BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 17/08/2022 - Cenário da banana
    Olá, hoje é quarta-feira, 17 de agosto de 2022, meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessorde Agronegócios em Campinas, SP, e falaremos sobre o cenário da banana.

    A banana é a fruta mais popular e consumida no Brasil, em torno de 25 quilos per capita/ano. De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas mais de 7,0 milhões de toneladas no país, em uma área de mais de 465 mil ha, com destaque para os Estados de SP, BA, MG e SC, responsáveis por mais de 49% da produção nacional.

    A produção e a comercialização ocorrem durante o ano inteiro. Conforme verificado nas centrais de abastecimento, ocorre uma maior oferta da variedade “nanica” no primeiro semestre, enquanto a variedade “prata” tem mais disponibilidade de julho a dezembro.

    Na balança comercial, de acordo com divulgação da CONAB, no ano de 2021, as exportações somaram mais de 108 mil toneladas, 29% maiores em relação ao ano anterior. Em receitas, o valor passou de US$ 37 milhões, um aumento de 42% frente a 2020. Os principais destinos foram, primeiro, o Mercosul, e depois, os países Europeus. Fatores como câmbio desvalorizado, demanda externa, qualidade das bananas e problemas de comercialização dos concorrentes brasileiros, explicam esse resultado.

    Quando comparadas a 2021, as cotações nas últimas semanas apresentaram preços maiores e oscilações mais acentuadas, resultado de variações climáticas e aumento de custos que ocorreram nas Regiões Produtoras. Desta forma, a cotação média da variedade “prata”, em Delfinópolis - MG, atingiu R$ 2,85/kg, 86% superior em relação ao mesmo período do ano passado; enquanto a “nanica”, na Região do Norte de SC, a valorização anual foi de 36%, fechando a segunda semana de agosto em R$ 1,45/kg.

    Neste contexto de consumo mais estável e disponibilidade de outras frutas no segundo semestre, a tendência é que ocorra uma estabilidade nos preços da banana.

    O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir em renovação/implantação de pomares, irrigação, infraestrutura de transporte interno e câmaras de climatização e packing house.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 16/08/2022 - Rastreabilidade de hortaliças
    Olá, hoje é 16 de agosto de 2022, meu nome é Thiago Queiroz Toscano de Brito sou Assessor de Agronegócios em Camboriú - SC e falaremos sobre a Rastreabilidade das Hortaliças.

    A necessidade de um maior controle de qualidade na produção de hortaliças, frutas, bulbos e tubérculos, em especial no que tange ao monitoramento e controle de resíduos de agrotóxicos, desde o início da produção até a última etapa de comercialização, além do acesso da população a informações sobre a origem dos alimentos consumidos, fez com que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) normatizassem todo esse processo, por meio das INC’s nº 2 de 2018 e n° 1 de 2019.

    Este é um tema ainda pouco difundido entre grande parte dos produtores brasileiros de hortaliças, mas de suma importância para esta cadeia produtiva, a qual comercializa produtos vegetais frescos destinados à alimentação humana.

    As Instruções Normativas citadas estão sendo exigidas desde agosto de 2021. Dentre os procedimentos, o mais importante é que o produtor deverá manter histórico dos tratamentos fitossanitários realizados nas lavouras e suas respectivas recomendações técnico-agronômicas deverão ser arquivadas em um caderno de campo, juntamente com as Notas Fiscais dos insumos adquiridos.

    Cabe observar que, não apenas os produtores rurais primários devem realizar a rastreabilidade, mas todos os elos da cadeia, como aqueles que realizam a armazenagem, o transporte, a distribuição e comercialização, desde a importação ou até uma possível exportação.

    Todos os lotes de produção e comercialização devem ser identificados pelo produtor e pelo comprador, de modo a permitir fiscalização e até mesmo a autuação por parte dos técnicos da ANVISA ou do MAPA. Estes procedimentos, ao serem adotados na propriedade, permitem aos Produtores Rurais (Pessoas Físicas ou Jurídicas) gerir melhor suas atividades produtivas e obterem uma melhor colocação de suas hortaliças no mercado.

    O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, apoia a produção de alimentos seguros e disponibiliza aos Produtores Rurais recursos financeiros para custear a produção, desde o pagamento de serviços que auxiliarão no processo de acompanhamento da rastreabilidade, até a aquisição dos insumos recomendados para manter a sanidade das raízes, tubérculos, bulbos, das ervas aromáticas, das folhosas ou não folhosas; sendo permitida a aquisição de softwares e de sistemas de gestão; a construção de armazéns para a guarda da produção; podendo comprar rótulos e embalagens para melhor acondicionamento, identificação e visibilidade dos produtos; aquisição de veículos de transporte de carga; dentre outras despesas.

    Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.

    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 15/08/2022 - Estimativas de safra USDA e Conab
    Olá, hoje é segunda-feira, 15 de julho de 2022, meu nome é Jefferson Piccini e sou o Cenarista de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre as projeções de safra divulgadas pelo USDA e Conab.

    No último dia 10 de agosto, foi divulgado o 11º relatório da safra de grãos brasileira pela Conab, ainda voltada a safra 2021/22, que foi estimada em 271,4 milhões de toneladas, 0,4% inferior a estimativa efetuada em julho.

    Esse número, inda pode ser ajustado, visto que as lavouras de inverno e de milho 2ª safra ainda se encontram em colheita.

    Para o milho, a Companhia apontou produção total em 114,7 milhões de toneladas, quantidade 31,7% superior à obtida na safra 2021/22. Em relação ao milho 2ª safra, a produção estimada foi reduzida em 1,1 milhão de tonelada, para 87,4 milhões de toneladas, quantidade ainda 43,9% superior à obtida na safra passada.

    E na última sexta-feira, dia 12 de agosto, o USDA estimou a safra mundial de milho em 1,18 bilhão de toneladas, redução de 6,3 milhões de toneladas ante a estimativa anterior. Parte desta redução veio da estimativa do Departamento para a safra dos Estados Unidos, que foi reduzida para 364,73 milhões de toneladas, quantidade 3,7 milhões de toneladas inferior ao estimado no relatório de julho de 2022.

    Para a soja, o relatório não refletiu a expectativa de mercado, que esperava redução na produtividade média das lavouras norte-americanas, visto que o percentual de lavouras entre boas e excelentes condições vem reduzindo a cada semana, e elevou em 696 mil toneladas a safra 2022/23 do País em relação a estimativa anterior, para 123,3 milhões de toneladas.

    Essas projeções, do USDA, resultaram em retração nas cotações da soja na CBOT e valorização nas do milho. Contudo, ambas já se apresentam em campo negativo no dia de hoje, refletindo realização de lucros e posicionamento do mercado frente ao relatório de condições das lavouras norte-americana que será publicado na tarde de hoje, onde é esperada possível melhora nas condições, visto as chuvas recentes em importantes regiões produtoras do país.

    Como a aversão ao risco, derivada do receio de recessão nas economias globais e consequente redução no consumo de commodities, ainda está presente e influenciando a precificação desses produtos, os momentos de combinação de elevação cambial e das cotações internacionais podem ser aproveitados pelo produtor para firmar parte de suas vendas e se proteger de baixas futuras, com o mercado de opções.

    Para isso, o Banco do Brasil dispõe das opções agropecuárias, que podem ser contratadas na sua agência ou diretamente no app do Banco do Brasil. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.

    Fica a dica de crédito consciente e sustentável.

    Obrigado e até a próxima!
    4 min
  • 12/08/2022 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 12 de agosto de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho.

    O início de agosto foi marcado por queda nas cotações internacionais do milho, na Bolsa de Chicago, influenciada, principalmente, pela retomada das exportações marítimas de grãos da Ucrânia, trazendo alívio na oferta global. Os últimos dias foram de recuperação dessas baixas, refletindo o clima quente e seco nas lavouras de milho dos Estados Unidos, que estão na fase crítica de definição de produtividade.

    No último levantamento das condições da safra, o Departamento de Agricultura Norte-americano indicou que 58% dos campos estão em condições boas a excelentes. No ano passado, para o mesmo período, era de 64%. Para as condições ruins e muito ruins, o percentual foi de 16%, ficando 5% superior em relação à safra anterior. O mercado aguarda nesta sexta-feira a divulgação do relatório de oferta e demanda, na expectativa de redução na produtividade e produção do milho americano, que poderá trazer mais um aperto de oferta para a safra nova. Na terça-feira, dia 09, o contrato com vencimento em dezembro/22 foi cotado a U$ 6,14/bushel.

    No Brasil, a colheita do milho 2ª safra ultrapassou os 80% do total da área cultivada, estando 20 pontos percentuais à frente em comparação à safra 20/21. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais, Anec, apontou que agosto poderá ter um novo recorde em exportações de milho, estimado em 7,88 milhões de toneladas, resultado da boa janela produtiva desta safra, da boa produtividade e da demanda externa firme. Para 2022, a Anec estima exportações de 41 milhões de toneladas, recuperando-se do baixo volume exportado em 2021, que foi prejudicado pela quebra de safra ocorrida. O contrato com vencimento em novembro/22, na B3, encerrou nesta terça-feira cotado a R$ 90,10 a saca.

    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB em Menu, selecionando Opção Agro.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.

    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!
    4 min
  • 11/08/2022 - Cenário ASG no agronegócio
    Olá, hoje é quarta feira, 13 de julho de 2022, meu nome é Nivia Bassi, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Novo Horizonte - SP e hoje vamos falar sobre Energia alternativa, também conhecida como energia sustentável.

    Energia Alternativa consiste na Produção de energia com baixo impacto ambiental, sem a utilização de combustíveis fósseis como matéria prima para sua geração.
    No Brasil, 46% da matriz energética é proveniente de fontes renováveis, e quando se trata de energia elétrica, 84% são provenientes de energia alternativa, gerada principalmente por usinas hidroelétricas distribuídas por todo o país. No mundo, apenas 14% da matriz energética é composta por fontes de energia alternativa, sendo as principais: a eólica e a solar.

    Dentre os exemplos de fontes de energia alternativa e renováveis podemos citar, além da energia hídrica (mais comum), a energia solar, eólica, ondomotriz (que é gerada pelo movimento das ondas do mar), geotérmica (gerada pelo calor interno da Terra), de biomassa (que utiliza materiais orgânicos para geração de etanol, biodiesel e biogás).
    Outra fonte de energia alternativa, mas não renovável, é a nuclear (que utiliza núcleos atômicos, como o urânio e o tório).

    Neste BBcast queremos dar destaque a uma fonte de energia alternativa que tem ganhado cada vez mais destaque e sua utilização crescido bastante nos últimos anos no Brasil e no mundo. Trata-se da energia solar para a geração de energia elétrica por meio de sistemas fotovoltaicos. Essa tecnologia tem se mostrado a mais viável para uso em empresas, residências e na zona rural.

    O retorno financeiro de quem investe neste sistema é compensador. A necessidade de manutenção é baixa e a vida útil dos painéis é longa, em média, de 25 anos. Quando a produção de energia é mais alta do que o consumo, são gerados créditos com a concessionária de energia. Estes podem ser utilizados nos próximos períodos, quando o consumo superar a geração.

    O aumento na utilização de energia elétrica para irrigação, cada vez mais presente nas atividades agropecuárias, além do consumo elevado de energia em granjas de aves e suínos, secagem e beneficiamento de grãos, eletrificação de cercas e iluminação em geral, vêm gerando demanda crescente por investimentos nesta alternativa, que visa aumentar a eficiência da atividade, considerando-se os custos elevados com a energia elétrica convencionais.

    O Banco do Brasil dispõe de linhas específicas de financiamento de energia alternativa, na linha de Pronaf, Pronamp, Inovagro, Investe Agro, ABC+ e Fundo Clima.
    Algumas dessas, exclusivas para produtos de fabricação nacional ou nacionalizada, impulsionam ainda mais o mercado e a indústria brasileira. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.

    Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    4 min
  • 10/08/2022 - Cenário do café conilon
    Olá, hoje é quarta-feira, 10 de agosto de 2022. Eu sou Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

    A colheita está finalizando nas principais regiões produtoras da variedade, tendo como previsão para o término o final de agosto. O produto colhido tem apresentado bom rendimento após secagem e a perspectiva é de que se confirme uma produção acima da média obtida na safra anterior.

    Como consequência do atraso da colheita, alguns produtores estão indicando maior risco de infestação por broca, praga esta encontrada em todas as regiões produtoras de café do mundo e considerada importante, pois ataca os frutos em qualquer estágio de maturação, inclusive grão já seco, podendo se estabelecer na lavoura e afetar a próxima safra..

    Em decorrência de fatores fisiológicos e climáticos, tem-se observado aspectos diferentes na formação de botões, que estão ocorrendo antecipadamente e em grande quantidade, conforme observações de campo. Outro ponto de atenção é o clima, pois há previsão que entre os dias 9 e 13/08 ocorram fortes rajadas de vento em todos os estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, Rondônia, Acre, parte do Amazonas e em parte da Bahia.

    No mercado futuro, a bolsa de Londres abriu a semana com estabilidade. Setembro/22 tinha alta de US$ 1 por tonelada, valendo US$ 2044,00. No mercado interno, com a possível quebra da safra do arábica, a indústria segue demandando mais conilon.

    No balanço mensal de julho, o café conilon sofreu uma alta em relação ao mês anterior. O tipo 7 iniciou o mês apresentando bastante instabilidade em suas cotações. Em São Gabriel da Palha no ES fechou a R$700,00 a saca de 60kg, houve um recuou em relação aos preços praticados no mês anterior. Os embarques de café robusta subiram 1% em relação ao mesmo período do ano anterior, para 4,03 milhões de sacas, conforme a OIC.

    Para atender a necessidade de custeio, assim como apoio na comercialização do café e na aquisição de colheitadeiras e recolhedoras por meio das linhas de investimento, o Banco do Brasil disponibiliza linhas específicas para atender as necessidades de sua propriedade. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento em uma agência do BB ou algum parceiro do BB.

    E para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência e também no canal do Broto no Youtube.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 09/08/2022 - Cenário do trigo
    Olá, hoje é terça-feira, 09 de agosto de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.
    O plantio da safra brasileira 22/22 encontra-se encerrado, com área de cultivo estimada 3 milhões de hectares, aproximadamente. Quantidade que supera em 10% a safra 2021.
    Conforme a Emater, a área cultivada no Rio Grande do Sul cresceu 15% em relação à safra anterior, alcançando 1,41 milhão de hectares, o que representa 47% da área cultivada no Brasil. As lavouras estão predominantemente, em estágio vegetativo, pois a época de plantio é mais tardia em relação as demais estados produtores.
    Já no Paraná, o DERAL indicou cultivo de 1,17 milhão hectares, o que representa 39% da área plantada no país. No momento, 89% das lavouras se encontram em boas condições, contudo a estiagem na região noroeste do Estado segue afetando a produtividade das lavouras.
    Em Santa Catarina, segundo dados da EPAGRI, a área plantada foi de 127 mil hectares, 24% de aumento em relação à safra 21/21.
    As lavouras desses Estados, que representam 90% da área cultivada com trigo no Brasil em 2022, encontram-se, em sua maioria, em fase susceptível a danos por geadas e seca (desenvolvimento, floração e frutificação), sendo o mês de agosto, decisivo para a definição da produção brasileira.
    Na Argentina, principal mercado de importação do Brasil, foram cultivados 98% dos 6,1 milhões de hectares previstos e 23% das lavouras estão em condição regular ou ruim, devido à seca que atinge a região noroeste do país, conforme informações da Bolsa de Cereales de Buenos Aires.
    A exportação dos grãos da Ucrânia estava paralisada desde o início da guerra com a Rússia. Contudo, voltou a ocorrer pelo porto de Odessa. Esse aumento na oferta segue pressionando a cotação internacional do produto e conforme o volume exportado se eleve, as cotações devem sofrer maior pressão negativa.
    No Brasil, o indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de 6% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada a R$ 2.066,47. Atualmente, o produto continua sendo comercializado no Brasil em média acima de R$ 2.050,00 a tonelada. Contudo, a influência da desvalorização da cotação internacional e do câmbio tende a refletir em ajustes nos preços internos.
    E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento?
    O Banco do Brasil disponibiliza a linhas de investimento para armazenagem e de comercialização para este e outros grãos de inverno. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para mais informações.
    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!!!!
    4 min
  • 08/08/2022 - Cenário Climático
    Olá, hoje é segunda-feira, 08 de agosto de 2022, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas-SP e falaremos sobre o cenário climático.
    Conforme relatório publicado em julho/22 pela Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), o cenário atual aponta continuidade do La Niña durante parte da safra 2022/23.
    No Brasil, de acordo com informações do Climatempo, há indicativos de um novo fortalecimento do fenômeno para os próximos meses, com pico no trimestre outubro/novembro/dezembro, sobretudo na Região Sul, onde normalmente há redução da chuva quando o La Niña está ativo. Contudo, este novo incremento do La Niña deve durar pouco, com tendência de enfraquecimento já no início do próximo verão.
    Para a Previsão Climática Trimestral Ago – Set – Out, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), indica maior probabilidade de chuva acima da média, entre as regiões Norte e Nordeste e abaixo da média para o centro-sul do RS e oeste de SC, variações associadas, principalmente, ao La Niña. Também são previstas chuvas abaixo da média para parte do AC, RO, MT, GO, norte do MS, Triângulo Mineiro e sul de MG, SP, RJ, PR.
    Vale destacar, que esse período é caracterizado por chuvas escassas na faixa central do país e mais abundantes nos extremos norte, leste e sul do Brasil. Portanto, não se descartam eventos chuva expressiva na Região Sul e sul de MS. Esse trimestre também é marcado pela atuação de frentes frias, que podem causar quedas de temperatura em parte do país, principalmente no mês de agosto.
    Já a previsão de temperatura, indica altas acima das médias históricas no oeste do RS, MS, Triângulo Mineiro, centro-sul de GO, sul e oeste do MT, em pontos de RO, TO, MA, PI, CE, RN e centro-leste da PB.
    Mantendo atenção às divulgações do Sisdagro, as regiões que passaram por irregularidades de chuvas e continuam com disponibilidades de água no solo em níveis baixos, podem ter a condição e nível de água dos mananciais hídricos impactados.
    Com este cenário, o monitoramento climático, a eficiência de uso dos recursos hídricos e recomposições florestais, ganham grande importância nas tomadas de decisões.
    Para isso, o Banco do Brasil conta com Mitigadores de Risco, tais como Seguro Agrícola Flex para que o produtor possa se precaver de situações climáticas adversas, e Linhas de Crédito para Irrigação e Recuperação Ambiental. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações.
    E conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 05/08/2022 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira, 05 de agosto de 2022, meu nome é Alceu Yoshinaga, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Itumbiara- GO e falaremos hoje sobre o cenário da soja.

    As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa de Chicago - CBOT, iniciam agosto com alta volatilidade, com patamares de preços em U$ 15,58/Bushel em 03/08, valorização de 7,5% em relação a 20/07. Para novembro, os contratos estão abaixo da cotação atual, sendo negociados por U$ 13,69/ Bushel.

    No Brasil, os preços da oleaginosa, seguem em patamares de estabilidade nos últimos dias. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 03/08, foi cotado a R$ 186,88/ saca, redução de 4,6% em relação a 29/07. O prêmio nos portos vem apresentando recuperação nos últimos dias, cotado para o mês de setembro em 2,0 US$/Bushel.

    Dois fatores seguem ocasionando essa volatilidade no mercado, o clima e seus efeitos sobre a safra norte-americana e a aversão ao risco, em nível global.

    No tocante ao clima, temperaturas elevadas e dias pouco úmidos tem sido predominante sob a área de produção dos EUA nas últimas semanas, gerando situação desfavorável às lavouras. De acordo com o último relatório do USDA, 60% da área cultivada encontra-se em condições boas e excelentes.

    Em relação a aversão ao risco, o posicionamento do mercado e fundos em relação ao desempenho das economias globais, cenário de recessão, e seus reflexos no consumo das commodities, tem pressionado negativamente a cotação da oleaginosa.

    Fator que pode beneficiar a precificação da soja brasileira e a demanda por parte da China é a atual tensão entre China X EUA, ocasionadas pela visita da Presidente da Câmara dos Deputados dos EUA à Taiwan.

    A Conab, apontou a safra nacional 21/22 em 124,04 milhões de toneladas, redução de 10,2% em relação à produção da safra 20/21, e estimativa de exportação de 75,23 milhões de toneladas. De janeiro a julho já foram exportadas 60,54 milhões de toneladas, conforme dados do MDIC.

    Para a safra brasileira 2022/23, o USDA estima produção de 149 milhões de toneladas e exportação de 89 milhões de toneladas.

    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF). As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. Consulte seu Gerente de relacionamento para maiores informações.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 04/08/2022 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 04 de agosto de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista - SP e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

    O mercado físico de boi gordo registrou pequenas altas na última semana de julho, direcionadas por pequena elevação na dificuldade de compra de animais pelas indústrias e encurtamento das escalas.

    A cotação da arroba do Boi no dia 01/08/22 Indicador Boi Gordo CEPEA/Esalq/B3 foi de R$ 326,65, já o mercado futuro apresenta cenário de estabilidade com pequena queda, apresentando cotações no valor de R$323,75 nos contratos com vencimento para out/2022. Os animais padrão China mantém ágio de R$ 20/30 em relação a animais disponibilizados no mercado doméstico, algo compreensível dado o forte ritmo das exportações.
    A Secretaria de Comércio Exterior, reportou que o embarque de carne bovina para o exterior, encerrou o mês de julho com 167,2 mil toneladas, aumento de 1,3%, frente ao volume total exportado no mesmo período do ano anterior, que foi de 165 mil toneladas.
    O preço médio recebido pela exportação nos 21 dias úteis de julho/22 ficou próximo de US$ 6.549/ton, alta de 20,3% frente aos dados divulgados em 07/21, em que os preços médios registraram o valor de US$ 5.442/ton, totalizando US$ 1.096 bilhão em 07/22.
    A expectativa de aumento da demanda interna, aliada a uma provável retração na oferta de animais, principalmente dos conduzidos à pasto devido o avanço da entressafra de capim, direciona para provável retomada do movimento de alta no preço da arroba, principalmente se mantido o forte ritmo das exportações.

    A queda de preço do bezerro e boi magro nos últimos meses, resultado da elevação da oferta de animais no mercado, somada à queda no preço do milho, proporcionaram um panorama favorável para os sistemas de Recria/Engorda, com redução no custo operacional, por serem os dois itens de maior peso no sistema, mesmo com aumento geral dos demais custos. Já os sistemas de Cria (que apresentou retração no preço do bezerro) e Ciclo Completo, registraram aumento no custo e como consequência queda em suas rentabilidades.

    Para os desafios do mercado e climáticos com a entressafra, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de custeio e investimentos que podem auxiliar os produtores nas estratégias de produção mais adequadas à entressafra e para superação dos desafios do mercado. O Banco do Brasil disponibiliza também a oportunidade de contratos de opções, como forma de proteção na hora de comercialização dos animais prontos para abate.

    Contem sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.
    4 min

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