Alimentação e Sustentabilidade

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Alimentação e Sustentabilidade episodes

  • Alimentação e Sustentabilidade #7: Dieta saudável e sustentável
    Neste episódio, Estela Sanseverino, pesquisadora da Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, conversou com Nadine Marques, também da Cátedra, sobre dietas saudáveis e sustentáveis. Para saber quais alimentos e a razão deles comporem esse padrão alimentar, além de outros assuntos do Boletim Alimentação e Sustentabilidade, acesse https://jornal.usp.br/sinopses-boletins/alimentacao-e-sustentabilidade/ 
    Boletim Alimentação e Sustentabilidade
    Parceria: Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis, Rádio USP e Jornal da USP Produção: Professor Arilson Favareto, Estela Sanseverino e Nadine MarquesCoprodução: Cinderela Caldeira, Breno Marino e Henrique GiacominEdição: Rádio USPVocê pode sintonizar a Rádio USP SP 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz, pela internet em www.jornal.usp.br ou nos principais agregadores de podcast como Spotify, iTunes e Deezer.
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    6 min
  • Alimentação e Sustentabilidade #6: Quais ultraprocessados te enganam?
    No Boletim Alimentação e Sustentabilidade desta semana, Camila Borges, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da USP fala sobre alimentos ultraprocessados que parecem saudáveis mas, na verdade, não são. Saiba mais sobre esse e outros assuntos do Boletim Alimentação e Sustentabilidade em jornal.usp.br/atualidades.
    Boletim Alimentação e Sustentabilidade
    Parceria: Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis, Rádio USP e Jornal da USP Produção: Professor Arilson Favareto, Estela Sanseverino e Nadine MarquesCoprodução: Cinderela Caldeira, Breno Marino e Henrique GiacominEdição: Rádio USPVocê pode sintonizar a Rádio USP SP 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz, pela internet em www.jornal.usp.br ou nos principais agregadores de podcast como Spotify, iTunes e Deezer.
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    5 min
  • Alimentação e Sustentabilidade #5: Por que os alimentos ultraprocessados viciam?
    No boletim Alimentação e Sustentabilidade desta semana, Giovanna Calixto, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da USP fala sobre as consequências do consumo em excesso de alimento s ultraprocessados, como biscoitos recheados e macarrão instantâneo, pois resultam de diversos processos industriais e são conhecidos como alimentos que fazem mal à saúde. São vários mecanismos que explicam o porquê desses alimentos serem tão prejudiciais à saúde, mas o mais bem estabelecido se refere ao perfil nutricional deles.  
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    Parceria: Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis, Rádio USP e Jornal da USP Produção: Professor Arilson Favareto, Estela Sanseverino e Nadine MarquesCoprodução: Cinderela Caldeira, Breno Marino e Henrique GiacominEdição: Rádio USPVocê pode sintonizar a Rádio USP SP 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz, pela internet em www.jornal.usp.br ou nos principais agregadores de podcast como Spotify, iTunes e Deezer.
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    5 min
  • Alimentação e Sustentabilidade #4: Definição e identificação de ultraprocessados
    Um estudo feito pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP aponta que, na última década, o consumo de ultraprocessados aumentou em 5,5%. A pesquisa também descobriu que 20% das calorias consumidas pelos brasileiros são provenientes de ultraprocessados. Mas, afinal, o que são esses alimentos?
    “Os alimentos ultraprocessados são formulações de ingredientes que resultam de uma série de processos industriais e daí o nome ‘ultraprocessados’”, explica Ana Paula Bortoletto, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde, da Faculdade de Saúde Pública da USP. Os processos incluem o uso de substâncias obtidas do fracionamento de alimentos inteiros, como açúcares, óleos e gorduras, proteínas, amidos e fibras. Todas essas substâncias podem passar por processos industriais, como a pré-fritura e a adição de corantes, aromatizantes, emulsificantes, entre outros. 
    A pesquisadora explica que esses alimentos são muito atrativos para o paladar e que são altamente lucrativos para a indústria alimentícia, já que os ingredientes são de baixo custo e longa vida, muito convenientes, e têm o poder de substituir uma refeição saudável. Além de contarem com um marketing agressivo, dando a eles vantagens de mercado. Por isso, é importante saber identificá-los. 
    Antes de comprar, é fundamental ver a lista de ingredientes nas embalagens. “É uma informação obrigatória para os fabricantes e essencial para escolhas saudáveis, mas fica escondida na parte de trás do produto, em letras pequenas”, diz a pesquisadora. 
    Entre os ingredientes que caracterizam um ultraprocessado, estão: açúcares (frutose, xarope de milho, açúcar invertido, maltodextrina, dextrose e lactose); óleos modificados (hidrogenados ou interesterificados); proteínas hidrolisadas, isolado de proteína de soja, soro de leite e carne separada mecanicamente. 
    Ainda alerta para aditivos cosméticos, que são aqueles utilizados para intensificar a cor, o sabor e textura dos alimentos, como os corantes, adoçantes e espessantes. Basta apenas um desses ingredientes para um alimento ser considerado ultraprocessado. 
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    Parceria: Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis, Rádio USP e Jornal da USP Produção: Professor Arilson Favareto, Estela Sanseverino e Nadine MarquesCoprodução: Cinderela Caldeira, Breno Marino e Henrique GiacominEdição: Rádio USPVocê pode sintonizar a Rádio USP SP 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz, pela internet em www.jornal.usp.br ou nos principais agregadores de podcast como Spotify, iTunes e Deezer.
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    6 min
  • Alimentação e sustentabilidade #3: Ultraprocessados e obesidade
    Os ultraprocessados ocupam um espaço relativamente grande na dieta dos brasileiros. Por serem mais acessíveis, eles são comprados com maior frequência, quando comparados aos alimentos considerados frescos. De acordo com o relatório II Vigisan, no Brasil, 33 milhões de pessoas estão em situação de fome, enquanto 20% dos adultos brasileiros possuem obesidade.
    Segundo Maria Laura da Costa Louzada, pesquisadora e professora do Departamento de Nutrição e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da USP, a causa disso não é simplesmente o consumo excessivo de calorias, mas sim a substituição de refeições saudáveis por produtos ultraprocessados. “Ambas são consequências de um sistema alimentar injusto, dominado por grandes empresas que visam ao lucro e não têm nenhum compromisso com a produção de comida saudável”, afirma. 
    A professora destaca que as pessoas estão cada vez mais conscientes do problema da obesidade, mas as estratégias individuais para tentar resolver esse problema são geralmente falhas, então é preciso mudar os ambientes para garantir condições de escolhas melhores. Os dois casos estão longe de serem consequências da indisciplina e da falta de força de vontade das pessoas. A pesquisadora explica que a prevalência da obesidade é recente: “O que, de fato, mudou foi o sistema alimentar, que transformou profundamente o ambiente do nosso entorno. Os alimentos processados são cada vez mais baratos e publicizados de forma agressiva em todo lugar”.
    4 min
  • Alimentação e Sustentabilidade #1: Criação bovina
    O metano expelido por ruminantes bovinos tem muitos impactos no meio ambiente, com a ampliação do efeito estufa, mas não só. A atividade apresenta uma grande pegada hídrica pelo elevado consumo de água e pegada de carbono, devido à devastação de vegetação nativa para a formação de pastos.
    O sistema agroalimentar global corresponde por 1/3 das emissões globais de gases de efeito estufa e é o principal vetor da erosão da biodiversidade. Metade dessas emissões vem dos ruminantes. No Brasil, a criação de gado está muito ligada ao desmatamento e é de uma impressionante ineficiência, muitas vezes com menos de uma cabeça de gado por hectare.
    É possível produzir carne sem persistir nos métodos atuais, a partir da regeneração e diversificação das pastagens. Além da promoção da melhoria de raças, encurtando o tempo de vida dos animais e praticando a integração lavoura para pecuária e floresta, 85% da alimentação do gado no mundo vem de forragens. O Brasil é um dos poucos países que têm capacidade para oferecer carne vinda de uma pecuária regenerativa, mas é necessário que todo financiamento seja condicionado a esse objetivo. E hoje infelizmente nós ainda estamos muito longe de chegar a isso.
    O professor Ricardo Abramovay, titular da Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis e professor sênior do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo, falou sobre a relação entre a forma como se faz pecuária atualmente e os riscos ambientais. A apresentação desse boletim é de Nadine Marques.
    Parceria: Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis
    Boletim Alimentação e Sustentabilidade
    Produção: Estela Sanseverino, Nadine Marques e Ricardo Abramovay
    Co-produção: Cinderela Caldeira, Fernanda Real e Tulio Shiraishi
    Edição: Rádio USP
    Você pode sintonizar a Rádio USP SP 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107.9 MHz, pela internet em www.jornal.usp.br ou nos principais agregadores de podcast.
    4 min

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