Birras de Mãe

Birras de Mãe

By Isabel Stilwell e Ana StilwellKids & Family
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Birras de Mãe episodes

  • Mães, deixem o pai ser pai

    Quase, quase a chegar ao Dia da Mulher, as Birras de Mãe solidarizam-se com os homens, com os pais. Só por uma vez. Porque somos do contra, claro, mas também porque reconhecemos que, enquanto mulheres, caímos muitas vezes na contradição de, por um lado, reivindicarmos que eles façam a sua quota-parte do trabalho/cuidado, mas por outro, temos muita dificuldade em deixarmos de ser supermulheres. A avó regista que há uma diferença abismal entre os pais de hoje e os da sua geração, mas está segura de que isso se deve a terem tido a oportunidade de se ligar aos seus bebés. A filha corrobora: o comportamento “maternal”, mais do que um instinto programado, aprende-se, treina-se, vive-se. Entre na nossa Birra de Hoje, e partilhe connosco a sua opinião nas redes sociais – na página das Birras de Mãe no Facebook e no Instagram. 

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    10 min
  • “Não posso levar o bebé para casa?”: O primeiro choque dos novos avós

    Ninguém fala nas “dores” de nos tornarmos avós. Do choque que é descobrirmos que não podemos trazer para casa aquele bebé, que desta vez não somos mães, e temos de aprender a funcionar, antes de mais nada, como “retaguarda”. 

    Apaixonamo-nos por eles no momento em que os vemos, afinal não é um sentimento novo é apenas o relembrar de uma emoção que conhecemos bem, mas a partir dai é tudo diferente.

    Neste Birras de Mãe falamos de como navegar esta nova identidade, de como descobrir o melhor caminho que não passa só pelo instinto, mas também por tomar em consideração aquilo que os pais daquela nova criatura estão a pensar e a sentir. A ser capaz de ajudar, sem competir; de estar disponível, sem nos intrometermos. É uma viagem longa, deixamos-lhe aqui os pontos cardeais.

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    9 min
  • Grito! Mas não me leva a lado nenhum

    A avó confessa: gritou muito com os filhos. Quando não se despachavam de manhã, faziam orelhas moucas aos seus pedidos e, claro, ao fim do dia, com o desespero de não os conseguir meter na cama. Não se orgulha de ter gritado, mas pior do que isso, suspeita que os gritos não levavam a lado nenhum. A filha grita menos — ou pelo menos, não grita em casa da avó, diz ela —, e tem argumentos fortes a favor de uma parentalidade mais serena, com mais conversa e respeito. Até porque se os pais gritam, os filhos respondem (e aprendem) também a gritar, e tendo em conta que o objectivo é ensinar-lhes a regular as emoções e a exprimi-las de forma “civilizada”, convenhamos que não é o melhor exemplo. Mas junte-se à nossa discussão.

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    8 min
  • “Avós, lembrem-nos que vamos voltar a ter vida própria”

    Mergulhados no caos do dia-a-dia, nas birras e nas noites mal dormidas, os pais podem sentir que nunca, mas nunca mais, vão ter vida própria. Precisam que os avós lhes lembrem que também passaram por tudo aquilo e sobreviveram, quais heróis de guerras passadas.

    Mas, mais do que isso, que voltaram a ter tempo para si, voltaram a conseguir passear e viajar, a ver uma série na televisão sem interrupções. Por outras palavras: “Avós, deixem de ter remorsos por não estar mais tempo com os netos, ou não ajudar mais os filhos, porque na verdade a vossa felicidade funciona como um alento.” E, já agora, cumpram uma outra função, a de servirem de “caixa de memória”. O que é isso? Terá de ouvir esta nossa birra, para descobrir. 

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    8 min
  • O perigo dos filhos favoritos

    Em teoria não existem. Em teoria os pais gostam de todos os filhos da mesma maneira. Mas e se não for verdade? Ou se, pelo menos aos olhos dos filhos, não parecer? 
    Mergulhe connosco neste tema delicado, porque arrumar ideias pode ser meio caminho andado para se poupar em sofrimento e mal entendidos (que marcam para sempre).

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    10 min
  • A arte de se meter na vida dos seus filhos, sem lhe darem para trás

    Ah pois é, a queixa é comum a todos os avós, aliás a todos os pais de filhos adultos: temos de medir as palavras, porque reagem à menor sombra de crítica. Até mesmo mas trocas de mensagens os emojis podem não ser os certos! Decididamente não é fácil, por isso dedicamos este episódio do Birras de Mãe, a tentar construir um dicionário politicamente correcto, para evitar conflitos desnecessários, sobretudo quando está em causa a educação dos netos. Aceitam-se mais sugestões!

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    11 min
  • “Socorro, tenho um filho adolescente!”

    Metem-nos muito medo com a adolescência, avisam-nos dos mil perigos que podem correr, levados pela impulsividade de um cérebro imaturo e o natural desejo de testarem a sua autonomia. Assustam-nos com as más companhias, e sabemos que é verdade, que em grupo, podem não ter coragem de dizer que Não. Além disso, é difícil acompanhar a montanha russa hormonal a que estão sujeitos, e que os leva do choro à euforia dos zero aos cem, de se pendurarem ao nosso pescoço, por minutos, para logo a seguir nos acusarem de não os compreender. Sim, hoje falamos de adolescentes, junte-se a nós e sinta-me menos sozinho (e assustado).

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    13 min
  • “Notícia de última hora: os bebés choram!”

    A avó/mãe quer dar uma novidade a todos os pais de primeiros filhos, e a avós que perderam a memória: os bebés choram! É suposto. Não faz mal. Pode enervar, ou melhor, enerva mesmo, mas nem sempre é possível calá-los, nem adivinhar porque é que choram.

    Parece um aviso absurdo, mas não é, porque com tantos manuais de auto-ajuda, tantas aplicações de parentalidade, é fácil criar-se a ilusão de que se nos esforçarmos muito podemos acertar sempre, e logo, como se um bebé fosse uma tábua rasa, sem personalidade própria.

    Mas oiça o que a mãe de quatro filhos tem a dizer sobre o assunto. É que aqui, na comunidade Birras de Mãe, as pessoas são de carne e osso, acertam, mas também erram, e sobretudo vão aprendendo com o tempo e a experiência.

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    9 min
  • “Deixa a mãezinha escolher os teus desejos!”

    Em vésperas de ano novo, a avó/mãe bate o pé: já bastaram 365 dias em que as soluções que propôs para os problemas da filha foram olimpicamente ignoradas, era o que faltava que agora a impedisse de ser ela a formular-lhe os desejos de Ano Novo!

    A filha/mãe protesta, recorda que conselhos não solicitados são sempre mal acolhidos, mas acaba por ser “atropelada” pela mãe, que sem vergonha lhe rouba algumas das doze passas. Entre nesta Birra ao vivo e veja com qual das partes mais se identifica nesta guerra de gerações.

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    9 min

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Nestas Birras de Mãe discutem, sem sombra de politicamente correcto, medos, irritações, perplexidade, raivas e mal-entendidos entre gerações.