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Bem-vindos ao primeiro episódio de um novo espaço no meu podcast. Nesse primeiro episódio discuto um pouco sobre o propósito desse podcast, o comportamento da Igreja diante das ofensas, meu cansaço com a onda de replicação de opiniões prontas e um pouco das bizarrices que acontecem no nosso mundo gospel.
O ápice da reunião da Igreja é a Ceia de Cristo, e a ceia de Cristo é marcada pela entrega sacrificial: “Isto é o meu corpo, dado em favor de vocês…”
Deus é ciumento por sua aliança, ele não permitirá que a desonra a aliança passe impune, ele não permitirá que o povo da aliança viva desprezando a aliança, ele não permitirá que tenhamos outro além dele.
A Vida que honra a aliança é a vida centrada no evangelho. É a constante lembrança de que em Deus somos aceitos, e Deus escolheu nos lembrar isso por meio dos nossos irmãos.
Quanto maior a revelação do evangelho em nossas vidas, mais conscientes do compromisso que temos com a obra de Deus nos tornamos. A generosidade não deveria ser uma conta a ser paga, mas sim a expressão do compromisso que temos com a obra de Deus e o evangelho.
O Futuro da Igreja de Jesus é glorioso. Segundo a Palavra de Deus, a Igreja do fim, será uma Igreja madura e grande na medida do conhecimento de quem é Jesus. Em Efésios, Paulo gasta tempo orando pela Igreja de Jesus, pois sabia que é esse o caminho que a Igreja do fim tomará: nossos olhos precisam ser abertos para a realidade onde o Evangelho é o centro de tudo o que fazemos e somos.
Há um escândalo na cristologia: Jesus não é o que esperávamos que ele fosse. Jesus é Deus.
A Igreja de Jesus não nasceu pela idéia de um homem sobre quem Jesus é, e Ele quis que isso ficasse bem claro. Antes de proclamar sua Igreja, Jesus registrou que carne ou sangue não podem discernir a verdade sobre quem Ele é (Mateus 16). O Pai é quem revela aos pequeninos e simples. Acredite, o Pai quer mais do que você, revelar-lhe o Filho. Esse é o Seu prazer supremo, precisamos nos humilhar debaixo da poderosa mão de Deus.
É no desejo e na revelação que Jesus se revela a nós. Essa maturidade é o que nos coloca como Igreja na maturidade que o Senhor espera para nós. Jesus está corrigindo aqueles que ele ama. Ele está batendo a porta daqueles que quer para si. Nesse processo, Ele nos ensinará a abandonar nossa própria sabedoria mundana e aprender da sabedoria de Deus que é Espiritual.
Estamos caminhando para o fim desta era. Nosso papel como Igreja segundo a palavra de Deus não é o de uma escatologia grega, ou seja, os que esperam para viverem como almas para sempre em um mundo imaterial. Nem tampouco o de uma escatologia romana, que está buscando um crescimento exponencial a fim de sermos os governantes da era atual fazendo do mundo todo um lugar cristão. Mas de uma escatologia semelhante a de Jesus e dos Apóstolos, homens judeus que criam na ressureição dos mortos, o restabelecimento do trono de Davi e um Reino eterno do Messias.
O retrato do mundo atual se parece muito com a primeira cena do Salmo 2. Os falsos crentes têm se irritado com a pregação do evangelho tem procurado mestres que lhe falem aquilo que afaga seus corações, não suportam a sã doutrina e se parecem muito com o mundo.
Se viver para a eternidade é de fato o que Jesus disse em João 17, não podemos mais nos relacionar com Deus esperando que Ele faça algo pelo sucesso dos nossos planos, precisamos anelar pela jornada de entrega que vai nos custar tudo a fim de que o seu reino venha.
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