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Já reparou que tem gente que consegue encontrar tudo o que precisa — e muito rápido — usando apenas a busca? Imagine quando as IAs estiverem maduras o suficiente para responderem a tudo sobre nossa vida digital sem que precisemos sequer fazer uma pesquisa. É por isso que, há algum tempo, venho dizendo que acredito que, no futuro, não organizaremos mais nosso conteúdo digital.
Ocorre que, há alguns dias, comecei a notar algo na minha forma de produzir conteúdo em conjunto com o Rool e percebi que essa minha teoria não faz sentido. Ao menos para quem está lidando com a IA da forma como eu estou.
Neste episódio, compartilho com você a minha nova perspectiva e o que me fez mudar de ideia sobre o futuro da organização.
Transformei o Rool num membro da minha equipe. Faço o trabalho criativo e intelectual de criar os artigos e deixo para ele a parte de corrigir meus erros e depois publicar o conteúdo no meu site e nas redes sociais.
A IA sabe exatamente o que fazer porque expliquei como o quadro funciona e quais etapas pertencem a cada um de nós.
A Evernote atualizou recentemente seus Termos de Uso e diversas políticas de privacidade e segurança. Essa mudança traz à tona uma discussão fundamental: até que ponto vale a pena terceirizar a guarda dos nossos dados, notas e conhecimento acumulado para serviços em nuvem?
Já faz muito tempo que não uso o Evernote. Inclusive excluí todas as minhas notas. Porém, ao longo dos anos, criei diversas contas para demonstrações em vídeos no YouTube, cursos, livro etc. O resultado é que recebi vários e-mails da empresa informando sobre as mudanças. Fiquei curioso, comecei a ler tudo e terminei gravando este episódio.
O caderno TLSp e o Rool mudaram completamente minha forma de capturar conteúdo e organizar meu trabalho. Nunca deixei de usar o Obsidian no computador, mas o caderno foi gradualmente ocupando o lugar do app no meu telefone para capturas rápidas, pensamentos e até o controle das minhas atividades.
Cheguei a pensar que tudo isso terminaria numa bagunça impossível de administrar. Mas segui em frente, fazendo o que sempre faço nessas ocasiões: deixei as coisas fluírem naturalmente e fiquei atento à forma como lidava com os três. Demorou um pouco, mas finalmente encontrei o espaço para cada um no meu sistema.
Assisti a um antigo comercial do Excel demonstrando a ferramenta pela primeira vez e o que vi foi um exemplo de como a tecnologia pode incentivar o improviso.
A propaganda prometia agilidade e poder de cálculo, mas também mostrava duas pessoas descompromissadas, preparando dados minutos antes de uma reunião. Isso me fez pensar: a tecnologia realmente nos tornou mais eficientes ou apenas nos deu a desculpa perfeita para deixar tudo para a última hora?
Neste episódio, discuto a ilusão da agilidade: a diferença entre usar ferramentas digitais para qualidade de vida ou como muleta para a falta de planejamento.
Quando reativei o VCP, meu plano era não ter planos. Queria experimentar coisas diferentes em um novo canal. Queria falar sobre o que eu quisesse. E falar mais do que mostrar. Por isso, existe também uma versão em áudio.
E como tudo por aqui é experimentação, resolvi dar mais um passo com o projeto Outubro 2026, que, confesso, é ao mesmo tempo difícil saber se faz sentido e muito divertido de produzir.
Este episódio começa com uma conversa a respeito deste dilema mental. Depois, analiso alguns números do podcast, coletados desde que ativei as estatísticas.
Meu YouTuber preferido já há alguns anos é o Evan Monsma. Há várias coisas que gosto no canal dele. Em primeiro lugar, ele é um Maker e eu adoro canais desse tipo. Não só gosto de assistir, como também adoro ser um Maker.
Para quem não sabe, Maker é alguém que gosta de construir, modificar e consertar coisas em vez de simplesmente comprá-las. É algo que está muito ligado à cultura do "faça você mesmo" e pode envolver projetos de eletrônica, robótica, marcenaria, impressão 3D, dentre outros.
Enfim, todo ano em outubro o Evan convida a audiência dele a participar de um desafio: criar algo novo todos os dias. Já acompanhei esse desafio dele algumas vezes e é muito empolgante, mas este ano resolvi participar fazendo.
Meu objetivo principal é aperfeiçoar a filmagem de projetos estilo Maker. Na realidade, é mais do que isso: preciso descobrir uma forma de filmar esses projetos, que são normalmente improvisações que, algumas vezes, acontecem ao longo de vários dias.
Mas como nem meu canal, nem o podcast são focados em projetos Maker, vou intercalar minhas criações de outubro com episódios do podcast. Portanto, espere vários vídeos no seu feed!
Por ora, tenho apenas quatro ideias anotadas no meu caderno TLSp. Vamos ver quantas coisas conseguirei criar ou produzir em outubro.
É provável que você já tenha ouvido falar da série The Expanse, mas para quem nunca assistiu, trata-se de uma visão cientificamente mais realista do que seria explorar o sistema solar usando tecnologias próximas das que temos hoje em dia.
Por exemplo, na maior parte do tempo, os personagens flutuam dentro das naves. Nos momentos em que há "gravidade", ela existe graças à aceleração das naves. A propósito, elas usam um reator fictício, já que os tipos de foguetes que temos hoje em dia não são capazes de algo assim.
Adorei esse realismo e fiquei com um gostinho de quero mais quando terminei de assistir. Foi quando resolvi comprar o primeiro livro, que casa mais ou menos com os acontecimentos da primeira temporada.
Além de já ter assistido às seis temporadas, estou lendo o quarto dos nove livros principais. Não sei quanto tempo vou levar para terminar, mas definitivamente pretendo ler todo o conteúdo oficial.
Enfim, neste episódio converso um pouco sobre minha opinião a respeito da série e dos livros.
A gravação do VCP 2.0 é sempre feita em vídeo. Quando termino a edição, crio uma versão só em áudio, que é a que aparece no feed do podcast. Porém, por conta da popularidade do YouTube, sempre achei que a opção "apenas ouvir" seria algo que pouquíssimas pessoas fariam. Tanto que até bem pouco tempo eu não tinha ativado nenhum tipo de estatística para o áudio.
Há alguns dias comecei a contar os downloads e estou surpreso. Há muito mais pessoas do que eu imaginava ouvindo o podcast. Os números são consideravelmente menores que os do YouTube — ao menos por ora —, mas ainda assim são muito interessantes. Especialmente porque o contador não considera nada antes dele ter sido ativado. Ou seja, os episódios bem antigos que aparecem sendo baixados são pessoas fazendo isso nos últimos dias. O que sugere que são pessoas descobrindo o podcast agora.
Fiquei muito feliz com isso. Muito bom saber que há pessoas que ainda ouvem podcasts à moda antiga. Isso é algo que tem uma importância imensa. Ouvir dessa forma significa não estar preso a serviços como Apple, Spotify, Substack e outros que estão criando versões fechadas de alguns podcasts.
Por fim, queria deixar uma dica. O VCP 2.0 no YouTube tem dois tipos de conteúdo. Os vídeos que começam com "VCP" no título têm também uma versão em áudio. Eles são parte do podcast. Já os que não têm "VCP" no título são vídeos nos quais mostro muitas coisas em tela e, nestes casos, não existe uma versão só em áudio.
Uma investigação do 404 Media revelou que pessoas são contratadas para ler conteúdos enviados ao ChatGPT e avaliar as conversas. Segundo a apuração, esses revisores analisam parte dos chats para avaliar a qualidade e a precisão das respostas dadas pela IA.
O 404 Media teve acesso a conversas no Slack, manuais de treinamento usados por essas equipes e até mesmo a exemplos de mensagens reais lidas por humanos. Neste episódio, comento os detalhes dessa reportagem e compartilho a minha visão sobre os impactos disso na nossa privacidade.
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