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A técnica de som Tide Borges, ABC e a editora de som Maria Muricy, ABC debatem sobre o som no audiovisual. Tide Borges é graduada e Doutora em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA/USP. É profissional de som desde 1984. Trabalhou na 2ª Temporada da série e longa-metragem Carcereiros, além dos filmes 2 Coelhos, Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo, Mulheres Olímpicas, A Hora da Estrela, A Marvada Carne, entre outros.
Maria Muricy foi responsável pela edição de som de Uma Longa Viagem, Batismo de Sangue, Assalto ao Banco Central, o Mistério de Feiurinha, Orquestra dos Meninos, entre outros.
Bradford Young é diretor de fotografia de filmes como White Lies, Black Sheep (2007), Pariah (2011), Restless City (2011), Middle of Nowhere (2012), Ain’t Them Bodies Saints (2013), Mother of George (2013), Selma: Uma Luta Pela Igualdade (2014), O Ano Mais Violento, A Chegada (2016), Han Solo: Uma História Star Wars (2018), Olhos que Condenam (2019). Em 2017, Young se tornou o primeiro diretor de fotografia afro-americano a ser indicado ao Oscar por seu trabalho em A Chegada.
Young será entrevistado por Alex Vecchi, diretor de fotografia desde 2015, que trabalha com publicidades, curta-metragens e videoclipes.
Arquiteto formado pela FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, Cassio começou sua carreira em 1993 como assistente de Daniela Thomas, na criação e construção dos cenários da Companhia de Ópera Seca de Teatro, de Gerald Thomas. Seu primeiro trabalho para o cinema foi como assistente de direção de arte e cenografia em Terra Estrangeira (1995), que Daniela Thomas codirigiu com Walter Salles. Em seguida foi convidado para trabalhar no filme Central do Brasil (1998), no qual dividiu a direção de arte com Carla Caffé. A partir daí assinou a direção de arte de vários filmes brasileiros, entre eles: Ação Entre Amigos (1998), de Beto Brant, Abril despedaçado (2001), de Walter Salles, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias(2007), de Cao Hamburguer, A Encarnação do Demônio, de José Mojica Marins, As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodansky, Bingo, O Rei Das Manhãs (2017), de Daniel Rezende, Turma da Mônica Laços, (2019) de Daniel Rezende e Meu Último Desejo (2020), de Arnaldo Jabor, ainda inédito. Também assinou a direção de arte de diversas séries de TV, como Som e Fúria, Vade Retro e O Escolhido. Como cenógrafo, trabalhou a partir de 2001 para a MTV Brasil, onde assinou diversos projetos cenográficos para a série de Shows Acústicos MTV DVDs e edições do Video Music Awards, VMB.
O diretor de arte é entrevistado por Fábio Goldfarb. Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo no final dos anos 1990, inicia sua carreira no audiovisual em 2002 como assistente de direção de arte para filmes publicitários. A partir de 2004 passa a colaborar com o diretor de arte Cássio Amarante desenvolvendo cenografias para publicidades e longas metragens tais como “O Ano Que Meus Pais Saíram de Férias” e “Encarnação do Demônio”. Há mais de dez anos assina seus próprios trabalhos como séries para TV, longas metragens, cenários para TV e filmes publicitários. Entre os trabalhos realizados, destaque para “O Roubo da Taça” ,“Toc – Transtornada Obsessiva Compulsiva” e “Morto não Fala”, ambos longas metragens . Séries: “FDP” e “O Homem da Sua Vida” para HBO, Unidade Básica e “Amigo de Aluguel” para Universal Channel , “Rua Augusta” para TNT e “Coisa Mais Linda” e “Cidade Invisível” (em pós-produção) para a Netflix.
Nascido na África do Sul, Dan Mindel, ASC, BSC, SASC fez em colaboração com o Diretor JJ Abrams algumas das maiores bilheterias dos últimos 10 anos. Seus créditos incluem: Star Wars Episódios VII e IX, Star Trek: Into Darkness, M:I 3, Savages, Domino e muitos outros.
O diretor de fotografia será entrevistado por Otavio Pupo. Pupo se formou em cinema em 2006 e desde então atua no mercado audiovisual como Diretor de Fotografia. Em 2017 ganhou o Prêmio ABC com o curta “Lunatique”. “Sobre Rodas” foi seu primeiro longa-metragem de ficção, lançado em 2019, ano que rodou seus próximos projetos de cinema, o longa “Cabrito” e o documentário “HebeDoc”.
Kátia é a primeira mulher a dirigir a fotografia de um longa-metragem no Brasil, recebeu mais de 30 prêmios em festivais nacionais e internacionais. Com “Tônica Dominante” ganhou Kodak Vision Award-Woman in Film, Los Angeles e APCA, Associação Paulista de Críticos de Arte. Fotografou “A Via Láctea”, filme de Lina Chamie, que representou o Brasil no Festival de Cannes; foi professora de cinematografia na USP. Desenvolve projetos na Veríssimo Produções, fez a produção executiva e roteiro do longa-metragem Terra de Ciganos, vencedor do edital Prodecine 1, dirigido por Naji Sidki, em finalização, e Dulcina, de Glória Teixeira, prêmio de melhor filme, júri oficial e popular, Mostra Brasília, Festival de Brasília; fotografou o longa-metragem Diário de Viagem, inédito, dirigido por Paula Kim, produção Sam Ka Pur/Dezenove.
A diretora de fotografia é entrevistada por Silvia Gangemi, que atua no cinema desde 1996 como assistente de câmera. Atualmente, Silvia é diretora de fotografia e operadora de câmera e trabalhou em mais de 60 filmes e séries.
Vera Hamburger é arquiteta formada pela FAU USP em 1989, mestre em Artes Cênicas pela ECA USP e doutoranda em Arquitetura na FAU USP. Atua, desde 1985, nas áreas da direção de arte e cenografia para cinema, teatro, dança, ópera e exposições, além de dedicar-se á pesquisa e ensino sobre a matéria. Iniciou suas atividades em 1985, com o cenário e figurino da leitura dramática de O homem e o cavalo, sob direção de José Celso Martinez Correa. Desde então, colabora, como diretora de arte e cenógrafa nas diversas áreas. No cinema participou da realização de mais de 30 filmes dos quais destacamos: A ostra e o vento, de Walter Lima Jr; Castelo Ra tim bum, de Cao Hamburger; Carandirú de Hector Babenco; Hoje e Sequestro relâmpago, de Tata Amaral, entre outros.
Além disso, Vera é autora do livro Arte em cena, a direção de arte no cinema brasileiro da Editora SENAC e Edições SESC, prêmio Jabuti 2015, e curadora do website sobre vida e obra do cenógrafo Flávio Império www.flavioimperio.com.br, realizado com o apoio do Itaú Cultural. Na área de ensino dedica-se a cursos de direção de arte e cenografia tanto em escolas de curso livre como em instituições de ensino de nível superior desde 2003. Há dez anos desenvolve o Laboratório Fronteiras Permeáveis, no qual discute de maneira prática-teórica, o desenho do espaço como linguagem.
Vera foi entrevistada pela diretora de arte Monica Palazzo, graduada em Imagem e Som pela UFSCar e doutoranda em Poéticas Visuais na ECA/USP, com pesquisa sobre cinema 360º e espaço fílmico. Atua como diretora de arte para filmes e séries. Fez a direção de arte dos longas Para minha amada morta (dir. Aly Muritiba), Cores (dir. Francisco Garcia), Rio Cigano (dir. Julia Zakia), Sobre Girassóis (dir. Carol Fioratti, inédito), entre outros. Foi Berlinale Talent em 2007. Recebeu prêmios de direção de arte no Festival de Brasília, Festival de Cinema da Fronteira / Bagé, CinePE 2006, FAM e Festival de Cinema Brasileiro de Miami. Dirigiu os curtas Páginas de Menina (2008), Trilogia (Fucking Different SP) e Mãe do Ouro. Ministra cursos sobre direção de arte na AIC, Belas Artes, Senac, e entre 2005 a 2015, no ETR/ECA/USP. Criou, junto com Luisa Bairão, a primeira pós-graduação Lato Sensu em Direção de Arte Audiovisual no SENAC – SP.
Laxton assinou a direção de fotografia de Moonlight: Sob a Luz do Luar, de Barry Jenkins, filme pelo qual foi indicado a diversos prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Direção de Fotografia em 2016, além de Se a Rua Beale Falasse e Remédio para Melancolia, do mesmo diretor. Também foi o responsável pela fotografia de Tusk: A Transformação, Marcados Pela Guerra, entre outros.
Laxton será entrevistado por Pierre de Kerchove, diretor de fotografia de curtas (Romeo Reboot; Penas), longas (Terra Deu, Terra Come; Joaquim) e séries (O Homem da Sua Vida; Que Monstro te Mordeu).
Em sua carreira, Teijido fotografou a série Narcos e filmes como “O Palhaço”, “Elis” e “Órfãos do Eldorado”. Mais recentemente ainda assinou a direção de fotografia de “Marighella”, de Wagner Moura, “Irmandade”, de Pedro Morelli, e “Medida Provisória”, de Lázaro Ramos, ainda inéditos. Foi presidente da ABC entre 2016-2017 e atualmente é membro da Comissão de Ética da associação.
O diretor de fotografia já recebeu diversos prêmios, tais como o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Prêmio ABC de Cinematografia, Tiburon Film Festival, Festival de Gramado e Festival de Cinema de Huelva. No Momento está filmando “O adeus do Comandante” , com direção de Sergio Machado e produção da TC Filmes e Gullane Filmes.
Formado em cinema pela Universidade Federal Fluminense, Mauro Pinheiro Jr tem se destacado como diretor de fotografia de prestigiados filmes do cinema brasileiro como: Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes; Linha de Passe, de Walter Salles e Daniela Thomas; Meu Amigo Hindu, de Hector Babenco; Insolação, de Felipe Hirsch e Daniela Thomas; Os Famosos e os Duendes da Morte, de Esmir Filho; Abismo Prateado, de Karim Ainouz; e Sudoeste, de Eduardo Nunes. Ao longo de sua carreira, recebeu mais de 40 prêmios de direção de fotografia, entre eles o Prêmio ABC – Associação Brasileira de Cinematografia nos anos de 2001, 2006, 2011 e 2013.
Mauro foi entrevistado pelo diretor de fotografia Pedro Sotero, que iniciou sua carreira no departamento de fotografia em 2004 no longa Cinema, Aspirinas e Urubus, do diretor pernambucano Marcelo Gomes e primeiro longa de ficção fotografado por Mauro Pinheiro. Como assistente de câmera trabalhou em mais de 12 longas. Começou a atuar como diretor de fotografia em 2006 e desenvolveu uma consistente filmografia de curtas e longas-metragens, trabalhando em projetos de diretores pernambucanos como Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles, Bárbara Wagner, Nara Normande, Paulo Caldas, Gabriel Mascaro entre outros. Assinou a fotografia de Aquarius, Gabriel e a Montanha, Bacurau, entre outros.
Natasha nasceu em Buenos Aires, Argentina, e aos 18 anos se mudou com a família para a Europa, tendo morado em Barcelona e Londres. Se formou na Escola Nacional de Cinema e Televisão de Londres e depois se mudou para Los Angeles, onde atua no setor. É diretora de fotografia dos filmes Honey Boy, Gloria Bell, Demônio de Neon, The Rover – A Caçada, O Enigma Chinês, A Teta Assustada, entre outros.
A diretora de fotografia será entrevistada por Llano, cinematógrafo, pesquisador, artista medial e nômade. É sócio fundador da Associação Chilena de Cinematografía (ACC) e é diretor de fotografia do longa “Vaga-Lumes”, dos curtas “Do.C.orpo”, “AndaLuz” e M.U.Y, uma instalação visual em mostra permanente no Museu Espaço Energia na Paraíba.
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