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#149
Fotógrafo de mão-cheia, designer, empresário, diretor e produtor do documentário sobre a relação do Tom Curren com seu sensei, Kito.
Nilton Baptista é o nosso convidado no episódio 149.
Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler recebem o velho amigo para tentar desvendar o enigma mais longevo do universo surfeiro.
My Wave do Soundgarden dá o pontapé inicial para recordar a data da ida precoce do Christopher John Boyle, conhecido como Chris Cornell, falecido em 2017.
Straight to Hell foi escolhida para terminar e celebrar os 40 anos de lançamento do clássico do The Clash, Combat Rock.
#148
Perdoem a nossa falha. Atrasados, mesmo quando pontuais, ou vice-versa.
Cada um num canto, Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler solicitam as suas 2 horinhas semanais de tempo ocioso.
Pode ser usado para discordar da opinião sobre a série da Apple TV, Make or Break, insultar silenciosamente um irmão pela escolha de ondas, exercer sua indignação com os desatinos da propaganda das roupas dos surfistas nos anos 80 no Almanaque, caretear imaginando o desenho descrito no Imagem Falada ou mesmo apenas uma singela zombaria com a escolha das músicas, Same Old Feeling dos Neozelandeses, The Quincy Conserve, no começo e a mais rock'n roll das bandas australianas, AC DC com Ain't No Fun (Waiting Round To A Millionaire) para encerrar.
#147
Pontuais mesmo quando atrasados, Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva aportam para analisar a etapa do Oeste australiano ao pormenor.
A rasgada da Pickles, o corte cruel do Chumbinho, as notas safadas do Jadson e as vitórias inglórias de quem quer que tenha vencido sem convencer.
Temos Australian Crawl e as filhas da costa norte como tema nostálgico e, ainda na melancolia dos Cowboys Junkies, um cover do The Cure, Seventeen seconds.
#146
Dessa vez teve até a palavra do Divino (não estamos falando do Ademir da Guia!), os três boiantes à deriva, Julio Adler, Bruno Bocayuva e Joao Valente partem da carta assinada por “Deus” no Swellnet sobre as manifestações de religiosidade dos surfistas brasileiros no Tour, para recordar outros devotos que deixaram sua marca no circuito profissional em outros carnavais.
Relembramos o início do WCT, 30 anos atrás, Pascoa de 1992, em Bells Beach, uma nova era com o cabalístico numero 44.
No Almanaque passamos do sagrado ao profano Margaret River com quase 20 pés em 1990, algo que não se repete desde então -nem se repetirá em 2022. Ainda deu tempo de recordar, no Imagem Falada, a foto de Wayne Rabbit Bartholomew posando de Muhammad Ali, na sua versão Muhammad Bugs.
Contamos com a luxuosa e divertida participação da dupla dinâmica, Teco e Fabinho, para refrescar a memória dos dois eventos citados acima.
Abrimos os trabalhos com o líbio, Ahmed Fakroun e a canção, Nisyan.
Acendemos uma vela para São Charles Mingus no centenário do seu glorioso nascimento e encerramos o episódio com seu Pithecanthropus Erectus.
Viva a Grande Rio e o Exu que desfila nas ruas e avenidas do Salvelindo!
#145
Toledo arrasta o sino.
Só mais um evento e a jiripoca vai piar (jiripoca ou jurupoca é um peixe de água doce bastante característico nos rios das regiões Norte e Centro Oeste do Bananão)
Motim armado e desarmado, ataques de fúria, estreia de série na TV, escolha de ondas erradas e pranchas mais erradas ainda, drama! Lágrimas e espuma no canto da boca.
Nesse clima de paz e tranquilidade, Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler respiram fundo, fecham os olhos e repetem o mantra...fodacy.
Aceitamos a sugestão de empregar Saul Steinberg no Almanaque e libertamos uma fotografia da incrível equipe Rico/ Visual Esportivo diretamente da revista de 1981.
Evocamos Ruy Maurity e seu sucesso, Nem Ouro, Nem Prata para dar a largada no episódio 145 e reatamos com The Saints, Know Your Product, em mais um obituário e homenagem aos dois autores e interpretes das duas cancões.
#144
“A história de uma vida, seja qual for, é a história de um fracasso.”
Jean-Paul Sartre , O ser e o nada.
Bela citação para começar a descrição do episódio semanal do podcast menos ouvido de todo gigantesco universo de surfeiros e curiosos.
Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente bravamente encaram uma gravação depois da longa noite australiana.
A mobilidade dos campeonatos em 2022 ainda espanta o entusiasta mais atento.
Ocasião perfeita para recordar 1979, quando Paul Holmes enfiou (opa!) num avião os 8 finalistas do maior campeonato do ano, junto da equipe de filmagem e todo corpo técnico para terminar um evento -fadado ao malogro- em ondas boas.
Eu quero.
Som desse Boia foi Aloha Got Soul, faixa Yesterday's Love dos Aura para começar e terminamos com Robert Fripp, Seascape, do album Music for Quiet Moments.
#143
Me pergunto quantos dos nossos ouvintes carrega essas preocupações mundanas sobre os rumos do surfe como atividade comercial.
São dois trabalhos, inquietar-se ou virar pro outro lado, ajeitando a cabeça no travesseiro.
Debaixo d'água furando onda ou namorando um fundo de esquerda, não fará muita diferença a alegada profanação do seu sacerdócio - a fé em Netuno e pé na tábua permanece inalterada.
Toda semana, pontualmente as terças-feiras, Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler fazem o sacrifício do camarão dourado e jejuam durante quase duas horas para o deleite de poucos e dissabor de tantos outros, rogando por uma onda aberta, sem gente remando ao lado.
No altar, colocamos Parmenter e Brisick, The Surfers Journal, Brock Little, Elifas Andreato, podcasts, João Donato, Jards Macalé e Joan Manuel Serrat.
Saravá!
#142
A mesa está posta no seu episódio/botequim.
Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler servem acepipes de variados sabores e sentam-se à mesa aguardando a sua companhia numa cadeira vazia na cabeceira.
Petiscamos alegremente enquanto o calendário lembrava da bomba do Taylor Knox em Todos Santos, 1998, durante um evento histórico, Bruno estava lá e conta o que só ele testemunhou.
A falta que faz um baterista povoa o almanaque e nos leva até a cerimónia do Oscar, com escalas em Israel.
Se existe algo que o Boia não respeita é hierarquia e pautas!
Passa lá no boiapodcast.com e deixa um alô.
#141
Viver é melhor que sonhar.
No episódio dessa semana, Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva escolhem os dois, viver e sonhar.
Vivemos intensamente a onda que mudou a história do surfe profissional em 2002, Andy Irons em Teahupoo no Imagem falada.
Sonhamos no Almanaque com a piração do Jack McCoy em 1992, Green Iguana, divisor de águas da época em que os VHS dominavam a terra e andavam soltos pelas salas e quartos nas nossas casas.
Se as chuvas na Austrália trouxeram alguma coisa boa, foram as memórias.
Brad Gerlach entrega uma relíquia para Cheyne Horan, a enchente resgatou a prancha do título australiano de 1976 e boas histórias.
Nos transportamos até 1972, Francis Ford Coppola lança o primeiro filme da trilogia The Godfather, ouvimos o verdadeiro som da Philadelphia com a interpretação dos MFSB para TSOP com a participação das Three Degrees.
Tudo começa com a maior cantora que tivemos, Elis Regina, dando sentido aos versos do Belchior dum jeito nunca ouvido antes, sem a companhia dos instrumentos e com a dor e o amor de quem viveu Como Nossos Pais.
Leia mais no https://boiapodcast.com/
#140
Aproveitando o hiato das competições, Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler, banham esse episodio em nostalgia.
A prosa flutua entre as mágicas e transformadoras décadas de 1960 e 1970, com duas rápidas passagens pelo presente.
No obituário de Johnny Fain a viagem é para a mítica Malibu, seus personagens e universo próprio.
A venda de todo arquivo fotográfico do Dan Merkel, figura onipresente nas revistas e filmes obrigatórios duma era pré circuito mundial, rende uma saborosa discussão acerca do valor de registros históricos.
No meio desse caminho, ganha nossa reverência o guru das pranchas, Dick Brewer e suas contribuições para o caldo da expressão humana que chamamos cultura do surfe.
Para provar que o podcast foi realmente gravado em 2022, os Camaradas registram o fato do sítio Surfline estar na lista das mais inovadoras companhias de tecnologia em esportes eleita pela revista Fast Company e ainda usam o lançamento do novo filme do Batman para nova volta no tempo.
A agitação musical fica por conta da homenagem, meio atrasada é verdade, às mulheres, na sutileza divina da Joyce Moreno e a pérola atemporal “Feminina” e as poderosas Diana Ross e suas Supremes com “Love Child”.
Recordar - e boiar! - é viver.
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