Fique por dentro de tudo que aconteceu no mercado de ações com o Fechamento de Mercado. Nesta edição, em NY, os mercados encerraram majoritariamente em alta, mesmo sem avanços concretos nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China, que seguiram em Londres. Apesar da ausência de anúncios formais, o tom construtivo das conversas sustentou a valorização das bolsas norte-americanas. Na Europa, as bolsas encerraram sem um viés único diante da expectativa de novos cortes de juros no Reino Unido. No Brasil, o IPCA de maio, que veio abaixo do esperado (0,26%), trouxe alívio ao mercado, reduziu as apostas em uma alta da Selic e provocou queda nos juros futuros. Esse movimento favoreceu ações sensíveis ao ciclo econômico. O dólar operou em leve alta, em meio às incertezas fiscais que permanecem no radar dos investidores e em linha com o comportamento do DXY. Entre os destaques do dia, ações ligadas ao consumo doméstico — como Renner, Magazine Luiza, Vivara e Smartfit — figuraram entre as maiores altas. Neste contexto, o Ibovespa encerrou em alta de 0,54%, aos 136.436 pontos, e o dólar com leve avanço de 0,14%, cotado a R$ 5,57.