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Em 2001 o mundo assistiu boquiaberto a um evento que mudou o eixo da história. Todo mundo se lembra exatamente de onde estava no momento em que ficou sabendo do atentado às Torres Gêmeas. E até hoje eu não consigo ver aquelas imagens sem me arrepiar. Aqueles ataques tiveram impactos profundos e duradouros na história da humanidade.
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Ingressos para o evento de 12/9: https://www.sympla.com.br/evento/uma-jornada-por-aquilo-que-nos-torna-humanos/2114650
Ser ou não ser... O termo "ser" é um verbo que desempenha um papel fundamental na linguagem e na filosofia. Ele é usado para indicar a existência, identidade e características de entidades, sejam elas objetos físicos, seres vivos, conceitos abstratos ou estados. "Ser" também pode ser usado para expressar a natureza, estado ou condição de algo.
Mas nos dias de hoje, parece que deixamos para trás o "ser humano", em benefício do "ser artificial", em todos os âmbitos do termo "artificial".
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Vou começar lendo Mário Quintana, poeta gaúcho que escreveu um poema chamado Livraria Aberta, que é uma delícia. Só nesta abertura, 90% de quem clicar neste vídeo vai cair fora... Vamos lá.
Lá em casa há um lugar
Onde ninguém põe os pés:
Minha estante de livros.
— Livros, meus bons amigos!
Acolhendo-me em meu canto,
Meus destinos e meus sonhos,
Ensinaram-me a desdenhar
O mal e amar os que me ferem.
São poucos; mas são de escol,
Verdadeiros, sem esnobismos.
Todos velhos, como eu os quero
Abaixo das cinzas de cinquenta anos...
Ainda o amor fá-lo atender-me
A cada vez que o vou chamar:
— Aqui! Diga! Que é que tens?
Sou eu, quem vem lá...?
— Eu!
Assim reencontro os amigos,
Estendo-lhes a mão amiga
— E não me ocupo com o que fazem:
Seja isso lá com eles!
Que tal? Você também tem um cantinho de leitura onde seus livros reinam? E está cansado das prateleiras de livrarias cheias de bestsellers que não trazem nada de substancial? Biografias de adolescentes de 40 anos, reflexões de influencers saídos das fraldas, motivação barata, fórmulas mágicas de gurus de araque, temas requentados com rótulos marqueteiros e mais uma porção de bobagens.
Procura um lugar onde os livros são escolhidos com cuidado e dedicação?
Então aceite as boas-vindas à Livraria Café Brasil, um santuário literário que vai além do convencional!
Anuncio que está funcionando a todo vapor a https://livrariacafebrasil.com.br , um templo onde você NÃO encontrará bestsellers para idiotas ou aquelas fórmulas mágicas para se dar bem na vida. Na nossa livraria, a pegada é para adultos que querem pensar. São mais de 10 mil títulos, escolhidos a dedo, para dar a você o prazer de ter um livro real em mãos.
Vá lá no https://livrariacafebrasil.com.br, se você estiver assistindo ou lendo no Instagram, clique no link na bio, para enriquecer seu cantinho. Navegue pelas páginas da livrariacafebrasil, certamente um livro legal encontrará você.
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No cafezinho anterior falei que “nada resiste a um passo de cada vez, pequeno, constante e sistemático”. Mas como assim? Num mundo onde todo mundo tem pressa? Bem, a mensagem não é propriamente pra andar devagar, mas de não atropelar, de saber que as coisas levam tempo e que existem riscos na aceleração. E que o segredo é manter tudo andando… Mesmo que seja devagarinho. Mas tudinho, sacou?
Tenho um amigo mais velho que acompanha minha carreira de perto, e num dia me surpreendeu ao dizer assim:
– Luciano, conheço dezenas de caras que fizeram como você, saíram da empresa, abriram negócio próprio, consultorias, e… quebraram a cara. Alguns, que deixaram cargos de prestígio e guardaram uma boa grana, estão muito mal, sem sucesso, quebrados mesmo, dependendo de ajuda para viver. Você é um dos poucos que conheço que conseguiu ser bem-sucedido. Parabéns.
Pô meu, aquele comentário caiu como uma bomba! Eu nunca tinha parado para pensar nisso, jamais me passou pela cabeça que o que faço poderia não dar certo. E talvez haja aí uma outra lição: a projeção positiva, pensar que vai dar certo, sim. Não resolve nada, mas ajuda um monte. É claro que em alguns momentos surge uma apreensão, aquele famoso “e se?” Mas quando isso acontece eu atropelo esse pensamento mergulhando de cabeça no trabalho.
Quer saber? Acho que construí uma puta armadura emocional, que cala a boca do meu autossabotador.
O psicólogo norte americano Stanley Rosner, autor do livro O ciclo da autossabotagem, diz que a autossabotagem é a tendência a repetir, indefinidamente, atitudes destrutivas. É claro que a maioria das pessoas não percebe o que faz. Prefere acreditar que a insatisfação é apenas fruto de algo externo. E essa negação faz com que ela siga em frente, sempre sofrendo.
Sacou? Repetir, indefinidamente, atitudes destrutivas.
Pare com isso.
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No cafezinho anterior falei da armadura emocional. A gente foca nas questões operacionais, estuda, aprende habilidades, mas esquece de desenvolver a mente, de refletir sobre nossa capacidade de manter o equilíbrio. E é exatamente a falta de reflexão sobre questões que envolvem o emocional, que nos enfraquece, nos deixa angustiados e frágeis. E abre espaço para um grande inimigo que vive, aquela voz interior que diz:
– Pare com isso, você não vai conseguir. Seu merda.
Todo mundo ouve essa voz, e o segredo está em como se preparar para enfrentá-la.
Há quem chame esses pensamentos de autossabotagem, um rótulo precioso, que deixa claro: somos nós mesmos que criamos essas barreiras que nos abalam emocionalmente e nos mantém presos no mesmo lugar, com medo de se mover. Autossabotagem é aquela força negativa interna que surge sempre que lidamos com um sonho, com uma aspiração positiva, especialmente aquelas que parecem – note que eu disse parecem – muito distantes de nossa capacidade. E não se engane, essa força é poderosa, cruel, infatigável, sempre disposta a nos impedir de desempenhar o melhor de nós mesmos. E ela está aí ó, dentro de você e se apresenta de várias formas: medo, sensação de solidão, preguiça, tendência à procrastinação, distração… Essa força nos impele a deixar pra depois, a tirar uma folguinha, a desviar o foco, a abraçar os maus hábitos.
Para combater a auto sabotagem e criar a armadura emocional é necessário tomar algumas medidas. A primeira é reconhecer que ela existe e saber que é uma criação da sua mente. Você é quem dá a ela o poder, ao ter medo dela. A saída então é esforçar-se para enxergar através do medo, a compreender que essa resistência é um fantasma e então… mergulhar de cabeça no trabalho.
Em minha palestra Meu Everest digo que “nada resiste a um passo de cada vez, pequeno, constante e sistemático”. Um passinho…depois outro… e mais outro… nove horas depois você chega lá. Aprendi isso com o montanhismo, e para mim fez milagres. Ensinou que o primeiro atributo da armadura emocional é a paciência.
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Almocei com amigos que buscavam me ouvir sobre uma importante decisão: os dois executivos estavam para tomar a decisão de sair da empresa na qual trabalhavam e onde eram bem sucedidos. Um deles, jovem, na casa dos 40 anos. O outro já com 65 anos, prestes a se aposentar. Queriam saber como era. Tentei não ser óbvio...
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Sua mente desempenha conforme o alimento intelectual que você dá a ela. O hardware você já tem, dentro do seu cérebro. Ele é capaz de reproduzir sons e imagens na qualidade que você o alimentar, entendeu? Você tem o equipamento natural que precisa para ter a visão mais clara, real e acurada do mundo. Tudo depende da fonte que você vai usar. https://cafebrasilpremium.com.br/app/podcast-cafezinho-premium/cafezinho-premium-583-o-home-theater
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Link para baixar meu material sobre palestras: https://materiais.lucianopires.com.br/palestrageracaot
Tenho uma foto minha com nove ou dez anos de idade em 1966, na Associação Luso Brasileira de Bauru, fazendo minha primeira "palestra": lendo um texto sobre o Dia dos Pais, que alguém me deu. Até hoje, 57anos depois, lembro direitinho do final do texto:
"Porque ele é o meu papai, o melhor papai do mundo!" E meu pai, ali ao lado, veio me dar um abraço, enquanto as pessoas aplaudiam.
Que sensação maravilhosa!
Ao longo dos anos, aprendi que não são apenas as palavras que usamos quando falamos, é a maneira como usamos as palavras que cria a magia de um grande palestrante. As palavras têm poder, que cresce ainda mais dependendo da pessoa que as pronuncia.
Um palestrante é capaz de pegar as palavras e transformá-las para criar emoção, gerar mudanças, promover ação e criar momentos mágicos. Um grande palestrante é capaz de enfeitiçar com suas palavras, de forma que a plateia fique fascinada pelo discurso inteiro e o lembre o suficiente para fazer exatamente o que o palestrante quer que ela faça. Ou pense. Basta recordar dos grandes oradores do passado que moveram nações a acreditar no que estavam dizendo, para entender a magia dos grandes palestrantes.
E eu entrei de cabeça. Desde o final dos anos 1990, foram mais de 1100 palestras, falando para todo tipo de público, no Brasil e Exterior. E vivendo a mágica do palco, de trabalhar com a palavra, de passar ideias para as pessoas.
Focado em seis disciplinas: Liderança, Planejamento, Produtividade, Comunicação, Inovação e Moral e Ética, desenvolvi o conceito do Fitness Intelectual, das Iscas Intelectuais, dos Podcasts, do Café Brasil Premium... tudo a partir de uma atividade: a palestra.
Virei um feiticeiro.
Sim, um grande palestrante é um feiticeiro. Com a estrutura certa e os ingredientes adequados, ele é capaz de fazer com que seu público entenda exatamente o que ele está dizendo e se junte em uma jornada de transformação enquanto ele tece uma história.
E só quem faz palestras sabe o que é a energia do palco.
Que tal levar essa magia para sua equipe? Para seus clientes? Fornecedores?
Vou deixar na área de comentários um link para você baixar meu material de divulgação.
Avra Kedavra *
*Uma das teorias sobre a origem do termo mágico "abracadabra" é que ele deriva do aramaico "avra kedavra", que significa "eu criarei conforme falar".
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Uma de minhas palestras trata do PENSAMENTO CRÍTICO E TOMADA DE DECISÃO. Nela eu faço um mergulho nas definições e no funcionamento do mecanismo que os pensadores críticos usam para valorizar a razão e como eles trabalham duro para evitar que seus próprios preconceitos, suposições ou emoções turvem sua lógica. E abro a palestra contando que em 1637 o filósofo francês Renee Descartes apresentou em seu trabalho “Discurso do Método”, uma afirmação que marcou a humanidade. Ele disse: “Penso, logo existo”.
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Você provavelmente já ouviu falar da filósofa alemã Hannah Arendt, cuja obra merece ser lida, não é? Ela escreveu sobre governos totalitários, regimes políticos em que o poder é exercido de forma absoluta e concentrada em um único líder ou grupo. Nesses regimes, o controle sobre as pessoas é muito intenso e busca-se manipular sua maneira de pensar e perceber o mundo.
Hannah disse que “O súdito ideal do governo totalitário não é o nazi convicto ou o comunista convicto, mas pessoas para quem a distinção entre fato e ficção e a distinção entre o verdadeiro e o falso, já não existem mais.”
Ela argumenta que o tipo de pessoa que melhor se adapta a governos totalitários não é necessariamente alguém que acredita fortemente nas ideologias do regime, mas quem não consegue distinguir entre fatos e ficção, verdade e falsidade. Merdades e ventiras.
Quando Hannah menciona a "distinção entre fato e ficção", ela está se referindo à capacidade de diferenciar o que é real e baseado em evidências concretas do que é inventado ou imaginado. Quando fala em "distinção entre o verdadeiro e o falso" refere-se à habilidade de distinguir o que é autêntico e genuíno daquilo que é falso ou enganoso.
Entendeu? Perceber a diferença entre o que é real e baseado em evidências concretas e o que é inventado ou imaginado, e entre o que é autêntico e genuíno daquilo que é falso ou enganoso.
Em governos totalitários, as pessoas podem ser facilmente enganadas e manipuladas por propaganda, mentiras ou narrativas distorcidas. Tornam-se incapazes de distinguir entre o que é real e o que é inventado, entre o verdadeiro e o falso, e entram numa confusão mental que as deixa ainda mais suscetíveis à manipulação e ao controle do Estado. É uma espiral destrutiva...
Bem, olhe à sua volta. Perceba o que vem acontecendo, quantas narrativas estão nos levando a conclusões muito convenientes para certos grupos de poder.
É para isso que nós estamos aqui: ajudar você a desenvolver senso crítico e capacidade de discernimento para não ser facilmente manipulado por informações falsas ou distorcidas. Só assim você consegue tomar decisões informadas e preserva sua liberdade e autonomia.
Sacou? A conversa aqui é sobre liberdade e autonomia.
Há um pequeno livro chamado 10 lições sobre Hannah Arendt, que meu xará Luciano Oliveira escreveu baseado em seis livros que Hannah publicou em vida e mais um publicado após sua morte.
É uma boa introdução.
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