Angola assinala hoje quinze anos sobre a assinatura do memorando de paz, um acordo que colocou um ponto final na guerra civil que provocou mais de 500 mil mortos e deixou mais de quatro milhões de deslocados. Para o MPLA, partido no poder, este acordo tornou-se numa referência internacional. O ex-primeiro-ministro, Marcolino Moco, reconhece a importância deste acordo, contudo refere que o facto de as partes não terem alcançado a paz enquanto Jonas Savimbi, líder da UNITA, estava ainda vivo criou uma situação de desequilíbrio.