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“Encontro ABC – Retorno às atividades pós-quarentena”
ELECTRICA - Cibele Galvão
LOCALL - Paulo Ribeiro
DCINE - Raphael Varandas
MONSTERCAM - Alexandre Fuchigami
QUANTA POST - Hugo Gurgel
ZUMBI - Henrique Reganati
LECTROSONICS - Christian Cabezas
ACASP - Marcella Paschoal (1ª. assistente de câmera)
APAASP - Marghe Penacchi (diretora de arte) e Mariana Hermann (produtora de objetos)
APSA - Marquinhos Ribeiro (técnico de som direto)
Mediadores: Tide Borges, ABC e Pedro von Krüger
Bate-papo sobre direção de arte com Carol Tanajura e Rafael Ronconi.
Camila de Moraes é jornalista e graduanda no curso B.I. de Artes com concentração em audiovisual pela Universidade Federal da Bahia. Na área do cinema dirigiu o documentário de longa-metragem “O Caso do Homem Errado” que aborda a questão do genocídio da juventude negra no Brasil. A cineasta se tornou a segunda mulher negra a entrar em circuito comercial com um longa-metragem após 34 anos de silenciamento no Brasil. A primeira mulher negra foi Adélia Sampaio, em 1984, com o longa-metragem de ficção “Amor Maldito”. Aclamado, o longa esteve na seleta lista de pré-selecionados pelo Ministério da Cultura para representar o Brasil e concorrer ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2019. Atualmente desenvolve o projeto de uma série de ficção chamada “Nós Somos Pares” que aborda a vida de seis mulheres negras e suas relações de amizade e amores. Camila de Moraes também dirigiu o curta-metragem “A Escrita do Seu Corpo”, que trata sobre a questão de identidade racial e de gênero por meio da poesia. Produziu e co-roterizou o documentário “Mãe de Gay” vencedor de dois Galgos de Ouro no Festival de Gramado. Fez produção do curta- metragem de ficção “Marcelina – com os olhos que a terra há de comer”, de Alison Almeida, e assistência de produção do documentário “Poesia Azeviche”, de Ailton Pinheiro. Camila de Moraes é gaúcha, mas reside em Salvador há dez anos.
A diretora é entrevistada por Anderson Sérgio da diretora de fotografia da série LIA, de clipes e curtas-metragens. Colaborou na Fotografia de diversas Novelas da Record, como José do Egito, Jesus, Os Dez Mandamentos, Belaventura, Amor sem igual, etc.
Jorge Saldanha, ABC é técnico de som direto e já trabalhou em mais de 110 longas-metragens como Chacrinha: o Velho Guerreiro, vencedor do Prêmio ABC 2019 de Melhor Som, O Bem Amado, Melhor Som no Miami Film Festival em 2010, O Xango de Baker Street, vencedor do Prêmio ABC 2002 de Melhor Som, além de Jubiabá, Ópera do Malandro, Quarup, Rio Eu Te Amo, O Homem do Futuro, Velozes e Furiosos 5, Todos os Corações do Mundo, Copa do Mundo 1994, Romance, O Cinema Falado, Viva São João, Casa de Areia, Lope, Dias Melhores Virão, O Maior amor do mundo, Cabra Marcado para Morrer, entre outros. Jorge Saldanha é entrevistado por George Saldanha, técnico de som direto em Mariguella, Pico da Neblina, O Filme da Minha Vida, Tim Maia, O Palhaço, Legalize já, João O Maestro, A Febre do Rato, Meu Nome Não é Johnny, nos Documentários : Lunário perpétuo, Pedrinha de Aruanda, Kaya N`Gandaya, Viva são joão, Outros Doces Bárbaros, O Mistério do Samba, entre outros.
Debate sobre o filme À Luz Delas, com Luana Farias, Nina Tedesco, DAFB, Joyce Prado, APAN, DAFB, Heloisa Passos, ABC, DAFB e Kátia Coelho, ABC, DAFB. Mediação: Rosa Caldeira.
Encontro ABC: Políticas de Inclusão com Débora Ivanov
Toninho Muricy é técnico de Som desde 1985 e trabalhou em dezenas de longas-metragens nacionais e internacionais, como “The Expendables”, de Sylvester Stallone, “Maria do Caritó”, de João Paulo Jabur, “O Outro Lado do Paraíso”, de André Ristum, “Tô Ryca”, de Pedro Antônio, “Filhas do Vento”, de Joel Zito Araújo, “Todos os Corações do Mundo”, de Murilo Salles, “Lua de Cristal”, de Tyzuka Yamasáki, “Vai Que Dá Certo!” e “Verônica”, de Maurício Farias, “O Trapalhão e a Luz Azul”, de Paulo Aragão, “São Gerônimo”, de Júlio Bressane, “A Fábula da Bela Palomera”, de Ruy Guerra, “A Cor De Seu Destino”, de Jorge Durán, “Tigrero”, de Mika Kaurismakki, e em séries como “Questão de Família”, de Sérgio Resende, para o canal GNT, e “Conselho Tutelar”, de Rudi Lagemann, para a TV Record. Como diretor e roteirista realizou o documentário 16mm “Pastinha! Uma Vida Pela Capoeira”, de 1998, sobre Mestre Pastinha, premiado nos Editais “Prêmio Resgate do Cinema Nacional”, e “Capoeira Viva” do MinC e o documentário “Memórias do Cais do Valongo”, entre outros.
O técnico de som é entrevistado por Ana Luiza Penna, diretora de som de cinema e TV. Como técnica de som profissional trabalhou em longas, séries para TV, curtas e documentários, como Filhos do Carnaval (HBO/O2 filmes), Cidade dos Homens (02 Filmes), Falsa Loura, de Carlos Reichenbach, Nome Próprio, de Murilo Salles, Olho de Boi, de Hermano Penna; Diabo a Quatro, de Alice Andrade; Travessia, de João Gabriel, Tropykaos, de Daniel Lisboa, A Finada Mãe da Madame, de Bernard Atal, A Música da Minha Vida, de Gabriela Barreto, Sinais de Cinza, de Henrique Dantas; A Bicicleta do Vovô, de Henrique Dantas, Sol, de Lô Politi , entre outros.
Cristina Amaral, formada em Cinema pela ECA-USP, é responsável pela montagem de filmes de diretores como Andrea Tonacci, Carlos Reichenbach, Denoy de Oliveira, Edgard Navarro, Guilherme de Almeida Prado, Joel Yamaji, Carlos Adriano, Lina Chamie, Raquel Gerber, entre outros. A parceria com Carlos Reichenbach iniciou-se em “Alma Corsária”( premiado no Festival de Brasília), e rendeu diversos filmes posteriores, como “Dois Córregos”, “Garotas do ABC”, “Bens Confiscados” e “Falsa Loura”. Com Andrea Tonacci, seu companheiro de vida, coordenou a produtora Extrema Produção Artística, e assinou a montagem de “Paixões”, “Serras da Desordem” e “Já visto, jamais visto”, entre outros. Mais recentemente, tem feito trabalhos ao lado de jovens realizadores como Adirley Queiroz, Jo Serfaty e Thiago Mendonça. A montadora é entrevistada por Caio Lazaneo, diretor, produtor, documentarista e montador. Lazaneo é mestre e doutor em Ciências da Comunicação pela ECA – USP e atua também como professor universitário em cursos de Cinema e Audiovisual e Comunicação desde 2012. Desenvolve desde 2010 trabalhos de produção partilhada do conhecimento com os povos xavante e karajá, tendo como foco a produção de documentários voltada para as aldeias e para a inserção do conhecimento indígena na universidade. Foi montador e finalizador de filmes como “A cidade dos abismos”, “Belos Carnavais”, “Curtas jornadas noite adentro” e “A propóstio de Willer”.
Enrique Chediak nasceu em Quito, Equador. Estudou comunicação no Chile e fotografia em Madri antes de estudar cinema na Universidade de Nova York de 1992 a 1996. É diretor de fotografia de filmes como A Dama e o Vagabundo, Maze Runner: Correr ou Morrer, A 5ª Onda, 127 Horas, A Morte e Vida de Charlie, Besouro, Extermínio 2, entre outros.
Chediak é entrevistado por Breno Cunha, diretor de fotografia de Aruanas, Amor de Mãe, Cidade dos Homens, Sangue Latino e Quase Anônimos.
João Godoy é técnico de som diretor e doutor em comunicações pela ECA-USP com uma tese que aborda os procedimentos de trabalho na captação de som direto em longas-metragens. João Godoy acumula no currículo mais de 40 filmes, como Um Céu de Estrelas (Tata Amaral, 1996), Contra Todos (Roberto Moreira, 2004), Cabra Cega (Toni Venturi, 2004), Casa de Alice (Chico Teixeira, 2007), Não por Acaso (Philippe Barcinski, 2007), O Menino da Porteira (Jerê Moreira, 2009), Quanto dura o amor? (Roberto Moreira, 2009), Bróder (Jeferson De, 2010), Onde está a felicidade? (Carlos Alberto Riccelli, 2011), Hoje (Tata Amaral, 2011), Sequestro Relâmpago (Tata Amaral, 2018), entre outros.
João será entrevistado por Bernardo Marquez, sound designer, educador e realizador do site Artesãos do Som. Graduado em comunicação pela UNESP e com mestrado sobre o pensamento sonoro no cinema brasileiro pela USP.
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