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(PT)
Para debater essa trajetória de intervenções, golpes e desestabilizações políticas na América Latina e o papel dos organismos multilaterais como a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Brasil Latino (edição de 27 de julho de 2020) traz entrevista da jurista Fábia Veçoso. Com mestrado e doutorado na Faculdade de Direito da USP, ela faz atualmente pós-doutorado em Direito Internacional na Universidade de Melbourne, na Austrália.
(ES)
Para debatir esta trayectoria de intervenciones, golpes de Estado y desestabilizaciones políticas en América Latina y el papel de organismos multilaterales como la Organización de Estados Americanos (OEA), Brasil Latino (edición del 27 de julio de 2020) trae una entrevista del abogado Fábia Veçoso. Con una maestría y un doctorado en la Facultad de Derecho de la USP, actualmente está haciendo un postdoctorado en Derecho Internacional en la Universidad de Melbourne, Australia.
(PT)
Em entrevista ao Brasil Latino, no dia 18 de maio, o professor Paulo Feldmann, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, diz que a produção nacional terá muito mais peso do que o atual processo de terceirização ou de importação que tem caracterizado o comércio mundial. A pandemia pode mudar completamente essa relação de dependência. Para ele, o Brasil tem uma grande chance de sair bem da crise econômica porque possui um grande mercado interno. Restará tomar decisões políticas ousadas como a taxação sobre as grandes fortunas e oferecer maior garantia jurídica para os investimentos externos. Outro fator que segundo Feldmann precisará ser superado é a baixa qualificação da mão de obra nacional. Um trabalhador brasileiro produz de 4 a 5 vezes menos que um operário norte-americano ou sul-coreano. Mas, isso, adverte ele, não é culpa do trabalhador e sim das condições tecnológicas nas quais ele opera. “O Brasil dispõe de máquinas ultrapassadas em seu parque industrial, equipamentos que já não são usados há mais de 25 anos nos Estados Unidos e é esse investimento que precisa ser feito para resgatar a nossa soberania”, afirma.
(ES)
En el programa Brasil Latino del 18 de mayo, el profesor Paulo Feldmann, de la Facultad de Economía y Administración de la Universidad de São Paulo, dice que la producción nacional tendrá mucho más peso que el actual proceso de subcontratación o importación que ha caracterizó el comercio mundial. La pandemia puede cambiar completamente esta relación de dependencia. Para él, Brasil tiene grandes posibilidades de salir bien de la crisis económica porque tiene un gran mercado interno. Quedará por tomar decisiones políticas audaces como la tributación de grandes fortunas y ofrecer mayores garantías legales para las inversiones extranjeras. Otro factor que según Feldmann deberá superarse es la baja calificación de la fuerza laboral nacional. Un trabajador brasileño produce de 4 a 5 veces menos que un trabajador estadounidense o surcoreano. Pero esto, advierte, no es culpa del trabajador, sino de las condiciones tecnológicas en las que opera. "Brasil tiene máquinas obsoletas en su parque industrial, equipos que no se utilizan en Estados Unidos desde hace más de 25 años y es esta inversión la que hay que hacer para rescatar nuestra soberanía", dice.
(PT)
A América Latina tem atualmente mais de 650 milhões de habitantes espalhados em 34 países. Cerca de 70% dos latino-americanos moram nas zonas urbanas. Com isso, tem crescido a importância das grandes cidades. Três capitais estão entre as 20 maiores do mundo. São elas: Buenos Aires, Cidade do México e São Paulo. No Brasil Latino, o debate é sobre a participação popular a partir do estudo comparativo de duas grandes cidades latino-americanas: São Paulo e Cidade do México. Para falar desse tema, as entrevistadas são Kelly Komatsu Agopyan, graduada em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutoranda no programa de pós-graduação do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, e Paloma Gerzeli Pitre, graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, pesquisadora do Centro de Direitos Humanos e Empresas da Fundação Getúlio Vargas e mestranda no Programa de Pós-graduação em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo.
(ES)
América Latina tiene actualmente más de 650 millones de habitantes en 34 países. Aproximadamente el 70% de los latinoamericanos vive en áreas urbanas. Como resultado, ha aumentado la importancia de las grandes ciudades. Tres capitales se encuentran entre las 20 más grandes del mundo. Ellos son: Buenos Aires, Ciudad de México y São Paulo. En nuestro programa de hoy, el debate gira en torno a la participación popular a partir de un estudio comparativo de dos grandes ciudades latinoamericanas: São Paulo y Ciudad de México. Para hablar sobre este tema, los entrevistados son Kelly Komatsu Agopyan, licenciada en Relaciones Internacionales de la Pontificia Universidad Católica de São Paulo y estudiante de doctorado en el programa de posgrado del Instituto de Relaciones Internacionales de la Universidad de São Paulo, y Paloma Gerzeli Pitre, licenciada en Derecho. por la Pontificia Universidad Católica de São Paulo, investigadora del Centro de Derechos Humanos y Empresariales de la Fundación Getúlio Vargas y estudiante de maestría en el Programa de Posgrado en Integración en América Latina de la Universidad de São Paulo.
(PT)
Desde que se conheceram no Timor Leste, em 1999, Sergio Vieira de Mello e Carolina Larriera decidiram ficar juntos. Ele, reconhecido internacionalmente por liderar missões humanitárias de alto risco da ONU, e ela, economista argentina que trabalhava na entidade, em Nova York. As alianças estavam prontas para o casamento, mas a fatalidade veio antes. Mesmo tendo feito planos para voltar a morar no Rio de Janeiro, ele aceitou o convite para liderar a missão das Nações Unidas no Iraque, após a invasão norte-americana em março de 2003. Nomeado Alto Comissário para os Direitos Humanos da ONU, Sergio fez duas exigências: ficaria apenas quatro meses e levaria Carolina junto na sua equipe. Em 19 de agosto de 2003, 15 dias antes do fim de sua estadia em Bagdá, um caminhão-bomba explodiu na sede da ONU e matou 21 pessoas, entre elas Sergio Vieira de Mello. Carolina se salvou por pouco. Morando atualmente no Rio de Janeiro, ela e sua sogra, Gilda, mantém o Centro Sergio Vieira de Mello (https://sergiovieirademello.org/index_fr.html) que atua na promoção da coexistência pacífica e da tolerância entre as pessoas e as nações, formando lideranças jovens para as negociações de conflito e o diálogo multilateral. O filme “Sergio”, interpretado por Wagner Moura e disponível na Netflix, mostra os últimos anos de vida de um brasileiro que trabalhou mais de três décadas na ONU e chegou a ser cogitado para assumir o cargo de secretário-geral da entidade sem nunca ter sido diplomata de carreira em seu próprio país. É essa a história, na voz de Carolina Larriera, que o Brasil Latino trouxe na edição de 4 de maio.
(ES)
Desde que se conocieron en Timor Oriental en 1999, Sergio Vieira de Mello y Carolina Larriera decidieron permanecer juntos. Él es reconocido internacionalmente por liderar misiones humanitarias de alto riesgo de la ONU, y ella, una economista argentina que trabajó en la organización, en Nueva York. Los anillos estaban listos para el matrimonio, pero la fatalidad fue lo primero. Aunque había hecho planes para volver a vivir en Río de Janeiro, aceptó la invitación para dirigir la misión de las Naciones Unidas en Irak, después de la invasión estadounidense en marzo de 2003. Nombrado Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Derechos Humanos, Sergio hizo Dos requisitos: quedarse solo cuatro meses y llevar a Carolina con él en su equipo. El 19 de agosto de 2003, 15 días antes del final de su estancia en Bagdad, un camión bomba estalló en la sede de la ONU y mató a 21 personas, entre ellas Sergio Vieira de Mello. Carolina apenas se salvó. Actualmente residente en Río de Janeiro, ella y su suegra Gilda mantienen el Centro Sergio Vieira de Mello (https://sergiovieirademello.org/index_fr.html) que trabaja para promover la convivencia pacífica y la tolerancia entre personas y naciones. , formando jóvenes líderes para la negociación de conflictos y el diálogo multilateral. La película “Sergio”, interpretada por Wagner Moura y disponible en Netflix, muestra los últimos años de vida de un brasileño que trabajó durante más de tres décadas en la ONU y que incluso fue considerado para asumir el cargo de secretario general de la entidad sin haber tenido nunca diplomático de carrera en su propio país. Esa es la historia, en la voz de Carolina Larriera, que Brasil Latino trajo en la edición del 4 de mayo.
(PT)
Na guerra contra a Covid-19, o isolamento é a principal arma Ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, diz ao Brasil Latino que governo paulista acerta em sua estratégia de combate à doença. Em entrevista ao programa Brasil Latino, no dia 27 de abril, o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) promove uma guerra federativa quando deveria estar liderando uma ampla operação de guerra para combater a Covid-19. “Ele desagrega, critica governadores e prefeitos e diz que não é sua responsabilidade, uma completa inversão de papéis”, disse. Para ele, que também é deputado federal pelo PT de São Paulo, o Congresso Nacional tem tomado decisões importantes como o auxílio emergencial para os setores mais vulneráveis da população e o apoio aos pequenos e médios empresários. “É o momento em que o mais importante é salvar vidas porque a economia a gente recupera lá na frente”, ressaltou. Segundo Padilha, o isolamento é a principal arma na guerra contra a doença. Relaxamento da quarentena só depois de diminuir a disseminação, especialmente nas áreas mais pobres. Nesse sentido, o ex-ministro da Saúde elogia a atuação do governador João Doria que atuou no momento certo ao decretar o distanciamento social.
(ES)
En la guerra contra Covid-19, el aislamiento es el arma principal. El exministro de Salud, Alexandre Padilha, le dice a Latino Brazil que el gobierno de São Paulo tiene razón en su estrategia para combatir la enfermedad. En el Programa Brasil Latino el 27 de abril, el exministro de Salud, Alexandre Padilha, afirmó que el presidente Jair Bolsonaro (sin partido) promueve una guerra federativa cuando debería liderar una operación bélica de amplio alcance para combatir al Covid. -19. "Desglosa, critica a gobernadores y alcaldes y dice que no es su responsabilidad, una inversión total de roles", dijo. Para él, quien también es diputado federal por el PT de São Paulo, el Congreso Nacional ha tomado decisiones importantes como la ayuda de emergencia para los sectores más vulnerables de la población y el apoyo a los pequeños y medianos empresarios. “Es el momento en el que lo más importante es salvar vidas porque recuperamos la economía por adelantado”, recalcó. Según Padilha, el aislamiento es el arma principal en la guerra contra la enfermedad. Relajación de la cuarentena solo después de disminuir la propagación, especialmente en las áreas más pobres. En este sentido, el exministro de Salud elogia la actuación del gobernador João Doria, quien actuó en el momento oportuno al decretar la distancia social.
(PT)
No Brasil Latino desta segunda-feira, 20 de abril, o jornalista Marco Piva entrevista o professor Daniel Lahr, do departamento de Zoologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Ele comenta sobre a atual pandemia de coronavírus, rejeita a criação do vírus em laboratório e destaca as principais formas de combate à doença que está matando milhares de pessoas na América Latina e no mundo. Na parte musical, Milton Nascimento, Ivan Lins, Elis Regina e Zeca Baleiro.
(ES)
En el programa Brasil Latino, este lunes 20 de abril, el periodista Marco Piva entrevista al profesor Daniel Lahr, del departamento de Zoología del Instituto de Biociencias de la Universidad de São Paulo. Comenta sobre la actual pandemia de coronavirus, rechaza la creación del virus en el laboratorio y destaca las principales formas de combatir la enfermedad que está matando a miles de personas en América Latina y el mundo. En la parte musical, Milton Nascimento, Ivan Lins, Elis Regina y Zeca Baleiro.
(PT)
O golpe de 64 e as consequências para a vida do escritor Marcelo Rubens Paiva foi o tema da edição do Brasil Latino apresentado no dia 6 de abril de 2020. Na entrevista ao jornalista Marco Piva, o autor de “Feliz Ano Velho”, best-seller lançado em 1982, revela seu desencanto com a falta de punição dos assassinos de seu pai, Rubens Paiva, em 1971, e, ao mesmo tempo, mantém-se integrado às ações em defesa dos direitos humanos, da recuperação da memória e da reparação às vítimas da ditadura militar.
(ES)
El golpe del 64 y las consecuencias para la vida del escritor Marcelo Rubens Paiva fue el tema de la edición de Brasil Latino presentada el 6 de abril de 2020. En la entrevista con el periodista Marco Piva, autor de “Feliz Ano Velho”, mejor- vendedor lanzado en 1982, revela su desencanto con la falta de castigo de los asesinos de su padre, Rubens Paiva, en 1971, y, al mismo tiempo, se mantiene integrado en acciones de defensa de los derechos humanos, recuperación y reparación de la memoria. a las víctimas de la dictadura militar.
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