Vai Pela Sombra Podcast - por Camila D'Orazio e Thayane Leonardi

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Vai Pela Sombra Podcast - por Camila D'Orazio e Thayane Leonardi episodes

  • #31 - O urso da meia lua - Os limites da raiva e do perdão pt3
    Bares, restaurantes, templos religiosos, lugares onde praticar esportes radicais e consultórios psiquiátricos e psicoterapêuticos têm algo em comum:
    Todos estão abarrotados de pessoas buscando SENTIR.
    Queremos sentir alegria, euforia, prazer.
    Queremos nos sentir vivos nos scripts embotados que protagonizamos.
    Desconsideramos, porém, que a via do sentir é de dupla mão. E ambas as pistas precisas fluir para que não nos engarrafemos em uma angústia paralisante.
    Para recuperamos a sensibilidade de sentirmos as emoções prazerosas precisamos também encontrar um lugar para sentir e nos relacionar com aquilo que gera desprazer.
    Raiva e tristeza estão entre as emoções mais temidas pelos seres humanos.
    Junto ao medo, temos um trio do qual tentamos a todo custo nos esquivar.
    Os vemos como lixo tóxico que queremos descartar logo.
    Equivocadamente, cremos que tocá-los nos tornaria vítimas de contaminação.
    Mas acontece o contrário.
    A raiva, tristeza e medo legítimos não vivenciados não evaporam.
    Podem até sumir da consciência se formos hábeis em encontrar distrações ou anestésico que os tornem imperceptíveis.
    Mas eles permanecem!
    Incrustrados são nos recônditos do inconsciente: inflamam e em infecção generalizada pouco a pouco se revelam de forma distorcida em incapacidade de se defender de reconhecer os próprios limites, de estabelecer relações saudáveis e significativas consigo e com o outro. Em compulsões, insônia, apatia e sintomas físicos agudos e crônicos. Que nos fazem ainda mais desesperadamente buscar por fontes intensas e imediatas de prazer e alívio. Num ciclo vicioso de auto-aniquilação.
    Quer conhecer um caminho para se conectar de forma construtiva com suas emoções e partes mais temidas?
    Está disponível para viver um processo interno de reconciliação?
    Esse episódio é um convite para você que quer aprender como lidar, cuidar e integrar os aspectos mais temidos e feridos da sua psiqué.
    Vamos juntos encarar a sombra?

    Vinheta: Mandril Audio.
    Soundtrack: Levi Patel
    Foto: aranprime
    42 min
  • #30 - O urso da meia lua - Os limites da raiva e do perdão pt2
    Raiva e tristeza estão entre as emoções mais temidas pelos seres humanos.
    Junto ao medo, temos um trio do qual tentamos a todo custo nos esquivar.
    Os vemos como lixo tóxico que queremos descartar logo.
    Equivocadamente, cremos que tocá-los nos tornaria vítimas de contaminação.
    Mas acontece o contrário.
    A raiva, tristeza e medo legítimos não vivenciados não evaporam.
    Podem até sumir da consciência se formos hábeis em encontrar distrações ou anestésico que os tornem imperceptíveis.
    Mas eles permanecem!
    Incrustrados são nos recônditos do inconsciente: inflamam e em infecção generalizada pouco a pouco se revelam de forma distorcida em incapacidade de se defender de reconhecer os próprios limites, de estabelecer relações saudáveis e significativas consigo e com o outro. Em compulsões, insônia, apatia e sintomas físicos agudos e crônicos. Que nos fazem ainda mais desesperadamente buscar por fontes intensas e imediatas de prazer e alívio. Num ciclo vicioso de auto-aniquilação.
    Quer conhecer um caminho para se conectar de forma construtiva com suas emoções e partes mais temidas?
    Está disponível para viver um processo interno de reconciliação?
    Esse episódio é um convite para você que quer aprender como lidar, cuidar e integrar os aspectos mais temidos e feridos da sua psiqué.
    Vamos juntos encarar a sombra?

    Vinheta: Mandril Audio.
    Soundtrack: Levi Patel
    Foto: aranprime
    58 min
  • #29 - O urso da meia lua - Os limites da raiva e do perdão pt1
    Bares, restaurantes, templos religiosos, lugares onde praticar esportes radicais e consultórios psiquiátricos e psicoterapêuticos têm algo em comum:
    Todos estão abarrotados de pessoas buscando SENTIR.
    Queremos sentir alegria, euforia, prazer.
    Queremos nos sentir vivos nos scripts embotados que protagonizamos.
    Desconsideramos, porém, que a via do sentir é de dupla mão. E ambas as pistas precisas fluir para que não nos engarrafemos em uma angústia paralisante.
    Para recuperamos a sensibilidade de sentirmos as emoções prazerosas precisamos também encontrar um lugar para sentir e nos relacionar com aquilo que gera desprazer.
    Raiva e tristeza estão entre as emoções mais temidas pelos seres humanos.
    Junto ao medo, temos um trio do qual tentamos a todo custo nos esquivar.
    Os vemos como lixo tóxico que queremos descartar logo.
    Equivocadamente, cremos que tocá-los nos tornaria vítimas de contaminação.
    Mas acontece o contrário.
    A raiva, tristeza e medo legítimos não vivenciados não evaporam.
    Podem até sumir da consciência se formos hábeis em encontrar distrações ou anestésico que os tornem imperceptíveis.
    Mas eles permanecem!
    Incrustrados são nos recônditos do inconsciente: inflamam e em infecção generalizada pouco a pouco se revelam de forma distorcida em incapacidade de se defender de reconhecer os próprios limites, de estabelecer relações saudáveis e significativas consigo e com o outro. Em compulsões, insônia, apatia e sintomas físicos agudos e crônicos. Que nos fazem ainda mais desesperadamente buscar por fontes intensas e imediatas de prazer e alívio. Num ciclo vicioso de auto-aniquilação.
    Quer conhecer um caminho para se conectar de forma construtiva com suas emoções e partes mais temidas?
    Está disponível para viver um processo interno de reconciliação?
    Esse episódio é um convite para você que quer aprender como lidar, cuidar e integrar os aspectos mais temidos e feridos da sua psiqué.
    Vamos juntos encarar a sombra?

    Vinheta: Mandril Audio.
    Soundtrack: Levi Patel
    Foto: aranprime
    59 min
  • #28 - O cio - A recuperação de uma sexualidade sagrada pt2
    O autoconhecimento verdadeiro nos apoia à dar voz a nossa singularidade. A
    fina o tom e aumenta a intensidade de todos aqueles e de tudo aquilo que quer se expressar através do ser único que somos.
    Nesse episódio, o microfone fica nas mãos do RISO, devolvendo ao humor e à alegria a dignidade enquanto ferramentas de cura e transformação.
    Convidamos vocês à deixar o SUPER EGO de lado, escantear a seriedade e suspender o costumeiro intelectualismo para abrir-se ao maravilhoso e tão necessário lado “bobo” da vida.
    Vamos rir juntas?

    Vinheta: Mandril Audio.
    Soundtrack: Levi Patel
    40 min
  • #27 - O cio - A recuperação de uma sexualidade sagrada pt1
    Nesse episódio, Sagrado e Profano unem-se para restituir a dignidade do historicamente mais temido poder feminino: o poder sobre sua sexualidade.
    Aqui resgatamos a importância do corpo como veículo sensorial, dos momentos com outras mulheres como campo de força, da alegria como bálsamos para alma e como antídoto para mentes ansiosas, deprimidas e estressadas.
    Abra seus ouvidos, esteja atenta e suspenda seus filtros morais.
    Esse é um conto que pretende te reconectar com um outro tipo de riso. Vamos juntas?
    O prazer é todo nosso!

    Vinheta: Mandril Audio.
    Soundtrack: Levi Patel
    51 min
  • #26 - Águas Claras pt4 Os três cabelos de ouro
    Nos últimos episódio aprendemos a reconhecer que EXISTE uma força criativa em nós. Discutimos como nós a destruímos, ignoramos e desperdiçamos. Sobre como mesmo após sabermos de tudo isso, podemos nos perder no caminho que nos conduz a realizar quem realmente somos. Agora, vamos falar sobre como voltar ao prumo quando estamos perdidas, como voltarmos ao centro quando nos distraímos daquilo que nos é essencial.
    É importante deixar claro que a gente vai se perder. Não é uma questão de SE você vai, mas QUANDO! Até mesmo porque só quem se perde é que se acha, precisamos nos perder para encontramos a nós mesmo num sentido mais profundo.
    Existem dois contextos em que precisamos recuperar o nosso rumo: quando nos distraímos com as situações do cotidiano e entramos no modo piloto automático, ou apenas porque dá bastante trabalho continuar atento. Mas também somos convidadas a recuperar o rumo quando um ciclo chega ao final. A vida é cíclica. Seja pelas fases inerentes a existência – infância, adolescência, vida adulta e senescência. Seja pelas transformações que nos costuram e transformam quando mudamos de carreira, estado civil ou de uma cidade para outra. Mudanças de destino pedem que rotas sejam recalculadas, se você não sabe onde está e nem para onde ir, esse conto pode ser um norte pra você.

    Vinheta: Mandril Audio.
    Soundtrack: Levi Patel
    Imagem: Tim Marshall
    1 hr 15 min
  • #25 - Águas Claras pt3 - A menina dos fósforos.
    Às vezes nascemos em lugares onde aquilo que temos de mais legítimo e precioso é desconsiderado, ridicularizado ou tratado como algo sem valor.
    Noutras, nos colocamos ingenuamente em lugares assim.
    Esse lugar pode ser uma cultura, uma empresa, um relacionamento. Sua família de origem ou a família que escolheu pra si.
    Fato é, que quando a alma permanece muito tempo em um ambiente gelado, ela começa também a esfriar.
    Começamos a questionar nosso valor, nossa capacidade, nossos talentos. Invalidamos nosso ouro. Percebendo-nos como um metal sem valor, fazemos de nós produto de escambo. Trocamos nossos corpos, nossas ideias, nosso tempo e nossa alma por migalhas de afeto, por dinheiro ou atenção.
    Trocamos a possibilidade de viver o fogo de uma vida criativa por chamas de ilusão.
    Não importa o que você viveu até agora.
    Se você existe, a possibilidade de algo novo existe.
    Se você existe, você tem valor. Não pelo que você faz ou é capaz de fazer.
    Você tem valor por ser quem você é.
    Esse episódio é para lembrar você.
    Não troque seus palitos por menos do que você merece. Não os ascenda a esmo.

    Vinheta: Mandril Audio.
    Soundtrack: Levi Patel
    Imagem: Tim Marshall
    57 min
  • #24 - Águas Claras pt 2
    É comum escutar pessoas dizendo que não são criativas, ou que até já foram mas que se sentem ESTAGNADAS, PARADAS, INCAPAZES DE CRIAR.
    Será que é isso mesmo?
    Pensamos que criatividade é criar uma obra de arte, inventar um produto revolucionário, mas na verdade A PULSÃO CRIATIVA SE MANIFESTA EM TUDO AQUILO QUE EXISTE PAIXÃO.
    Existe criatividade em fazer um bolo e escolher colocar um pouquinho mais de mel, pra ver no que dá...
    Existe criatividade na escolha de palavras mais amorosas para comunicar ao companheiro uma necessidade emocional.
    Existe criatividade em convidar o irmão mais velho para o espetáculo de troca de fralda do bebê, buscando uma forma lúdica de incluir aquele na nova rotina familiar.
    Existe criatividade no pai se faz brinquedo para seu filho.
    E na secretária que organiza seu material de trabalho com post-its diferentes.
    Existe criatividade na forma como eu vou falar sobre o meu serviço e na forma como eu vou reconhecer e reparar um dano que cometi.
    Então antes de simplesmente bradar “eu não tenho criatividade”, escolha olhar atentamente para a sua vida e procure reconhecer ONDE ESSA PULSÃO CRIATIVA AINDA PULSA.
    Sim, as sístoles e diástoles podem estar um pouco enfraquecidas...E nesse episódio falamos sobre isso - sobre como fortalecer o fluxo de sua energia criativa.
    Mas acredito que precisamos começar reconhecendo que A CRIATIVIDADE É UM ESTADO NATURAL do ser. Principalmente quando esse ser é uma mulher.
    SER MULHER É SER CRIADORA: do latim, “criare”: erguer, fazer crescer.
    “Alguns dizem que a vida criativa está nas ideias. Outros, que ela está na ação.
    Na maioria dos casos, ela parece estar num ser simples. Não se trata de um virtuosismo, embora não haja nada de errado com ele.
    Trata-se de amor por algo. De sentir tanto amor por algo, seja uma pessoa, uma palavra, uma ideia, um país, ou pela própria humanidade - que tudo o que pode ser feito com esse excesso: é criar.”
    Talvez, criatividade seja: aquilo que transborda do que é profundamente sentido.
    O que é criatividade para você?
    @vaipelasombra
    1 hr 3 min
  • #23: Águas Claras pt 1
    É comum que as pessoas sintam sua criatividade estagnada. Muitas mesmo nem reconhecem em si a potencialidade de criar, inovar ou inventar algo novo.
    Fato é que a pulsão criativa nos é impulso inato. Podemos sim ter construído barragens que retém seu fluxo. Ou podemos a partir de nossas crenças, pensamentos e experiências mal assimiladas ter poluído esse rio ao ponto de não conseguirmos mais ver nada vivo ali.
    Seja qual for sua condição, a solução existe é o primeiro passo pode ser identificar aquilo pelo qual sua alma é ávida, realmente apaixonada.
    Vamos dar um primeiro passo rumo ao estabelecimento do fluxo de nossa energia criativa? Você acredita que é possível recuperar a capacidade de participar da vida com paixão? Esse episódio é pra você que não quer apenas sobreviver. Não que apenas replicar. Mas que quer viver em estado de CRIA.ATIVIDADE

    Vinheta: Mandril Audio.
    Soundtrack: Levi Patel
    Imagem: Tim Marshall
    53 min
  • #22 - Pele de foca, pele da Alma pt 3
    Dia – Noite
    Quente - Frio
    Luz – Sombra
    Interno – Externo
    Consciente – Inconsciente
    Bastam poucos segundo de observação para que percebamos que estamos imersos em uma realidade dual e que está também existe em nosso mundo interior.
    Tudo existe em pares de opostos complementares.
    Na dança das polaridades, a integração é cura. A fixação em um polo, sintoma – pedido de compensação.
    Partindo dessa premissa, como permitir-se fluir entre um polo e outro sem apego ou exclusão?
    Como reconhecer de forma honesta a igual importância dos extremos, em vez de nutrir extremismos?
    Como viver de forma que oposto seja a outra face do mesmo contínuo e não sua contestação?
    Como unir em vez de separar?
    Ir e vir
    Mergulhar e Emergir
    Agir e esperar
    Fazer e Conter
    Produzir e Meditar
    Fluir entre os dois mundos que existem em tudo que há no mundo.
    Vir-à-ser em sintonia com aquilo que se é no imanente.
    O homem, o divino – num Todo onde o fazer daquele expresse que em tudo que há, Esse existe.
    Silêncio intencional – um caminho.
    A ação no mundo a partir desse: a manifestação de um agir em sintonia com aquilo que é essencial.
    Quer aprender a integrar as polaridades que existem em ti?
    Você que até agora caminhou junto com a gente “pela sombra”: chegou a hora de integrá-la. Para sermos inteiros, precisamos reconhecer que somos duais.
    Está disposto a experimentar o todo maior que emerge da integração dessas partes? Escuta com carinho e age com decisão a partir desse episódio.

    Vinheta: Mandril Audio.
    Soundtrack: Levi Patel
    Imagem: Ashley Ibarra
    44 min

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