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Falo sobre Uma Questão de Conveniência, de Sayaka Murata, um livro simples e direto que expõe, sem julgamentos, o peso das expectativas sociais no Japão. Entre diálogos minimalistas e um humor estranho, a autora nos faz sentir o desconforto do “normal” e questionar até que ponto nos adaptamos apenas para sobreviver.
Lembrar dos ônibus do Rio é lembrar de gente. Dos absurdos, das conversas, dos encontros e desencontros que marcaram minha infância e adolescência. Um episódio sobre transporte, mas também sobre conexão humana — e a saudade de quando a gente ainda olhava em volta.
Escrevo cartas que nunca envio, só para organizar o que sinto, desde pequena. Ainda carrego perguntas antigas sobre amor, família e futuro. Falo para entender, escrevo para me sentir mais leve. Mas será que algum dia elas vão me dizer alguma coisa?
Comecei a semana perdendo o celular, terminei perdendo o juízo — e, no meio disso tudo, ganhei umas boas reflexões sobre quem eu sou agora. Nem tudo tem resposta, mas talvez dividir essa bagunça me ajude a arrumar alguma coisa por dentro. Que fase.
Neste episódio, compartilho uma reflexão inspirada numa mensagem do meu melhor amigo, Roney, sobre o que diferencia criar conteúdo de se expressar, fazer contatos de criar conexões e compartilhar de cultivar laços de reciprocidade.
Uma conversa sobre o que nos move, o que oferecemos ao outro — e o que esperamos, muitas vezes sem perceber.
Pode existir amizade real entre homens e mulheres héteros? Nesse episódio, falo sobre essas linhas tênues entre amizade, atração e maturidade emocional.
E o quanto o tempo nos ensina sobre amor, que não precisa ser romântico pra ser real.
Entre noites insones e silêncios que pesam, neste espisódio, compartilho um pouco da minha travessia pelo luto e a sensação de suspensão do tempo. Tô num limbo e um tanto perdida, mas acredito no processo e que há beleza até no desmanche, e que viver plenamente, às vezes, é aceitar cair com consciência.
Uma reflexão delicada sobre a dor e o lento caminho de volta a si.
Neste episódio, falo sobre o filme Materialists e o que ele revela sobre os desafios de amar no mundo real. Entre algoritmos, padrões estéticos e expectativas sociais, fica a pergunta: o que realmente impede a gente de viver uma conexão verdadeira?
Entre as páginas amareladas do diário da minha mãe, encontrei ecos de um tempo em que ela ainda não sabia que teria filhos.
Eu vivo num limbo — entre o que não veio e o que talvez nunca venha.
Neste episódio, reflito sobre a não maternidade, a ausência e o silêncio que às vezes pesa mais do que uma escolha.
Uma memória dos anos 90, cheia de sais, danças ciganas e uma cobra chamada Gaia. Um episódio sobre curiosidade, fascínio e as histórias que ficam na pele.
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