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Nesse episódio, parto de uma pergunta solta — “pra quê?” —, ouvida num dia desses, para mergulhar nas camadas da existência. Por que trabalhamos, criamos, insistimos, seguimos? Por que deixamos rastros, mesmo sabendo que não estaremos aqui para vê-los? E o que fazer quando nada parece ter propósito?
Uma conversa sobre legado, sentido, mortalidade, presença — e o pequeno milagre de estar vivo.
Neste episódio, relembro alguns dos meus amores e desastres afetivos para questionar: será que o amor é mesmo raro ou só aprendemos a tratá-lo como um luxo? Entre nostalgia, breguice e sinceridade, refliro por que queremos tanto ser especiais no amor — e a quem isso realmente serve.
Será que é raro mesmo ou nós é que estamos olhando pro lado errado?
Neste episódio íntimo, volto à infância e relembro a perda da minha avó e, mais recentemente, da minha mãe. Uma reflexão sobre o luto, memórias afetivas e as versões de nós que desaparecem junto com aqueles que amamos.
Entre o caos, a falta de comunicação e água, retorno ao velho e confiável SMS, que salvou meu dia durante o apagão na Europa. Conto um pouco sobre esse dia louco e reflito sobre dependência tecnológica, privilégios ocultos e, como sempre, as conexões humanas em tempos de desordem.
Na semana do 25 de abril em Portugal, reflito sobre o significado de liberdade, indo além da política e da história para mergulhar na liberdade pessoal. Em um mundo que promete que podemos ser "tudo o que quisermos", será que estamos realmente livres, ou nos tornamos reféns de uma exigência constante de sucesso, produtividade e felicidade?
O episódio de hoje começa com semântica, passa pela tolerância e termina com filosofia de boteco e ética da escuta. Eu falo sobre por que sou considerada ‘tolerante demais’ e explico como, na verdade, pratico uma certa sensibilidade semântica. Um papo sobre palavras, mal-entendidos e a difícil missão de conversar de verdade.
Uma amiga me mandou dois vídeos e, desde então, não parei de pensar — e duvidar. Neste episódio, reflito sobre a diferença entre conversa e conexão, e o quanto nossa visão de “conversar de verdade” está carregada de gerações, afetos, medos e até julgamentos. A conversa tem que ser ao vivo? A conexão digital é menos real? Será que estamos perdendo algo... ou apenas nos transformando?
Assisti à série Adolescência e fiquei em choque. Neste episódio, compartilho as reflexões que ela me provocou sobre juventude, violência, redes sociais e o silêncio dos adultos. Não dou spoilers, mas deixo um convite: a gente precisa olhar pra isso. Urgente.
Links:
https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/adolescent-mental-healthhttps://www.unicef.org/reports/state-worlds-children-2021https://www.cdc.gov/youth-violence/about/index.htmlhttps://www.ohchr.org/en/treaty-bodies/crc/united-nations-global-study-children-deprived-libertyhttps://saferinternet.org.uk/blog/reports-to-report-harmful-content-rise-by-31-in-2023https://www.oecd.org/en/about/projects/future-of-education-and-skills-2030.htmlhttps://gem-report-2023.unesco.org/
Podcasts:
https://open.spotify.com/episode/3zjNqXET4bxezhVKJYGg2E?si=a0a647b3f8dd4993https://open.spotify.com/episode/4UOhi7a9TkLs7fxlffck0E?si=c91890f9cc194d25
São dois anos vivendo em Lisboa como imigrante. Neste episódio, falo sobre o frio do segundo inverno, a distância do Brasil, as dores e as descobertas que me transformaram pelo caminho. Também conto como foi voltar ao meu país depois de tanto tempo e como essa viagem inesperada me ajudou a fazer as pazes com minhas raízes.
É um episódio sobre vulnerabilidade, recomeços e sobre como, às vezes, só depois de quebrar tudo é que a gente entende o que está construindo.
Escrever é um ato de descoberta, e neste episódio tento decifrar o que minha própria escrita revela sobre mim. Entre leituras, reflexões e tentativas de organizar o caos, percebo como a comunicação carrega padrões, escolhas e até contradições.
Analiso meu jeito de pensar e decidir, o equilíbrio — ou a falta dele — entre razão e emoção, e como cada texto se molda ao meu estado de espírito. Será que buscamos narrativas para encontrar sentido no que escapa ao nosso controle? E como nosso padrão de comunicação nos define?
Ps. esse episódio foi gravado dia 05/03, antes de tudo o que aconteceu nas últimas semanas…
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