USP Especiais - USP

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USP Especiais - USP episodes

  • USP Especiais #7 - Que ritmo é esse? Sons da América Latina: Peru
    A música do Peru é historicamente mestiçada por todas as culturas daquela região, com fusões de elementos incas e poesia trovadoresca espanhola vindos do período inicial de sua colonização e formação. A presença da música como parte da dança é algo muito importante no território andino, como se pode notar nas alegres danças agrícolas vinculadas aos tempos de coleta na serra central, acompanhadas de um tipo de sapateado muito refinado. Várias dessas expressões musicais atravessaram as fronteiras dos países da região andina, já que são manifestações culturais anteriores à delimitação territorial daqueles países vizinhos.
    Na região andina do Peru acontecia uma mistura de numerosas culturas originárias dos espanhóis. Contudo, nas costas norte e centro-sul, assentavam-se os primeiros núcleos de comunidades afro-peruanas, cuja chegada desses grupos perdurou até 1850. Os primeiros grupos africanos escravizados chegaram à América no século 16 e, até 1950, a música afro-peruana era praticamente desconhecida, mesmo dentro do Peru. Mas ela começou a ganhar popularidade através de diversos grupos, o que, aos poucos, outorgou um espaço de identidade afro-peruana no imaginário do país.
    Neste programa, do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP, você é convidado a escutar a variada cultura musical peruana em sua diversidade histórica e por meio de variadas linguagens.
    Créditos do programa:
    Produção, roteiro e apresentação: Sebastian Díaz Canto (Itza)
    Supervisão: Ivan Vilela
    1 hr
  • USP Especiais #6 – Sonoridades paulistanas do início do século 20
    A cidade de São Paulo, já no início do século 20, era um grande circuito sonoro. As casas musicais, cafés, teatros de revista, festas populares e tantos outros espaços ressoavam os sons e as músicas paulistanas.
    Depois, com a chegada dos registros fonográficos e, mais à frente, das emissoras de rádio, toda essa efervescência musical foi se consolidando. Das bandas instrumentais às paródias, da música caipira às narrativas trágicas, a cidade de São Paulo mostrava seus bairros e seus acontecimentos, seu cotidiano e suas linguagens.
    Junto com o historiador e professor da FFLCH-USP, José Geraldo Vinci de Moraes, o USP Especiais percorre as primeiras décadas do século 20 para reconstruir parte do ambiente musical do período.
    Créditos
    Pesquisa Sonora: Amanda Pedrosa e Amanda Ferraresi
    Pesquisa, roteiro, montagem e apresentação: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #6 – Sonoridades paulistanas do início do século 20
    A cidade de São Paulo, já no início do século 20, era um grande circuito sonoro. As casas musicais, cafés, teatros de revista, festas populares e tantos outros espaços ressoavam os sons e as músicas paulistanas.
    Depois, com a chegada dos registros fonográficos e, mais à frente, das emissoras de rádio, toda essa efervescência musical foi se consolidando. Das bandas instrumentais às paródias, da música caipira às narrativas trágicas, a cidade de São Paulo mostrava seus bairros e seus acontecimentos, seu cotidiano e suas linguagens.
    Junto com o historiador e professor da FFLCH-USP, José Geraldo Vinci de Moraes, o USP Especiais percorre as primeiras décadas do século 20 para reconstruir parte do ambiente musical do período.
    Créditos
    Pesquisa Sonora: Amanda Pedrosa e Amanda Ferraresi
    Pesquisa, roteiro, montagem e apresentação: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #5 – Série Caminhos Sonoros – Rádio e Orquestra Tabajara
    A Orquestra Tabajara é a mais antiga do Brasil em atividade. Em 1933, ainda sem o nome que a consagrou, a orquestra paraibana já se apresentava em bailes. Fundada por um músico holandês que comprou instrumentos e partituras, teve em Luna Freire seu primeiro maestro.
    Em 1937, a orquestra se associou à rádio oficial do governo paraibano, a Rádio Tabajara. Em 1945, a Rádio Tupi contratou a Orquestra Tabajara, que se mudou para o Rio de Janeiro. A orquestra passou por outras rádios e gravou vários discos.
    Carlos Coraucci é um dos estudiosos de sua trajetória. No livro Orquestra Tabajara de Severino Araújo, ele afirma: "Não fosse a Tabajara, a música brasileira não teria se modernizado. Tem integrantes seus em todos os discos importantes do Brasil".
    A integrante do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP e produtora dessa série, Luísa Freitas Campelo, procurou destacar alguns dos músicos que passaram pela história dessa orquestra tão influente: K-Xinbinho, Jackson do Pandeiro, Zé Bodega, Sivuca, Hermeto Pascoal, além de Moacir Santos, que dirigiu a Jazz Band da Rádio Tabajara. Também ganha especial destaque Severino Araújo, que esteve à frente da Orquestra Tabajara de 1938 até os anos 2000.
     
    Créditos do programa
    Direção, Curadoria e Edição: Luísa Campelo de Freitas
    Orientação: Ivan Vilela
    59 min
  • USP Especiais #5 - Série Caminhos Sonoros - Rádio e Orquestra Tabajara
    A Orquestra Tabajara é a mais antiga do Brasil em atividade. Em 1933, ainda sem o nome que a consagrou, a orquestra paraibana já se apresentava em bailes. Fundada por um músico holandês que comprou instrumentos e partituras, teve em Luna Freire seu primeiro maestro.
    Em 1937, a orquestra se associou à rádio oficial do governo paraibano, a Rádio Tabajara. Em 1945, a Rádio Tupi contratou a Orquestra Tabajara, que se mudou para o Rio de Janeiro. A orquestra passou por outras rádios e gravou vários discos.
    Carlos Coraucci é um dos estudiosos de sua trajetória. No livro Orquestra Tabajara de Severino Araújo, ele afirma: “Não fosse a Tabajara, a música brasileira não teria se modernizado. Tem integrantes seus em todos os discos importantes do Brasil”.
    A integrante do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP e produtora dessa série, Luísa Freitas Campelo, procurou destacar alguns dos músicos que passaram pela história dessa orquestra tão influente: K-Xinbinho, Jackson do Pandeiro, Zé Bodega, Sivuca, Hermeto Pascoal, além de Moacir Santos, que dirigiu a Jazz Band da Rádio Tabajara. Também ganha especial destaque Severino Araújo, que esteve à frente da Orquestra Tabajara de 1938 até os anos 2000.
     
    Créditos do programa
    Direção, Curadoria e Edição: Luísa Campelo de Freitas
    Orientação: Ivan Vilela
    59 min

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