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#126
Aviso logo que o problema que havia com o áudio foi solucionado. Tudo em Mono pra não dar M...
Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente estão de volta, volume máximo!, tratando Rodin e Cartier-Bresson de cima pra baixo.
Alertamos logo de cara aos caros ouvintes que é chegada a hora de ajudar nosso Camarada Matt Warshaw com a contribuição anual (aqui! https://eos.surf/donate/) e manter a principal fonte de inspiração e informação da surfistada viva e atuante.
(Se alguém puder avisar aos novos ricos do surfe que sem história não existe futuro, agradecemos)
Nesse episódio falamos dos classificados e, principalmente!, dos não classificados para o circuito de 2022.
Concluímos que as senhoras tem uma renovação muito mais significativa e importante do que os senhores e descrevemos uma cena de 1977 na imagem falada.
Ouvimos Gaspard Augé e Violent Femmes nas extremidades e seguimos em frente, impávidos como Muhammad... não! como Chianca.
Surfistas excepcionais e suas histórias circunscritas. Gênios deslocado no tempo e no espaço.
Heróis locais cuja influência poderia (e deveria) ir além das suas ruas. Gravado a partir de dois continentes e três países diferentes, o Boia 125 está aí para homenagear João Alexandre “Dapin”, um personagem tão importante e incontornável no surfe português quanto Cauli Rodrigues no surfe brasileiro.
Falamos também de Reno Abellira, que ainda resiste a deixar a vida, e de Phil Edwards, que não desiste a ficar na história. E Ted Deerhurst, o Lorde sem trono do surfe britânico.
Onde mais todos estes nomes díspares do mundo do surfe se encontrariam senão nessa Boia (sempre!) à deriva que toda semana vai encalhar na praia do seu dispositivo?
#124
Dia 21 de novembro de 1991 é lembrado pela velharada como o dia que Curren finalmente venceu no Havaí.
Surfando com uma 7'3'' shapeada pelo mago australiano Maurice Cole, sem os tradicionais adesivos da Rip Curl no bico, Curren novamente fez história.
Boia serve para essas inutilidades.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva, apertam (opa!) a memória para espremer o puro suco da nostalgia que nos resta - ou abunda (epa!).
Colocamos a versão correta da música mencionada no último episódio e encerramos com La Mer do Charles Trenet - nosso clássico pessoal.
#123
Todas as relações fixas e congeladas, com sua sucessão de preconceitos e opiniões antigas e veneráveis, todas as relações recém-formadas tornam-se antiquadas antes que possam ossificar.
Foi aquele barbudinho mesmo que escreveu a frase acima - e abaixo!
Tudo o que é sólido desmancha no ar, tudo o que é sagrado é profanado e o homem é finalmente compelido a enfrentar com sensatez suas reais condições de vida e suas relações com sua espécie.
O boia serve para contornar essa babel toda e apenas recordar banalidades que não interessam a ninguém.
Alienados pela maresia e a roupa de borracha molhada numa manhã fria - o mais delicioso desconforto que conheço.
#122
Benção e maldição. Sentimento de culpa. Energias e emoções que salgam a vida de quem insiste em viver no surfe, do surfe, pelo surfe.
Nesse episódio do Bóia , Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva embarcam na pendenga (da culpa!)sem destino seguro.
80 anos do George Greenough, UB40 em tributo ao Dr. King, Açores, Bahia do Antônio Carlos e Jocáfi e Jorge Amado- O Almanaque tambem exalta outro filho da Boa Terra, Jorge Cravo e seu épico, O Caçador das Bolachas Perdidas.
Celebramos a maioridade da filha mais velha do BB e ilustramos o Imagem Falada com uma pedra fundamental da surfe moderno, Larry Bertlemann e seu pitoresco cut back elástico emborrachado.
#120
A perna europeia já foi mais cabeluda e outras transas.
Nesse episódio do Boia, João Valente, Bruno Bocayuva e Júlio Adler sentam (opa!) no divã com o ex-melhor surfista do mundo, Dane Reynolds para ouvir dilemas e predileções do mais enigmático e escorregadio corredor de ondas desde...Tom Curren ?
Imagem Falada vos apresenta a mais pura mitologia dos sete mares e tem ele mesmo, Netuno (Neptuno!) como protagonista.
O Poetinha auxilia nas apresentações da canção escolhida para começar, Gente Humilde, levada por Toquinho, Clara Nunes e Vinícius.
O epilogo é com Syl Johnson, Different Strokes.
[De onde menos se espera, daí é que não sai nada. - Barão de Itararé]
#119
Fundo artificial originando ondas perfeitas em Ipanema ?
Nesse episódio do Boia, Bruno Bocayuva, Júlio Adler e João Valente recebem Luís Guilherme Aguiar para uma conversa sobre um projeto recentemente aprovado pela prefeitura da cidade maravilhosa que permite essa tão desejada intervenção. (Tão deixando a gente sonhar...!)
Um sentido e divertido obituário para o genial Tom Morey, macieiras e cidras, um Nobel de química que pega onda, Nofx, Joe Strummer, a nova coluna do Tom Morello no Almanaque, Jackie Wilson e um prêmio internacional (ave Miguel Barreira!) na Imagem falada.
[Sem espaço do sonho, a vida vira pura miséria - Professor Silvio Almeida
#118
Dose dupla de Bocayuva, Touros, Hemingway, Dr. Lonnie Smith, Iggy Pop, Neil Young, abacaxi e Tyson Fury!
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva recebem Marcos Bocayuva para incorrer na ira do Challenger series na Ericeira e suas consequências, presentes e futuras.
Um verdadeiro liquidificador de referências dessas cabecinhas atormentadas e irriquietas que teimam em se reunir toda terça-feira para seu entretenimento.
Imagem falada - Joey Cabell por Leo Hetzel.
Almanaque - O Sol Tambem se Levanta do Ernest Hemingway.
Musica de abertura - Words (Between the Lines of Age) por Chip Taylor (Cover de Neil Young)
Encerramento - Why Can't We Live Together por Dr. Lonnie Smith (feat. Iggy Pop)
Tyson Fury 1 (https://youtu.be/ynULhkz7Xeg)
Tyson Fury 2 (https://twitter.com/Spencer_Fearon/status/1447089784074252291)
#117
Um conto de natal de 2014, notícias aleatórias, uma imagem do Ricardo Bravo que merece 1000 palavras, dicionário brasileiro de insultos, Nirvana pelo Bad Plus e West Coast Blues pelo Wes Montgomery.
Júlio Adler e Bruno Bocayuva falham mas não tardam, com seu mergulho semanal de curvas e horizontes.
[Dizes-me com quem andas e eu te direi se vou contigo - Apparício Torelly, o Barão de Itararé]
Boia # 116
Boia flutua com a tripulação completa, mas continua à deriva, imaginando emoções intensas na World Surfing League.
João Valente, Júlio Adler e Bruno Bocayuva, apertam o Challenger [sempre na contramão do voto popular] e ainda encontram motivos para justificar a Surf City USA - concordando em discordar.
Sobre as finais do US Open, os elogios à primeira vitória do Griffin Collapinto num evento de grande porte foram tão contidos quanto o nível do desempenho no lado sul do Píer de HB.
A vitória da adolescente Caitlin Simmers quase pula pra fora da pauta, não temos certeza se por omissão ou desinteresse.
Alertamos para a importância de se exaltar a memória áudio visual louvando o Surf Film Archive (https://www.thesurffilmarchive.com.au) e redescobrindo o Brasil retratado num esquecido filme de surfe dos anos 80, I Crave The Waves (https://youtu.be/9rFEvZJ5VBo).
A abertura foi com a toada balançante - It’s too late do Mandrill e o fechamento com a sedutora, Stolen Moments do saxofonista e arranjador Oliver Nelson.
Esperamos não lhes ter roubado momentos especiais - a vida é feita desses pequenos assaltos.
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