BBCast Agro

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BBCast Agro episodes

  • 04/11/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.   Iniciando com a soja, espera-se que Com a proximidade das eleições presidenciais nos Estados Unidos possa ocorrer aversão ao risco sobre o mercado financeiro global, com reflexo nas cotações das commodities agrícolas. Vale destacar que a mudança no tempo de inspeção para certificação dos navios na China poderá reduzir a demanda de curto prazo e pressionar negativamente as cotações na CBOT. Com a manutenção do clima favorável e a recuperação da umidade do solo, a expectativa é que o plantio da soja no Brasil siga avançando de forma significativa, podendo superar a média dos últimos 5 anos. A colheita da safra norte-americana ultrapassará os 90%, com resultados favoráveis, que, combinado com as boas previsões climáticas para o Brasil, gera a expectativa de uma ampla oferta global da oleaginosa, pressionando as cotações na CBOT. Assim, no mercado interno, no curto prazo, devido a cotação do dólar e da pouca oferta de soja disponível, as cotações deverão se manter em estabilidade, enquanto para o médio e longo prazos, os vieses são de baixa.   No tocante ao milho,  De acordo com o relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), a colheita do grão nos país avançou para 81% de área colhida, um aumento de 16 pontos em relação à última semana. Este percentual é 17 pontos maior que a média dos últimos cinco anos. Ainda de acordo o Departamento, a previsão do clima dos EUA para os próximos dias deve ser de temperaturas mais amenas na maior parte do país, à exceção da metade leste. Já as chuvas devem cobrir grande parte do país, contrastando com o tempo mais seco ao longo da metade norte.   De acordo com dados da CONAB, o plantio do milho verão já alcançou 36,8% da área plantada, com destaques para os estados do Paraná, que está finalizando e Goiás, que iniciou o plantio das áreas. Cerca de 33% destas áreas estão em fase de floração, com 13,3% já avançando para o enchimento do grão. Para os próximos dias é esperado um bom volume de chuvas nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, favorecendo o andamento do plantio.   A perspectiva é que a cotação mantenha um viés de alta no curto prazo, apoiado pela alta do dólar, preocupações com a janela de plantio do milho safrinha e a posição retraída dos produtores.         Para o café, Temos previsão de chuvas mais regulares em novembro no país, o que tem trazido esperança ao setor de melhora nas condições das lavouras. Este monitoramento do clima continuará ditando a volatilidade nas cotações do mercado de café; A Colheita no Vietnã, embora traga um alívio na oferta imediata, também poderá influenciar as cotações no curto e médio prazos a depender da confirmação do volume de exportações do Robusta.  A desvalorização do real frente ao dólar segue influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, refletindo na alta de preços. Por outro lado, há baixa liquidez na comercialização por parte dos cafeicultores. Enxergamos tendência de manutenção nos preços mais altos do arábica e do robusta/conilon no curto e médio prazos, principalmente pelas incertezas quanto a safra atual do Vietnã e da safra futura brasileira.   Quanto ao Boi Gordo é importante frisar que, Faltando apenas dois dias úteis para o encerramento do mês de outubro, os embarques da carne bovina in natura tendiam a superar o volume histórico alcançado em setembro/24 (de 251,7 mil toneladas) dados da Secex.  Esta semana se inicia com a população a espera do recebimento de proventos e há expectativa de novos aumentos nos preços da carne bovina no atacado e varejo. Com relação aos preços, o Boi gordo já supera a barreira dos R$ 300/@ em várias praças. Com esta melhora nas cotações, os contratos futuros na B3 se valorizaram, para outubro, novembro e Dezembro de 2024, superando os R$ 315,00/@. Como forma de proteção financeira, contra uma eventual queda nos preços físicos no momento da comercialização, lembramos que o BB oferece boas oportunidades em opções agropecuárias para o produtor.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    6 min
  • 01/11/2024 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 01 de novembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. A colheita nos Estados Unidos caminha para sua conclusão, com 89% da safra colhida até o último domingo (27). Este índice registra superioridade em comparação com o mesmo período do ano passado que foi de 82% e dos 78% indicados na média plurianual. A expectativa de produção nos EUA é de 124,7 milhões de toneladas, registrando recorde histórico. Já a produção mundial deverá ficar acima dos 428 milhões de toneladas, em se confirmando as boas expectativas do Brasil e Argentina. Isso poderá aumentar a oferta e os estoques globais, pressionando ainda mais as cotações externas.   O plantio da nova safra brasileira de soja registrou uma semana de grande avanço, atingindo mais de 40% da área projetada, recuperando grande parte dos atrasos acumulados até o momento. A constância das chuvas nas principais regiões produtoras voltou a trazer um cenário favorável para a germinação e desenvolvimento inicial das lavouras ao redor do país, promovendo o avanço das máquinas em quase todos os estados produtores. O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25, encerrou o dia 30/10 cotado a US$ 9,91/bushel. O mercado registrou baixas, diante da confirmação da supersafra nos EUA e retorno das chuvas nos principais estados produtores do Brasil, seguindo a tendência predominante do fundamento oferta. Ressaltamos a elevação das vendas registradas nos EUA, com a China realizando importações antes das eleições presidências Norte Americanas. O indicador CEPEA em 30/10 foi cotado a R$ 143,56 reais por saca, (30/09 R$ 141,16) com lateralidade das cotações para o início de outubro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a baixa disponibilidade do grão, a demanda interna pela indústria processadora, manutenção dos prêmios positivos nos portos e o dólar valorizado. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - fev/25 com strike/preço garantido entre 9,53 e U$ 11,09/bushel e - abril/25 com strike entre U$ 9,58 e U$ 11,26 bushel Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 31/10/2024 - Cenário da avicultura de corte
    Olá, hoje é 31 de outubro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, no primeiro semestre de 2024, foram produzidas pouco mais de 6,8 milhões de toneladas de carcaça, volume 0,2% menor do que no mesmo período de 2023. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, em setembro de 2024, aumentaram 17% em relação ao mesmo período de 2023, tendo sido embarcadas 451,8 mil toneladas, com preço médio de US$ 1.919 por tonelada. No mês de setembro de 2024, observou-se aumento no custo de produção, de cerca de 1,8% em relação ao mês de agosto de 2024, passando de R$ 4,53 para R$ 4,61 por kg de peso vivo produzido. A partir do mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço pago pelo frango de granja nesta semana está em R$ 5,40 pelo kg vivo. O Ministério da Agricultura encerrou o foco da Doença de New Castle ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul, está havendo a retomada paulatina da exportação de carne de aves e seus produtos, para os países aos quais houve suspensão, conforme as regras previstas em acordo bilateral. Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    3 min
  • 30/10/2024 - Cenário do amendoim
    Olá, hoje é 30 de outubro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e hoje falaremos sobre a cultura do amendoim. O amendoim é uma oleaginosa de abrangência mundial, tendo alguns países da África e do sudeste Asiático como os principais produtores e consumidores. Segundo o departamento de Agricultura dos Estado Unidos - USDA, em torno de 50 milhões de toneladas foram produzidas no mundo em 2023, sendo que o Brasil ocupa a 11ª posição, com a produção de 890 mil toneladas. Apesar de relativamente pequena, de acordo com a CONAB, a produção nacional vem crescendo anualmente sendo que nas últimas quatro safras, apresentou aumento de 65%, chegando a 250 mil hectares plantados, tendo o estado de São Paulo como o principal produtor com 84% desta área. O amendoim é uma cultura predominantemente de consumo interno, sendo que o mercado internacional representa menos de 10% da produção mundial, com 4,6 milhões de toneladas em 2023. Dentre os principais exportadores, destacamos a Argentina, Estados Unidos e Brasil respectivamente em 1 º, 3º, e 5 º lugar no ranking mundial. A boa qualidade do produto desses três países tem atendido a exigência de grandes consumidores, como Rússia, Argélia, Países Baixos, Polônia e Reino Unido. China e Índia também ocupam esse ranking, porém com mercado consumidor restrito aos países asiáticos. Em algumas cidades do oeste paulista formaram-se grandes polos produtivos, com presença de várias empresas exportadoras, destaque para Marília, Tupã, Pompéia, Borborema, Jaboticabal e Dumont. Por ser uma cultura plantada em áreas de reforma de cana-de-açúcar, havia dificuldades para financiamentos devido cessão de áreas. Porém este cenário vem mudando nos últimos anos, contribuindo para esse aumento, a migração da cultura para as regiões de Marília, Tupã e Pompeia, onde há maior presença de áreas próprias e de reformas de pastagens, em relação a áreas de reforma de cana-de-açúcar. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 29/10/2024 - Cenário do arroz
    Olá, hoje é terça feira, 29 de outubro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.   Conforme levantamento elaborado pelo IRGA, em 24/10/2024 foram semeados, 50,00% dos 948.356 ha estimados para a safra 2024/2025 aproveitando o clima favorável dos últimos dias. A Fronteira Oeste é a região mais avançada, com 68% da área semeada, estando dentro da normalidade para o período. Nas demais regiões o percentual de semeadura do arroz encontra-se em 57% na planicie costeira interna; 55%;  na zona sul, 36% na planicie costeira externa; 29% campanha e 17% na  Região Central do estado. Em Santa Catarina, atualmente, cerca de 80% da área estimada para o estado já foi semeada.                                  O mercado de arroz em casca no RS segue com baixa liquidez, limitada pela divergência quanto aos preços entre compradores e vendedores.  Os produtores aguardam aumento mais expressivo do preço, enquanto as indústrias mostram dificuldades para comercializar o arroz beneficiado. O mercado tem demonstrado uma tendência geral de estabilidade. Além disso, os produtores estão focados na semeadura da nova safra. De acordo com levantamento do CEPEA, os preços do arroz em casca vêm registrando pequenas oscilações nas regiões acompanhadas no Rio Grande do Sul, com o Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) mantendo-se na casa dos R$ 119,00/saca de 50 kg desde o dia 23 de setembro. De janeiro a setembro, as exportações brasileiras recuaram 30% ante o mesmo período do ano passado, enquanto as importações cresceram 14%. As exportações deverão recuar para 1,36 milhão t e as importações, crescer a 1,52 milhão t em 2024. Com o  preço do arroz com boa margem remuneradora, quando comparado com a média dos últimos anos, estima-se que a atual safra permaneça com bons resultados financeiros. Os produtores estão utilizando alta tecnologia de produção, a área cultivada voltando aos níveis normais, combinada com uma recuperação da produtividade média(acima de 8,5 t por ha), a expectativa é de uma safra com resultados favoráveis.  O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    5 min
  • 28/10/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.   Iniciando com a soja, espera-se que   Com a melhora das chuvas no Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste, o plantio ganhe ritmo, principalmente na última semana de outubro. Já no Sul, no Paraná, a precipitação tem causado problemas pois as chuvas têm limitado o avanço das máquinas. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a preocupação é menor pois a janela de plantio é mais longa. O mercado também está atento à demanda global, de olho no maior importador da comodity, a China, que, por sua vez, está monitorando as eleições presidenciais dos EUA para efetuar seu programa de importação. Sem grandes novidades no macro cenário, o andamento da colheita norte americana, combinado com boas previsões climáticas para o Brasil, induz o mercado a precificar projeções de grande oferta mundial do grão. No cenário interno, os preços devem permanecer firmes devido ao quadro das exportações em reta final, resultando em pouca soja disponível. Esse cenário deve seguir impactando diretamente os prêmios de exportação, que registram boas cotações. Assim o mercado interno irá se ajustar, podendo ter viés de estabilidade com leve baixa para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.   No tocante ao milho,   A colheita estadunidense chegou a 65% da área, de acordo com o USDA. O ritmo encontra-se treze pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. A previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para temperaturas e precipitações acima da normalidade na região central do cinturão agrícola. Como o volume da chuva não é elevado, as condições da colheita continuam favoráveis no país. Caso a demanda pelo milho americano continue aquecida, os preços no mercado externo podem continuar o movimento de alta observado na semana passada. No Brasil, de acordo com a Conab em publicação no dia 21/10, a semeadura do milho 1ª safra chegou a 32,3% da área. O ritmo encontra-se praticamente o mesmo em relação ao mesmo período do ano passado. O estado do PR lidera o plantio, com 90% da área já cultivada, seguido de SC (77%), RS (76%), SP (10%) e MG (9,4%). Os preços no curto prazo podem seguir o movimento de alta, motivado pelas preocupações climáticas e o ritmo da semeadura da safra verão, em especial a soja, a comercialização retraída, com os produtores focados nos trabalhos à campo.           Para o café, destaca-se que,   Dados meteorológicos continuam prevendo chuvas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecendo a floração uniforme e início de pegamento dos frutos (chumbinho), porém as temperaturas continuam elevadas. O volume e a regularidade das chuvas ditam a dinâmica das oscilações nos preços. O mercado acompanha de perto o ritmo da colheita e exportações do Vietnã, já sabendo que haverá quebra na sua safra de robusta. Além do clima, o dólar em alta, o baixo estoque nas mãos dos compradores mundiais e os conflitos no oriente médio e na Ucrânia são fundamentos que pressionam o mercado mundial do café. Os preços do arábica e robusta/conilon seguirão em alta no curto e no médio prazo.   Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:   As exportações de carne bovina in natura continuam em alta, com uma média diária, em outubro, de 12,6 mil toneladas, contribuindo para o escoamento do volume produzido e manutenção dos preços comercializados atualmente. No mercado interno o preço da carne comercializada no atacado e no varejo sofreram reajustes e o consumo deve diminuir, muito por causa da disponibilidade de dinheiro por grande parte da população, contribuindo para um cenário de estabilidade nos preços. De acordo com os dados divulgados pelo MAPA, no mês de setembro de 2024, o número de animais abatidos foi de 2,3 milhões de cabeças, sendo 10,6% maior do que setembro de 2023, demonstrando que a demanda está impulsionando os preços da arroba do boi gordo. Com a melhora das cotações do boi gordo, os preços dos contratos futuros na B3 se valorizaram, para Out/Nov/Dez de 2024 superaram os R$ 310,00/@, ofertando boas oportunidades para os confinadores se protegerem de eventuais quedas nos preços do boi gordo no momento de venda dos animais.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    7 min
  • 25/10/2024 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 25 de outubro de 2024, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente-SP, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago, apresentaram volatilidade nos últimos dias, com leve alta. O contrato referência dezembro/24 encerrou na Quarta-feira cotado a US$ 4,19/bushel, elevação de 0,60% em relação ao pregão do dia anterior.   A previsão de chuvas em estados norte-americanos que são grandes produtores, pode impactar o avanço da colheita. Por outro lado, conforme publicação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no dia 21 de outubro, a colheita no país chegou a 65% da área, treze pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos em relação ao mesmo período.   Além disso, segundo o USDA, a venda de aproximadamente 850 mil toneladas para países como México e Coréia do Sul, anunciada por exportadores privados americanos ao longo da última semana, ajudaram a aquecer a demanda e contribuíram para elevação dos preços futuros.   No Brasil, o plantio do milho 1ª safra atingiu 32% da área esperada, segundo publicação semanal de acompanhamento das lavouras da CONAB, a região sul é a mais avançada, no estado do Paraná atingiu 90% da área, já os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina tiveram pouco avanço devido as chuvas que atingiram as regiões produtoras, com área semeadas de 76% e 77%, respectivamente.   O mercado doméstico acompanha o avanço do plantio da soja, principalmente no estado do Mato Grosso, onde segundo dados da CONAB o plantio teve avanço de 13% na última semana, e atualmente está com 21,1% da área semeada, porém no mesmo período do ano passado, 51,5% das áreas já estavam plantadas. A chegada de novas chuvas na região centro oeste pode beneficiar o avanço rápido do plantio da soja e propiciar a semeadura do milho 2ª safra na janela ideal.         Os preços no mercado físico seguem movimento positivo, conforme observado desde o início deste mês. A forte demanda interna, as incertezas sobre o tamanho da área do milho 2ª safra e a retração dos produtores por novas vendas tem sustentado novas altas. O indicador do milho referência CEPEA/B3 no dia 23/10 encerrou cotado a R$ 70,59 por saca, alta de 9,78% no mês.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 70,03 e R$ 71,15 por saca, e  - Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 70,65 e R$ 73,14 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 24/10/2024 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 24 de outubro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Após seguidas valorizações do preço da arroba do boi gordo, ultrapassando os R$ 300,00/@ no mercado físico de SP, a semana se iniciou com estabilidade nos preços, aguardando a reposição dos estoques no varejo e o comportamento da demanda interna. A Indústria continua com dificuldade em comprar animais prontos para o abate, a escala encurtou cerca de um dia, na média pais está em aproximadamente cinco dias úteis. No dia 22 de outubro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 308,10, com alta de 0,59% no dia. O indicador do bezerro ESALQ – Mato Grosso do Sul apresentou variação positiva de 0,66% no dia, ficando contado a R$ 2.202,00. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 312,90. Com as recentes valorizações no preço da arroba, os contratos futuros na B3 se valorizaram, demonstrando esse otimismo através dos contratos para outubro, novembro e dezembro de 2024, com valores acima de R$ 310,00/@, Segundo dados da Secretaria de Comercio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros quatorze dias úteis de outubro, foram de 176,4 mil toneladas, sendo 10 mil toneladas a menos do que foi exportado em todo o mês de outubro de 2023. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.603,00, representando estabilidade em relação ao mesmo período de 2023. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 309 e 311@, e novembro de 2024 com strike entre R$ 304 e 310/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    5 min
  • 23/10/2024 - Cenário do algodão
    Olá, hoje é quarta-feira, 23 de outubro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor 
    de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e 
    falaremos sobre o cenário do algodão. 
    Os números do boletim de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados 
    Unidos (USDA) não trouxeram novidades quanto à demanda e produção 
    mundiais de pluma quando comparados ao mês passado: ambos estão em 
    patamares ao redor de 25 milhões de toneladas.
    Apesar da demanda chinesa ainda apresentar ritmo lento, vale ressaltar que 
    países como Vietnã e Bangladesh têm aumentado suas participações nos 
    embarques de pluma brasileira.
    A colheita americana, ainda em andamento, tem expectativa de ser 18% maior 
    que a safra anterior, porém há incertezas quanto ao volume final, visto que a 
    qualidade das lavouras boas a excelentes tem diminuído a cada semana, e
    quanto à qualidade da pluma colhida, uma vez que uma temporada de furacões 
    trouxe tempestades para regiões produtoras do país e poderá causar impacto às 
    lavouras. Salientamos que esse fato só poderá ser confirmado com o avanço da 
    colheita.
    Em outubro, a CONAB divulgou o primeiro levantamento para safra 2024/25: o 
    Brasil poderá semear 2 milhões de hectares (2,9% maior que a safra 2023/24) e 
    produção de 3,66 milhões de toneladas de pluma (número muito próximo ao da
    safra anterior).
    O Brasil é, atualmente, o terceiro maior produtor e o maior exportador mundial.
    Ressaltamos que, diante de números expressivos, a pluma poderá sofrer 
    pressão nas cotações da bolsa de Nova Iorque e, para isso, o Banco do Brasil 
    disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo 
    de proteger o produtor das oscilações de preços e garantir suas margens, visto 
    a volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções 
    de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:
    - Novembro/24 com strike entre U$c 70 e U$c 71/pound.
    Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre 
    com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco 
    do Brasil. 
    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 22/10/2024 - Cenário da cana-de-açúcar
    Olá, hoje é 22 de outubro de 2024, eu sou Mauricio Alonso, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto - SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   Os canaviais que já estavam sofrendo os impactos da seca nos últimos meses também foram atingidos pelas queimadas na região Centro-Sul, principalmente o estado de São Paulo, na segunda quinzena do mês de agosto de 2024, o que levou diversas consultorias especializadas a reverem os números dessa safra para baixo, mais uma vez, esse ano.   Apesar da safra de cana-de-açúcar 24/25 ainda não ter terminado, a preocupação para a próxima safra já vem exigindo atenção, pois, a seca e as queimadas devem ser os causadores dos maiores impactos sobre a safra do próximo ano.   Em levantamento realizado pelo NovaCana, oito empresas especializadas forneceram indicadores preliminares de possíveis resultados para o ciclo 25/26, que variaram entre 581 milhões e 620 milhões de toneladas.   Desde o início da safra 24/25 até 1º de outubro, a moagem acumulada atingiu 505 milhões de toneladas, ante 493,5 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ciclo anterior, crescimento de 2,35%.   Esse mesmo tempo seco que acelerou o andamento da safra e trouxe bons números para as primeiras quinzenas da safra em andamento, também atrapalhou o desenvolvimento dos canaviais.   O indicador de qualidade da cana-de-açúcar (ATR) para essa safra está em 141,02 kg de ATR por tonelada, 0,61% acima do índice da safra anterior, no mesmo período.   A proporção de cana utilizada para a produção de açúcar está em 48,85%, uma leve redução em relação aos 49,54% do ano anterior.   Os preços do açúcar cristal branco seguem fortalecidos no mercado à vista de São Paulo, na última semana, fechando a sexta-feira, dia 11, a R$ 150 por saca de 50 kg; esses valores não eram observados desde o mês de abril.   Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.    Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio, e muito mais? Inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima!
    4 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…