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Neste episódio especial de 1 ano, compartilho as 50 coisas que aprendi nos últimos tempos e comigo mesma. Falo sobre fragilidade, recomeços, luto, pertencimento e o poder de se escutar.
Entre Portugal e o Brasil, descobri que crescer é, muitas vezes, aprender a soltar. Um episódio sobre mudança, tempo e tudo o que ainda podemos nos tornar.
Obrigada a todos e todas por me acompanharem! Que venham mais perguntas, mais episódios e mais transformações. <3
Revisito Fronteiras do Universo, através da visão do meu melhor amigo, e as escolhas desses personagens complexos para refletir sobre poder, inocência e as pequenas ações que movem o mundo.
Entre memórias da minha adolescência e decisões que mudaram minha vida, descubro como reler uma história também revela o quanto nós mudamos.
Viajar sozinha nunca foi, para mim, sinônimo de solidão. É a chance de me abrir ao inesperado. Neste episódio, falo sobre a beleza das conversas com desconhecidos e sobre como encontros breves podem transformar a nossa forma de ver o mundo.
Entre memórias de Budapeste, cafés partilhados com pessoas que nunca mais vi e perguntas que nunca fiz à minha mãe, reflito sobre vulnerabilidade, presença e a urgência de viver o agora.
Neste episódio, penso sobre as situações que nos atingem porque deixamos, e aquelas que não temos como deixar passar. A partir de Coração Valente, trago exemplos da arte e da vida para refletir sobre como a dor pode se tornar motor de ação.
Afinal, será que as grandes mudanças só acontecem quando a injustiça fere o que temos de mais íntimo?
Neste episódio, reflito sobre como muitas conversas não buscam compreensão, mas apenas validação. E será que tem diferença entre a verdade objetiva e o sentido subjetivo que cada um constrói para sustentar o próprio mundo?
Entre fatos e narrativas pessoais, o que realmente guia nossas escolhas e diálogos?
Entre Fernando Pessoa e Supernatural, penso sobre quem é mais real: o autor que escreve ou o personagem que sobrevive. Talvez a ficção seja nossa forma de tornar eterno o que, na vida, se perderia como lágrimas na chuva.
Neste episódio, volto às memórias da minha primeira grande amizade de infância e reflito sobre como ela reapareceu no momento mais difícil da minha vida. Uma história sobre laços que resistem ao tempo, mesmo quando o contato se perde.
Truman arrisca tudo para atravessar o mar e sair do estúdio que o aprisionava. Mas e nós, quantas vezes escolhemos o conforto do nosso próprio cenário em vez de encarar o desconhecido?
Neste episódio, falo sobre como padrões culturais, sociais e familiares nos moldam sem que percebamos; e como rupturas, encontros e choques culturais podem abrir fissuras nessas paredes invisíveis.
Será que perguntar ofende? Às vezes a gente só quer saber uma coisa simples, mas a pergunta bate num ponto sensível e vira quase um ataque. Outras vezes, nem tem nada a ver com a gente; é só o peso social, o tom, ou até quem perguntou.
Neste episódio, eu falo sobre como perguntas nunca chegam sozinhas: elas vêm cheias de contexto, história, julgamentos e malícia (ou não!). Bora pensar juntos em como fazer perguntas sem medo e ouvir sem carregar o mundo nas costas.
Converso sobre As Colinas de Nagasaqui, de Kazuo Ishiguro, e como ele retrata, com melancolia e lirismo, mulheres presas a convenções sociais no Japão pós-guerra. Entre culturas reservadas e o jeito brasileiro de “dar pitaco”, reflito sobre quando respeitar decisões e quando oferecer um novo olhar.
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