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Nós somos seres sociais e muitas vezes, sem perceber, acabamos presos em padrões estabelecidos relacionados à aparência e, na maioria das vezes, existe um abismo enorme entre esse padrão e como a gente se vê no espelho. Isso, quando conseguimos encarar o espelho, ou seja, a conta nunca fecha.
É muito comum não nos questionarmos que padrões são esses, quem criou ou para qual finalidade existem.
Então, o que nos resta, são sentimentos de inadequação, inferioridade, entre outros.
E tudo isso para quê?
Que tipo de relação estamos criando com nossa imagem?
Por que somos tão críticos em relação a essa forma de comunicação interna e externa?
O quê ou quem estamos alimentando, se estamos sempre insatisfeitos e sofrendo cada vez mais?
É possível viver em sociedade sem se tornar refém dela, ou pior, de nós mesmos?
No Terapia de Grupo:
📺 Série: Little Fires Everywhere
📖 Livro: Daiana Garbin - Fazendo as pazes com seu corpo
📱 Instagram: Alexandrismos
🎧 Podcast Sexoterapia: O corpo gordo e o prazer
📺 Série: Shrill
📺 Série: Queer Eye
📺 Série: Dietland
“É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer, porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo”
-Clarice Lispector
Ao nascer temos a certeza que o mundo gira ao nosso redor, temos pouca consciência dos nossos limites e de quem somos, conforme crescemos vamos desenvolvendo a consciência da nossa individualidade, a nos auto avaliar e perceber que o outro também nos avalia.
Nesse espelho duplo voltado para mim e para o outro, desenvolvemos a autoestima, que é a maneira como nos avaliamos e valorizamos quem somos e como agimos nos diversos e complexos eventos da nossa existência.
No Terapia de Grupo:
🎥 Filme: Vida de Inseto
📖 Livro: Madeline Miller - Circe
📺 Minissérie: A Vida e a História de Madam C.J. Walker
🎙️ Podcast: 297 - Quem cuida de mim
📺 Série: Pose
🎥 Filme: O Diário de Bridget Jones
🎥 Filme: Legalmente Loira
“Ô Cride, fala pra mãe / Que tudo que a antena captar meu coração captura / Vê se me entende pelo menos uma vez, criatura (...)”. A música Televisão dos Titãs de 1985 mas esse trecho poderia facilmente ser aplicado hoje em dia, alterando apenas a palavra “antena” para “streaming”. Já em 2004 um estudo no Jornal de Psicologia da Mídia, apresentou-se o fato de que boa parte das pessoas obtém suas informações sobre saúde mental através da mídia. E para quem nunca teve contato com a psicologia, além de posts do instagram, a forma como profissionais de saúde são retratados têm um peso ainda maior.
Essa semana no Podcast Ato Falho temos Sessão Extra para falar de alguns dos piores e dos melhores retratos de profissionais de saúde mental na ficção e, por isso, o Terapia de Grupo e O Ato se misturam esta semana.
N'O Ato
8. Mindhunter
10. Insecure - Dr. Rhonda Pine
11. Jean - Gypsy
12. 13 Reasons Why - Robert Ellman
13. Julia - Atypical
Menções Desonrosas:
Roger - Friends
Kevin - How I Met Your Mother
“Ô Cride, fala pra mãe
Que tudo que a antena captar meu coração captura
Vê se me entende pelo menos uma vez, criatura (...)”.
A música Televisão dos Titãs de 1985 mas esse trecho poderia facilmente ser aplicado hoje em dia, alterando apenas a palavra “antena” para “streaming”.
Já em 2004 um estudo no Jornal de Psicologia da Mídia, apresentou-se o fato de que boa parte das pessoas obtém suas informações sobre saúde mental através da mídia.
E para quem nunca teve contato com a psicologia, além de posts do instagram, a forma como profissionais de saúde são retratados têm um peso ainda maior.
Essa semana no Podcast Ato Falho temos Sessão Extra para falar de alguns dos piores e dos melhores retratos de profissionais de saúde mental na ficção e, por isso, o Terapia de Grupo e O Ato misturam esta semana.
N'O Ato:
1. After Life
2. Crazy Ex-Girlfriend
3. Sessão de Terapia
4. Fleabag
5. Being Erica
6. Never Have I Ever
7. You
8. Clare
Em suas pesquisas, Theodor Adorno e José Crochik descobriram algo importante: o preconceito não tem relação direta e imediata com a vítima. O preconceituoso não consegue deter o ódio a si mesmo e sua condição psíquica e dirige este ódio para outros.
Esse ódio é a marca do preconceituoso, mesmo quando as manifestações são mais sutis como o desprezo e a indiferença.
No episódio de hoje continuamos essa discussão essencial sobre estereótipos e preconceitos para entender: por que é necessário que o preconceito permaneça em pauta?
Semana passada você ouviu O Ato e esta semana você escuta o Falhei, tá falhado e não se falha mais nisso e o Terapia de Grupo.
No Terapia de Grupo:
🎥 Filme: Parasita
🎥 Filme: Crash: No Limite
📺 Série: Gracie e Frankie
🎥 Filme: Uncle Frank
🎥 Filme: Os 7 de chicago
🎥 Filme: Dois Estranhos
🎥 Filme: A garota dinamarquesa
Em suas pesquisas, Theodor Adorno e José Crochik descobriram algo importante: o preconceito não tem relação direta e imediata com a vítima.
O preconceituoso não consegue deter o ódio a si mesmo e sua condição psíquica e dirige este ódio para outros.
Esse ódio é a marca do preconceituoso, mesmo quando as manifestações são mais sutis como o desprezo e a indiferença.
No episódio de hoje continuamos essa discussão essencial sobre estereótipos e preconceitos para entender: por que é necessário que o preconceito permaneça em pauta?
E como a conversa rendeu, decidimos dividir este episódio.
Esta semana você escuta O Ato e na próxima semana você escuta o Falhei, tá falhado e não se falha mais nisso e o Terapia de Grupo
O psicólogo social Elliot Aronson disse: “Não somos animais racionais, somos animais racionalizantes (...) menos motivados a ter razão do que a crer que temos razão”. Todas as vezes que há uma ruptura nos direitos de um indivíduo ou grupo em função de um marcador social como gênero, cor, religião ou orientação sexual nos perguntamos porque isso ainda acontece em pleno século 21. O preconceito tornou-se alvo de estudo apenas no século 20 e entre teorias e mudanças sociais significativas o caminho social pode ser tortuoso.
Se há tanta discussão, luta, militância, teorias e argumentos, por que é necessário que o preconceito permaneça em pauta?
No Terapia de Grupo:
🎥 Filme: Extraordinário
Vamos para a segunda parte da nossa conversa sobre amizade?
De acordo com o escritor Robert Louis Stevenson "Somos todos viajantes pelas agruras do mundo, e o melhor que podemos achar em nossas viagens é um amigo honesto."
O cérebro humano evoluiu para dar conta de problemas adaptativos e o maior desafio adaptativo para os seres humanos foi a existência de outros seres humanos. Enquanto espécie, somos extremamente sensíveis aos contextos sociais e é natural a busca por companhia, amor, apoio e vínculo. Na convivência e no vínculo aprendemos sobre nós e sobre o mundo.
Há algo de especial nos vínculos que escolhemos estabelecer e as pessoas com quem escolhemos compartilhar a nossa história. Então, vamos compreender mais sobre esse universo tão individual e coletivo chamado amizade?
No episódio da semana passada você ouviu O Ato. Esta semana você escuta o Falhei, tá falhado e não se falha mais nisso e o Terapia de Grupo.
No Terapia de Grupo:
📺 Série: After life
📖 Livro: John Boyne - O menino do Pijama Listrado
📖 Livro: Khaled Housseini - A cidade do Sol
📺 Série: Doces Magnólias
📺 Série: Coisa mais linda
🎥 Filme: 15h17 Um Trem para Paris
🔗 Site: https://backyard.co/
📺 Série: Insecure
🎥 Filme: Booksmart
🎥 Filme: Quatro amigas e um jeans viajante
De acordo com o escritor Robert Louis Stevenson "Somos todos viajantes pelas agruras do mundo, e o melhor que podemos achar em nossas viagens é um amigo honesto."
O cérebro humano evoluiu para dar conta de problemas adaptativos e o maior desafio adaptativo para os seres humanos foi a existência de outros seres humanos. Enquanto espécie, somos extremamente sensíveis aos contextos sociais e é natural a busca por companhia, amor, apoio e vínculo. Na convivência e no vínculo aprendemos sobre nós e sobre o mundo.
Há algo de especial nos vínculos que escolhemos estabelecer e as pessoas com quem escolhemos compartilhar a nossa história.
Então, vamos compreender mais sobre esse universo tão individual e coletivo chamado amizade?
No episódio desta semana você escuta O Ato. Na próxima semana você escuta o Falhei, tá falhado e não se falha mais nisso e o Terapia de Grupo
Em um dos maiores poemas épicos da humanidade, Homero escreve que “Existe um tempo para muitas palavras, e também existe um tempo para dormir.” Se mesmo depois de 10 anos longe de casa na Guerra de Tróia e tão desejoso de rever Telêmaco e Penélope, testado pelos deuses e frustrado em cada empreitada, Odisseu reconheceu que há tempo de falar e tempo de dormir.
Mas porque uma função tão essencial da nossa natureza tem se tornado cada vez mais difícil?
No Terapia de Grupo:
🎥 Filme: Clube da Luta (amazon)
🎥 Filme: Inception (youtube)
📺 Série: Ask the Doctor (netflix)
📺 Série: Gilmore Girls A Year in the life (netflix)
💃Reality Show: Jinx Monsoon (Rupauls Drag Race) Narcolepsia (season 5) netflix
📺 Série: Seduced: Inside the NXIVM Cult (starz)
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