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Natural do México, Martín Macías Trujillo é formado em Artes Visuais e iniciou sua carreira de caracterizador na emissora mexicana TELEVISA em 1990. Fez seu primeiro filme no Brasil em 1996 e já atuou em mais de 80 produções nacionais e internacionais, como Casa de Areia, Heleno, Tropa de elite 1 e 2, Getúlio, Entre Irmãs, Marighella, Trash: A Esperança vem do Lixo, Sergio, entre outros. Fez cursos com maquiadores como Thomas R. Burman e Ken Diaz.
Martín será entrevistado por Gabi Britzki, caracterizadora de Modo Avião, Terrores Urbanos, Uma Quase Dupla, Turma da Mônica Laços e Lições. Foi assistente de Martin Macias Trujillo em Marighella e Magnífica 70 3ª temporada. Gabi Britzki participou também das equipes de caracterização de Coisa Mais Linda 1ª e 2ª temporadas e Meu Amigo Hindu.
Maritza Caneca é fotógrafa e diretora de fotografia. O percurso artístico de Maritza Caneca se inicia nos anos 1980, na fotografia de Still em filmagens cinematográficas. Nessa categoria fotográfica surge a oportunidade de se explorar, a partir de fragmentos de uma filmagem, a síntese poética de uma narrativa maior. Assim, capturando fragmentos das cenas dos filmes, a fotógrafa de Still fixa numa imagem sua totalidade narrativa. E, nessa captura, nasce o olhar de Maritza Caneca, uma fotógrafa que, mesmo tendo seguido seu percurso como diretora de fotografia em diversas produções cinematográficas, continua a fotografar. Como diretora de fotografia, atuou em filmes como Asdrubal Trouxe o Trambone, Os Transgressores, Rubem Braga: Olho as Nuvens Vagabundas, A Luz do Tom, Brasil Animado, entre outros.
Maritza será entrevistada por Kika Cunha, ABC, diretora de fotografia formada em cinema na FAAP-SP. Começou a carreira como vídeo-assist, passou pela assistência de câmera onde ficou por 15 anos fazendo na maior parte comerciais estrangeiros, longas e séries da globo em película .No final da carreira de foquista começou a operar câmera em longas e fotografar programas para TV e curtas. Nesse período se deu a transição para o digital. Há 11 anos é fotografa de cinema e séries de ficção para TV. Tem cinco longa-metragens e mais de sete séries, a maioria com 3 temporadas.
Dariela Ludlow é formada no Centro de Treinamento Cinematográfico – C.C.C (MÉXICO) na especialidade de Direção e Direção de Fotografia. Interessada em continuar aprendendo sobre cinematografia, decidiu cursar um mestrado na Escola Superior de Cinema e Audiovisuais da Catalunha, ESCAC, em Barcelona. Trabalhou como diretora de fotografia em filmes, televisão e publicidade. Entre seus projetos está o curta-metragem “Tr3s”, que dirigiu e fotografou, que conquistou o primeiro lugar no concurso de cinema da Kodak Film School na América Latina, participando de vários festivais ao redor do mundo, incluindo Plus CAMERIMAGE. Em 2010, ela retornou ao prestigioso Festival de Diretores de Fotografia da Polônia, Camerimage, com seu trabalho no documentário “The Tightrope”, de Nuria Ibáñez. No mesmo ano, ele fundou a produtora Chamaca Films com Natalia Beristaín e Analeine Cal y Mayor, onde produziu seu primeiro documentário como diretora e fotógrafa “Un día menos”, indicado ao Ariel e premiado e exibido em festivais nos 5 continentes. Mais uma vez, na Chamaca, ela produz o filme “Eu não quero dormir sozinho”, um filme que foi selecionado novamente no festival Camerimage em 2013. Em 2018, ela foi indicada ao Ariel por seu filme “Los Adioses” e em 2019 novamente com o filme “Las chicas bien”. Lecionou aulas e cursos de Cinematografia e Documentário em diferentes instituições da América Latina.
A diretora de fotografia será entrevistada por Carol Costa, AMC, diretora de fotografia com base no México e nos USA. Fotografou vários longas que estrearam em Sundance como ‘Hala’ e ‘Wander Darkly’ e em Cannes como ‘They’ e ‘Las Elegidas’ pelo qual ganhou um Ariel – premio da Academia Mexicana. Foi selecionada como parte dos Rising Stars de 2018 da revista American Cinematographer.
Aline Ballestero é operadora de câmera, Steadicam e yogini, formada pela Unesp (Bauru) e USC (Los Angeles), integra equipes de câmera há 20 anos. E em metade desse tempo vem ampliando seu expertise em consciência corporal na operação de câmera entre televisão, documentários, música e dramaturgia. Também faz parte do time de instrutores dos workshops Tiffen/Steadicam.
Maoma Faria é diretor de fotografia e operador de steadicam. O trabalho profissional teve início como assistente de câmera e pouco tempo depois iniciou como diretor de fotografia, em que atuou com filmes publicitários, curtas e longas-metragens. Em 2004, foi convidado para trabalhar em Angola e ficou por lá pelo menos seis anos. Após a experiência em Angola, decidiu dedicar um ano inteiro aos estudos e foi morar nos Estados Unidos, onde estudou inglês e realizou um curso de fotografia digital em Nova Iorque, na NY Film School. Nos EUA, também fez um curso de documentário e aproveitou para comprar equipamentos de filmagem, entre eles, um Steadicam profissional. Com o equipamento em mãos, ingressou no curso oficial Steadicam Gold, um dos melhores do mundo, que conta com a participação do inventor do Steadicam, o cinegrafista americano Garret Brown. De volta ao Brasil, o mercado audiovisual estava bem diferente de quando Maoma partiu para Angola anos antes. Encontrando dificuldades para conseguir se afirmar no mercado de Salvador, decidiu atuar no eixo Rio de Janeiro-São Paulo, onde passou a trabalhar para grandes filmes publicitários, séries de ficção e produções de grande relevo no cenário nacional.B
Claudio Amaral Peixoto começou como carnavalesco na Mocidade Independente de Padre Miguel em 1987 e 88. Primeiro com o carnavalesco Fernando Pinto e depois assumindo a escola. Trabalhou na Globo em 88 no estreante TV Pirata com o diretor Guel Arraes. Após três anos de TV e vários projetos, começou no cinema fazendo o longa “Quem Matou Pixote”, de José Joffily. Além dos mais de cinquenta filmes realizados para o cinema, trabalhou em várias séries e uma centena de filmes para publicidade. Entre os filmes que assinou como diretor de arte estão: João: o Maestro, Kardec, O Filme da Minha Vida, Gonzaga: De Pai pra Filho, Tim Maia, Boa Sorte, O Palhaço, Besouro, Lisbela e o Prisioneiro, Cazuza, entre outros.
Claudio será entrevistado por Lu Bueno, Diretora de Arte, Cenógrafa, Figurinista de teatro e cinema. Design Gráfico de formação, é doutoranda em Design pela FAU-USP. Ao longo de sua carreira tem trabalhado com nomes como: Gerald Thomas, Antonio Fagundes, Georgia Guerra Peixe, Flavia Moraes, Ney Latorraca, Ney Matogrosso, Ulisses Cruz e Ivaldo Bertazzo. Em teatro trabalhou junto a diversos grupos: Cia. Elevador, Parlapatões, Patifes e Paspalhões, La Mínima, Circo Mínimo, Le Plat du Jour entre outros. Em cinema realizou vários curtas, web séries e inúmeros filmes comerciais. Seus trabalhos já foram indicados vencendo vários prêmios inclusive o Prêmio Shell e Pananco de melhor Cenografia e Figurino. Realiza ainda trabalhos na área de educação coordenando e ministrando cursos, palestras e oficinas de Direção de Arte.
KondZilla começou sua carreira em 2011 fundando a KondZilla, uma holding de comunicação voltada para o(a) jovem de favela. Fundador do Canal KondZilla, o maior canal de música do mundo no YouTube alcançando a marca de mais de 30 bilhões de visualizações e 58 milhões de inscritos. Em 2019, foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Video Musical como produtor e nomeado um dos 100 afrodescendentes mais influentes do mundo pela MIPAD/ONU. Na ficção foi criador, produtor executivo e diretor geral da série SINTONIA, a mais assistida do Brasil na Netflix em 2019. Em 2017 foi nomeado Homem do Ano pela Revista GQ na categoria: Música, palestrante no Festival SXSW e nomeado um dos 30 jovens mais influentes do Brasil abaixo dos 30 anos segundo a revista Forbes.
O produtor será entrevistado por Adriane Sanseverino, DAFB, assistente de câmera no mercado de cinema, TV e publicidade formada em Audiovisual pelo Senac-SP é. Também atua enquanto diretora de fotografia em eventos, documentários e projetos independentes, em sua maioria sobre narrativas periféricas.
Marcelo de Oliveira Pinto, “Marcelinho”, cresceu em uma família que trabalhava em cinema: direção, produção, edição e figurino. Começou trabalhando como ajudante de estúdio e quando se interessou pela elétrica se formou no SENAI em eletricidade industrial e residencial em 1985.
Marcelinho será entrevistado pela eletricista Bárbara Lopes, DAFB. Formada em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac e em Elétrica para a Indústria Audiovisual pelo Senai, vem se especializando em Iluminação e Cinematografia pela Bucareste Ateliê de Cinema. No mercado atua como assistente de elétrica e eletricista em publicidades, séries, longas e curtas-metragens..
Eliza Paley trabalha com cinema, produção e pós-produção, há mais de 30 anos. Desde 1988 trabalha com edição de som. Como supervisora de edição de som, Eliza trabalhou com vários diretores, incluindo Robert Altman (A Prairie Home Companion, Short Cuts); Cary Fukunaga (True Detective); Lasse Hallström (The Nutcracker, A Dog’s Purpose); John McNaughton (The Harvest); David Siegel e Scott McGehee (What Maisie Knew); John Turturro (Romance and Cigarettes); Emily Hubley (The Toe Tactic) e Peter Hedges (Dan in Real Life). Eliza também cosupervisou ou supervisou a edição de diálogos de trabalhos de diretores como Todd Haynes (Dark Waters, Wonderstruck); The Coen Brothers (Hail Caesar!) Lasse Hallström (One Hundred Foot Journey); Ben Stiller (The Secret Life Of Walter Mitty), Stephen Daldry (The Reader, Extremely Loud and Incredibly Close); Cindy Sherman (Office Killer) e Julie Taymor (Across the Universe,The Tempest). Eliza ainda possui experiência em Edição e Design de Som em documentários e no decorrer de sua história na pós-produção de áudio, também foi parceira fundadora de dois estúdios de edição de som. Primeiro, a Effects Filmes, em São Paulo, Brasil, com Miriam Biderman, inaugurada em 1988, e em 1995, em Nova York com mais dois parceiros fundou a Planet 10 Post, Inc., onde atuou até 2001, quando foi comprada pela Liberty Media.
Eliza será entrevistada pela supervisora de som Miriam Biderman, ABC. Miriam começou sua carreira em Nova Iorque, nos anos 80, trabalhando em filmes de Martin Scorcese, Elaine May e Sidney Lumet. Voltando ao Brasil, cria a Effects Filmes com Eliza Paley, empresa especializada em finalização de som para longas, documentários, curtas e séries para TV. É sócia efetiva da ABC desde 2001. É membra da AMPAS (Sound Branch) desde 2017.
Patricia de Filippi é formada em Arquitetura e Urbanismo, atua na área de fotografia e em preservação fotográfica e cinematográfica, desde 1984. Pesquisa técnicas fotográficas, com foco principal na preservação, conservação e restauração fotográfica e cinematográfica, tanto no campo analógico quanto digital. Especializou-se no Arquivo Público da Cidade de Nova York, e no George Eastman Museum, em Rochester, EUA. Foi docente de Fotografia na Faculdade SENAC de Comunicação e Artes, coordenou por 15 anos o laboratório de restauração da Cinemateca Brasileira/MinC, onde foi diretora adjunta entre 2007 e 2013. Por mais de 30 anos, vem atuando na área cultural em projetos de preservação, restauração e digitalização de acervos públicos e privados com conteúdos fotográficos, cinematográficos, sonoros e afins.
Patricia será entrevistada por Fernanda Guimarães, produtora cultural e pesquisadora com atuação em audiovisual, música e literatura. Foi coordenadora de projetos na Cinemateca Brasileira e coordenadora de comunicação no Instituto Butantan e no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Em maio, a ABC e Cinemateca Brasileira realizaram a primeira Sessão ABC online, que exibiu o filme Fotografação.
Confira o debate que ocorreu após a exibição, com a presença da montadora Idê Lacreta, da fotógrafa Maureen Bisilliat e do diretor Lauro Escorel, ABC, com mediação de Pepe Mendes.
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