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By Luciano Pires & Café Brasil Editorial LtdaSociety & Culture
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Cafezinho episodes

  • Cafezinho 569 - Liberdade custa caro

    Há uma frase atribuída a John Stuart Mill ou Thomas Jefferson ou Wendell Phillips, que trata da necessidade de se permanecer alerta para preservar a liberdade. Ela diz assim: “O preço da liberdade é a eterna vigilância.” 

    Veja esta: estamos diante de mais uma iniciativa genial que prevê resolver um problema criando outros milhares, o PL 2630 que, repare que lindo isto: “Institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet”.

    É bonito demais!

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    10 min
  • Cafezinho 568 - De quem eu quero distância

    Durante o LíderCast 262, meu convidado Celso Grecco citou que as empresas se movem por três Cs: por convicção, por conveniência ou por constrangimento. 
    Ele falou “empresas”, mas na verdade estava falando de “pessoas”. Pessoas se movem por convicção, conveniência ou constrangimento.  

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    10 min
  • Cafezinho 567 – O caso Escola Base

    Saiba sobre o curso em https://bit.ly/acima-midia-curso

    O caso Escola Base, ocorrido em 1994, é um marco da irresponsabilidade da imprensa na divulgação do que hoje é chamado de “fake news”. O Brasil foi tomado durante semanas por uma sucessão de notícias que apontavam abusos de crianças em idade pré-escolar, numa pequena escola de São Paulo. O caso virou escândalo nacional e com o tempo, provou-se que os denunciados eram inocentes. Mas o estrago estava feito.

    Foi uma combinação de notícias desencontradas, interesses difusos, irresponsabilidade e busca por audiência que terminou na destruição de famílias e num caso que até hoje é estudado nas escolas de jornalismo. Mas não ficou só nisso.

    Valmir Salaro, então trabalhando na Rede Globo, foi o primeiro repórter a divulgar as notícias em rede nacional, transformando-se num dos personagens de um pesadelo do qual ele mesmo não escapou.

    Assombrado por anos pela consciência do mal que ajudou a praticar, Valmir decidiu exorcizar seus demônios num documentário chamado Escola Base – Um repórter enfrenta o passado. O documentário está na Globoplay.

    Veja o trailer:

    https://www.youtube.com/watch?v=AdLjLd5fOUw

    Comecei a assistir ao documentário com toda a indisposição contra Valmir Salaro. E terminei com os olhos cheios d´água e com uma profunda admiração por sua coragem, assim como total empatia por sua dor. O desfile de depoimentos enriquece uma história inacreditável, que hoje só merece um “como foi possível”?

    A Isca de hoje é uma recomendação: assista ao documentário. Vale cada segundo. E depois faça uma reflexão sobre o papel de cada um de nós nesta sociedade da informação.

    O impacto em mim foi tão grande que contribuiu para a publicação de meu livro Merdades e Ventiras e a produção do curso Inteligência Acima da Mídia. Precisamos nos blindar, para que nunca mais aconteça um caso Escola Base no Brasil.

     

    Esta reflexão continua em

    https://www.youtube.com/watch?v=iJn0pH1S4_o

     

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    9 min
  • Cafezinho 566 – A minoria tóxica

    Estudo do Serasa: https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fcdn.noticiasagricolas.com.br%2Fdbarquivos%2Fserasa-experian-afyH.pdf

    A Serasa Experian Agro desenvolveu um estudo inovador para avaliar as práticas ESG (Environmental, Social and Governance) dos produtores rurais brasileiros. Com informações de mais de 160 mil produtores, a empresa criou uma avaliação do comportamento desses produtores em relação às questões ambientais, sociais e de governança. A amostra significativa foi selecionada a partir de dados de 1 milhão e 600 mil produtores que solicitaram crédito nos últimos três anos.

    Para construir o score, a Serasa Experian utilizou dados de análises ambientais, como a presença de áreas indígenas, quilombolas e unidades de conservação nas terras dos produtores, além de questões trabalhistas e jurídicas. Produtores que apresentaram problemas em relação a esses fatores foram penalizados em sua avaliação, enquanto aqueles que não apresentaram problemas ou que solucionaram eventuais irregularidades obtiveram notas altas.

    A pesquisa revelou um dado interessante: 99% dos produtores que tentaram acessar crédito nos últimos anos apresentaram excelente avaliação do ESG, ou seja, estão em conformidade com as práticas ambientais adequadas às legislações vigentes. A pesquisa teve uma amostra significativa e percorreu todos os segmentos de produtores rurais, sendo capaz de dar números concretos a uma percepção que antes ficava apenas no campo qualitativo e ainda não possuía essa análise quantitativa.

    Você entendeu? 99% dos produtores cumprem a legislação. 1%, infelizmente, são os responsáveis pela maior parte dos problemas. Isso mostra que a percepção geral de que o setor agropecuário tem um grande problema no cumprimento das legislações ambientais é men-tira.

    Continuo esta reflexão no vídeo.

    Esta reflexão continua em

    https://www.youtube.com/watch?v=UavRkFwQsMQ

     

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    11 min
  • Cafezinho 566 – A minoria tóxica

    Estudo do Serasa: https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fcdn.noticiasagricolas.com.br%2Fdbarquivos%2Fserasa-experian-afyH.pdf

    A Serasa Experian Agro desenvolveu um estudo inovador para avaliar as práticas ESG (Environmental, Social and Governance) dos produtores rurais brasileiros. Com informações de mais de 160 mil produtores, a empresa criou uma avaliação do comportamento desses produtores em relação às questões ambientais, sociais e de governança. A amostra significativa foi selecionada a partir de dados de 1 milhão e 600 mil produtores que solicitaram crédito nos últimos três anos.

    Para construir o score, a Serasa Experian utilizou dados de análises ambientais, como a presença de áreas indígenas, quilombolas e unidades de conservação nas terras dos produtores, além de questões trabalhistas e jurídicas. Produtores que apresentaram problemas em relação a esses fatores foram penalizados em sua avaliação, enquanto aqueles que não apresentaram problemas ou que solucionaram eventuais irregularidades obtiveram notas altas.

    A pesquisa revelou um dado interessante: 99% dos produtores que tentaram acessar crédito nos últimos anos apresentaram excelente avaliação do ESG, ou seja, estão em conformidade com as práticas ambientais adequadas às legislações vigentes. A pesquisa teve uma amostra significativa e percorreu todos os segmentos de produtores rurais, sendo capaz de dar números concretos a uma percepção que antes ficava apenas no campo qualitativo e ainda não possuía essa análise quantitativa.

    Você entendeu? 99% dos produtores cumprem a legislação. 1%, infelizmente, são os responsáveis pela maior parte dos problemas. Isso mostra que a percepção geral de que o setor agropecuário tem um grande problema no cumprimento das legislações ambientais é men-tira.

    Continuo esta reflexão no vídeo.

    Esta reflexão continua em

    https://www.youtube.com/watch?v=UavRkFwQsMQ

     

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    11 min
  • Cafezinho 565- A Bic

    Cafezinho 567 – A Bic

    Baita padaria em Moema, São Paulo. Me encontro com um amigo para um café, e levou meu livro Merdades e Ventiras de presente. Na hora de escrever a dedicatória, nem eu nem ele temos uma caneta. Chamamos a garota que atende as mesas. Bem jovem, quando peço a caneta, ela diz: “não tenho”. E aí chama a outra atendente, que vem até nós e diz: “não tenho. Aqui marcamos tudo pelo aparelhinho”. E me mostrou uma espécie de celular. “Consegue uma caneta pra nós?”. E lá vai a menina, para não mais voltar. Ficam as duas em pé lá no fundo, sem qualquer retorno. Passam-se alguns minutos, chamamos as meninas: “Conseguiram?” “Não. Não tem caneta”.

    Com o sangue subindo à cabeça, eu digo: “Pô, pede lá no caixa!” E vejo que as meninas ficam reticentes. Então me levanto: “Se vocês não pedem, peço eu!”. E me dirijo ao caixa.

    -Pode me emprestar uma caneta?

    - Não tenho.

    - Mas não é possível! Não tem uma caneta na padaria?

    A moça da caixa fica me olhando como se eu tivesse pedido um ornitorrinco. Uma pessoa na fila do caixa viu a cena e me emprestou sua caneta BIC. Problema resolvido. Mas...

    Olha só: se eu sou uma das meninas que atende às mesas, vou fazer de tudo para atender o cliente. Não tenho a caneta? Vou no caixa. Não tem no caixa? Vou na administração. Não tem? Pergunto na fila do caixa. Mas meu cliente jamais ficará sem uma singela caneta.

    No entanto, essa visão de atender ao cliente, está fora do horizonte daquelas garotas. O problema para elas terminou quando disseram: “Não tenho”. Só faltou um “Foda-se” para completar.

    O que se passa com a prestação de serviços neste país? É um problema de novas gerações ou de treinamento?

    Continuo esta reflexão no vídeo.

    Esta reflexão continua em https://www.youtube.com/watch?v=OVbKBg7Kbno

     

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    10 min
  • Cafezinho 564 - Terceirização responsável

    Se você não vive em Nárnia, sabe do que aconteceu com algumas vinícolas de Bento Gonçalves, acusadas de prática de trabalho análogo à escravidão, por conta de trabalhadores terceirizados. Os ingênuos e ignorantes compraram essa pauta, demonizando as empresas e a terceirização. Tudo indica que as motivações foram políticas.

    Olha, ao longo dos anos 1990 e começo dos 2000 eu era Diretor de Marketing de uma grande empresa e terceirizei diversas atividades. Por exemplo, com alguns funcionários da área de promoção de vendas, que foram demitidos por mim para montar suas empresas, que contratei em seguida para executarem o mesmo trabalho que faziam quando empregados. Eles aceitaram o risco e foram em frente. Hoje, duas décadas depois, atendem a diversos clientes, têm dezenas de funcionários e nem pensam em voltar a ser CLT.

    Ah, Luciano, você está contando o caso de quem deu certo. E quem não deu? 

    Bem, na minha experiência, todos que se organizaram deram certo, porque havia um mandamento rígido: jamais terceirizar algo para alguém pior que nós. Só haveria sentido na terceirização se ela representasse, sem aumento substancial de custos, melhoria nos serviços.

    Transformei diversos funcionários em empreendedores, a partir do estímulo da terceirização, que é uma excelente saída, de eficiência comprovada por mim, pessoalmente, em inúmeras ocasiões. A terceirização responsável abre oportunidades para que coisas aconteçam; dá chance às pessoas de obter trabalhos aos quais não teriam acesso; ajuda a melhorar a qualidade de processos; dissemina melhores práticas pelo mercado e espalha o vírus do empreendedorismo pela sociedade. A terceirização irresponsável dá no que aconteceu com as vinícolas: no meio do monte de virtudes da terceirização sempre tem um filho da puta que vai explorar outras pessoas, jogar sujo, não pagar direitos, como existe em qualquer lugar, inclusive naqueles onde a CLT prevalece.

    É preciso evoluir nas questões trabalhistas e a terceirização é um caminho antigo, já experimentado e de eficiência comprovada, mas que muitos brontossauros, lentos, pesados e espaçosos, teimam em contestar, alegando precarização do trabalho e, como sempre, legislando pela exceção e exigindo um Estado equivalente ao Indominus Rex.

    E assim continuamos empurrando o problema. Até o dia que o asteróide chegar.

    Esta reflexão continua em https://youtu.be/k4zzJIuwQQo

     

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    11 min
  • Cafezinho 563 – O ovo ou a galinha?

    Em 2018 fui convidado para palestrar numa reunião mensal de resultados de uma empresa da nova economia. Uma dessas que são “hype”, vivem aparecendo na imprensa, cheia de ideias malucas, dirigida por um visionário aloprado e que teima em se mostrar quebrando regras de negócios. E só fala em milhões, embora todo mundo fique desconfiado de sua capacidade de um dia apresentar resultados.

    Cheguei para a palestra uma hora mais cedo, como sempre faço, exatamente quando começariam as apresentações dos diversos grupos de funcionários que durante as horas anteriores haviam se debruçado sobre dois ou três problemas fundamentais da empresa. Agora era hora dos grupos apresentarem seus diagnósticos e recomendações.

    Fiquei curioso para assistir, e minha curiosidade aumentou conforme cada grupo subia no palco para se apresentar. A primeira questão era estética. Eu, que venho do mundo corporativo, acostumado a uma certa estética e ritos das apresentações do mundo dos negócios, me sentia deslocado ali, com a roupa, os cabelos, as tatuagens daquele pessoal. Era evidentemente um outro mundo, muito diferente daquele no qual fui treinado. Mas o que me incomodava mesmo era atitude daqueles grupos. As apresentações não tinham qualquer sinal de respeito ao negócio. Eram sucessões de pregações lacradoras, “temos que isso”, “temos que aquilo”, num idioma parecido com o português, com “tá ligado” e coisas parecidas no final. E em minha mente ficava uma questão: tá certo, mas cadê o compromisso com o resultado da empresa? Com o que chamávamos de botton line? Nada. A lacração era sensacional, mas sobre resultados, nada. E aquilo me acendeu um aviso. Será que era um padrão dessas empresas cheias de frescuras, mas com resultados no mínimo duvidosos? Se era, viriam quebradeiras homéricas pela frente, quando o mercado e os acionistas se cansassem da conversa mole e exigissem resultados.

    Bem, aquela empresa quase quebrou, quando o mercado percebeu que não entregariam o prometido. Sumiu dos holofotes, trocaram o CEO e foi um pequeno escândalo.

    Agora quebra o Silicon Valley Bank, que apresenta todas as características que vi naquela reunião: muita festa e resultados questionáveis.

    Cara, eu devo estar muito velho, viu? Não consigo me desvencilhar de um pensamento retrógrado que diz: primeiro o lucro. Todo o resto é consequência. Mas a turma teima em “primeiro as consequências e depois, se der, o lucro.”

    Isso não vai dar certo.

    Continuo a reflexão neste vídeo.    

    https://www.youtube.com/watch?v=T_oHqsruL9E

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    12 min
  • Cafezinho 562 - Uma questão de assédio

    Link para a palestra e o texto Cagonautas: https://lucianopires.com.br/palestras/assedio-moral-no-trabalho/?category=valores-e-atitudes

    Em 2005 escrevi um texto chamado “Os Cagonautas”, que tratava do assédio moral no trabalho, que viralizou e causou grande impacto.

    De lá para cá, aproveitei meus mais de 26 anos de experiência na liderança de equipes em ambientes corporativos e 15 anos como empreendedor, para me transformar num especialista em questões da liderança e vida em sociedade e nas dinâmicas de interação entre os seres humanos.

    Até livro eu lancei, o “Diário de Um Líder”.

    E isso me ajudou a montar minha nova palestra "Assédio no trabalho: eu disse NÃO!", que começa com uma definição clara de assédio e suas várias formas, incluindo assédio sexual, moral, psicológico e discriminação, para em seguida discutir as consequências graves do assédio para a vítima, incluindo impactos negativos em sua saúde mental e física.

    Além disso, na palestra abordo a importância de identificar comportamentos de assédio e tomar medidas para proteger a si mesmo ou a outras pessoas. Também discuto as políticas e medidas contra o assédio, incluindo como denunciar assédio no ambiente de trabalho ou escolar.

    A intenção é abordar um assunto importante de forma objetiva, auxiliando na construção de uma cultura de respeito e igualdade no ambiente de trabalho, incluindo a importância de se envolver na prevenção do assédio. A palestra também aborda como lidar com o medo associado ao assédio.

    "Assédio no trabalho: eu disse NÃO!", é essencial para qualquer empresa que deseja garantir que seus funcionários trabalhem em um ambiente seguro e saudável, livre de assédio e outras formas de abuso. A palestra é interativa e bem-humorada, oferecendo uma abordagem holística e envolvente para o tema, permitindo que os participantes se envolvam com o assunto e possam aplicar as lições aprendidas em suas próprias vidas e na empresa.

    O link para o texto “Cagonautas” está na descrição deste vídeo. Esta reflexão continua em

    https://www.youtube.com/watch?v=b-9DH_00NF4

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    13 min
  • Cafezinho 561 - Elon Musk, o generoso

    Quando jovem em São Paulo, me envolvi em projetos para fabricação de maquetes, um trabalho minucioso e curioso. E uma das partes mais fascinantes era o desenvolvimento de materiais para a fabricação das miniaturas. Na rua Major Sertório existia uma loja de hobbies que vendia trens elétricos, materiais para aeromodelismo e uma infinidade de produtos. O dono já era um senhor de idade e sempre o consultávamos sobre os materiais. Um dia, estávamos conversando com ele sobre uma cola que ainda era novidade, chamada SuperBonder, que era uma coisa. Toda hora um de nós estava com os dedos colados, era um desespero. O dono da loja disse: “Eu sei como limpar a cola dos dedos… Mas não conto de jeito nenhum”.

    E não contou! Insistimos, mas ele não contou. Eu não me conformei, e 40 anos depois estou aqui contando a história daquele sujeito que não compartilhava conhecimento, provavelmente por achar que se muita gente soubesse ele teria concorrentes…

    Algum tempo atrás, Elon Musk, o criador da Tesla, que está empenhado em lançar o carro elétrico definitivo, começou a implodir um dos monstros sagrados da indústria automotiva mundial: as patentes. A Tesla começou a partilhar gratuitamente diversas patentes de seus carros elétricos. Elon Musk diz: “Se preparamos o caminho para a criação de veículos elétricos convincentes, mas em seguida lançamos minas terrestres sob a forma de propriedade intelectual atrás de nós para inibir outros, agimos de um modo contrário a esse objetivo.” E ele fez o mesmo com programas de inteligência artificial.

    Puxa! Elon Musk é bonzinho? Não… ele é esperto. Quanto mais gente souber de suas descobertas, quanto mais gente tiver acesso às ideias, quanto mais gente puder trabalhar a partir de um problema já resolvido, mais rápido surgirão soluções geniais. E ele ainda evita de ter que brigar para proteger suas patentes.

    Mas no fundo no fundo, acho que a resposta que Elon Musk dará à pergunta “E os concorrentes?”, será bem simples. Ele dirá: “Deixa que venham. Sou mais eu”.

    Como é mesmo? Na economia do compartilhamento, não vence quem tem a ideia, mas quem faz acontecer.

    Continuo a reflexão neste vídeo.

    https://www.youtube.com/watch?v=VyZPoawmWHY

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    10 min

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