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Quando olhamos para o sacrifício do cordeiro pascal, em geral, conseguimos enxergar bem a remissão dos nossos pecados e nossa justificação (até mesmo em um aspecto mais individual - “eu sei que Jesus verteu seu sangue por mim”). E por maior que seja a realidade individual da salvação, reduzir a páscoa a apenas isso é perder de vista um quadro muito maior: o aspecto profético da páscoa. Como povo de Deus, é importante que tenhamos em mente o que de fato a Páscoa nos conta sobre o passado (o que Deus fez) e o futuro (o que Deus irá fazer).
Estamos confortáveis com nosso estilo de vida, mesmo que ele seja muito distante do de Jesus. Olhamos para a forma como os primeiros discípulos viviam e assistimos como se fosse uma série antiga na televisão, distante da nossa realidade. Pensamos: “Isso foi naquela época. Para nós, é diferente.”
Veja o que Paulo pensava sobre como viver essa vida:
'Quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação nos seus sofrimentos, tornando‑me como ele na sua morte, para, de alguma forma, alcançar a ressurreição dentre os mortos.' (Filipenses 3:10-11)
Qual foi a última vez que você viu alguém desejo por participar dos sofrimentos de Cristo?
A Fragmentação da vida evangélica é resultado da tentativa de responder a idolatria que estamos vivendo. Há um conflito que criamos entre o que Deus quer e o que nós queremos. Os deuses falsos surgem como resposta aos nossos anseios que julgamos que não serão cuidados pelo Deus criador.
A incredulidade que dá lugar a fragmentação da fé não é fruto da desconfiança do poder de Deus, mas sim da desconfiança das suas intenções. A Resposta do evangelho não é que Deus está fragmentando a si mesmo para dar conta de nossas demandas, mas sim que sua suficiência e bondade respondem até mesmo as nossas pequenas necessidades.
Sempre que a mensagem do Evangelho é anunciada, Deus o faz por meio de seus arautos: homens e mulheres que estão dispostos a ir e anunciar as palavras de Deus. Isso certamente resultará em resistência da parte de Satanás, que trabalha para cegar o entendimento dos incrédulos para que não vejam resplandecer a glória de Jesus.
As pessoas tem desejo por participarem de algo grande, que lhes comunique verdadeira importância. Todos nós temos, em algum nível, desejo por fazermos parte de algo importante, que nos coloque no mapa de alguma história que será lembrada por muito tempo.
Mas o que a cosmovisão bíblica nos oferece é muito maior do que nossa sede por reconhecimento tem nos pressionado para buscarmos. A palavra de Deus não nos insere em uma jornada de busca por reconhecimento apenas para essa vida. A resposta bíblica para o nosso temor de sermos esquecidos é a visão do trono de Yeshua.
Quando o filho do homem se assentar em seu trono, ele recompensará cada um de acordo com as suas obras, e é aqui que a labuta no campo e os baldes de água se tornam mais do que sofrimento esquecido. O coração que o deseja e o honra, pode descansar na esperança de que quando Ele se assentar para reinar, ouviremos a voz dele nos dizer o que ninguém nunca disse sobre nós.
Fala pessoal! Vocês estão bem? Eu espero que sim, eu to bem também. Sejam bem-vindos ao terceiro episódio do meu Podcast. Dessa vez com uma convidada mais que especial: apreciem meu papo com a minha digníssima esposa Jhemili. Como é de costume, deixamos o papo rolar e dessa vez a direção da conversa acabou sendo os sintomas da nossa geração e seus possíveis remédios. Espero que gostem, e até mais!
O evangelho verdadeiro é caracterizado pela centralidade da obra de Cristo. Não somos nós quem o escolhemos, ele nos escolhe, e é esse entendimento que nos permite frutificar para a eternidade. Haverá um dia em que todo falso fruto será queimado e só o que é verdadeiro permanecerá. Haverá um dia em que tudo o que não for centrado no evangelho queimará e tudo o que for centrado no evangelho permanecerá.
Nesse Sermão, compartilho com minha casa (Casa Do Pai Brasil) sobre como uma perspectiva completa do evangelho nos levará a jornada dos amigos de Deus, buscar uma Pátria Celestial, o lugar Ele habita.
Sejam Bem-vindos ao segundo episódio do meu Podcast. No capítulo de hoje eu gasto um tempo falando sobre como vem se tornando cada vez mais comum calar os pensamentos com o excesso de informação. Também falo sobre a vida ordinária e o peso de tomar boas decisões, e como fazer isso conhecendo a vontade de Deus e tendo relacionamento genuíno com Ele.
Nesse Sermão, compartilho com minha casa (Casa Do Pai Brasil) sobre como o relacionamento com Deus se torna burocrático quando adoramos a Ele como um deus desconhecido.
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