Aqui temos um progresso notável para além do ensino do Pentateuco: por exemplo, Dt 28, no qual os judeus seriam tratados como crianças, e a punição ou recompensa acontecia como consequência imediata do bom ou mau comportamento. Debaixo de tal disciplina, a adversidade só poderia ser considerada como um castigo, um sinal do descontentamento de Deus; mas agora é feita uma manifestação adicional do Seu trato com o homem. Quando Ele envia problemas a Seus filhos, não deve mais ser visto como um pai ofendido castigando pelos seus erros, mas como alguém que, amorosamente, está os corrigindo. Até o Novo Testamento cita essas palavras com aprovação e sem acrescentar nada ao ensino delas (Hb 12:5-13). Aí é mostrado como todos os filhos de Deus devem, sem exceção, se submeter a essa disciplina. [Ellicott, 1905]