CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência

CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência

By Cham TalksScienceSocial Sciences
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CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência episodes

  • Turismo pós-colonial, construir as memórias e projectar o século XXI, com Maria João Castro

    Repensar hoje os territórios do antigo império português passa, para muitos, pelo turismo de memória e pelo turismo pós-colonial. Maria João Castro fala-nos sobre as distintas e frequentemente contraditórias memórias associadas a estes espaços, resultado de diferentes experiências e projectos de futuro defendidos pelas sociedades do século XXI. A investigadora do CHAM conversa também sobre a preservação de património imaterial como as touradas no arquipélago de Zanzibar ou experiências de turismo pós-colonial na cidade de Lisboa. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Maria João Castro, investigadora integrada do CHAM, é licenciada em Gestão Turística com especialização em Relações Internacionais. Concluiu o seu doutoramento e o seu pós-doutoramento em História da Arte Contemporânea. Actualmente lidera o projecto «TravelconT. Cruzamentos da Viagem Contemporânea no Turismo Pós-Colonial» (2023-2028). Os seus domínios de especialização centram-se nas Ciências da Arte e das Circulações Globais, Arte e Poder, Viagem e Turismo no âmbito dos estudos pós-coloniais.

    No próximo episódio, Leonor Medeiros fala sobre arqueologia industrial na rubrica «Breve introdução a…».

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    27 min
  • O «império sombra» na Ásia e a violência portuguesa no Índico, com Alexandra Pelúcia

    A partir do conceito de «império sombra», cunhado por George Winius, Alexandra Pelúcia conversa sobre o processo de instauração portuguesa no Golfo de Bengala nos séculos XVI e XVII, desenvolvido principalmente por iniciativa de mercadores e piratas. A historiadora reflecte também sobre o envolvimento de portugueses na indústria de corso no oceano Índico e recorda episódios de grande violência, como o ataque conduzido pela armada de Vasco da Gama contra uma nau de peregrinos a Meca, em 1502, que levou o escrivão Tomé Lopes a classificá-lo como homem cruel e sem piedade. A entrevista é conduzida por Teresa Lacerda.

    Alexandra Pelúcia é investigadora integrada do CHAM e Professora Associada do Departamento de História da NOVA FCSH. É doutorada em História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa. Os seus interesses científicos centram-se na Expansão Portuguesa na Ásia e nas dinâmicas de comportamento social e político das elites nobiliárquicas, tanto em Portugal como no contexto do Império. Neste âmbito, dirigiu o projecto «Na Privança d'El-Rei: Relações Interpessoais e Jogos de Facções em Torno de D. Manuel I», financiado pela FCT. Entre as suas publicações contam-se os livros Martim Afonso de Sousa e a sua Linhagem. Trajectórias de uma Elite nos Reinados de D. João III e D. Sebastião, Corsários e Piratas Portugueses. Aventureiros nos Mares da Ásia e Afonso de Albuquerque. Corte, Cruzada e Império. Integrou a equipa de coordenação de dois dos volumes do projecto Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa.

    No próximo episódio, Maria João Castro fala sobre turismo pós-colonial.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    26 min
  • «Breve introdução a...» Humanidades azuis, com Cristina Brito

    O nosso planeta é constituído principalmente por água, apesar de ter a designação «Terra». Cristina Brito mostra como se pode fazer uma história humana do meio natural e do ambiente em particular através das Humanidades azuis, explicando esse termo na rubrica «Breve introdução a...» de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência». A historiadora do ambiente conversa sobre as relações dos humanos com as massas aquáticas ao longo dos séculos e exemplifica a aplicação de diferentes perspetivas científicas e artísticas com o caso das baleias. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Cristina Brito é Professora Associada do Departamento de História da NOVA FCSH, Subdiretora do CHAM e Subdiretora Adjunta da NOVA FCSH para a Investigação. Cristina Brito é investigadora principal do projecto 4-OCEANS (2021-2027, ERC Synergy Grant) e coordenou duas Iniciativas Bilaterais das EEA Grants. É doutorada em História, mestre em Etologia e licenciada em Biologia Marinha. É membro de diversas redes internacionais, como a Cátedra UNESCO O Património Cultural dos Oceanos e Oceans Past Initiative. Publicou pela Amsterdam University Press o seu livro mais recente Humans and Aquatic Animals in early Modern America and Africa, que pode ser encontrado em acesso aberto.

    No próximo episódio, Alexandra Pelucia fala sobre o «império sombra» na Ásia.

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    14 min
  • Estratégia, arquitectura e poder nas guerras do século XVI, com Luís Costa e Sousa

    Se normalmente a historiografia é escrita pelos vencedores, como se conta a História militar? Este é o ponto de partida da entrevista a Luís Costa e Sousa, especialista no século XVI, um período marcado por muitas derrotas portuguesas. Este arquitecto e historiador conversa sobre batalhas como as de Alcácer Quibir (1578) e as da Guerra da Anexação Portuguesa (1580-1583), a forma como os princípios da arquitectura foram passados para o campo de batalha, as diferenças entre os modelos de guerra europeu e otomano, a modernização das campanhas militares, o surgimento de hierarquias nos exércitos, a preparação para a guerra e a iconografia das armaduras. A entrevista é conduzida por Beatriz Freitas.

    Luís Costa e Sousa é investigador integrado do CHAM – Centro de Humanidades (Universidade NOVA de Lisboa e Universidade dos Açores). Doutorado em História dos Descobrimentos e Expansão, é especialista na análise teórica da guerra portuguesa durante o Renascimento, bem como as relações da história militar com a arquitectura e a arte. Foi um dos investigadores principais do projecto “De Re Militari: Da escrita da guerra à imagem do campo de batalha no espaço português (1521-1621)”, financiado pela FCT.

    No próximo episódio, Cristina Brito fala sobre as Humanidades azuis na rubrica «Breve introdução a…».

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

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    30 min
  • Estratégias matrimoniais da casa real portuguesa no século XVI, com Ana Isabel Buescu

    «As mulheres são duplamente protagonistas nos “mercados do casamento”. É preciso procurar uma mulher para um rei, mas também são peças estratégicas para alianças com outros reinos», explica Ana Isabel Buescu neste episódio de CHAM Talks. «Os casamentos são sempre uma questão política, que poderia trazer vantagens. A grande questão é o dote, que pode viabilizar ou potenciar um casamento – ou o oposto», acrescenta, indicando que casamentos deste tipo também deram lugar a verdadeiras relações amorosas entre os esposos. Ana Isabel Buescu reflecte sobre casamentos e reinados de D. Manuel I, D. João III, D. Sebastião, D. Catarina de Áustria, Carlos V, a infanta D. Beatriz de Portugal, Francisco I de França e Carlos II, duque de Saboia, entre outros. A entrevista é conduzida por Teresa Lacerda.

    Ana Isabel Buescu é investigadora integrada do CHAM. É doutorada em História pela NOVA FCSH, onde é professora na área de História Moderna. Além de artigos em revistas académicas nacionais e estrangeiras publicou vários livros entre os quais as biografias de D. João III; Catarina de Áustria. Infanta de Tordesilhas, Rainha de Portugal; D. Beatriz de Portugal. A Infanta Esquecida; A livraria renascentista de D. Teodósio I, duque de Bragança; e Na Corte dos Reis de Portugal. Saberes, Ritos e Memórias. Estudos sobre o século XVI.

    No próximo episódio, Luís Costa e Sousa fala sobre o campo de batalha português no século XVI.

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    31 min
  • «Breve introdução a...» mitologias sumério-acádicas, com Isabel Gomes de Almeida

    Graças à invenção da escrita, temos acesso à textualidade das mitologias da antiga Mesopotâmia (que corresponde aos actuais territórios do Iraque e Síria). Porém, como explica Isabel Gomes de Almeida, são múltiplas as formas como estas narrativas foram recontadas e transmitidas, ao longo do tempo, numa região cruzada e povoada por diferentes grupos humanos, com diversas matrizes culturais. Considerando que também foram concebidas e transmitidas através da oralidade, da materialidade, da iconografia e de outros actos e elementos simbólico-performativos, especialistas de diversas áreas científicas devem ser convocados para melhor analisar a riqueza da informação que estas fontes de natureza mitológica expressam. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Isabel Gomes de Almeida é Professora Auxiliar do departamento de História da NOVA FCSH, onde leciona unidades curriculares e seminários no âmbito da História Antiga.  É investigadora integrada do CHAM - Centro de Humanidades. A sua investigação desenvolve-se a partir da perspectiva da História das Religiões, focando-se sobretudo em contextos da antiguidade da Ásia Ocidental. Nestes, procura refletir sobre os processos de construção dos discursos mítico-rituais, decorrentes de encontros, negociações, empréstimos e sincretismos entre diferentes tradições e matrizes religiosas e culturais.

    No próximo episódio, Ana Isabel Buescu fala sobre estratégias matrimoniais da casa real portuguesa no século XVI.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    12 min
  • O resgate de cativos, organização e a Ordem da Santíssima Trindade, com Edite Alberto

    Miguel de Cervantes, Filipe Terzi e Manuel de Sousa Coutinho (conhecido como Frei Luís de Sousa) foram alguns dos mais conhecidos «cativos» no Norte de África, isto é, prisioneiros nas guerras entre cristãos e muçulmanos. Edite Alberto conhece bem estas figuras. Como explica a historiadora, eram frequentes também o corso e a pirataria nas costas marítimas e insulares para obter «cativos» por parte de europeus e norte-africanos, bem como a apreensão de embarcações. Para muitos destes prisioneiros, o passo seguinte era o «resgate», ou seja, o pagamento para voltarem a ser livres. Poderia demorar décadas e, no caso dos cristãos, dependia do dinheiro que era recolhido principalmente pela Ordem da Santíssima Trindade. Mas não eram resgatadas apenas pessoas. Também eram feitas cativas e depois resgatadas imagens religiosas, conta Edite Alberto, que destaca ainda a coexistência pacífica de cristãos e muçulmanos no universo mediterrânico em muitas circunstâncias. A entrevista é conduzida por Teresa Lacerda.

    Edite Alberto é investigadora integrada do CHAM. Doutorada em História Moderna e mestre em Descobrimentos e História Moderna Portuguesa, é coordenadora do projecto «MOVING CITY - Cidades para a guerra: um exército europeu em Marrocos no século XVI», financiado pela FCT e do projeto «COEXIST - Migrações forçadas no mundo mediterrânico: Identidades, contactos e integração entre cristãos e muçulmanos», financiado pelo CHAM. Colaborou em diferentes projetos relacionados com o estudo da presença portuguesa em Marrocos nos séculos XVI a XVIII, história dos jogos de tabuleiro em Portugal e marcas da ciência e tecnologia na cidade de Lisboa, bem como no projecto «LxConventos – Casas Religiosas de Lisboa: Da cidade sagrada à cidade secular». Actualmente trabalha no Departamento de Património Cultural da Câmara Municipal de Lisboa, sendo uma das coordenadoras do projecto «Hospital Real de Todos os Santos: A cidade e a saúde pública na Idade Moderna».

    No próximo episódio, Isabel Gomes de Almeida fala sobre mitologias sumério-acádicas na rubrica «Breve introdução a…».

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    29 min
  • A história desconhecida e empolgante do tabaco, com João de Figueirôa-Rêgo

    A história do tabaco é marcada por episódios de contrabando, de uso religioso e medicinal (nomeadamente nos afogados), de preconceitos místicos e de associação à escravatura e à escravidão. O tabaco ajudou a custear a guerra da Restauração contra Espanha e teve um enorme impacto no quotidiano e nas contas das ordens monásticas femininas e masculinas no século XVIII. Sabia que o tabaco era plantado nas cercas dos conventos para uso de freiras e monges e para aumentar os seus rendimentos? E que o seu consumo em cachimbo não era bem-visto? João de Figueirôa-Rêgo conversa sobre a história desta planta em mais um episódio de CHAM Talks. A entrevista é conduzida por Beatriz Freitas.

    João de Figueirôa-Rêgo é investigador integrado do CHAM-Centro de Humanidade, de que é subdiretor. Doutorado em História Moderna, é membro da Comissão Científica da Comissão Portuguesa de História Militar. Recebeu, em 2005, o Prémio da Associação Portuguesa de História Económica e Social e, em 2002, o Prémio Fundação Engenheiro António de Almeida. É autor, entre outros, de A honra alheia por um fio. Os estatutos de limpeza de sangue nos espaços de expressão ibérica (sécs. XVI-XVIII). 

    No próximo episódio, Edite Alberto fala sobre o resgate de cativos e a Ordem da Santíssima Trindade.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    27 min
  • «Breve introdução a...» Amazónia colonial, com Pablo Ibáñez Bonillo

    A Amazónia é conhecida pela sua biodiversidade, rios e florestas, mas o humano tem desempenhado um papel central neste espaço desde a pré-História, conta Pablo Ibáñez Bonillo em «Breve introdução a...» Amazónia colonial, rubrica de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência». O investigador fala sobre a ocupação deste território, a chegada dos conquistadores europeus e a implantação dos seus impérios, as políticas coloniais de Portugal e Espanha e a forma como funcionavam as sociedades amazónicas neste período, muitas à margem dos impérios europeus. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Pablo Ibáñez Bonillo é investigador do CHAM-Centro de Humanidades. Doutorado em História da América pela Universidade Pablo de Olavide, é um dos coordenadores do projecto EDGES-Entangling Indigenous Knowledges in Universities, uma rede de investigação composta por mais de 150 investigadores de 18 universidades europeias e americanas, financiada pela União Europeia. Pablo Ibáñez Bonillo é especialista em etnohistória, história colonial, história da Amazónia e identidades e património amazónico.

    No próximo episódio, João Figueirôa-Rego fala sobre a história do tabaco e conta episódios de contrabando e a sua associação à escravatura.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    18 min
  • A literatura portuguesa, o mundo e a abertura ao «outro», com Dora Gago

    «A literatura tem um papel muito importante no combate aos estereótipos, um papel cada vez mais importante num mundo manipulado por uma enorme superficialidade, com a expulsão do “outro”, de tudo o que é diferente», afirma Dora Gago, investigadora do CHAM-Centro de Humanidades e autora de várias obras de ficção. Numa conversa a partir da literatura portuguesa e dos estudos comparatistas, Dora Gago fala sobre a imagem do estrangeiro, os estereótipos e a literatura de exílio e das migrações, salientando o humanismo e a abertura a outras culturas (em particular as do Oriente) de autores como Maria Ondina Braga, Camilo Pessanha, Ferreira de Castro, Jorge de Sena, José Rodrigues Miguéis, Agustina Bessa Luís, Fernanda Dias e Rodrigo Leal de Carvalho. A entrevista é conduzida por Maria Clara Leal.

    Dora Gago é investigadora integrada do CHAM e Professora Associada da Universidade de Macau (China). Doutorada em Línguas e Literaturas Românicas Comparadas (NOVA FCSH), foi Leitora do Instituto Camões no Uruguai, investigadora de pós-doutoramento na Uni. Aveiro e «visiting post-doc. Scholar» na Uni. Massachusetts Amherst (EUA). É autora de Uma Cartografia do Olhar: Exílios, Imagens do Estrangeiro e Intertextualidades na Literatura Portuguesa (finalista dos Prémios de Ensaio do Pen Club 2021) e Imagens do Estrangeiro no Diário de Miguel Torga. Como ficcionista, recebeu vários prémios, o último em Julho de 2024: Palavras Nómadas venceu o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga.

    No próximo episódio, Pablo Ibañez Bonillo fala sobre a Amazónia colonial na rubrica «Breve introdução a…».

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    28 min

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CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência apresenta entrevistas a investigadores do CHAM-Centro de Humanidades (NOVA FCSH-UAc) sobre temas relacionados com o seu trabalho e, em muitos casos, a sua ligação à sociedade contemporânea. O que se descobre nas Humanidades?