Por trás de cada resposta que a gente recebe de uma ferramenta de inteligência artificial, existe uma grande infraestrutura: computadores poderosos, que custam caro e consomem muita energia. Para acompanhar essa revolução tecnológica, o Brasil depende hoje de soluções desenvolvidas em outros países. Mas o pesquisador George Teodoro, da UFMG, trabalha para mostrar que dá para fazer diferente. Ele lidera um projeto que desenvolve técnicas de computação de alto desempenho para tornar a IA mais rápida, eficiente e acessível. Também neste episódio, o estudante Gabriel Lima, que faz parte do laboratório de George, fala do trabalho que fez com o uso de IA na área da geologia e virou um artigo científico aceito por uma das editoras mais relevantes do mundo.