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Nesta edição, o podcast cinematório café traz um balanço dos filmes vistos na 16ª CineBH -- Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte. Nós acompanhamos o evento de 20 a 25 de setembro e neste episódio você poderá anotar as dicas dos melhores longas brasileiros e latinos aos quais assistimos, entre eles "Noites Alienígenas", vencedor do Festival de Gramado de 2022, e "O Grande Movimento", premiado no Festival de Veneza de 2021.
Confira a minutagem em que nós comentamos cada filme:
00:13:19 - "Os Ossos da Saudade", de Marcos Pimentel
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa o filme "Não! Não Olhe!" (Nope, 2022), de Jordan Peele. O diretor e roteirista de "Corra!" e "Nós" volta a inserir comentário social em temas do cinema de horror, mas agora associado também à ficção científica.
Estrelado por Daniel Kaluuya, Keke Palmer, Steven Yeun, Michael Wincott, Brandon Perea e Keith David, "Não! Não Olhe!" se passa em um rancho nos arredores de Hollywood, onde dois irmãos treinadores de cavalos são surpreendidos por eventos enigmáticos vindos do céu.
O debate deste episódio gira em torno da metalinguagem que Jordan Peele propõe ao tratar do apagamento e invisibilidade a que pessoas negras são sujeitadas na indústria hollywoodiana, e a maneira como o cineasta brinca com estruturas clássicas dos gêneros em que o filme se insere: o horror, a ficção científica, mas também o western.
Sentam-se à mesa conosco para discutir "Não! Não Olhe!": Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, e Renné França, professor, crítico de cinema e diretor do filme “Terra e Luz”.
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Analisamos o filme "Cidade de Deus" no aniversário de 20 anos de seu lançamento.
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No episódio #34, o podcast Em Foco analisa o filme "Cidade de Deus" (2002, Brasil), no aniversário de 20 anos de seu lançamento.
Considerado um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos, "Cidade de Deus" foi exibido fora de competição no Festival de Cannes e estreou nos cinemas brasileiros em 30 de agosto de 2002. O roteiro é baseado no livro homônimo de Paulo Lins e a direção é de Fernando Meirelles, com codireção de Kátia Lund.
Dono de expressiva bilheteria e com quatro indicações ao Oscar (Melhor Direção para Meirelles, Melhor Roteiro Adaptado para Bráulio Mantovani, Melhor Fotografia para César Charlone e Melhor Montagem para Daniel Rezende), o longa-metragem é estrelado por Alexandre Rodrigues, Leandro Firmino, Phellipe Haagensen, Matheus Nachtergaele, Seu Jorge, Alice Braga, Douglas Silva e grande elenco.
A partir do ponto de vista de um jovem chamado Buscapé, nós conhecemos a história da Cidade de Deus, comunidade carioca que, por anos, foi classificada como uma das regiões mais violentas do Rio de Janeiro. Buscapé encara os problemas diários do local onde mora e encontra na paixão pela fotografia um futuro promissor. É através de sua narração que nós voltamos até os anos 1960 para acompanharmos a origem da Cidade de Deus e o crescimento da criminalidade que termina por dominar o local na década de 1970, quando as gangues de Zé Pequeno e Cenoura declaram guerra pelo controle do tráfico de drogas.
Além da análise do filme em si, o nosso podcast traz o perfil dos atores Douglas Silva e Leandro Firmino (intérpretes de Dadinho e Zé Pequeno) e discute o legado deixado pelo longa duas décadas depois de sua estreia.
Participam do podcast sobre "Cidade de Deus": Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório; Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG; Renné França, professor, crítico de cinema e diretor do filme “Terra e Luz”; e Larissa Vasconcelos, jornalista e redatora do cinematório.
Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:
00:00:00 - Introdução
00:10:56 - Grande Angular: saiba mais sobre o elenco e a equipe do filme
00:23:31 - Close-up: perfil dos atores Douglas Silva e Leandro Firmino e discussão sobre o personagem Zé Pequeno
00:52:08 - Ponto de Vista: análise sobre os principais aspectos do filme
01:37:51 - Zoom: comentários sobre cenas favoritas
01:49:54 - Fora de Quadro: o curta que precedeu o longa, o documentário sobre o elenco do filme e audiobook narrado por Buscapé
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Produzido pela Filmes de Plástico e rodado em Belo Horizonte e Contagem, "Marte Um" acompanha os Martins, família negra de classe média baixa. Eles seguem a vida entre seus compromissos do dia-a-dia e seus desejos e expectativas, mesmo com a tensão de um governo conservador que acaba de assumir o poder no país. Em meio a esse cotidiano, Tércia cuida da casa enquanto passa por crises de angústia, Wellington quer ver o filho virar jogador de futebol profissional, Eunice tem um novo amor e o pequeno Deivinho sonha em colonizar Marte.
No elenco do filme "Marte Um" estão Rejane Faria, Carlos Francisco, Camilla Damião, Cícero Lucas, Ana Hilário, Russo APR, Dircinha Macedo, Tokinho e Juan Pablo Sorín.
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Com produção da A24 e direção de Ti West ("A Casa do Diabo"), "X - A Marca da Morte" é um filme de horror que se sai bem como slasher, mas falha ao trabalhar os temas ousados que propõe.
A trama se passa no final dos anos 1970 e acompanha um grupo de jovens que pretende fazer um filme pornô ousado, com uma proposta artística além do sexo. Mas, na casa de campo onde eles decidem filmar, vive um casal de idosos que tem segundas (e nada amistosas) intenções.
Apesar de construir bem a atmosfera de tensão e caprichar nas cenas de gore, o longa enfrenta problemas na construção da personagem principal, vivida por Mia Goth, e na forma como representa os corpos envelhecidos dos vilões.
Crítica do filme por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do Cinematório.
Conteúdo também disponível em vídeo.
X - A MARCA DA MORTE (X, 2022, EUA)
Sinopse: No final da década de 1970, uma equipe de cineastas de filmes eróticos vai a uma fazenda isolada no Texas gravar uma nova produção. Quando as filmagens iniciam, sem o consentimento do casal proprietário, coisas estranhas começam a acontecer. A partir daí, eles lutam pela vida, antes que tudo se torne um grande banho de sangue.
Elenco: Mia Goth, Jenna Ortega, Brittany Snow, Stephen Ure, Martin Henderson, Owen Campbell, Scott Mescudi
Direção: Ti West
Roteiro: Ti West
Produção: Ti West, Jacob Jaffke, Kevin Turen, Harrison Kreiss
Direção de fotografia: Eliot Rockett
Montagem: David Kashevaroff, Ti West
Trilha sonora: Tyler Bates, Chelsea Wolfe
Duração: 1 h 46 min
Distribuição: PlayArte, A24
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Dirigido por Scott Derrickson ("O Exorcismo de Emily Rose" e "Doutor Estranho"), o filme "O Telefone Preto" trabalha o horror dos traumas da infância associado a uma investigação policial sobre o desaparecimento de vários adolescentes no subúrbio de Denver, nos EUA, em 1978.
Ethan Hawke interpreta o sequestrador por trás dos casos. Sua mais recente vítima é o tímido Finney (Mason Thames), que precisará da ajuda de sua sensitiva irmã mais nova (Madeleine McGraw) e de misteriosas ligações telefônicas para conseguir sobreviver.
Produzido pela Blumhouse e baseado no conto do escritor e quadrinista Joe Hill (filho de Stephen King e autor de "Locke & Key"), o filme é um dos destaques de 2022 por contar com direção estilosa, um roteiro engenhoso e ótimas atuações.
Crítica do filme por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do Cinematório.
Conteúdo também disponível em vídeo.
O TELEFONE PRETO (The Black Phone, 2021, EUA)
Sinopse: Finney Shaw, um menino tímido e inteligente, de 13 anos, é sequestrado por um assassino sádico e preso em um porão à prova de som, onde gritar é de pouca utilidade. Quando um telefone desconectado na parede começa a tocar, Finney descobre que pode ouvir as vozes das vítimas anteriores do assassino. E eles estão determinados a garantir que o que aconteceu com eles não aconteça com Finney.
Elenco: Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies, James Ransone, Ethan Hawke
Direção: Scott Derrickson
Roteiro: Scott Derrickson, C. Robert Cargill (baseado no conto de Joe Hill)
Produção: Jason Blum, Scott Derrickson, C. Robert Cargill
Direção de fotografia: Brett Jutkiewicz
Montagem: Frédéric Thoraval
Trilha sonora: Mark Korven
Duração: 1 h 43 min
Distribuição: Universal Pictures
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa o filme "Crimes do Futuro" (Crimes of the Future, 2022), de David Cronenberg. O mestre do horror corporal retoma temas e imagens que marcam sua filmografia para fazer um comentário social sobre como o ser humano contemporâneo tem se relacionado com o seu corpo.
Estrelado por Viggo Mortensen, Léa Seydoux, Kristen Stewart, Scott Speedman e Don McKellar, "Crimes do Futuro" concorreu à Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2022. O filme é situado em um futuro distópico e decadente em que as pessoas desenvolveram órgãos sintéticos e substituíram a dor pelo prazer. Neste contexto, um artista performático cujo corpo consegue gerar novos e estranhos órgãos recebe uma proposta inusitada de um homem que tenta lhe vender o cadáver de seu próprio filho.
O debate deste episódio gira em torno de diversos temas que Cronenberg trabalha no longa, cuja inspiração vem de um de seus primeiros filmes, também chamado "Crimes do Futuro" e lançado em 1970, mas que é bastante diferente deste novo trabalho. Ele questiona, por exemplo, qual é o lugar da dor e do prazer na nossa sociedade, e o que estamos fazendo com nossos corpos diante do avanço da tecnologia, dos procedimentos estéticos e da poluição.
Quem se senta à mesa conosco para discutir "Crimes do Futuro" é Renné França, professor, crítico de cinema e diretor do filme “Terra e Luz”.
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa o filme "Elvis" (2002). A cinebiografia do astro Elvis Presley é dirigida de maneira catártica por Baz Luhrmann ("Romeu + Julieta", "Moulin Rouge") e traz o ator Austin Butler em uma performance impressionante.
"Elvis" narra a trajetória meteórica de Elvis Presley por meio do ponto de vista de seu empresário, o Coronel Tom Parker, vivido por Tom Hanks. Com a montagem frenética e a direção de arte caprichada características do estilo de Baz Luhrmann, o filme mostra o sucesso, mas também (e principalmente) o lado trágico da fama vivenciado por Elvis, restaurando sua dignidade após décadas de especulações em torno do final de sua carreira e da morte precoce quando tinha apenas 42 anos.
Quem se senta à mesa conosco para discutir "Elvis" é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG.
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Enrole uma toalha molhada na cabeça e aperte o play para revisitar "O Vingador do Futuro" conosco e descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez!
Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1990 e analisamos "O Vingador do Futuro" (Total Recall), filme de ação e ficção científica estrelado por Arnold Schwarzenegger, dirigido por Paul Verhoeven ("RoboCop", "Instinto Selvagem") e baseado em um conto de Philip K. Dick ("Blade Runner").
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Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast De Volta Para o Sofá sobre "O Vingador do Futuro":
00:00:00 - Introdução
00:08:25 - Memória Afetiva: relembramos quando vimos o filme pela primeira vez e discutimos seu impacto ontem e hoje
00:38:42 - Deu Tilt: os aspectos que ficaram datados e as cenas que não funcionam mais
00:58:35 - Supra Sumo: nossas cenas favoritas
01:20:20 - Por Onde Anda: saiba o que os atores principais estão fazendo hoje em dia
01:49:45 - A continuação que não saiu do papel e o remake de 2012
01:54:38 - Música de Encerramento
Também estrelado por Sharon Stone, Rachel Ticotin, Michael Ironside e Ronny Cox, "O Vingador do Futuro" é um dos filmes mais memoráveis dos anos 90. Com roteiro de Ronald Shusett, Dan O'Bannon e Gary Goldman, a produção inaugura a década contando uma história intrigante e visionária, além de apresentar efeitos especiais de alta qualidade.
Schwarzenegger interpreta Douglas Quaid, um operário que tem sonhos recorrentes de estar em Marte. Vivendo em 2084 e sem condições de pagar por uma viagem ao planeta vermelho, ele decide recorrer à empresa Rekall para implantar em sua mente uma memória fabricada com base em seus sonhos. Porém, o procedimento desperta uma memória real, mas que havia sido "apagada": Quaid na verdade é um agente secreto que vivia disfarçado na Terra.
No podcast, nós falamos sobre as diferenças entre o filme e o conto "Lembramos para Você a Preço de Atacado", apontamos os aspectos que envelheceram mal e destacamos aqueles que até hoje impressionam, principalmente em relação aos temas pensados por Philip K. Dick e aos efeitos especiais, com criaturas construídas por Rob Bottin (de "RoboCop", "O Enigma de Outro Mundo", entre outros). Nós também contamos para você por onde andam os atores principais do elenco e comentamos o remake de 2012.
O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes.
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