As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas a nivel internacional enquanto estão dominadas por temas como a corrupção e a a justiça a nivel nacional.
Brexit, Trump, Renzi, porque as bolsas continuam em alta. As bolsas voltaram a progredir após o anúncio do Banco central europeu anunciar ontem que vai prolongar a compra de activos pelo menos até ao fim de 2017. Há varias semanas os investidores estão eufóricos.
Como se os mercados soubessem antes e agora estão optimistas, fazendo agora a política pro-business de Trump contra os seus ímpetos protecionistas. No entanto, nota LE MONDE, permanecem numerosos riscos políticos e económicos na Europa e nos Estados Unidos.
Sobre o Brexit, LIBÉRATION, escreve que há coisas que fazem rir, como a autoria do artigo 50 do Tratado de Nice sobre a saída de um membro da União europeia que é do escocês John Kerr.
A partir de março de 2017, o artigo deverá ser utilizado pela primeira vez da história pelo seu país, o Reino Unido.
Por seu lado, LE FIGARO, destaca Cahuzac: a justiça sanciona o erro de uma excepcional gravidade do antigo ministro. Condenado a três anos de prisão e cinco anos de inelegibilidade por fraude fiscal, o ex-ministro francês do orçamento recorreu da da sentença.
Cahuzac, condenado, replica L'HUMANITÉ. Mas Cahuzac ficou em liberdade, já que a sua condenação a 3 anos de prisão não é automática, porque interpos recurso e só irá para a prisão se a decisão do Tribunal de Relação decidir uma pena de prisão superior a dois anos.
LA CROIX, por seu lado titula sobre o maio 68 da juventude sul-coreana. Ferro de lança da oposição à Presidente, Park, destituída, os estudantes de Coreia do sul, rejeitam uma cultura fundada na obediência.
O Parlamento votou uma moção de destituição da Presidente sul-coreana, acusada de ter traído a constituição. É a traição da mãe da nação, diz essa juventude sul-coreana, nota LA CROIX.