As aplicações mais populares de IA, como o Chat GPT, são baseadas em modelos gigantescos que foram treinados com uma quantidade massiva de dados. Mas nem sempre essa capacidade de fazer qualquer coisa ajuda a resolver problemas reais. Heitor Ramos, professor da UFMG, lidera um projeto focado em modelos fundacionais específicos de domínio, feitos sob medida para ser mais assertivos e acessíveis. Um dos alunos envolvidos no projeto é Pedro Henrique Barros. Hoje ele está no doutorado, mas conseguiu publicar um artigo numa renomada revista científica antes mesmo de entrar na graduação.
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