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Na província angolana de Benguela, há pessoas desaparecidas e teme-se que haja muito mais vítimas mortais do que as avançadas, até esta segunda-feira, pelas autoridades. No domingo, o transbordo do rio Cavaco provocou inundações que também destruiram infraestruturas e deixaram milhares de desalojados. Agostinho Celestino, Director da Aldeia de Crianças SOS Benguela, falou-nos sobre a situação no terreno e lançou um apelo à solidariedade.
A província de Benguela tem sido afectada por fortes chuvas que, no domingo, provocaram o transbordo do rio Cavaco devido ao rompimento de um dique. O último balanço do Serviço de Protecção de Civil e Bombeiros divulgou, na segunda-feira, que o número de mortes subiu para oito, com sete pessoas desaparecidas. Porém, teme-se que haja muito mais vítimas. Há, ainda, milhares de desalojados.
A força da corrente destruiu casas, infraestruturas, deixou submersa a ponte rodoviária sobre o rio Cavaco e também obrigou à suspensão da circulação ferroviária no Corredor do Lobito. A Aldeia de Crianças SOS Benguela também foi afectada pelas inundações, teve de ser evacuada e houve uma onda de solidariedade para alojar os residentes em locais mais elevados.
Agora, o objectivo é ajudar as famílias que ficaram isoladas. Agostinho Celestino, Director da Aldeia de Crianças SOS Benguela, explicou à RFI que se está a fazer um mapeamento das pessoas que ainda não receberam apoio por estarem em zonas de difícil acesso - que estima em uma centena de pessoas - e disse que os voluntários da Aldeia irão distribuir-lhes comida, vestuário, mosquiteiros, kits de higiene, material de segurança, botas e cordas, entre outros bens. A Aldeia espera poder contar com a solidariedade de todos os que possam ajudar.
Agostinho Celestino conta que centenas de casas desabaram em Benguela e teme que o número de vítimas mortais possa chegar às centenas. Até esta segunda-feira, as autoridades confirmaram oito mortos.
Oiça o testemunho neste programa.
By RFI PortuguêsNa província angolana de Benguela, há pessoas desaparecidas e teme-se que haja muito mais vítimas mortais do que as avançadas, até esta segunda-feira, pelas autoridades. No domingo, o transbordo do rio Cavaco provocou inundações que também destruiram infraestruturas e deixaram milhares de desalojados. Agostinho Celestino, Director da Aldeia de Crianças SOS Benguela, falou-nos sobre a situação no terreno e lançou um apelo à solidariedade.
A província de Benguela tem sido afectada por fortes chuvas que, no domingo, provocaram o transbordo do rio Cavaco devido ao rompimento de um dique. O último balanço do Serviço de Protecção de Civil e Bombeiros divulgou, na segunda-feira, que o número de mortes subiu para oito, com sete pessoas desaparecidas. Porém, teme-se que haja muito mais vítimas. Há, ainda, milhares de desalojados.
A força da corrente destruiu casas, infraestruturas, deixou submersa a ponte rodoviária sobre o rio Cavaco e também obrigou à suspensão da circulação ferroviária no Corredor do Lobito. A Aldeia de Crianças SOS Benguela também foi afectada pelas inundações, teve de ser evacuada e houve uma onda de solidariedade para alojar os residentes em locais mais elevados.
Agora, o objectivo é ajudar as famílias que ficaram isoladas. Agostinho Celestino, Director da Aldeia de Crianças SOS Benguela, explicou à RFI que se está a fazer um mapeamento das pessoas que ainda não receberam apoio por estarem em zonas de difícil acesso - que estima em uma centena de pessoas - e disse que os voluntários da Aldeia irão distribuir-lhes comida, vestuário, mosquiteiros, kits de higiene, material de segurança, botas e cordas, entre outros bens. A Aldeia espera poder contar com a solidariedade de todos os que possam ajudar.
Agostinho Celestino conta que centenas de casas desabaram em Benguela e teme que o número de vítimas mortais possa chegar às centenas. Até esta segunda-feira, as autoridades confirmaram oito mortos.
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