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Nesta semana, os mercados globais mantiveram o foco na escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, que afetou o Oriente Médio e levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, impulsionando o preço do barril de petróleo à maior alta semanal desde 2020. Nesse cenário, a temporada de balanços e até mesmo a divulgação do Payroll ficaram em segundo plano, enquanto o ouro voltou a se destacar como proteção em meio à incerteza.
No Brasil, o Ibovespa recuou cerca de 5% na semana — um movimento negativo, mas ainda assim menor diante do ambiente externo. A possibilidade de juros americanos mais altos por mais tempo reduz a tese de um dólar estruturalmente mais fraco, mas, por ora, não observamos uma interrupção abrupta no fluxo de capital estrangeiro entrante.
No campo das oportunidades de investimento, ativos considerados “antifrágeis” ganham destaque. Entre eles, a Aura Minerals, pela exposição ao ouro; a Petrobras, impulsionada pela alta do petróleo; além de Embraer, Suzano e títulos indexados à inflação, que surgem como alternativas defensivas e com potencial de retorno em um cenário mais volátil.
By Ágora InvestimentosNesta semana, os mercados globais mantiveram o foco na escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, que afetou o Oriente Médio e levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, impulsionando o preço do barril de petróleo à maior alta semanal desde 2020. Nesse cenário, a temporada de balanços e até mesmo a divulgação do Payroll ficaram em segundo plano, enquanto o ouro voltou a se destacar como proteção em meio à incerteza.
No Brasil, o Ibovespa recuou cerca de 5% na semana — um movimento negativo, mas ainda assim menor diante do ambiente externo. A possibilidade de juros americanos mais altos por mais tempo reduz a tese de um dólar estruturalmente mais fraco, mas, por ora, não observamos uma interrupção abrupta no fluxo de capital estrangeiro entrante.
No campo das oportunidades de investimento, ativos considerados “antifrágeis” ganham destaque. Entre eles, a Aura Minerals, pela exposição ao ouro; a Petrobras, impulsionada pela alta do petróleo; além de Embraer, Suzano e títulos indexados à inflação, que surgem como alternativas defensivas e com potencial de retorno em um cenário mais volátil.

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