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É chegada a hora de atravessar. Vem que a gente vai achando nosso jeito de se levantar, de sorrir, de dançar. vem comigo que JUNTAS vale a pena atravessar.
:: Existe limite para a aceitação? Se amar é não só ver o outro como legítimo outro como também aceitá-lo, como lidar quando alguém que eu amo faz algo que eu não concordo? Muitas vezes nos deparamos com situações em o outro me afeta, me machuca, me faz mal, ou simplesmente algo que eu não acho legal no comportamento do outro. Devo te amar e te aceitar quando acho que você está sendo babaca? Aprendi que o paradoxo da aceitação é que ela muitas vezes nasce da percepção do vazio e do espaço entre nós. A gente tende a acha que o amor se realiza na satisfação do encontro, mas às vezes ele brota mesmo é na aceitação dos nossos desencontros, na coragem de pular no vazio entre nós, na revelação do sujeito por trás do objeto. Poderei ser suficientemente forte como pessoa para ser independente do outro? Não sei dizer, mas sei que estou tentando.
:: Edição Aerolitos e Patrocínio K21)
Sair da inércia, deixar de ser babaca, movimentar-se de um lugar de conforto para um processo de transformação, é uma tarefa desafiadora para muitos homens e o que faz alguns (cada vez mais - tomara) procurarem os grupos reflexivos da memoh - um negócio social que tem como propósito a equidade de gênero fazendo o homem refletir sobre seu modo de agir consigo, com o outro e com a sociedade. Neste episódio, convidamos Pedro de Figueiredo, iniciador da memoh, para nos contar da sua experiência após 5 anos criando e sustentando grupos reflexivos (o que no Amuta chamamos de grupos de apoio). Conversamos sobre propósito, pertencimento, identificação, comunidade, Rodrigo Hilbert, transformação social, e aprendemos com a metodologia da memoh. Saímos dessa conversa acreditando ainda mais que comunidades são ponte para construir um futuro possível.
Quantas vezes você já ouviu ou falou a frase: você não tem o direito de sentir isso? A ideia de que devemos ser consistentes em nossos pensamentos e emoções e que não temos o direito de pensar ou sentir certas coisas porque elas são contraditórias, reduz as novas relações e a possibilidade de nos conectarmos de maneiras mais profundas. Que todo o direito de sentir que nos foi negado seja substituído pela permissão declarada de sermos bagunçadas, inconstantes, ambíguas, HUMANAS. Que a gente consiga incorporar todo o nosso paradoxo para assim a gente se aproximar cada vez mais do amor.
Continuamos essa conversa no instagram @instituto_amuta ou fale conosco no e-mail [email protected] (Edição Aerolitos e Patrocínio K21)
Todas as cartas de amor são tristes, é uma faísca que se propõe a nos transportar para a imensidão que é habitar uma carta de amor. Dentro de uma carta de amor encontramos palavras que talvez nunca tiveram coragem de ser ditas, palavras que queriam ganhar vida e emoções movimentadas pelo encontro do coração com a ponta do lápis no papel.
:: Clube dos odiadores de feedback.
Escrever é acender estrelas dentro das pessoas. Assim disse a escritora e criadora do Go Writers, Cris Lisbôa, nossa convidada de hoje.
A escrita é um exercício de afeto, é transformar sentimentos em palavras e assim intervir em mundos, se deslocar de si. Quem nunca teve um diário e escreveu sobre o fim de uma paixão? Quem nunca se deleitou numa carta de amor? O processo da escrita é criação, é na junção de palavras que nascem novas possibilidades - em quem escreve e em quem as lê. A escrita não é só sobre a poeta, tampouco apenas sobre a leitora - sua potência está no encontro.
Nessa conversa de hoje, Cris Lisbôa, uma de nossas musas da escrita, nos conta sobre como escrever é a sua ferramenta de amor.
Continuamos essa conversa no instagram @instituto_amuta
A ideia de que os instintos são perigosos é uma forma de regular os corpos, mas não precisamos impedir nossos instintos e sim deixá-los fluir. Eles estão a favor e não contra a vida, e apagá-los nos adoece, nos amortece, nos tira vitalidade e espontaneidade.
Continuamos essa conversa no instagram @instituto_amuta.
Edição Aerolitos e Patrocínio k21.
FALE CONOSCO E-mail: [email protected]
A faísca é uma experiência de intervenção artística-sensível desenvolvida pelo Instituto Amuta. Texto e voz Marcelle Xavier, produção artística Rodolfo Bonifácio e Brunna Martinato, edição Aerolitos e patrocínio K21.
Continuamos essa conversa no instagram @instituto_amuta.
Todas nós já vivemos experiências de profundo significado, mas provavelmente muitos desses momentos aconteceram por sorte ou mero acaso. A verdade é que maioria dos nossos encontros seguem um script social, um roteiro que afasta das nossas vidas a magia, que esvazia os eventos de significado e assim perdemos oportunidade de criar real conexão. É por isso que o design de experiências é um pilar fundamental no design de conexões, abordagem desenvolvida pelo Instituto Amuta. Afinal, acreditamos que viver encontros significativos não precisa ser sorte ou acaso, é Design.
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