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“Respondeu ela: Bebe, meu senhor. Então com presteza abaixou o seu cântaro sobre a mão e deu-lhe de beber. E quando acabou de lhe dar de beber, disse: Tirarei também água para os teus camelos, até que acabem de beber.”( Gn 24:18-29)
Abraão desejava escolher uma esposa para seu filho. Para isso, fez seu servo de confiança seguir para a cidade de Naor, seu irmão, e de lá trazer uma escolhida. O servo seguiu e junto a fonte, ele aguardava uma donzela que descesse e desse água tanto para ele como para os seus camelos. A fonte determinaria o destino e o cântaro definiria a promessa. Você possui uma essência, e quando ela for derramada sobre improváveis o céu te encontrará. Você não é achado pelas águas que retém, mas pelas águas que libera. Teu cântaro carrega água, mas o enviado do Pai está esperando que no derramar das tuas águas você sacie a sede daqueles que caminham pelo deserto. O teu servir te habilita para o propósito. Quando você se doa, o céu te separa. Rebeca deu água para o servo e para os camelos sem esperar recompensa. Ela não sabia que nos camelos havia riquezas. Quando você oferta das suas águas e suas mãos trabalham por improváveis, os tesouros escondidos são liberados para te abençoar. Camelos podem carregar tesouros que serão acessados apenas pelo teu servir. Rebeca fez o que nenhuma donzela fez e Isaque a amou. Se você deseja atrair a atenção dos céus libere das suas águas, vire o seu cântaro e a fonte que te cura curará o outro. Não é sobre fazer, mas é sobre ofertar tudo de si até que tua essência transforme realidades. Esteja disposto a ser derramado e o movimento do teu cântaro será a confirmação da tua promessa.
“Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos.” ( Dn 6:10)
A exposição te faz vítima. Janelas abertas te levam para covas de injustiça. Foi assim com Bate Seba, com Daniel, e quando suas janelas não protegem sua intimidade, quem te vê, te expõe. O que você carrega é só seu e sua nudez deve ser preservada apenas para o teu secreto. Do contrário, o inimigo usará das tuas janelas para te acusar e da tua inocência para te desacreditar. As covas de injustiça nos isolam, nos excluem e a impotência diante dos apontamentos amarram nossas mãos impedindo nossa adoração. Os questionamentos e a falsa culpa tentam roubar a nossa paz e a mente se torna um agente torturador. A cova é fria, é horrenda, é blindada e por mais que se grite ninguém pode ouvir sobre nossa inocência. Mas, inocente atrai o Valente. O Anjo do Senhor será enviado para te respaldar, virá incumbido para te separar e encarregado para te livrar. A cova era para que você silenciasse sua fé, aceitasse a falência dos teus fundamentos e desistisse dos teus posicionamentos. Homens são competentes para te lançar na cova, mas para te tirar de lá só o Rei. E quando Ele te chama, Ele te livra. Quando te livra, te inocenta. Quando te inocenta, te honra. O anel real abre o que o inimigo fechou, e traz escape ao que o inimigo deturpou. Não abra suas janelas, não exponha sua intimidade, mas se elas te denunciarem, passe pela cova sabendo que elas te ligarão ao rei e te reposicionarão a um lugar ainda maior de autoridade. As exposições do teu secreto não promoverão tua morte, mas serão cicatrizes públicas de um inocente que não se vendeu. Entregue ao Senhor a tua integridade e saiba que o processo da falsa acusação fará gerar sobre teu destino a realidade de uma grande aprovação .
“E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre ” (Ap 3:7)
Portas abertas não indicam aprovação, nem portas fechadas indicam privação, mas elas apontam a continuidade de um processo que precisa gerar a promessa. Existem portas que mesmo perfeitas continuarão fechadas. Acessos que mesmo dignos permanecerão vetados. O novo de Deus não se estabelece pelo que foi aberto, mas se estabelece pelo que foi escrito. O anjo levou Ezequiel à porta leste do muro externo do templo, mas ela estava fechada. E o Senhor disse: “esta porta deve permanecer fechada e nunca será aberta, pois o Deus de Israel entrou por ela, e somente o príncipe poderá sentar-se junto a ela para comer na presença do Senhor. ( Ezequiel 44)” Entenda que portas fechadas também carregam junto a elas mesas que alimentam príncipes. Há um banquete dentro do palácio, abundância dentro dos muros, mas ainda que as portas leste se fechem, o Pai preparará junto a esta uma mesa de milagres para te sustentar. Portas abertas te levarão a lugares de provisão, mas portas fechadas te levarão a lugares de glorificação . O que está fechado não tem poder para remover príncipes que decidiram se assentar em autoridade. Ciclos fechados não paralisam seu propósito. Então ainda que a porta leste não se abra, as mesas da presença serão preparadas para aqueles que continuarem assentados em seus lugares de destino. Não saia do lugar que o céu te confiou, e as mesas de milagres não faltarão junto às tuas portas. Promessa não é o que se abre e conquista, mas é o que se espera e crê.
“Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.”( Sl 139:14)
Tua identidade foi a forma que o Pai encontrou de marcar a criação. Ela acessa a eternidade e impulsiona o movimento das estações. Por isso que seu sorriso impacta pessoas, seu abraço cura destinos e tua presença pode sustentar um céu aonde você chega. O desenho dos teus polegares determinam portas específicas. Portas que serão abertas só para você. Da mesma forma, os ciclos que funcionarão como processos. Eles serão como agentes reposicionando tronos, ambientes e lugares únicos só para você se assentar. Pela tua identidade, por ser quem você é, túnicas coloridas serão liberadas, anéis de selar serão disponibilizados, cajados que florescem serão ativados e se for preciso, até novas leis serão comunicadas para que você viva as promessas destinadas a teu respeito ( filhas de Zelofeade em Num. 27). Tudo isso porque os céus enxergam e acreditam no tesouro que você carrega e no valor único que você tem. A mentira da insignificância dirá que você é mais um e que nem Deus se importa com o teu destino . Mas, a tua diferença te difere e a tua identidade te empodera. Se uns ficam no barco, para as tuas digitais está escrito : ande sobre as águas. Se outros se sentam à mesa, para as tuas digitais está escrito: carregue o perfume que transforma. Existe um plano único e perfeito para uma identidade única e preciosa como a tua. Por isso, confie na bondade do Pai e o poder das tuas digitais transformarão os sonhos da eternidade nas promessas da tua realidade. Nunca foi sobre competência, e sim sobre sua essência.
“Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.”( Sl 139:14)
Tua identidade foi a forma que o Pai encontrou de marcar a criação. Ela acessa a eternidade e impulsiona o movimento das estações. Por isso que seu sorriso impacta pessoas, seu abraço cura destinos e tua presença pode sustentar um céu aonde você chega. O desenho dos teus polegares determinam portas específicas. Portas que serão abertas só para você. Da mesma forma, os ciclos que funcionarão como processos. Eles serão como agentes reposicionando tronos, ambientes e lugares únicos só para você se assentar. Pela tua identidade, por ser quem você é, túnicas coloridas serão liberadas, anéis de selar serão disponibilizados, cajados que florescem serão ativados e se for preciso, até novas leis serão comunicadas para que você viva as promessas destinadas a teu respeito ( filhas de Zelofeade em Num. 27). Tudo isso porque os céus enxergam e acreditam no tesouro que você carrega e no valor único que você tem. A mentira da insignificância dirá que você é mais um e que nem Deus se importa com o teu destino . Mas, a tua diferença te difere e a tua identidade te empodera. Se uns ficam no barco, para as tuas digitais está escrito : ande sobre as águas. Se outros se sentam à mesa, para as tuas digitais está escrito: carregue o perfume que transforma. Existe um plano único e perfeito para uma identidade única e preciosa como a tua. Por isso, confie na bondade do Pai e o poder das tuas digitais transformarão os sonhos da eternidade nas promessas da tua realidade. Nunca foi sobre competência, e sim sobre sua essência.
“Forjem os seus arados, fazendo deles espadas; e de suas foices façam lanças. Diga o fraco: "Sou um guerreiro!" (Joel 3:10)
Durante a caminhada do povo de Israel no deserto, Deus foi revelando a cada ponto de chegada a intenção do seu coração. Foi em Sivan, o início do mês de junho em nosso calendário, que o povo chegou no Sinai e Moisés recebeu as leis do coração Deus. É um processo chegar aonde Deus quer. Sair do conforto e subir o monte para tocar promessas. Deus se move com quem se move. E não desistir até marcar com os pés os lugares que Deus estabeleceu é uma conquista diária. Em sua caminhada haverá decretos, instruções e determinações que ligarão a boca do Pai a sua história. Por isso que Sivan é o mês da semente, da nutrição, mas também é o mês da espada. Sementes geram. Espadas conquistam. Sementes são provisão. Espadas são aceleração. Gerar e conquistar são ativações que tocarão o seu destino se você caminhar pela Palavra do Sinai. As liberações e aplicações desses decretos te esconderão na nuvem e te forjarão no fogo. Te capacitarão para plantar e conquistar. Entenda o tempo da enxada, do grão e da espada. Saiba discernir entre o tempo da provisão e o tempo da aceleração. Ative o grão, mas acesse a espada. A Palavra do Sinai fará do fraco forte, e as espadas que brotarem dos seus arados os habilitarão para um tempo de acesso a despojos. Toque o Sinai, suba em direção a presença, e a boca de Deus liberará para tua caminhada a Palavra que será a semente que te sustenta e a espada que te armamenta. Sivan, mês de Zebulom, mês de plantar, conquistar e provar que o Senhor é Bom.
“Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova (…) porventura não a percebeis? (Is 43:18-19)
Quem se lembra do antigo, não percebe o novo. Para perceber o que os céus estão gerando seu coração precisa desconsiderar os ciclos de ontem. A questão nunca foi a novidade do Espírito disponível a mim, e sim o passado que eu considero como verdade. A transição de uma estação não define se houve início ou fim de um tempo, mas o que eu decido sim. O novo de Deus só pode ser ativado se eu romper o princípio da estagnação. Hoje é o novo, e a partir de amanhã, o hoje será passado para que uma outra novidade seja vivida. Então, transforme-se. Recrie-se para experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Quem desconsidera o velho vive a gratidão do novo. Decida crer, e entenda que suas maiores guerras não serão travadas fora, mas serão travadas dentro, entre você e o impostor que teima governar. Temos uma Hagar, uma velha natureza, que insiste em nos fazer olhar apenas para o deserto, não nos deixando perceber que existe uma fonte ao nosso lado pronta para nos dar vida outra vez. Quem percebe a fonte faz do deserto o lugar de empoderamento para o seu destino. Lance fora tua Hagar sem direito a seguro-desemprego. Perceba a fonte que te cerca, e até os lugares assolados cantarão a glória de um novo tempo sobre a tua história.
“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.”( Gl 2:20)
O casulo da cruz transforma sua estrutura para voar. Quem decide voar não se contenta mais em rastejar, e até que receba asas, a cruz e os pregos serão o único caminho para uma nova vida. No decorrer da nossa história, levantamos alguns muros dentro do nosso coração. Nos isolamos com a tratativa de que estamos escondidos em Deus. Outras vezes, nos convencemos de que suprindo a necessidade de todos é suficiente, quando na verdade, em nossos momentos de dificuldade nos escondemos para não incomodar. No servir eu abafo meu orgulho. Quem se isola, morre aprisionado, mas quem se esconde, renasce para o propósito. Você pode fazer de suas paredes tua morte ou a engrenagem do teu processo, teu sepultamento ou o início da tua metamorfose. Tuas emoções, teus traumas, tua infância e tuas lembranças podem ser o motivo para você rastejar ou o impulso para você voar. Você tem a escolha, e essa é a chave para o teu destino. A cruz é o casulo que te transforma. Ela pode fazer nascer voos de glória a partir de sua estrutura limitada. Aquilo que te fez rastejar, agora pelo processo da cruz será a cura que te fará voar. É no casulo da cruz que você precisa se esconder, e os pregos da tua crucificação cuidarão para que ao terceiro dia renasça da tua morte o espetáculo de uma nova vida
“Pois vejam! Criarei novos céus e nova terra, e as coisas passadas não serão lembradas(…) Alegrem-se, porém, e regozijem-se para sempre no que vou criar, porque vou criar Jerusalém para regozijo e seu povo para alegria.“ ( Is 65:17-18)
O novo de Deus não é uma estação vinculada a facilidades, mas é uma promessa vinculada a processos. Os processos de Hadassa conectaram uma menina órfã a maturidade de uma rainha. Os processos de Ana conectaram uma estéril a maternidade de um libertador. Quem vence processos, acessa palácios. Quem suporta desafios, conecta milagres. Muitas vezes o novo de Deus estará escondido em uma prisão como foi com José, em uma tumba fria como foi com Lázaro ou em uma fenda apertada como foi com Moisés. Lugares difíceis podem carregar dentro deles cheiro de morte, mas será lá que a voz da ressurreição será ouvida. Podem carregar algemas, mas será lá que o terremoto irá se mover. Podem carregar os sufocamentos de uma fenda, mas será lá que o Eterno mostrará o peso da sua glória. Não se assuste com os ambientes que seus pés tocarem, ou com os leões que seus olhos enxergarem. O novo não acontece pela presença das flores; ele se estabelece pela veracidade da promessa. Ainda que você não identifique o novo que está surgindo, permaneça no processo. Não fuja da prisão, não saia do túmulo, não escape da fenda. O segundo seguinte poderá ser a chave determinada pelo céu para gerar do nada o tudo que você espera.
“O rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e ela alcançou graça e favor diante dele mais do que todas as virgens; de sorte que lhe pôs sobre a cabeça a coroa real, e a fez rainha em lugar de Vasti.”(Et 2:17)
Raízes saradas, alturas liberadas. Enquanto suas raízes não forem curadas o rompimento não virá. As feridas não são fraquezas, mas em muitos ambientes eclesiásticos, falar sobre isso é declarar que você está em pecado. O ferimento de sua raiz precisa ser exposto para ser curado. Se o poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza e confessar um ao outro me traz cura, então os céus desejam que minhas confissões sejam transformadas em memoriais e meu propósito seja ativado. Propósito é uma dor que se transformou em memorial. É um passado vencido que se tornou destino. É uma cicatriz que se tornou a unção de um testemunho. O que eu venço, eu domino. Mas o que me aprisiona, me governa. C.S. Lews escreveu:”…os únicos que não tem cicatrizes são aqueles que decidiram não combater.” Ester tomou a decisão de vencer o luto, combater a orfandade, superar a rejeição e se manter pura mediante a morte de seus pais. Mesmo diante dos assédios de uma falsa liberdade, no cativeiro, uma menina esmagada gerou dentro dela uma mente forte e um coração puro. Ela não estava só. Ela tinha um Mardoqueu, o Espírito Santo que gerava nela esse coração e a preparava para um encontro. Ela foi enviada por seu tio, e agora no tempo de preparo, Ester começa a ser imergida no óleo. Óleo cura feridas, e ainda que houvesse alguma dor escondida em Hadassa, o óleo penetraria gerando nela a beleza interior que Assuero procurava. O rei já tinha a beleza externa de Vasti, mas agora o que ele desejava encontrar dentro seria visto fora em Ester. Quando eu mudo, tudo muda. Se Hadassa continuar cativa, Ester não governa. Cure Hadassa para que Ester nasça. O que te empodera não são as perdas, mas sim a promessa que você decidiu viver pelo que foi escrito ao teu respeito. Não olhe para o retrovisor, mas siga em frente, passe pelo preparo e a tua cura será celebrada por um Rei que te coroará para um tempo de glória. Feridas impedem o acesso a coroa, por isso cure suas raízes para viver tuas alturas.
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