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Bandeiras sintetizam ideias, desejos e ideais de um grupo, e a partir da sua interação com o próprio grupo, com o vento e com os movimentos de uma comunidade, elas ganham novas formas e significados. Bandeiras representam o coletivo e as multiplicidades de interpretações e movimentos possíveis dentro de um grupo, fortalece o pertencimento e nos lembram que não estamos sós. Nossa convidada de hoje é a designer gráfica, educadora e vexilóloga (pesquisadora de bandeiras) Laura Scofield. Como as bandeiras representam, movimentam e dão vida às nossas comunidades?
Continuamos essa conversa no instagram @instituto_amuta.
Esse podcast é um criação do Instituto Amuta, texto e voz de Marcelle Xavier, edição Aerolitos, patrocínio K21, todo apoio e cuidado da Brunna Martinato.
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Todos os grandes artistas bebem da mesma fonte: o coração humano, é com a frase de Maya Angelou que iniciamos o nosso encontro com você.Desenhar experiências é a nossa expressão artística, é sobre evocar sensações e mobilizar afetos. Então, aproveitando esse nosso encontro por aqui, compartilhamos em um papo cheio de afeto nossos aprendizados na utilização do nosso método de desenhar experiências, ou melhor, o nosso meio de chegar a corações. Espero que chegue no seu também.
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Como formigas, cupins, e fungos conseguem se organizar coletivamente e destravar a colaboração? O que faz as abelhas tomarem decisões de formas tão eficientes? Como a natureza resolveria o enorme desafio que é criar comunidades? Na natureza a colaboração é acordo, um tem o que o outro precisa, e assim os seres desenvolvem uma forma de viver e conviver despertando potencialidades e compartilhando vulnerabilidades. A Biomimética nos convida a aprender com a natureza, e o nosso convite para a Alessandra Araújo foi ampliar o nosso aprendizado sobre comunidades a partir dos componentes da biomimética.
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Esse podcast é um criação do Instituto Amuta, texto e voz de Marcelle Xavier, edição Aerolitos, patrocínio K21, todo apoio e cuidado da Brunna Martinato.
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ENCONTRE A NOSSA CONVIDADE EM https://www.bio-inspirations.com/
A paixão pode ser importante para despertar nossos sentidos, movimentar nossos afetos e nos tirar da inércia. A paixão é vista como o convite à aventura, o antídoto contra o tédio e o arquétipo do louco que se arrisca para seguir seu coração. Embora a paixão seja vista como uma patologia culturalmente, rejeitá-la completamente também não é uma boa ideia. Integrá-la nas relações pode ajudar a ficar atento às suas armadilhas e viver as paixões sem se sucumbir a elas. Você tem coragem de aventurar-se na paixão e mesmo que apenas por um instante, sair de si?
Vivemos uma crise, eu você, todas nós. A crise da sensibilidade, do afeto, da ausência de comunidade, a crise de um corpo capturado por uma estrutura capitalista. Nosso sofrimento é crônico, nossos hábitos não nos beneficiam, bem estar e saúde viraram só mais um produto. Como podemos superar essa crise e transformar nossos contextos? Convidamos a Malú e o Danilo para explorar caminhos de resensibilização a partir da arte, do design e do corpo. Sejam bem vindas.
Eu não acredito que a gente faz nada sem afeto. Sem afeto não dá nem pra chupar um picolé, eu li essa frase alguma vez em algum lugar, e desde então carrego ela comigo. Mas já percebeu como falta espaço para o afeto? Percebendo esse paradoxo - precisamos nos afetar, mas não tempos espaços nem tempo para o afeto - no último ano fizemos alguns experimentos no sentido de promover respostas afetivas e construir espaços de afeto. O mais recente? O ousado experimento de abrir brechas afetivas através de um bloco de carnaval.
Fica o convite: Dia 25/02/23, 9h da manhã, na praça Dom Orione (Bixiga) em São Paulo. Esperamos vocês lá, purpurinadas e de batom vermelho.
Você já viveu uma relação tóxica ou se percebeu como uma pessoa tóxica? Você consegue reconhecer quando uma relação não está funcionando - e se há possibilidade de mudança ou se é o caso de um rompimento? E se for possível uma mudança, você se sente capaz de perceber o que fazer e aplicar ações concretas para modificá-la? Esse é um dos maiores dilemas que vivemos como seres humanos. Reconhecer os 5 padrões de relações ruins (ou pior, tóxicas) nos empodera, nos liberta e nos dá capacidade de modificá-las.
Continuamos essa conversa no instagram @instituto_amuta ou fale conosco no email [email protected] (Edição Aerolitos e Patrocínio K21)
Um dos maiores desafios das relações é o de se adaptar. Partindo da perspectiva do Design, eu sempre acreditei que relações saudáveis são aquelas que são capazes de se movimentar, mas eu tenho refletido cada vez mais sobre o ritmo e o modo de fazer essas mudanças. Muitas vezes o ímpeto de mudar é tanto, que não honramos o caminho percorrido para nos trazer até aqui, o caminho que permitiu que essa relação surgisse, sobrevivesse, nos trouxesse tantos momentos incríveis. Ou ao contrário, estamos tão apegadas com o que foi, que não abrimos espaço para o que faz sentido agora. Compreender e aceitar a mudança que é possível de ser feita, que está disponível para as pessoas, que vai ser um passo evolutivo e não destrutivo é um ato de amor. É por isso que amar é perceber.
Todo tipo de sofrimento é sintoma de falta de comunidade. Sem comunidades a gente fica mais doente, tem mais propensão a ficar deprimida e ansiosa, e o nosso corpo sente o isolamento como um ataque físico. A gente fica mais sobrecarregada, as empresas produzem menos, as pessoas ficam mais desengajadas, a criminalidade aumenta, a polarização se amplia e ideologias totalitaristas ganham espaço. Não é exagero dizer que assim como nossos ancestrais só sobreviveram porque aprenderam a viver em comunidades, nós também só sobreviveremos nesse planeta em chamas se aprendermos a regenerar nossas comunidades.
(Co) responsabilidade afetiva é a disponibilidade de sentar na fogueira - conversando sobre e acolhendo aquilo que emerge a partir dos nossos encontros. Não podemos sentir pelos outros, mas podemos, sempre que possível, nos dar as mãos.
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