
Sign up to save your podcasts
Or


E hoje dando continuidade a nossa série de episódios sobre afetos e amores, vamos conversar sobre relacionamentos afrocentrados.
No episódio anterior nós conversamos sobre relacionamentos inter-raciais e o quanto esses são atravessados por um ciclo de violências que vão desde físicas, até, moral, matrimonial sexual e psicológica. Muitas dessas violências estão ligadas a estruturas que existem em nossa sociedade como racismo, machismo, sexismo, entre outros, que atravessam as vivências e a construção desses relacionamentos.
A falta de afeto, empatia e respeito, ocupam o lugar do que deveria ser amor, cuidado e união. Casais que estão vivendo uma solidão a dois, por não se conhecerem e não conhecerem o outro, suas lutas e sua vivência.
Mas conhecer a vivência é o suficiente para que o relacionamento seja saudável?
Em relacionamentos afrocentrados acontecem essas violências que conversamos no episódio anterior? Então vamos conversar sobre relacionamentos afrocentrados.
_____
Fale conosco:
E-mail : [email protected]
Instagram: aqui
Twitter: aqui
_____
Quem somos?
Cléo Martins
Camila Nunes
Laís Zkaya
Jorge Guerra
Natália Magalhães
Nossos últimos episódios tem sido direcionados a falar de amor e relacionamentos.
Então começo com um lembrete: "todos merecem o amor, todos merecem ser amados!"
E dito isso, o nosso 10° episódio 👏🏾👏🏾👏🏾 falamos um pouco sobre a nossa percepção sobre relacionamentos interraciais... Uma discussão que não é sobre proibir ou julgar casais interraciais, mas sobre democratizar os relacionamentos.
_____
Fale conosco:
E-mail : [email protected]
Instagram: aqui
Twitter: aqui
_____
Quem somos?
Cléo Martins
Camila Nunes
Laís Zkaya
Jorge Guerra
Natália Magalhães
No programa de hoje vamos falar sobre relacionamentos amorosos entre pessoas de raças diferentes, possíveis possibilidades de afetos e como o racismo pode interferir socialmente e internamente dentro da relação.
Sim, o amor tem cor e não é por existir amor que questões Raciais não vão aparecer.
Vem com a gente ouvir nossa vivência e nossas visões sobre o assunto. :)
_____
Fale conosco:
E-mail : [email protected]
Instagram: aqui
Twitter: aqui
_____
Quem somos?
Cléo Martins
Camila Nunes
Laís Zkaya
Jorge Guerra
Natália Magalhães
O racismo é uma "autorização pra inventar o outro" e a hipersexualização do corpo negro é um resultado direto dessa invenção.
No episódio dessa semana, conversamos sobre esse tema trazendo as nossas experiências e impressões desse nosso jeitinho de quem sempre tem MUITO A DIZER!
Uakani é o nosso quilombo e esperamos que você aceite o convite pra fazer parte dessa nossa construção.
_____
Fale conosco:
E-mail : [email protected]
Instagram: aqui
Twitter: aqui
_____
Quem somos?
Cléo Martins
Camila Nunes
Laís Zkaya
Jorge Guerra
Natália Magalhães
O racismo é uma "autorização pra inventar o outro" e a hipersexualização do corpo negro é um resultado direto dessa invenção.
No episódio dessa semana, conversamos sobre esse tema trazendo as nossas experiências e impressões desse nosso jeitinho de quem sempre tem MUITO A DIZER!
Uakani é o nosso quilombo e esperamos que você aceite o convite pra fazer parte dessa nossa construção.
_____
Fale conosco:
E-mail : [email protected]
Instagram: aqui
Twitter: aqui
_____
Quem somos?
Cléo Martins
Camila Nunes
Laís Zkaya
Jorge Guerra
Natália Magalhães
O Amor por definição é uma emoção ou um sentimento que leva uma pessoa a desejar o bem a outra pessoa, ou alguma coisa.
Mas o amor não tem uma definição única, nem é uma fórmula pronta, cada pessoa experiência o amor de formas diferentes, e há diversas formas de amar, e no episódio dessa semana vamos conversar sobre o amor, e o amar.
_____
Fale conosco:
E-mail : [email protected]
Instagram: aqui
Twitter: aqui
_____
Quem somos?
Cléo Martins
Camila Nunes
Laís Zkaya
Jorge Guerra
Natália Magalhães
Vidas negras importam, vidas negras importam...
Diversas marcas e empresas pensam seus produtos e ações e se posicionam para determinadas populações, mas nem sempre esse engajamento nas lutas sociais se da de forma empática e humana, pois suas ações no dia-a-dia excluem outros segmentos e reforçam preconceitos e descriminações estruturais existentes em nossa sociedade.
A importância das marcas e empresas se posicionarem pensando em suas ações e produtos para todos os públicos é uma forma de humaniza-las e tornarem agentes ativos nas lutas raciais e outras demandas sociais. Mas o que você entende por humanização das marcas?
Ao mesmo tempo, muitas dessas marcas sofrem boicotes de segmentos que se sentem prejudicados devido ao seu posicionamento. Em uma pesquisa da Accenture apontou que 79% dos brasileiros optam por marcas que expõe seus posicionamentos políticos, social ou cultural, deixando de optar por marcas que se mantêm neutras nessas questões.
As marcas devem mesmo abordar e se posicionar sobre essas temáticas, ou devem se manter neutras evitando debate público?
_____
Fale conosco:
E-mail : [email protected]
Instagram: aqui
Twitter: aqui
_____
Quem somos?
Cléo Martins
Camila Nunes
Laís Zkaya
Jorge Guerra
Natália Magalhães
Você não é negra, não não! Você é moreninha!
Pode até parecer uma frase aleatória e fora de contexto. Mas cada um de nós já passou por por alguma situação em que a sociedade não nos reconhecia como pessoas negras ou nos desmotivava a buscar esse entendimento, então nosso episódio 4 é: Quando nós nos descobrimos negros!
Ah, mas vocês não sabiam que eram negros? Como assim? Então, a gente sabia...mas vem cá entender como foi para a gente essa intensa e transformadora descoberta do pertencimento.
E falando em pertencimento, 20/11 é o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, a data faz referência à morte de Zumbi, um símbolo da luta e resistência dos negros escravizados no Brasil.
_____
Fale conosco:
E-mail : [email protected]
Instagram: aqui
Twitter: aqui
_____
Quem somos?
Cléo Martins
Camila Nunes
Laís Zkaya
Jorge Guerra
Natália Magalhães
No episódio dessa semana conversamos sobre a impossibilidade de existir um “racismo reverso”. Quando falamos em racismo, estamos falando sobre uma estrutura de poder em que pessoas brancas são privilegiadas às custas da vida de pessoas não brancas.
Assim, pessoas negras não possuem poder estrutural para oprimir pessoas brancas numa espécie de “reverso”. Muito antes de levantar o debate sobre algo que não existe, precisamos estudar sobre o que é o racismo em si, como ele se comporta e quais são as suas consequências nas vidas das pessoas que sofrem com ele.
As discussões sobre “racismo reverso” são nada mais nada menos que o próprio racismo buscando métodos de se manter na sociedade e sempre surgem como reação a qualquer situação que coloque pessoas pretas em destaque.
As pessoas brancas estão acostumadas a serem sempre o centro das atenções em qualquer situação e, quando falam sobre racismo reverso, estão, na verdade, manifestando o medo de perderem os seus privilégios de pessoas brancas.
_____
Fale conosco:
E-mail : [email protected]
Instagram: aqui
Twitter: aqui
_____
Quem somos?
Cléo Martins
Camila Nunes
Laís Zkaya
Jorge Guerra
Natália Magalhães
From the publisher's feed