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“Há pessoas tímidas, ou simplesmente mais discretas que não falam muito, ou se escondem [..] em silêncios, ou numa expressão difícil de decifrar.
Pode ser timidez, ou pode ser simplesmente alguém mais reservado, ou pode ser alguém que tem um infinito de coisas a acontecer dentro de si e as guarda. Como é que se conhece alguém misterioso? E tímido? [...]
Acho que existe beleza nesta forma de ser! A beleza de ir descobrindo o outro devagarinho, provocando, e descobrindo”.
Joana Canêlhas da Fonseca nos convida a refletir sobre a timidez, que às vezes pode ser um freio inibidor, nos deixando mais atentos a fim de evitarmos situações que nos embaracem, nesse sentido ela nos ajuda a virar atenção para nós mesmos, quando sabemos que estamos no foco de outras pessoas.
Mas a timidez pode ser fonte de sofrimento quando nos impedem de ter contatos sociais por medo de julgamento, de humilhações e sensação de inadequação. Em algumas culturas ela pode ser vista como fator positivo, sinônimo de modéstia e cautela, em outras com desmérito e um problema a ser corrigido.
Mas afinal o que é timidez?
Quando a timidez se torna um problema?
É possível viver sem ela?
O @PodcastAtoFalho vai ao ar todas as terças-feiras ás 9h nos principais serviços de streaming. Para não perder nenhum episódio, basta seguir aqui e nas redes sociais
No Terapia de Grupo:
📽️ Filme: As Vantagens de Ser Invisível;
📽️ Filme: O Fabuloso Destino de Amelie Poulain
📺 Desenho: O Fantástico Mundo de Bob
📺 Série: The Office
📺 Série: Never Have I Ever
📚Livro: Brené Brown - A Coragem de Ser Imperfeito
📺 Série: O Mundo da Lua
"Não há nada em que paire tanta sedução e maldição como um segredo." É o que diz Kierkegaard.
Quando falamos sobre privacidade, estamos falando sobre aquilo que é privado, íntimo, particular.
Privacidade é o direito à reserva de informações pessoais e da própria vida pessoal, ou seja, “o direito de ser deixado em paz", segundo o jurista norte-americano Louis Brandeis, um dos responsáveis por cunhar o termo.
E em tempos de lives, influencers de estilo de vida compartilhando todos os detalhes, exposed nas redes, hackeamento, vidas digitais, monitoramento governamental, venda de dados particulares para anúncios e tantas outras coisas, é possível manter algo secreto?
A privacidade é uma possibilidade ou uma utopia?
Neste episódio abordamos a privacidade em relações complexas como nas relações entre pais e filhos, relacionamentos amorosos, dentro das empresas e nas redes sociais
Para se manter em dia e acompanhar todas as novidades do programa é só procurar por @podcastatofalho nas redes socias.
No Terapia de Grupo:
📖Livro: George Orwell - 1984
📺Reality Shows: Big Brother
📽️Filme: Cam
📽️Documentário: Lady Di Em Suas Últimas Palavras
📺Série: You
📺Série: Sessão de terapia
📽️Filme: Snowden, 2016, com Joseph Gordon
📺Série: Black Mirror
"Eu espero que, neste ano que se aproxima, você erre.
Neil Gaiman
“Eu pensei direito, fiz uma pesquisa, eu li a respeito e a gente é um só [...]/ Sem você eu sumo, eu morro de fome, eu perco meu rumo, eu fico menor [...]/ Mas se você planeja, nos partir ao meio, então nem pestaneja e faça sem dó, o meu desespero é que quando acaba, você fica inteiro e eu fico o pó”.
A letra da Clarice Falcão, nos apresenta a faceta mais dependente do amor, quando derramamos nossa vida, entregamos tudo que temos e somos nas mãos de outra pessoa, nos anulando como ser único e atribuímos todo o sentido da nossa vida naquela relação.
Nenhum ser humano é uma ilha, somos seres gregários, que constroem relações amorosas e afetivas.
Ao longo da vida vamos tecendo nossas redes de relacionamento, que compartilhamos nossas alegrias, que nos sustentam e nos apoiam nos momentos difíceis.
Em alguma medida todo o amor tem algum nível de dependência, mas qual o limite de amar sem depender? Quando a dependência pode se tornar patologia?
No Terapia de Grupo:
📽️ Filme: Armações do amor (filme - 2006)
📽️ Filme: Fala Sério, Mãe!
📽️ Filme: O auto da compadecida
📺 Série: Bates Motel
📽️ Filme: Atração fatal;
📺 Série: Great News
📺 Série: Girls
“O ciúme dói nos cotovelos, Na raiz dos cabelos, Gela a sola dos pés, Faz os músculos ficarem moles, E o estômago vão e sem fome, Dói da flor da pele ao pó do osso, Rói do cóccix até o pescoço, Acende uma luz branca em seu umbigo, Você ama o inimigo e se torna inimigo do amor”.
A música de Caetano Veloso, imortalizada por Elza Soares nos apresenta a cara mais visceral do ciúmes.
Ao longo da história da humanidade o ciúmes se divide em dois papéis.
Se por um lado o ciúmes às vezes se apresenta como um veneno lento que corrói o coração do indivíduo como em Othelo ou Dom Casmurro, por outro o ciúmes muitas vezes é retratado como uma grande demonstração romântica como em 50 tons de cinza.
O ciúmes é um sentimento natural e, de acordo com os psicólogos Ayala Pines e Elliot Aronson, ciúme é "a reação complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade."
Mas qual o limite do ciúmes?
É saudável para uma relação que este sentimento esteja presente?
No Terapia de Grupo:
📚 Machado de Assis - Dom Casmurro
🎶 Roberto Carlos - Esse cara sou eu
🎭 William Shakespeare - Othello
🎶 Bon Jovi - Misunderstood
📽️Gata em Teto de Zinco Quente
📺 You
📚 JK Rowling - Harry Potter e as Relíquias da Morte
🎶The Police - Every Breath You Take
O filósofo Byung-Chul Han, autor do livro Sociedade do cansaço diz que: “Nesta sociedade de compulsão, todo mundo carrega em si um campo de trabalho. Este campo de trabalho é definido pelo fato de que somos simultaneamente prisioneiros e guardas, vítimas e agressores. Exploramos a nós mesmos. Isso significa que a exploração é possível mesmo sem dominação”.
Esse momento em que vivemos na história da humanidade carrega características únicas.
Nunca fomos tão produtivos e ao mesmo tempo nunca estivemos tão ávidos por produtividade.
Frases como “trabalhe enquanto eles dormem”, “Deus ajuda quem cedo madruga”, “Na crise, retire o S e Crie” dentre outras apresentam um panorama em que o valor de um indivíduo se baseia no quanto esse indivíduo é capaz de produzir, tanto no aspecto profissional mas também em sua vida pessoal.
Por isso resolvemos conversar para entender “Produtividade para que?
No Terapia de Grupo:
📚Livro: O Cavaleiro Preso na Armadura - Robert Fisher
📺Minissérie: Nada Ortodoxa (2020)
📽️Filme: O Diabo Veste Prada
“E as palavras vazias rolaram a mesa e pesaram o ar. Eu não sabia pedir, tu não sabias perdoar” Essas palavras do João Donato que foram imortalizadas pela interpretação da Gal Costa poderiam ser ditas por um milhão de casais. Nos consultórios, nas conversas com os amigos, nas praças, nas ruas… tudo o que ouvimos é o quanto DRs são cruéis e inúteis e impossíveis. Mas precisa ser assim? Discutir a relação é (ou poderia ser) extremamente enriquecedor, mas acabamos metendo os pés pelas mãos e transformando num show de acusações que mais parecem ter saído de um pesadelo. Por que é tão difícil dizer o que precisa ser dito? Por que é que só de mencionar o tema as pessoas sacam suas armaduras? Por que é tão difícil algo que parece ser tão essencial? Por essas e outras dúvidas, decidimos conversar sobre esse tema tão ardido.
No Terapia de Grupo:
🎥Filme: Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004)
🎥Filme: Orgulho e Preconceito (2005)
📖Livro: Orgulho e Preconceito - Jane Austen
🎥Filme: A História de Um Casamento (2019)
📺Série: Wanderlust (2018)
🎥Filme: Closer - Perto Demais (2004)
“Levantemos para o dia e sejamos gratos. Porque se nós não aprendemos muito, pelo menos aprendemos um pouco, e se não aprendemos um pouco, pelo menos nós não ficamos doentes, e se ficamos doentes, pelo menos não morremos. Então, sejamos todos gratos” Buda. Gratidão é um sentimento atribuído a elementos que realmente vemos valor em nossa vida, a qual investimos energia e atenção, construindo significado. A palavra gratidão tem sido bastante utilizada no cotidiano e nas redes sociais e não é incomum vermos #gratidao pelos mais diversos motivos. No entanto, será que sabemos o que significa gratidão ou apenas estamos utilizando como mais um neologismo e uma convenção social?
No Terapia de Grupo:
📚Livro: Eleanor H. Porter - Poliana
🎥Filme: Felicidade não se compra (1947)
🎤Podcast: Mamilos #231 - A felicidade é inútil
🎥Filme: A Teoria de Tudo
🎥Filme: A Corrente do Bem
Quando Freud nomeou o fenômeno que hoje nós conhecemos como ato falho, ele falava sobre aquelas palavras que escapam. As palavras que dizem o que a pessoa realmente queria dizer quando tentava dizer o contrário. Na língua alemã, idioma de Freud, que tem palavras para tudo, o prefixo dessa expressão estava presente em muitas outras como “esquecimento, erro de leitura, equívoco da ação, perda de um objeto”. Mas não havia ainda a noção de conexão entre esses conceitos. E é a partir dessas junções de equívocos, enganos e tropeços que chegamos juntos ao que precisa ser dito. O Ato Falho é um convite semanal de reflexão sobre comportamento humano, saúde mental e estilo de vida. Juntos vamos desconstruindo, pensando, repensando e elaborando temas que permeiam a vida de todos nós.
Toda semana as psicólogas Beatriz Monteiro, Gizely Oliveira e Helen Correa se dedicam a conversar e construir essa teia coletiva de reflexão.
Para saber mais sobre nós e todas as novidades do programa, basta seguir o @podcastatofalho nas redes sociais.
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