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Uma plataforma vendeu filmes digitais como compra definitiva, mas depois os retirou da biblioteca dos clientes sem reembolso. O episódio parte desse caso para investigar como a propriedade está sendo substituída por licenças, assinaturas e permissões revogáveis. Bancos de automóveis, impressoras, câmeras, relógios e outros produtos continuam sob o controle de seus fabricantes mesmo depois da venda. Aos poucos, a receita recorrente transforma objetos em serviços e o consumidor descobre que pagou para ter algo que continua pertencendo, em parte, a quem vendeu.
Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br
Takeaways
• A palavra “comprar” perdeu parte de seu significado quando o acesso ao produto continua condicionado a contratos, servidores e decisões do fabricante.
• A receita recorrente incentiva empresas a transformar funções já instaladas em cobranças permanentes, mesmo quando não existe uma nova entrega ao consumidor.
• O principal custo desse modelo não está apenas nas mensalidades, mas na perda de controle sobre objetos que permanecem fisicamente com seus proprietários.
Capítulos
O filme que deixou de ser seu
Quando comprar significava possuir
O vendedor que continua dentro do produto
A assinatura que apenas evita o bloqueio
O condomínio invisível das pequenas cobranças
O preço do controle
Cercados de coisas, dependentes de permissões
Links relevantes
• Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com
• Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.br
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By Luciano Pires & Café Brasil Editorial Ltda4.7
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Uma plataforma vendeu filmes digitais como compra definitiva, mas depois os retirou da biblioteca dos clientes sem reembolso. O episódio parte desse caso para investigar como a propriedade está sendo substituída por licenças, assinaturas e permissões revogáveis. Bancos de automóveis, impressoras, câmeras, relógios e outros produtos continuam sob o controle de seus fabricantes mesmo depois da venda. Aos poucos, a receita recorrente transforma objetos em serviços e o consumidor descobre que pagou para ter algo que continua pertencendo, em parte, a quem vendeu.
Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br
Takeaways
• A palavra “comprar” perdeu parte de seu significado quando o acesso ao produto continua condicionado a contratos, servidores e decisões do fabricante.
• A receita recorrente incentiva empresas a transformar funções já instaladas em cobranças permanentes, mesmo quando não existe uma nova entrega ao consumidor.
• O principal custo desse modelo não está apenas nas mensalidades, mas na perda de controle sobre objetos que permanecem fisicamente com seus proprietários.
Capítulos
O filme que deixou de ser seu
Quando comprar significava possuir
O vendedor que continua dentro do produto
A assinatura que apenas evita o bloqueio
O condomínio invisível das pequenas cobranças
O preço do controle
Cercados de coisas, dependentes de permissões
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