todos esses anos, desde o fim da ditadura, num esforço claro de lavar a cara, de formar uma boa imagem frente à opinião pública. E haviam conseguido. Mas, com a tragédia desse governo --que é uma tragédia de qualquer ponto que se examine e que tem a participação de militares--, a conta virá e já está chegando. É essa identificação de um governo trágico incompetente, safado, com os seus vínculos militares. Isso é muito ruim”, diz o presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, JAIR KRISCHKE. Um dos maiores pesquisadores do país sobre a Operação Condor, ele fala ao TUTAMÉIA sobre crimes cometidos pelas ditaduras sul-americanas, narra histórias de militantes que foram perseguidos, presos e assassinados, compara os processos de redemocratização na região, cobra ações da Justiça e avalia a situação brasileira. Leia, comente, compartilhe e se inscreva no TUTAMÉIA TV).