CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência

CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência

By Cham TalksScienceSocial Sciences
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CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência episodes

  • Media e «inteligência artificial», com Catarina Rodrigues

    Catarina Rodrigues conversa sobre as consequências da presença generalizada da chamada «inteligência artificial» nos indivíduos e na sociedade, lembrando que a «máquina», as tecnologias e os algoritmos não são neutros nem objetivos, sendo utilizados na tomada de decisões que têm um enorme impacto, como despedimentos, a atribuição de subsídios ou de trabalho a partir de plataformas digitais ou mesmo em mensagens de incitamento ao ódio e à violência. A investigadora colaboradora do CHAM aborda ainda a assimetria da estrutura de poder entre os indivíduos e quem guarda os seus dados, o papel dos meios de comunicação social neste cenário e a importância da literacia para os media.

    Catarina Rodrigues é Professora Associada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade dos Açores e directora do curso de Comunicação e Relações Públicas desta instituição. É investigadora integrada do LabCom – Laboratório de Comunicação da Universidade da Beira Interior (UBI) e colaboradora do CHAM – Centro de Humanidades (UAc). É doutorada em Ciências da Comunicação pela UBI. Entre outros temas, tem pesquisado sobre jornalismo e novos media. Actualmente é membro do projeto MemNews – História oral e memória(s) das práticas de consumo e recepção noticiosa e da experiência das notícias em Portugal a partir dos testemunhos dos cidadãos.

    No próximo episódio, Pablo Hernández Sau conversa sobre mobilidades na rubrica «Breve introdução a…».

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    20 min
  • As mulheres de Lisboa nos séculos XVI e XVII, com Mariana Meneses Muñoz

    Como eram e o que faziam as mulheres que viviam em Lisboa e não pertenciam às elites, nos séculos XVI e XVII? A historiadora Mariana Meneses Muñoz analisa processos de tribunais de justiça da época para descobrir as suas actividades laborais e as suas estratégias de sobrevivência, transitando entre os espaços formais e informais da economia e transformando saberes mágicos em recursos económicos através das redes de vizinhança e solidariedade feminina. Mariana Meneses Muñoz fala ainda sobre a ocupação dos espaços públicos por estas mulheres e as redes de conhecimento e vizinhança que criavam. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Mariana Meneses Muñoz é investigadora integrada do CHAM, onde está a preparar um doutoramento em História Moderna sobre o acesso à justiça e formas de representação jurídica feminina nos tribunais eclesiásticos em Lisboa. Bolseira da FCT, Mariana Meneses Muñoz integra o projecto «RESISTANCE: Rebelião e Resistência nos Impérios Ibéricos, séculos XVI-XIX)» e o projecto «EDGES: Introduzindo Conhecimentos Indígenas nas Universidades». O seu trabalho centra-se em discursos, representações e comportamentos morais e jurídicos quotidianos de pessoas não pertencentes às elites, estudando processos inquisitoriais na Península Ibérica e em contextos coloniais durante os séculos XVI e XVII, integrando metodologias dos estudos de género.

    No próximo episódio, Catarina Rodrigues conversa sobre media e «inteligência artificial».

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    24 min
  • «Breve introdução à...» História Global, com Mariana Boscariol

    A História Global é simultaneamente um conceito e um método de análise da História em que os acontecimentos, fenómenos e processos são vistos em dimensões globais», explica Mariana Boscariol, neste episódio da rubrica «Breve introdução a...» de «CHAM Talks». Tal não significa necessariamente fazer uma «macro-História», relacionando-se antes com uma questão de escala e de tipo de fenómeno a ser estudado, que ajudam a melhor compreender determinados contextos a partir das suas ligações globais. Exemplo disso é o estudo de redes comerciais. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Mariana Boscariol é investigadora colaboradora do CHAM e investigadora associada da Universidade de Manchester, onde participa no projecto INTRECCI (Institutional Transformation and the Entangled Commercial Cultures of International Commerce, 1450-1750, ERC). Mariana Boscariol é doutorada em História pela Universidade NOVA de Lisboa. Actualmente, o seu principal interesse de investigação é o estudo da participação e contribuição portuguesa para a criação, continuidade e alteração das instituições do comércio internacional a partir dos estudos de caso do projeto INTRECCI – o Golfo da Guiné, o Golfo de Cambaia e o Estreito de Malaca –, incluindo o papel central de agentes e instituições religiosas.

    No próximo episódio, Mariana Meneses Muñoz conversa sobre as mulheres de Lisboa nos séculos XVI e XVII.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    18 min
  • Garcia de Orta e o seu revolucionário Colóquio dos Simples e Drogas e Coisas Medicinais da Índia, com Rui Loureiro

    Rui Loureiro dá-nos uma aula sobre a vida e a obra de Garcia de Orta, desde a sua formação em Espanha até à sua vivência durante mais de três décadas no Oriente, onde escreve Colóquio dos Simples e Drogas e Coisas Medicinais da Índia. A obra foi editada em Goa, em 1563, e teve uma grande repercussão na Europa, devido aos conteúdos sobre história política, geografia, comércio, pedras preciosas, botânica e fauna da Ásia, sendo inclusivamente o primeiro texto a descrever casos de cólera. Orta – que terá saído de Portugal devido ao crescente ambiente de animosidade contra os cristãos-novos – conversou com inúmeros viajantes e, reunindo as informações conseguidas com o seu próprio estudo e experiência, preparou o seu Colóquios dos Simples. Porque «verificou que os tratados publicados na Europa até então não transmitiam informações correctas, adequadas e actualizadas», esclarece Rui Loureiro. A entrevista é conduzia por José Alberto Catalão.

    Rui Loureiro é investigador integrado do CHAM e docente do Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (ISMAT), em Portimão. É membro da Academia de Marinha. Doutorado em História, é autor de mais de uma centena de publicações sobre a história das relações de Portugal e Espanha com o mundo asiático nos séculos XVI e XVII. Entre as suas obras mais recentes, salienta-se as edições de Colóquios dos Simples e Drogas e Coisas Medicinais da Índia, de Garcia de Orta (em colaboração com Teresa Nobre de Carvalho); Tratado das Coisas da China, de frei Gaspar da Cruz; e Itinerário da Índia por Terra a este Reino de Portugal, de António Tenreiro.

    No próximo episódio, Mariana Boscariol explica o conceito «História Global», na rubrica «Breve introdução a…».

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    49 min
  • A imprensa africana e a resistência ao colonialismo, com Sandra Ataíde Lobo

    2025 tem sido marcado por múltiplas comemorações dos 50 anos de independência dos países africanos até então sujeitos ao colonialismo português. Sandra Ataíde Lobo, investigadora do CHAM-Centro de Humanidades, reflecte sobre o papel desempenhada pela imprensa, pelos jornalistas e por intelectuais nas construções de identidades nacionais e nos processos de independência destas nações. Abordando um período violentamente marcado pelo sistema de censura e outras formas de repressão institucional e pessoal, Sandra Ataíde Lobo recorda que, nestas sociedades, a escrita dialogava frequentemente com a oralidade, e também se afirmava como forma de elaborar e divulgar ideias subversivas e revolucionárias. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Sandra Ataíde Lobo é investigadora do CHAM - Centro de Humanidades e uma das coordenadoras do Grupo Internacional de Estudos da Imprensa Periódica Colonial do Império Português. Doutorada em História e Teoria das Ideias, desenvolveu entre 2019 e 2024 o projecto «The Home and the World: the Goan intellectual elite and the colonial periodical press». É editora principal da revista Práticas da História. Journal on Theory, Historiography and Uses of the Past. Investiga, em particular, as elites intelectuais goesas e o seu contributo para a construção da modernidade cultural e política goesa, enquadrada pelos impérios português e britânico, e por movimentos anticoloniais internacionais e indiano. Tem-se interessado em explorar o conceito de imprensa colonial na sua dimensão teorizadora e começa a alargar o âmbito do seu estudo à imprensa africana.

    No próximo episódio, Rui Loureiro conversa sobre a vida e a obra de Garcia de Orta.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    32 min
  • «Breve introdução à...» arqueologia da morte, com Rodrigo Banha da Silva

    A «arqueologia da morte» revela mais sobre os vivos ou sobre os mortos? Do ponto de vista ético, é aceitável incluir múmias ou outros restos mortais em exposições públicas? A forma como se encara a morte e os mortos altera-se também em função da localização das necrópoles? O arqueólogo Rodrigo Banha da Silva responde a estas questões e reflecte sobre as vantagens de cruzar as ferramentas de disciplinas como a Química, a Antropologia e a História, entre outras questões. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Rodrigo Banha da Silva, investigador integrado do CHAM – Centro de Humanidades, onde coordena o grupo de investigação «Arqueologia de paisagens». Professor na Universidade Nova de Lisboa desde 2004, Rodrigo Banha da Silva desenvolve e coordena projectos de arqueologia no âmbito das actividades da Câmara Municipal de Lisboa.

    No próximo episódio, Sandra Ataíde Lobo conversa sobre a imprensa africana e a resistência ao colonialismo.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    19 min
  • A cidade romana de Miróbriga e a sua dinâmica na Península Ibérica, com José Carlos Quaresma

    As ruínas de Miróbriga, perto de Santiago do Cacém, são motivo de curiosidade desde o Renascimento, mas só nos anos 1980 passaram a ser tratadas com métodos arqueológicos modernos. José Carlos Quaresma fala-nos sobre os trabalhos de campo com registos estratigráficos e publicações académicas dessa cidade romana e a sua importância na rede económica do sudoeste da Península Ibérica. Recorda também características especiais de Miróbriga, como a sua ligação ao mar e às áreas agrícolas, o seu bem preservado hipódromo e a ausência de muralhas. O professor e investigador do CHAM destaca as conclusões da análise dos estudos da cerâmica como a terra sigillata, mais rigorosa do que a técnica do carbono 14: Miróbriga acompanhou as dinâmicas e os ritmos económicos das cidades romanas da fase republicana, até deixar de ser habitada no século VI, durante o período visigótico. A entrevista é conduzida por Joana Rodrigues.

    Coordenador do grupo de investigação «Representações, discursos, materialidades e usos do passado» do CHAM, José Carlos Quaresma é Professor Auxiliar com Agregação do Departamento de História da NOVA FCSH e o Investigador Principal do Projecto «TabMir. As áreas comerciais de Miróbriga (séculos I-VI)». A sua investigação tem-se centrado no estudo tipológico e estratigráfico de cerâmicas finas e ânforas do período imperial romano e da Antiguidade tardia, na área atlântica peninsular e no Mediterrâneo ocidental.

    No próximo episódio, retomamos a rubrica «Breve introdução a…» com Rodrigo Banha da Silva. O investigador apresenta-nos a arqueologia da morte.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

     


    29 min
  • «Breve introdução a...» sesmarias e o seu regime no império português, com Rute Gregório

    Sendo criadas na Idade Média por D. Fernando, as sesmarias constituem uma verdadeira reforma agrária e têm um importante impacto no modelo de ocupação dos territórios atlânticos do império português a partir da Idade Moderna. Rute Gregório explica como as sesmarias influenciam a definição da posse da terra e a constituição dos patrimónios familiares, as diferenças nas dimensões das propriedades nos vários territórios, os casos de expropriação e as implicações no tipo de propriedade que existe nos nossos dias. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Rute Gregório é Professora Auxiliar na Universidade dos Açores, Pró-Reitora para os Alumni e Projetos Culturais dessa instituição e investigadora do CHAM-Centro de Humanidades.  Tem um doutoramento em História (com a tese «Terra e Fortuna: os primórdios da humanização da ilha Terceira (1450?-1550)») e um mestrado em Documentação. É especialista em história dos Açores no seu período inicial, trabalhando perspetivas sociais e económicas.

    Voltamos em breve com mais uma temporada do nosso podcast.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    16 min
  • A pesca do atum no Algarve, as deslocações dos pescadores e os hábitos de consumo do pescado, com Brígida Baptista

    O atum pode atingir até três metros de comprimento, mas costumamos visualizá-lo apenas dentro de uma lata de conserva. Brígida Baptista conversa sobre as diferentes espécies; os percursos de desova no Atlântico e no Mediterrâneo; as técnicas de pesca tradicionais e contemporâneas do atum no Algarve; a prática do consumo do peixe em barril, em conserva e em fresco e o preço nos mercados internacionais; e o impacto desta actividade em várias localidades do Sul de Portugal. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Brígida Baptista é investigadora integrada do CHAM – Centro de Humanidades. Licenciada e mestre em Arqueologia e pós-graduada em Arqueologia Náutica e Subaquática, Brígida Baptista é investigadora associada do Projeto ERC Synergy Grant «4Oceans – A História Humana da Vida Marinha» da Universidade NOVA de Lisboa. Está a preparar o seu doutoramento em História Ambiental, com uma investigação sobre as armações de pesca do atum no Algarve durante a Época Moderna. É fundadora e presidente da Lais de Guia - Associação Cultural do Património Marítimo. É investigadora principal do projeto do Município de Tavira «Roteiros de Pesca de Santa Luzia – Rota do Polvo e Rota do Atum» e autora de Histórias da Armação do Barril, Rostos da pesca do atum.

    No próximo episódio, Rute Gregório fala sobre as sesmarias e o seu regime no império português.

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    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    32 min
  • «Breve introdução a...» Arqueologia industrial, com Leonor Medeiros

    A arqueologia costuma ser associada à descoberta de vestígios de tempos antigos. Não é o caso da arqueologia industrial, que se ocupa das sociedades a partir da Revolução Industrial. Os séculos XIX e XX são, portanto, o seu foco, como explica Leonor Medeiros na rubrica «Breve introdução a...» de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência». A investigadora destaca a possibilidade de os arqueólogos estebelecerem um diálogo directo com a população dos locais estudados e recorrerem às suas experiências e memórias individuais e colectivas. «A arqueologia comunitária serve para as pessoas voltarem a um património que é seu, somos apenas mediadores», acrescenta. A entrevista é conduzida por Isabel Araújo Branco.

    Leonor Medeiros é arqueóloga, Professora Auxiliar do Departamento de História da NOVA FCSH e investigadora do CHAM-Centro de Humanidades. Doutorada em Património e Arqueologia Industrial pela Michigan Technological University (EUA) e mestre em Gestão do Património pelo Ironbridge International Institute of Cultural Heritage (UoB, Reino Unido), Leonor Medeiros é Presidente da Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial (APAI) e membro da Direção do Comité Internacional para a Conservação do Património Industrial (TICCIH). Tem como áreas de especialidade inventários patrimoniais, documentação de património construído e paisagens culturais, em ligação com comunidades pós-industriais.
    No próximo episódio, Brígida Baptista fala sobre a pesca do atum.

    O indicativo sonoro de «CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência» utiliza «Bike Sharing To Paradise», de Dan Bordan (sem direitos de autor).

    Este podcast tem o apoio do projeto estratégico financiado pela FCT (UID/4666/2025) - https://doi.org/10.54499/UID/04666/2025

    17 min

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CHAM Talks, um podcast para ouvir ciência apresenta entrevistas a investigadores do CHAM-Centro de Humanidades (NOVA FCSH-UAc) sobre temas relacionados com o seu trabalho e, em muitos casos, a sua ligação à sociedade contemporânea. O que se descobre nas Humanidades?