CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência

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By Cham TalksScienceSocial Sciences
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CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência episodes

  • Património têxtil nos sinais de crianças expostas, com Maria João Ferreira

    Durante séculos, era comum famílias entregarem crianças a instituições como a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa de forma a se encarregarem da sua criação e educação. São os chamados expostos da roda, prática que, em Portugal, abarcou milhares de menores (em geral, bebés). No século XIX, só em Lisboa, eram entregues em média sete crianças por dia. Muitas eram acompanhadas por «escritos», isto é, anotações em papel de dados relacionados com a sua origem, e «sinais», ou seja, objectos que serviriam como identificação posterior, caso a família os pudesse resgatar. Entre esses «sinais», existem muitos tecidos. Maria João Ferreira conversa sobre as revelações proporcionadas por esses objectos, a circulação e o valor dos têxteis e os novos contributos para reconstruir a história da infância. E ainda nos explica o que é «cor de pulga»... A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Maria João Ferreira é investigadora integrada do CHAM e técnica-superior do Museu de São Roque, em Lisboa. Doutorada em História de Arte, centra a sua investigação no estudo dos têxteis em Portugal durante a Idade Moderna. Desenvolveu um pós-doutoramento financiado pela FCT sobre a utilização dos têxteis nos recheios domésticos aristocráticos portugueses, mas interessa-se pelo papel dos têxteis no quotidiano português em geral, as motivações para a sua valorização, aquisição e exposição, o tipo de mercadorias a que os portugueses tinham acesso e as tendências e gostos dos compradores.

    No próximo episódio, Francisco Queiroz fala sobre turismo cemiterial.

    Este podcast tem o apoio do projecto estratégico do CHAM (NOVA FCSH/UAc) financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).


    34 min
  • «Breve introdução à...» História dos Animais, com Nina Vieira

    É possível escrever a história dos animais? Quais as principais fontes utilizadas pelos historiadores? Este é o ponto de partida da conversa com Nina Vieira que nos explica sumariamente o que é a História dos Animais, neste episódio da rubrica «Breve introdução a…» do «CHAM Talks». «A História dos Animais dedica-se ao estudo das relações entre humanos e os outros animais e documenta o impacto que os animais tiveram nas culturas humanas, nas línguas, na tecnologia e nos ambientes», refere a investigadora. Nina Vieira destaca ainda as consequências das práticas humanas na vida e nas culturas dos outros animais, mostrando que existe um passado de histórias interligadas entre diferentes espécies, humana e não-humanas. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Nina Vieira é historiadora ambiental e investigadora auxiliar da NOVA FCSH a partir do CHAM-Centro de Humanidades. É licenciada em Biologia, mestre em Ecologia Marinha e doutorada em História. É a Investigadora Responsável do projeto exploratório da FCT «ANIMALx-Animais de Lisboa: Mapeando a presença e o papel dos animais (não-humanos) na história e na paisagem da cidade». É membro da equipa do projecto «4-OCEANS: Human History of Marine Life» e da Cátedra UNESCO «O Património Cultural dos Oceanos». Ocupa cargos de gestão, nomeadamente enquanto sub-directora do CHAM e Representante Regional de Portugal na ESEH-European Society for Environmental History.

    Concluímos assim a quarta temporada de «CHAM Talks». Em breve regressamos com mais conversas sobre ciência.

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    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    13 min
  • As viagens latino-americanas de Alexander von Humboldt e Alexandre Rodrigues Ferreira, com Margarita Rodriguez García

    A historiadora Margarita Rodríguez conversa sobre as viagens de Alexander von Humboldt e Alexandre Rodrigues Ferreira pela América Latina nos séculos XVIII e XIX, em especial pelos rios Amazonas e Orinoco. Nestas longas viagens, é destacado por ambos os naturalistas a importância dos saberes dos povos indígenas, de que dependem directamente seja para se deslocar, seja para identificar as plantas e as suas características. A historiadora explica ainda os contextos académicos dos projectos de Humboldt e Rodrigues Ferreira, as percepções sobre a natureza e a sua relação com os humanos, as consequências da presença de colonos naqueles territórios e as descrições da flora e da fauna, nomeadamente de golfinhos e tartarugas. A entrevista é conduzida por Joana Rodrigues.

    Margarita Eva Rodríguez García é investigadora do CHAM e Professora na Facultad de Filosofía y Letras da Universidad Autónoma de Madrid (Espanha). É especialista em História dos Impérios Espanhóis e da América Colonial, em particular a história política peruana e a história das mulheres no século XVIII. Margarita Rodríguez é mestre em História Latino-Americana e doutorada em História Moderna, tendo desenvolvido vários projectos de pós-doutoramento no CHAM e no Centro Científico e Cultural de Macau, financiados pela FCT.

    No próximo episódio, Nina Vieira fala sobre a História dos Animais na rubrica «Breve introdução a…».

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    33 min
  • «Breve introdução à...» História do Conhecimento, com Catarina Simões

    De carácter inclusivo e rejeitando uma perspectiva marcadamente eurocêntrica da história da ciência, a História do Conhecimento foca-se em ideias percepcionadas como conhecimento. Como explica a historiadora Catarina Simões, no centro estão, portanto, as sociedades, e não os indivíduos e as suas crenças individuais. Assim, a História do Conhecimento trata dos saberes e práticas informais, técnicas artesanais, crenças e percepções, tradições orais e cultura popular. É dado ênfase à grande pluralidade de sistemas de saber, destacando, por exemplo, as epistemologias indígenas e outras tradicionalmente arredadas da historiografia. «Em vez de se tratar apenas o cientista que ficou associado a uma obra científica, estuda-se cada vez mais os informadores, intérpretes, guias, preparadores e assistentes de trabalho técnico que, de diversas formas, participavam na produção de conhecimento», explica Catarina Simões. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Catarina Simões, investigadora do CHAM e historiadora da época moderna. Na sua tese de doutoramento estudou a presença e a apropriação política de animais não europeus na corte portuguesa no Renascimento, e o papel cultural que esses animais desempenhavam na Europa no mesmo período. Entre 2017 e 2023, Catarina Simões trabalhou no Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, onde estudou colecções de ciência colonial, refletindo sobre os legados do império português e as narrativas produzidas sobre o património cultural e material a ele associado. O seu projecto de pós-doutoramento foca-se nas interseções entre história imperial e história natural, com uma abordagem centrada nas relações entre humanos e animais não-humanos, bem como nos processos de produção de conhecimento e nos seus diferentes agentes.

    No próximo episódio, Margarita Rodriguez García fala sobre conhecimento indígena da natureza e expedições científicas.

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    13 min
  • História da saúde mental e direitos humanos, com Tiago Pires Marques

    O conceito de «saúde mental» surge no século XX, ganhando importância quando passa a ser ligada explicitamente à noção de dignidade humana no âmbito da ONU, OMS e outras instituições internacionais. «A associação com os direitos humanos surge mais tarde», explica Tiago Pires Marques. Nesta entrevista, o investigador do CHAM recupera a história do conceito e conversa sobre a forma como o sofrimento psíquico é encarado por diferentes culturas, as alterações nas últimas décadas e os estereótipos e estigmas mais comuns. Destaca ainda os contributos da Antipsiquiatria e a Psiquiatria Democrática nas críticas profundas à lógica asilar, a partir da reflexão sobre a dignidade das pessoas com perturbações ou transtornos. A entrevista é conduzida por José Alberto Catalão.

    Tiago Pires Marques é Investigador integrado do CHAM, trabalhando sobre ciência, saúde e poder. Doutorado em História pelo Instituto Universitário Europeu, é autor de diversas publicações nas áreas da história da ciência e tecnologia, filosofia, ética e religião. Como Investigador Principal FCT do projeto «Sofrimento Psíquico e Direitos Humanos», coordenou uma equipa focada na co-produção de conhecimento entre actores científicos, decisores políticos e activistas. Integrou a equipa do projeto REMEMBER – «Vivências de Pessoas LGBTQ Idosas no Portugal Democrático (1974-2020)». Desde 2025, integra a equipa do projeto EcoGrief «Ecografias do Luto: Avaliando a Perda Intangível e Angústia Climática no Portugal Rural». Foi director da Revista Crítica de Ciências Sociais e fundador de «Mad in Portugal», plataforma dedicada à divulgação de perspectivas críticas sobre saúde mental e práticas psiquiátricas.

    No próximo episódio, Catarina Simões fala sobre a História do Conhecimento na rubrica «Breve introdução a…».

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    50 min
  • Representações da juventude na imprensa colonial e na ficção pós-colonial, com Daniela Spina

    Daniela Spina propõe repensar o conceito de «juventude colonial» explorando um corpus literário formado por publicações periódicas coloniais e romances de formação publicados já depois do fim do colonialismo, considerando territórios que fizeram parte do império português (como Goa e Moçambique), bem como outros países do Oceano Índico (como o Sri Lanka e Zanzibar). A investigadora do CHAM concentra-se na autorrepresentação da juventude na imprensa publicada entre 1930 e 1970 e nas posteriores representações na ficção pós-colonial ambientada nessa época. Neste episódio refere, entre outros, os romances A Geração da Utopia, de Pepetela, e Os Netos de Norton, de Orlando da Costa. A entrevista é conduzida por Maria Clara Leal.

    Daniela Spina é investigadora integrada do CHAM, onde desenvolve o projecto «Narrating the young. A comparative study on representation and self-representation of colonial youth in South Asia and East Africa: from colonial press to postcolonial fiction (1930-1970)» (financiado pela FCT). É doutorada em Estudos Comparatistas e mestre em Literaturas Comparadas e Pós-coloniais. Entre 2021 e 2023, foi Professora na Università di Verona e membro do projecto exploratório «PORT ASIA - Escrever a Ásia em Português: mapeando arquivos literários e intelectuais em Lisboa e Macau (1820-1955)», realizado na Universidade de Lisboa. É membro da Comissão Executiva do Grupo Internacional de Estudos da Imprensa Periódica Colonial do Império Português, do grupo de investigação «Pensando Goa» da Universidade de São Paulo e do grupo de investigação ORION – Orientalismo Português do Centro de Estudos Comparatistas.

    No próximo episódio, Tiago Pires Marques fala sobre história da saúde mental e direitos humanos.

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    25 min
  • «Breve introdução ao...» silêncio e silenciamentos, com Luana Loria

    Luana Loria reflete sobre o conceito de silêncio neste episódio de «CHAM Talks», focando-se nos silenciamentos que marcam os campos literário e académico. A partir do trabalho teórico de autoras e autores como Audre Lorde, Gayatri Spivak, Guilherme Le Blanc, Judith Butler, Athena Athanasiou e Donna Haraway, a investigadora apresenta possíveis formas de resistência ao silêncio no campo literário — mencionando exemplos como o movimento «Cartonera», as editoras independentes, a autoedição e a distribuição digital — e no campo académico, emque sugere metodologias colaborativas e participativas, epistemologias feministas e investigação-ação baseadas na ética do cuidado como meios de quebrar o silêncio sistémico.  Aentrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Luana Loria é investigadora do CHAM, doutorada em Ciências Humanas (Uni. Federal de Santa Catarina) e mestre «Crossways in Cultural Narratives» (Uni. Santiago de Compostela, Uni. Nova de Lisboa e Uni. Sheffield). Participa no projecto «HUMAN: Digital Hate Interrupter Activism», que visa combater o racismoestrutural e promover a cooperação intercomunitária através de tecnologias digitais. É co-fundadora do projeto Livraria das Insurgentes, localizado em Lisboa e dedicado à divulgação de livros escritos por mulheres, pessoas trans e não-binárias. As suas áreas de interesse incluem literatura, cinema, filosofia,educação, história, estudos culturais, estudos de género, geografia cultural, estudos urbanos e estudos pós-coloniais e decoloniais.

    No próximo episódio, Daniela Spina conversa sobre representações da juventude na imprensa e na ficção colonial.

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    13 min
  • Identidades, narrativas e a ligação com o outro, com Nuno Miguel Proença

    «Qual a necessidade que leva o ser humano a perguntar-se quem é?». Esta foi a primeira questão respondida por Nuno Miguel Proença numa entrevista sobre identidade e narrativa com muitas interrogações e reflexões. O investigador do CHAM explica como o autoconhecimento e a compreensão de si mesmo estão estreitamente relacionados com o outro e o mundo, bem como com a memória colectiva. «Responder à pergunta quem somos leva-nos para o futuro mais do que para o passado», salienta Nuno Miguel Proença, mostrando que a identidade é aberta à impermanência, à diferença e ao desconhecido. A entrevista é conduzida por Joana Rodrigues.

    Nuno Miguel Proença é investigador colaborador do CHAM, doutorado em Filosofia e Ciências Sociais (secção Histoire et Civilisations) na École des Hautes études en Sciences Sociales (Paris) e investigador em filosofia da psicanálise e da imaginação. É autor de Vida, Afectividade e Sentido (2021). Segunda Visão da Noite (2023), Qu'est-ce que l'objectivation en Psychanalyse? (2008) e Imitação das Horas (2005), entre outros. Coordenou, juntamente com Adelino Cardoso, o volume Dor, Sofrimento e Saúde Mental na Arquipatologia de Filipe Montalto (2018) e, com Ana Lúcia Mandelli de Marsillac e Adelino Cardoso, o dossier «Corpo, sonho e vida afectiva» publicado na Cultura. Revista de História e Teoria das Ideias (2021). Com Adelino Cardoso e Danièle Cohn, coordenou o dossier «Evidência, afecto e inconsciente» (Cultura, 2016). Em 2023, coordenou a co-organização do Colóquio Internacional sobre Invenção e Imaginação (CHAM, IFILNOVA, CFUL) na FCSH».

    No próximo episódio, Luana Loria conversa sobre silêncio e silenciamento na rubrica «Breve introdução a…».

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    33 min
  • O Egipto faraónico e a sua sobrevivência, com Maria Helena Trindade Lopes

    O Egipto faraónico prolongou-se durante cerca de três mil anos. Maria Helena Trindade Lopes explica-nos as razões geográficas e conceptuais para essa impressionante longevidade: as fronteiras naturais do país e a forma como as populações assumiram uma concepção de tempo mais linear (ligado ao Nilo) e outra mais cíclica (ligada ao sol). «Irão transformar naquilo que é verdadeiramente revolucionário nesta civilização, o conceito de eternidade», sublinha. Neste episódio, a professora e investigadora conversa ainda sobre a preservação da identidade cultural egípcia ao longo dos séculos e a recepção do imaginário egípcio na actualidade, das artes plásticas ao cinema. A entrevista é conduzida por Beatriz Freitas.

    Maria Helena Trindade Lopes é investigadora integrada do CHAM e Professora Catedrática de História da NOVA FCSH. Foi directora do primeiro projecto português de arqueologia no Egipto, tendo sido condecorada com a Medalha de Grande Oficial da Instrução Pública em 2003. É membro do grupo de revisores da European Science Foundation e avaliadora em diversos painéis de concurso de financiamento à investigação. As suas áreas de investigação relacionam-se sobretudo com a história e arqueologia do antigo Egipto, o mundo mediterrânico e a recepção da Antiguidade.

    No próximo episódio, Nuno Miguel Proença conversa sobre identidades e narrativas.

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    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    26 min
  • «Breve introdução às...» mobilidades, com Pablo Hernández Sau

    Mobilidade não é sinónimo de «movimento», explica Pablo Hernández Sal. Trata-se, sim, de uma «experiência subjetiva e culturalmente determinada de uma deslocação». Referindo teóricos como Jason De León, Rosa Salzburg, Noel Salazar, Mimi Sheller ou Ana Struillou, o historiador defende que «a forma como se pensa, se fala ou se representa o próprio movimento é altamente contextual» e argumenta que o «novo paradigma da mobilidade» permite desnacionalizar o discurso histórico e compreender como as experiências de movimento influenciam a política, a produção cultural e os processos sociais. «Uma mulher sozinha não se mexe na cidade da mesma maneira que um homem ou, no caso de ser mãe, pensa sobre a sua deslocação tendo em conta o tempo de outros seres dependentes», reflecte. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Pablo Hernández Sau é historiador, investigador colaborador do CHAM-Centro de Humanidades e faz parte do pessoal docente investigador da Universidad Pablo de Olavide, em Sevilha. Especializou-se no mundo ibérico do século XVIII, com particular interesse na forma como o movimento de pessoas, mercadorias e ideias e as tentativas de as controlar por parte do poder moldaram os impérios espanhol e português durante esse período. Em 2025, desenvolveu no CHAM o projecto «RIVER-SCAPES. Política de mobilidade nas vias navegáveis coloniais ibéricas (1750-1840)» (Bolsa Marie Skłodowska-Curie), investigando regimes e políticas de mobilidade ao longo de dois rios coloniais ibéricos, o Mississipi e o Zambeze. Doutorado no Instituto Universitário Europeu, Hernández Sau desenvolveu pós-doutoramentos também na Universidade de Manchester, Instituto de Estudos Avançados de Madrid e Universidade Pompeu Fabra.

    No próximo episódio, Maria Helena Trindade Lopes conversa sobre Antigo Egipto.

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    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    15 min

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CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência apresenta entrevistas a investigadores do CHAM-Centro de Humanidades (NOVA FCSH-UAc) sobre temas relacionados com o seu trabalho e, em muitos casos, a sua ligação à sociedade contemporânea. O que se descobre nas Humanidades?