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Uma investigação do 404 Media revelou que pessoas são contratadas para ler conteúdos enviados ao ChatGPT e avaliar as conversas. Segundo a apuração, esses revisores analisam parte dos chats para avaliar a qualidade e a precisão das respostas dadas pela IA.
O 404 Media teve acesso a conversas no Slack, manuais de treinamento usados por essas equipes e até mesmo a exemplos de mensagens reais lidas por humanos. Neste episódio, comento os detalhes dessa reportagem e compartilho a minha visão sobre os impactos disso na nossa privacidade.
Vale a pena usar uma lente vintage dos anos 60 em uma câmera digital moderna? Neste episódio, compartilho os motivos pelos quais decidi investir em antigas lentes manuais M42.
Os mais atentos notarão que o episódio está um pouco fora de ordem. Ele foi gravado no dia 7, portanto, dez dias antes do meu post sobre como ter trocado meu telefone por uma câmera de verdade me fez redescobrir o mundo ao meu redor. No momento da gravação eu já havia iniciado o experimento com a câmera, mas daquele ponto em diante, tudo foi ficando cada vez interessante.
Já estou totalmente familiarizado com todos os controles manuais da câmera e já comprei o adaptador e duas lentes M42. Uma delas ganhei num leilão no eBay, pagando apenas €12. E segundo a descrição, ela está em ótimas condições. Assim que tudo isso chegar, falarei mais sobre o desenrolar dessa experiência.
Depois de 5 meses usando o KOReader, não me vejo voltando para o Kindle ou migrando para outras alternativas comerciais como o Kobo. Meu mais novo desafio tem sido a escolha do e-reader ideal.
Comecei pelo Kindle 2012, mas também testei o app no Supernote Nomad e no Kindle de 10ª geração. Cada dispositivo tem seus pontos fortes e limitações.
Neste episódio, compartilho minha opinião e conto qual deles se tornou meu e-reader preferido para ler meus ebooks usando o KOReader. Ao menos por ora!
Esse episódio é o retrato de uma contradição que eu mesmo estou vivendo: por que estamos sempre querendo coisas que sabemos que não precisamos?
Essa situação fica ainda mais confusa quando voltamos no tempo e refletimos sobre antigas tecnologias que existiam para resolver problemas reais, e não apenas para serem objetos de desejo.
O próprio iPhone original era tecnicamente inferior a diversos outros aparelhos da época. Mas ele era elegante, simples de usar e, sim, um objeto de desejo. Para ser justo: havia um diferencial no iPhone original que estava muito à frente do seu tempo. Um dos aplicativos era um navegador Web capaz de abrir as mesmas páginas que estávamos habituados a ver apenas nos computadores.
Enfim, o episódio é ao mesmo tempo uma reflexão e uma constatação de como é difícil escapar da armadilha do desejo.
Quanto mais uso o Rool, mas ideias eu tenho. Se olharmos com atenção, o Rool Machine é basicamente um computador Linux com um assistente. Ou seja, tudo que podemos fazer nos nossos computadores conectados à Internet, é possível no Rool, porém, com a ajuda de uma IA.
E como esse computador não é o meu computador, tenho me sentido muito livre para experimentar o que eu quiser. Especialmente porque posso definir exatamente o que a IA verá.
Nesse episódio compartilho um pouco do sentimento que está tomando conta de mim a medida que construo esse pequeno universo paralelo para testar todo tipo de ideias.
Se você vem acompanhando meus experimentos com o Ollama, já notou que algumas vezes esbarro no poder de processamento do meu computador. Já era algo esperado, mas, por outro lado, não quero abrir mão da minha privacidade e da segurança dos meus dados.
Recentemente me deparei com o Rool, que, apesar de funcionar na nuvem, adotou uma estratégia que me parece bem interessante. Ao criar uma conta, estamos criando, na verdade, uma máquina virtual em um servidor que fica em Dublin, portanto sujeito a todas as regras da União Europeia.
No episódio de hoje converso sobre o serviço, minhas primeiras impressões e o que planejo fazer para testá-lo mais a fundo.
P.S. Fiz o primeiro teste de correção ortográfica no Rool usando descritivo deste episódio. Exatamente como eu previa, bastou incluir no chat o arquivo Markdown que criei como as especificações e ele fez as correções seguindo minhas instruções. Corrigiu os erros e sugeriu uma modificação minúscula para evitar a repetição de palavras.
Há alguns dias acordei pensando na frase: "ouça este podcast no seu app predileto". É um comando simples, direto e que dispensa explicações porque os ouvintes sabem exatamente o que fazer.
E se eu te dissesse que também é possível acompanhar, em um único local, todos os artigos e posts dos sites que te interessam? Aliás, essa é a origem da tecnologia usada pelos aplicativos de podcast. Porém, no caso de blogs e sites, usamos a expressão "assinar o RSS".
Honestamente, isso soa como algo extremamente complicado, apesar de ser exatamente a mesma coisa que "ouça este podcast no seu app predileto". Tecnicamente falando.
O que fiquei pensando naquele dia, quando acordei com essa frase na cabeça, foi que talvez, se tivéssemos usado "leia meus posts no seu app predileto" desde o início, o ato de "assinar um RSS" teria sido assimilado tão naturalmente quanto o que aconteceu com os podcasts.
Nunca saberemos, mas será que ainda há chances de mudar isso? No episódio de hoje, converso um pouco sobre essa tecnologia e como me mantenho atualizado usando um app para ler meus sites prediletos em um mesmo lugar.
Outro dia li um post de uma pessoa dizendo que ninguém mais atendia telefone no Brasil por conta das ligações de spam e fraude. Nos comentários, praticamente todos diziam que só atendiam números desconhecidos se a pessoa entrasse em contato via WhatsApp primeiro.
Imediatamente pensei na ironia dessa solução. Será que não é o próprio uso do WhatsApp e outros produtos da Meta que estão criando tanto spam? Além do número de telefone, esses aplicativos coletam uma quantidade absurda de informações a seu respeito.
Como explico no episódio, não há hipótese de eu entregar minha vida de bandeja para uma empresa como a Meta. Simplesmente não vai acontecer. Minha primeira opção é sempre o Signal. E já estou te ouvindo dizer que ninguém usa. Bem, ninguém nunca usará se ninguém começar a usar. Converso com muita gente por lá.
Minha segunda opção é o RCS que já é usado por um número muito grande de pessoas. Aliás, muitos nem sabem que o serviço existe e está disponível no smartphone.
Na prática, o RCS é a versão moderna do SMS que funciona como o Signal, Telegram, WhatsApp etc. Ou seja, as conversas, imagens, vídeos são enviadas ou pela rede de dados do celular ou por Wi-Fi.
No RCS também existe criptografia de ponta a ponta, mas, assim como no WhatsApp, parte dos metadados não são criptografados. Há, entretanto, duas grandes diferenças. A quantidade de dados coletados é muito menor e o mais importante é que o RCS não pertence a nenhuma empresa. Trata-se de uma especificação da GSMA.
Além de não conseguir usar a câmera para validar documentos, fiquei 74 minutos trancado "do lado de fora" do meu smartphone. Tentei o banco pelo computador, mas o código de confirmação foi para o SMS... que eu não podia ver.
Momentos como esses mostram que o problema vai muito além das redes sociais: hoje, dependemos desses aparelhos para absolutamente tudo. No episódio de hoje, reflito sobre essa dependência e os meus testes com o uso do TLSp no Supernote e no papel.
Há algumas semanas, minha assinatura do Amazon Prime venceu e não renovei o serviço. Uma série de motivos me levaram a tomar essa decisão e compartilho algumas delas no episódio de hoje.
Em realidade, já vinha planejando isso há alguns meses, quando cancelei a renovação automática e comecei a testar alternativas ao frete gratuito, que era o que eu mais usava. Dentre outras coisas, descobri que nem tudo na Amazon é mais barato, mesmo quando tenho que pagar pelo frete em outras lojas.
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