Birras de Mãe

Birras de Mãe

By Isabel Stilwell e Ana StilwellKids & Family
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Birras de Mãe episodes

  • Vamos ensinar os nossos filhos a cumprimentar as pessoas com quem se cruzam!

    Depois de um intróito em que dá por si a falar do medo de um dia se esquecer do seu próprio nome, a avó destas birras faz dois apelos: primeiro, que não confinem as crianças aos carrinhos, deixando-as a andar livremente pelo seu próprio pé; segundo, que as ensinem a cumprimentar as pessoas com que se cruzam.

    Que voltemos todos a dizer “Bom dia” e “Boa Tarde”, ou um simples “Olá”, quando entramos no elevador ou numa loja. O medo dos “estranhos” só pode deixar a nossa vida mais pobre.

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    13 min
  • Birras com... Gustavo Jesus

    Gustavo Jesus é psiquiatra, director clínico do PIN – Partners in Neuroscience, autor e orador nato. Fala sobre temas como o sono, a parentalidade ou as perturbações de desenvolvimento com uma clareza e um suporte científico raros.

    O Birras de Mãe quis tirá-lo um pouco para fora de pé, desafiando-o a olhar para a sua própria infância e adolescência, e para a forma como afectaram a pessoa em que se tornou, a profissão que escolheu, a maneira como vê a parentalidade. Conseguimos extorquir-lhe a confissão de que a mãe lhe garante que foi um “bebé perfeito” - tese que, entre gargalhadas, confirma que acolhe de bom grado - a enorme influência do pai, e de como teve a sorte de ser uma criança “ouvida e valorizada” no seio da família.

    Contou-nos o maior desgosto que ia dando à mãe e as estratégias do pai para o ajudar a vencer os momentos de maior stress. À pergunta: “A nossa infância influencia a forma como somos pais?”, a resposta foi um convincente “sim!”.

    O sentido de humor, a perspicácia, a sabedoria que trouxe para a nossa conversa, aliando a sua experiência pessoal à académica e clínica, resultam num birra que ninguém vai querer perder.

    Esta é uma birra especial: queremos conhecer a infância das pessoas que admiramos, descobrir como contribuiu para que se tenham tornado nas pessoas fantásticas que são. Perceber como influenciou a forma como pensam a parentalidade, como educam os seus próprios filhos. E, claro, levá-los a confessar as birras que fizeram. Esta é a primeira, mas a partir de agora conte com um episódio especial do Birras de Mãe na primeira quinta-feira de cada mês.

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    1 hr
  • Amamentação: não hesite em pedir ajuda!

    Dar de mamar pode não ser tão intuitivo e fácil como as redes sociais levam a crer, esquecidas de que as mães tradicionalmente tinham o apoio de uma comunidade de mulheres que já tinham passado pelo mesmo e conheciam todos os truques. E se os cursos de preparação para o parto já tocam no assunto, a verdade é que é com o bebé já nos braços e o leite a subir que as questões realmente surgem.

    Sabia que basta, por exemplo, uma “pega” mal feita — e não, nem sempre os bebés sabem tudo! —, para que a recém-mãe comece a desanimar, ou desenvolva uma mastite (das coisas mais dolorosas que existem). Por tudo isto não deve esperar que alguma coisa corra mal para pedir ajuda a uma enfermeira ou a alguém especializado em amamentação.

    Este é um tema sobre o qual a mãe destas Birras tem muito a dizer, porque é um assunto que conhece profundamente, tanto pessoal como cientificamente, por isso neste episódio a voz é sobretudo dela. Mas não vai encontrar aqui qualquer ditadura da amamentação — a escolha é sempre da mulher, mas que só é realmente livre se for uma decisão informada, por isso vamos lá aos factos...

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    27 min
  • Os irmãos influenciam tanto (ou mais) do que os pais

    Pais e mães, não gastem tanto tempo a moer a cabeça com as possíveis consequências das vossas opções de parentalidade, porque são muito menores do que gostamos todos de imaginar. É claro que os pais são fundamentais na vida dos filhos, mas o “Efeito Pais”, dizem os mais recentes estudos, é provavelmente menos potente do que o “Efeito Irmãos”, quer seja por exemplo, ou por oposição, acabam por jogar um papel fundamental na personalidade e nas escolhas futuras uns dos outros.

    Quem tem a sorte de ter irmãos sabe instintivamente que assim é — conhecem-nos muitas vezes melhor do que os nossos próprios pais, em parte porque não estão tão cegos aos nossos defeitos como por vezes os nossos pais estão, e em parte porque nos vêem desempenhar outros papéis, por exemplo quando estão connosco entre amigos, na escola e em “cenários” em que os mais velhos não entram. Por outro lado, pertencem à nossa geração, e os seus conselhos são frequentemente mais realistas e mais honestos.

    Pronto, já percebeu que a nossa Birra de hoje é polémica, faça favor de entrar.

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    17 min
  • É preciso ensinar as raparigas a defenderem-se na rua

    A avó destas Birras está chocada – reuniu um grupo de raparigas adolescentes e já não tão adolescentes e pediu-lhe para contarem a sua experiência de andarem na rua sozinhas ou em pequenos grupos de amigas. Durante o dia, a caminho da escola ou já da universidade. E ficou indignada.

    Não, o problema não é que o assédio tenha aumentado, o mais grave é que não diminuiu, ou seja, está igual ao que ela e todas as raparigas da sua idade viveram nos anos 70 e 80, igual ao que a sua filha viveu no início do século. Nenhuma destas queixas, note-se bem, referiu imigrantes, mas sim nativos que continuam convencidos de que Portugal ainda é a “coutada do macho ibérico”, expressão de um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça usado há umas décadas para desvalorizar a violação de duas turistas. São os mesmos “velhinhos” descompensados que põem a mão na perna da infeliz que se senta ao seu lado, homens que sussurram que “Gosto delas novinhas”, com a conivência de quem presencia estas cenas e, tantas vezes, não diz, nem faz nada, para socorrer a vítima.

    Hoje é este o tema de uma birra gigantesca, onde se conclui que, infelizmente, temos de preparar as nossas adolescentes para saberem reagir nestes momentos sem, no entanto, lhes coartar a liberdade ou encher-lhes a cabeça de medos. Fique com a nossa reflexão e conselhos, e partilhe connosco a sua.

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    21 min
  • Qual síndrome do ninho vazio qual carapuça!

    Michelle Obama disse numa entrevista que estava em terapia para superar a síndrome do ninho vazio depois de as filhas terem saído de casa, e a humorista Kathy Lette escreveu um artigo a troçar das ansiedades da ex-primeira-dama. Qual vazio, qual carapuça, é tempo de celebração, defende. Com as “crianças” fora de casa, o casal pode finalmente reconquistar a intimidade perdida, sem pratos sujos atirados para o lava-louças e roupas espalhadas por todo o lado — e que tal transformar o quarto deles num escritório ou mesmo num ginásio?

    Neste episódio do Birras de Mãe, a avó fala da sua experiência e pergunta à mãe/filha que sonhos tem para o dia em que recuperar a posse da casa só para ela — o que, tendo em conta a idade em que os filhos deixam o tecto paterno, só deve acontecer daqui a muitas décadas... Entre, divirta-se e pense alto connosco!

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    18 min
  • Aprenda a conhecer o bebé que calhou em sorte

    Uma avó, com um humor e sensibilidade impagável, revelou ao Birras de Mãe a sua admiração pela paciência com que o neto recém-nascido lida com a inexperiência dos pais. Deixa-os aprender a porem-lhe fraldas, a dar-lhe de mamar, a vesti-lo e a despi-lo, sem um queixume. Rimos meia-hora com a perspicácia do comentário: finalmente, no meio desta história toda, alguém dá voz ao bebé.

    Não podíamos ter melhor ponto de partida para um episódio em que lhe contamos as descobertas do famoso pediatra Berry Brazelton, que veio destruir o mito de que as crianças nascem tábuas rasas. Mães, se vos calhou um bebé que não para de chorar, tem dificuldade em ser pousado ou quer mamar insistentemente não pensem que a culpa é vossa, mas, se por acaso, ganharam a lotaria do sono, temos pena de as informar que também não podem ficar com o mérito todo. Mas junte-se a nós no primeiro episódio da Nova Temporada do Birras de Mãe.

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    18 min
  • A moda dos “Grandma Showers”, as festas para futuras avós

    Viva o dia dos Avós, que o Birras de Mãe não podia, obviamente, deixar de assinalar com pompa e circunstância — as avós de hoje, e as que nos antecederam. É, também, o pretexto perfeito para falarmos de uma moda que faz furor nos EUA: as “Grandma showers”, festas dadas pelas avós para celebrar a sua passagem ao novo estatuto, e que causam indignação entre muitas mães que as acusam de lhes roubar os holofotes. Se já os “Baby showers”, que tinham no início o objectivo de assegurar a futura mãe que não estava sozinha, descambaram em festas de uma desproporção absurda, o que dizer desta nova tendência? Em que o bebé em si passa a ser apenas um pretexto para feiras de vaidades?

    No Birras de Mãe temos opiniões, e a esperança de que por cá haja mais bom senso.  

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    13 min
  • Como sobreviver a férias com sogros e pais

    A avó/mãe destas Birras fala da sua experiência de férias com pais e sogros e tira lições que espera possam ser úteis às mães já neste verão de 2025, ajudando-as a evitar o stress de se sentirem comprimidas entre a frente dos avós e a frente dos filhos. Sem se esquecer do que esperar do marido!

    Entre neste episódio que pretende salvar o seu descanso e a paz na família, e junte os seus conselhos aos nossos. 

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    10 min
  • E se eu fizer mal ao meu bebé? Lidar com o sofrimento dos “pensamentos intrusivos”

    Irrompem vindos do nada, assustam, provocam pânico e causam uma enorme culpabilidade — os “pensamentos intrusivos”, que podem ser um sintoma de uma perturbação obsessiva-compulsiva, são muito mais frequentes do que imaginamos, e podem tornar-se mais intensos no período de pós-parto. Se é mais do que natural sentir ansiedade perante a maternidade, sobretudo para quem é mãe pela primeira vez, estes pensamentos persistentes e indesejados, que a razão não consegue afastar, causam um sofrimento enorme e que é difícil de confessar, por medo do julgamento dos outros. Como é que uma mãe pode dizer que receia magoar o seu querido bebé, que tem medo de perder a cabeça depois de horas de choro, quando acredita profundamente que é uma possibilidade. Por isso calam e não procuram ajuda.

    A birra de hoje fala desta perturbação sem tabus, na esperança de derrubar o preconceito, porque há quem as possa ajudar, porque há tratamento que trazem alívio, porque o pior que podem fazer é procurar reprimi-los e calá-los. 

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    18 min

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Nestas Birras de Mãe discutem, sem sombra de politicamente correcto, medos, irritações, perplexidade, raivas e mal-entendidos entre gerações.