ABC (Associação Brasileira de Cinematografia)

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ABC (Associação Brasileira de Cinematografia) episodes

  • Caio Lazaneo entrevista Cristina Amaral

    Cristina Amaral, formada em Cinema pela ECA-USP, é responsável pela montagem de filmes de diretores como Andrea Tonacci, Carlos Reichenbach, Denoy de Oliveira, Edgard Navarro, Guilherme de Almeida Prado, Joel Yamaji, Carlos Adriano, Lina Chamie, Raquel Gerber, entre outros. A parceria com Carlos Reichenbach iniciou-se em “Alma Corsária”( premiado no Festival de Brasília), e rendeu diversos filmes posteriores, como “Dois Córregos”, “Garotas do ABC”, “Bens Confiscados” e “Falsa Loura”. Com Andrea Tonacci, seu companheiro de vida, coordenou a produtora Extrema Produção Artística, e assinou a montagem de “Paixões”, “Serras da Desordem” e “Já visto, jamais visto”, entre outros. Mais recentemente, tem feito trabalhos ao lado de jovens realizadores como Adirley Queiroz, Jo Serfaty e Thiago Mendonça.

    A montadora será entrevistada por Caio Lazaneo, diretor, produtor, documentarista e montador. Lazaneo é mestre e doutor em Ciências da Comunicação pela ECA – USP e atua também como professor universitário em cursos de Cinema e Audiovisual e Comunicação desde 2012. Desenvolve desde 2010 trabalhos de produção partilhada do conhecimento com os povos xavante e karajá, tendo como foco a produção de documentários voltada para as aldeias e para a inserção do conhecimento indígena na universidade. Foi montador e finalizador de filmes como “A cidade dos abismos”, “Belos Carnavais”, “Curtas jornadas noite adentro” e “A propóstio de Willer”.

    2 hr 1 min
  • Toco Cerqueira entrevista Reilly Steele

    Reilly Steele nasceu em Nova Iorque, onde atuou como mixador por mais de 30 anos na Sound One, tendo trabalhado em filmes como O Segredo de Brokeback Mountain, O Tigre e o Dragão, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, Na Estrada e O Sexto Sentido. Há sete anos mora no Brasil, tendo mixado obras como Carandiru, Meu Amigo Hindu, Turma da Mônica – Laços, entre outras.

    Steele será entrevistado por Toco Cerqueira, que trabalha com edição e mixagem de som para audiovisual desde 2002. Editou e mixou mais de 90 títulos, como Democracia em Vertigem, Laços – Turma da Monica, Eduardo e Monica, entre outros.

    1 hr 32 min
  • Fernanda Tanaka entrevista Jacques Cheuiche, ABC

    Jacques iniciou em 1981, como assistente de câmera, no filme “O Sonho Não Acabou”, de Ségio Rezende, até se tornar Diretor de Fotografia e ter realizado muitos filmes como Amazônia Groove, Revelando Sebastião Salgado, Urbania, Edifício Master, Babilônia 2000, entre outros. São muitos anos de trabalho com a câmera, no foco, como operador, fotografando, iluminando e expondo o negativo, e no cinema digital.

    Cheuiche será entrevistado por Fernanda Tanaka, diretora de fotografia formada em Cinema e Vídeo pela ECA-USP em 1998. Trabalha no cinema desde 1996. Foi assistente de câmera por mais de 15 anos. Fez quase 40  longas-metragens, inúmeras séries e comerciais. Membra da ABC há 17 anos, faz parte do conselho da diretoria atual.

    1 hr 6 min
  • Bernardo Uzeda e Paulo Gama

    Bernardo Uzeda é supervisor de edição de som e professor do curso de Cinema da PUC-Rio. Seus trabalhos mais recentes envolvem parcerias com diretores como Ruy Guerra, Selton Mello, Cláudio Torres, Maria Augusta Ramos, Marco Dutra e Juliana Rojas. Atualmente, ao lado de Tomás Alem, coordena a Aura Post, empresa de pós-produção de som baseada no Rio de Janeiro.

    Paulo Gama é mixador de Áudio para cinema e TV. Começou em 1998 como editor de som trabalhando em filmes como Cronicamente Inviável e Castelo Rá Tim Bum. Desde 2002 se especializou em mixagem trabalhando em filmes como Faroeste Caboclo, Febre do Rato, O Palhaço, Bruna Surfistinha, Trabalhar Cansa, Sinfonia da Necrópole, Boca de Ouro, Que horas ela volta? TOC e na série Rua Augusta. Ganhador dos prêmios de som dos festivais de Paulínia, Brasília e Conservatória Cine-Música e dos Prêmios ABC e Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Desde de 2010, dá aulas de pós-produção de som na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños.

    50 min
  • Daniel Flaksman entrevista Marcos Flaksman, ABC

    Marcos Flaksman é diretor de arte, arquiteto e cenógrafo para cinema, teatro, ópera e televisão. Além dos projetos de arquitetura do espetáculo, realizou mais de 70 espetáculos de teatro e óperas como cenógrafo e diretor, entre eles “Rasga Coração”, “Equus”, “A Serpente” e “Coriolano”. Para o cinema, realizou a direção de arte de filmes como “Budapeste”, “Benjamin”, “O Duelo”, “Villa Lobos – Uma vida de Paixão”, “O Xangô de Baker Street”, “Zuzu Angel”, “Primo Basílio” e “O Paciente”. Durante sua carreira, recebeu diversos prêmios, incluindo o  Prêmio Molière, Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte, Prêmio ABC de Cinematografia, Grande Prêmio da Academia Brasileira de Cinema, Troféu Candango do Festival de Brasília, entre outros.

    Marcos será entrevistado por Daniel Flaksman,  diretor de arte brasileiro, formado em arquitetura e urbanismo pela UFRJ que trabalha principalmente em filmes longas-metragens, séries e comerciais para tv desde 1996.  Foi diretor de arte de filmes como “Corações Sujos”, “Trinta” e “Nise – Coração da Loucura”, além de produções estrangeiras como  “The Expendables”, “The Twilight Breaking Dawn Saga: Parte 1″ e “O Jogo de suas vidas”.

    2 hr 24 min
  • Rogério Luiz entrevista Walter Carvalho, ABC

    Walter Carvalho é Fotografo, Diretor de Fotografia e Diretor de Cinema e TV. É membro da Academy of Motion Picture Arts and Sciences e ao longo de sua carreira como diretor de fotografia já conquistou mais de 70 prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais, incluindo o Golden Frog no Camerimage 98 pelo filme “Central do Brasil”. Assinou a direção de fotografia de filmes como “Central do Brasil”, “Lavoura Arcaica”, “O Veneno da Madrugada”, “Amarelo Manga”, “Carandiru”, “O Céu de Suely”, “Madame Satã”, “Abril Despedaçado”, “Janela da Alma”, “A Erva do Rato” e “Redemoinho”, e entre os filmes que dirigiu estão “Um filme de Cinema”, “Raul, o início, o fim e o meio”, “MAM SOS”, “Budapeste”, “Cazuza – O Tempo não Para”, “Janela da Alma” e “Moacir Arte Bruta”.

    Na televisão, Walter foi diretor de fotografia de diversas produções da Rede Globo, como “Renascer”, “Rei do Gado”, O Canto da Sereia” e “Amores Roubados”. Além disso, assinou a fotografia e a direção de “Rebu”, “Justiça”, “Os Dias Eram Assim”, “Onde Nascem os Fortes” e da novela “Amor de Mãe”. Publicou os livros “Contrastes Simultâneos” (Editora Cosac Naify), “Fotografia de um filme” (Cosac Naify) e “Walter Carvalho, fotógrafo” (Instituto Moreira Salles).

    A entrevista foi realizada por Rogério Luiz, realizador audiovisual e pesquisador com estudos de mestrado e doutorado dedicados à imagem técnica. Professor do Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia da área de Fotografia e Iluminação. Autor do livro Fotografia e Memória: a criação de passados e um dos organizadores do livro “Cinematografia, Expressão e Pensamento”, lançado pela Editora Appis (2019). Integrante do grupo de pesquisa “Cultura, Memória e Desenvolvimento” (CNPq/UnB). É sócio da ABC e um dos coordenadores do Seminário Temático “Estética e Plasticidade da Direção de Fotografia” da SOCINE.

    3 hr 27 min
  • Luísa Dalé entrevista Hélène Louvart, AFC (em inglês)

    Membro da Sociedade Francesa de Cinematógrafia – AFC, Louvart trabalhou com diversos diretores e diretoras internacionalmente consagrados como Wim Wenders, Agnès Varda, Claire Denis, Christophe Honoré, Jacques Doillon, Nicolas Klotz e Léos Carax, e em sua cinematografia como fotógrafa se destacam A Vida Invisível (Dir. Karim Aïnouz, 2019), Pina (Dir. Win Wenders, 2011), As Maravilhas (Dir. Alice Rohrwacher, 2014) e As Praias de Agnès (Dir. Agnès Varda, 2008), entre outros.

    Hélène será entrevistada por Luísa Dalé, formada em História pela UnB e em Direção de Fotografia pela Escola Superior de Cinema e Audiovisual da Catalunha, fotografou seis curtas, diversos videoclipes e está em pré do seu primeiro longa documental.

    2 hr 35 min
  • Covid-19 e a Nova Realidade do Audiovisual Brasileiro

    Wellington Pingo entrevista a presidenta do Sindcine Sonia Santana.  

    Sonia Santana é profissional de produção, coordenadora de produção de efeitos especiais e sócia fundadora do Sindcine (1986). Trabalhou no teatro e em longas, documentários e curtas como produtora geral nos anos 1970 e 1980. Fez parte do grupo de técnicos do cinema publicitário, que foi para o cinema na chamada Boca do Lixo e para a Produção Independente, e que levaram novos olhares, novas técnicas, na produção cinematográfica paulista como um todo. Entre os filmes que participou estão: Sabendo Usar Não vai Faltar (Dir. Francisco Ramalho Jr), A Flor da Pele (Dir. Francisco Ramalho JR) e Noite dos Duros (Dir. Alfredo Miziara). Foi também coordenadora, sócia e produtora da 9 Ponto8 Efeitos Especiais, estúdio de efeitos especiais onde realizou trabalhos em filmes publicitários, espetáculos teatrais, eventos, filmes de longa-metragem dos anos 1990 até 2017.  

    Desde o final de 2015, Sonia intensificou a participação no Sindcine – Sindicato do Trabalhadores na Industria Cinematográfica e do Audiovisual dos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal, onde atualmente exerce o cargo de Presidente eleita. Também participa das seguintes instituições: Conselho de Comunicação Social do Senado, como conselheira titular (2020-2022), UNI GLOBAL UNION WORLD EXECUTIVE BOARD (2018-2022), UNIMEI -PANARTES, FITEC – Federação Internacional de Cine, Conselho Consultivo da Spcine e Mulheres Lideres do Audiovisual.  

    Sonia é entrevistada por Wellington Pingo, produtor, diretor de produção e produtor executivo, que já atuou em diversas séries de TV, como Sintonia, Pacto de Sangue e Assédio, além de longas-metragens, como Malasartes e o Duelo com a Morte (Dir. Paulo Morelli), Elis (Dir. Hugo Prata), Lula, o Filho do Brasil (Dir. Fábio Barreto e Marcelo Santiago), Família Vende Tudo (Dir. Alain Fresnot), Quanto Vale Ou É Por Quilo? (Dir. Sergio Bianchi) e Central do Brasil (Dir. Walter Salles).

    2 hr 25 min
  • Mari Becker, AMC entrevista Diana Vasconcellos, ABC

    Diana se graduou em Comunicação Social pela UFMG em 1981. Iniciou ainda nos anos 1980 carreira de montadora cinematográfica e desde então editou mais de 50 filmes, séries e documentários. Entre eles O HOMEM NU e CASA DA MÃE JOANA 1 e 2 de Hugo Carvana, O XANGÔ DE BAKER STREET, VINÍCIUS e CHICO – ARTISTA BRASILEIRO de Miguel Faria Jr, PRIMO BASILIO, TEMPOS DE PAZ, CHICO XAVIER, BOCA DE OURO e SILÊNCIO DA CHUVA de Daniel Filho, CORAÇÕES SUJOS de Vicente Amorim, VIDA DE MENINA e PALAVRA ENCANTADA de Helena Solberg, VENEZA de Miguel Falabela, FEVEREIROS de Marcio Debellian, MEDIDA PROVISÓRIA de Lázaro Ramos. Atualmente está editando DIÁRIOS DE INTERCÂMBIO, de Bruno Garotti.  

    Diana é entrevistada por Mari Becker, AMC, montadora de Samantha! (NETFLIX), A Garota da Moto (SBT) e Todos Nós (HBO), entre outros filmes e diversas publicidades.

    2 hr 5 min
  • Rafael Nobre entrevista Alziro Barbosa, ABC

    Alziro Barborsa é diretor de fotografia, com graduação e mestrado em uma das mais importantes faculdades de Direção de Fotografia do mundo, o Instituto de Cinema Russo – VGIK (1988 a 1994). Atua no mercado brasileiro desde 1995, realizando longas metragens, comerciais, séries para TV, documentários e curtas. Alziro foi premiado em diversos festivais nacionais e internacionais e tem cinco prêmios de melhor Direção de Fotografia pela Associação Brasileira de Cinematografia (ABC). Entre os longas em destaque estão “Serras das Desordens”, “Cores”, “JK- uma Bela Noite para Voar” e “Mistéryos”.  

    Alziro é entrevistado por Rafael Nobre, diretor de fotografia e educador, formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e pós-graduado em Gestão Cultural pela mesma universidade. É sócio da ABC e membro da Society of Camera Operators (SOC). Fotografou diversos longas, curtas e clipes, como o documentário “Mataram Meu Irmão”, dirigido por Cristiano Burlan e vencedor do É Tudo Verdade de 2013, prêmios da crítica e do júri, além dos longas Amador (2014) e Hamlet (2014). É fundador da Bucareste Ateliê de Cinema, nos últimos anos se dedicou à criação, gestão e coordenação de cursos na área da direção de fotografia e cinematografia.

    2 hr 49 min

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